IA e vídeos falsos viram ameaça às eleições, alerta CGI.br
IA e vídeos falsos viram ameaça às eleições, alerta CGI.br
Guia aponta mudança no modo de circulação de conteúdos falsos na internet.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Vídeos falsos gerados por inteligência artificial e conteúdos de baixa qualidade foram apontados como uma das principais ameaças digitais às eleições e à democracia, segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O alerta vem na segunda edição do Guia Internet, Democracia e Eleições, divulgado em 22 de março, e destaca o aumento da desinformação desde 2018, agora distribuída em múltiplas plataformas, com destaque para redes restritas como o WhatsApp.
- O guia enfatiza o avanço dos deepfakes, cada vez mais realistas, que dificultam a identificação de materiais manipulados e podem gerar desconfiança nas informações verdadeiras. Também traz orientações práticas para que usuários reconheçam e evitem a disseminação de conteúdos falsos ou enganosos.
Foto: Reprodução | Agencia Brasil
Vídeos falsos produzidos por inteligência artificial e conteúdos de baixa qualidade se tornaram uma das principais ameaças digitais às eleições e à democracia, segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O alerta está na segunda edição do Guia Internet, Democracia e Eleições, divulgado nesta terça-feira (22). De acordo com o estudo, a desinformação mudou desde 2018 e passou a circular de forma mais distribuída entre diferentes plataformas, com destaque para redes de comunicação mais restritas, como o WhatsApp. Os vídeos são apontados como um dos principais formatos utilizados, geralmente acompanhados de textos curtos para reforçar narrativas falsas. O guia também alerta para o avanço das chamadas deepfakes, que estão cada vez mais realistas e podem dificultar a identificação de conteúdos manipulados. Segundo o CGI.br, esse cenário pode aumentar a desconfiança em informações verdadeiras e reforçar a circulação de conteúdos que apenas confirmam opiniões já existentes. A publicação reúne ainda orientações para ajudar usuários a identificar e evitar a disseminação de conteúdos falsos ou enganosos.
Operação Salvaguarda: homem é preso em flagrante em Luís Eduardo Magalhães
Operação Salvaguarda: homem é preso em flagrante em Luís Eduardo Magalhães
Polícia Federal apreendeu celular e computador após identificar arquivos de violência sexual contra crianças.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Na segunda‑feira (14), a Polícia Federal prendeu em flagrante um homem em Luís Eduardo Magalhães, no Extremo Oeste da Bahia, durante a Operação Salvaguarda. A ação, apoiada pelo 27º Batalhão da Polícia Militar e baseada em mandado da Justiça Federal de Barreiras, resultou na apreensão de celular e computador contendo arquivos de imagens e vídeos de violência sexual contra crianças e adolescentes.
- A investigação, iniciada a partir de relatórios do National Center for Missing & Exploited Children (NCMEC), identificou 851 arquivos armazenados entre 2019 e 2025 em serviço de nuvem. A PF orienta pais e responsáveis a dialogar com os jovens sobre os riscos online e offline, reforçando a prevenção ao abuso e à exploração sexual.
Foto: Divulgação | Polícia Federal
Um homem investigado por crimes relacionados ao armazenamento e compartilhamento de material de violência sexual contra crianças e adolescentes foi preso em flagrante pela Polícia Federal na segunda-feira (14), em Luís Eduardo Magalhães, no Extremo Oeste da Bahia. A prisão ocorreu durante a Operação Salvaguarda, que cumpriu um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal de Barreiras, com apoio do 27º Batalhão da Polícia Militar. Durante a ação, foram apreendidos um celular e um computador portátil. Segundo a PF, uma análise preliminar dos equipamentos identificou arquivos de imagens e vídeos com cenas de violência sexual contra crianças. A investigação começou após relatórios do National Center for Missing & Exploited Children (NCMEC), que apontaram o envio e armazenamento, entre 2019 e 2025, de 851 arquivos em um serviço de nuvem associado a um usuário residente no oeste baiano. O homem foi levado à Delegacia de Polícia Federal em Barreiras, onde o flagrante foi formalizado, e depois encaminhado ao sistema prisional. Ele permanece à disposição da Justiça Federal. Os equipamentos passarão por extração e perícia para aprofundar as apurações. A Polícia Federal orientou pais e responsáveis a conversar com crianças e adolescentes sobre os riscos nos ambientes virtual e físico, como medida de prevenção contra abuso e exploração sexual.
Caetiteense escapa de golpe após conferir Pix antes de entregar veículo
Caetiteense escapa de golpe após conferir Pix antes de entregar veículo
Negociação era de R$ 45 mil, mas valor nunca entrou na conta da vendedora.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Moradora de Caetité evitou um prejuízo de R$ 45 mil ao identificar uma tentativa de golpe na venda de um carro anunciado nas redes sociais. O comprador enviou um comprovante de Pix falsificado e se dirigiu ao local para retirar o veículo, mas a vendedora conferiu o saldo bancário e constatou que o pagamento não havia sido creditado.
- Especialistas alertam que comprovantes de Pix podem ser adulterados e recomendam confirmar o crédito diretamente no aplicativo ou no extrato antes de entregar o bem. O caso reforça a necessidade de cautela nas negociações online e serve de exemplo para quem comercializa veículos ou produtos nas redes sociais.
Foto: Jorge Santana | Sudoeste Bahia
Uma moradora de Caetité evitou um prejuízo de R$ 45 mil após identificar uma tentativa de golpe durante a venda de um carro anunciada em uma rede social. Segundo as informações obtidas pelo Sudoeste Bahia, o veículo estava anunciado por R$ 50 mil, quando um homem entrou em contato demonstrando interesse e ofereceu R$ 45 mil. Após a negociação, o suposto comprador enviou um comprovante de Pix, dando a entender que a transferência havia sido concluída, e foi até o local para buscar o automóvel. Antes de entregar o veículo, a proprietária decidiu conferir o saldo da conta bancária. Foi nesse momento que percebeu que o valor não havia sido creditado, apesar do comprovante apresentado. Ao ser questionado, o homem passou a apresentar justificativas para a demora da compensação do pagamento. Diante da confirmação de que o dinheiro não havia entrado na conta, a mulher recusou a entrega do carro. O suspeito deixou o local logo em seguida. O caso reforça o alerta para quem realiza negociações pela internet. Especialistas orientam que comprovantes de Pix podem ser falsificados ou adulterados e que a entrega de qualquer bem só deve ocorrer após a confirmação do crédito diretamente no aplicativo ou no extrato bancário. A cautela da proprietária evitou um prejuízo de dezenas de milhares de reais e serve de exemplo para outras pessoas que comercializam veículos ou produtos pelas redes sociais.
Unicef: quase 20 milhões de crianças sofreram abuso sexual facilitado pela internet
Pesquisa aponta que redes sociais e aplicativos de mensagens concentram a maior parte dos casos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um relatório do UNICEF alerta que cerca de 20 milhões de jovens entre 12 e 17 anos foram vítimas de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia em apenas um ano, com 9 milhões coagidos a manter conversas de conteúdo sexual ou a enviar imagens íntimas contra a vontade. As redes sociais e aplicativos de mensagens respondem por aproximadamente 60 % dos casos, enquanto jogos online representam 14 % das ocorrências, e mais de 40 % das vítimas nunca denunciaram o crime.
- No Brasil, 19 % dos adolescentes entrevistados – quase 3 milhões – relataram sofrer violência sexual online, mas menos de 1 % dos casos foram oficialmente denunciados. O UNICEF recomenda fortalecer a orientação familiar, a educação digital e ampliar os canais de denúncia para proteger crianças e adolescentes no ambiente virtual.
Foto: Reprodução
Um relatório divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) acendeu um alerta sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes no ambiente digital. Segundo o estudo, cerca de 20 milhões de jovens entre 12 e 17 anos foram vítimas de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia em apenas um ano, considerando dados de 21 países. A pesquisa mostra que aproximadamente 9 milhões de adolescentes foram coagidos a participar de conversas de conteúdo sexual ou a enviar imagens íntimas contra a própria vontade. Outros 4 milhões tiveram fotos ou vídeos vazados, enquanto 15 milhões foram expostos a conteúdos sexuais indesejados. O levantamento indica ainda que mais de 40% das vítimas nunca haviam contado o que aconteceu, o que reforça a preocupação com a subnotificação desses crimes. As redes sociais e aplicativos de mensagens responderam por cerca de 60% dos casos, com destaque para plataformas como Instagram, Facebook, Snapchat, TikTok e WhatsApp. Já os jogos online representaram 14% das ocorrências. No Brasil, o cenário também preocupa: 19% dos adolescentes entrevistados, o equivalente a quase 3 milhões de jovens, afirmaram ter sofrido algum tipo de violência sexual facilitada pela internet. Mesmo assim, menos de 1% dos casos foi oficialmente denunciado. O estudo também revela que, em muitos episódios, os agressores fazem uso de chantagem emocional e ameaças para obrigar as vítimas a enviar novas imagens ou manter conversas de teor sexual. Para o Unicef, o fortalecimento da orientação às famílias, da educação digital e dos canais de denúncia é fundamental para combater esse tipo de crime e proteger crianças e adolescentes no ambiente virtual.
Alexandre de Moraes diz que candidatos podem perder mandato por uso de IA em fake news
Ministro defendeu punição rigorosa para quem utilizar inteligência artificial na disseminação de desinformação eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro do STF, Alexandre de Moraes, alertou que candidatos que utilizarem inteligência artificial para disseminar desinformação nas eleições podem ter o registro ou mandato cassados, afirmando que a cassação é a única forma eficaz de impedir a manipulação do eleitorado.
- Na mesma ocasião, a ministra Cármen Lúcia destacou que a tecnologia deve servir à sociedade, mas alertou para o risco de plataformas digitais influenciarem o comportamento das pessoas, chamando o cenário de uma possível "tecnoditadura".
Foto: Reprodução
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes afirmou nesta sexta-feira (21) que candidatos que utilizarem inteligência artificial para disseminar desinformação durante as eleições poderão ter o registro ou o mandato cassados. Durante um evento na Faculdade de Direito da USP, Moraes disse que a perda do cargo é a principal forma de impedir o uso da tecnologia para manipular o eleitorado. "Todos os candidatos têm que ter absoluta consciência de que, se na véspera quiserem utilizar mecanismos de desinformação anabolizados pela inteligência artificial, isso vai dar cassação." O ministro classificou a inteligência artificial como um "anabolizante" da desinformação e alertou para a facilidade de criação de vídeos e áudios falsos capazes de reproduzir imagem, voz e movimentos de qualquer pessoa. "Não adianta depois de uma semana vir aquilo: 'pô, realmente aquilo era falso'. A eleição acabou." Segundo Moraes, multas não seriam suficientes para inibir esse tipo de prática. "Só sobra o quê? Cassar o registro ou cassar o mandato." Também presente ao evento, a ministra Cármen Lúcia afirmou que a tecnologia deve servir à sociedade, mas alertou para o risco de as plataformas digitais influenciarem o comportamento das pessoas. Ela classificou esse cenário como uma possível "tecnoditadura".
Lula sanciona lei que endurece punições para crimes sexuais contra crianças na internet
Nova legislação também torna esses crimes hediondos, garante atendimento às vítimas pelo SUS e amplia punições para quem utiliza recursos para ocultar a identidade na internet
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma nova legislação que endurece as penalidades para crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes cometidos no ambiente digital. A nova lei prevê punições mais severas para práticas que utilizem inteligência artificial, deepfakes, perfis falsos e recursos de ocultação de IP para dificultar a identificação dos criminosos, além de classificar as principais infrações dessa natureza como crimes hediondos.
- Adicionalmente, a norma assegura o atendimento psicológico e psicossocial gratuito às vítimas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecendo que o agressor poderá ser obrigado a arcar com os custos do tratamento. A nova lei também estipula penas de quatro a dez anos de prisão para a produção, financiamento ou registro de conteúdos de abuso, ampliando as possibilidades de prisão preventiva e modernizando a terminologia legal aplicável no país.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quinta-feira (6), uma lei que endurece as punições para crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes praticados no ambiente digital, incluindo casos que envolvam o uso de inteligência artificial, como deepfakes e perfis falsos. O texto, de autoria do deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), havia sido aprovado pelo Senado em julho. Entre as principais mudanças, a legislação aumenta a pena para o aliciamento de menores de 14 anos quando o criminoso utiliza inteligência artificial, identidade falsa ou deepfakes para enganar a vítima. Também prevê punições mais severas para quem usa ferramentas de ocultação de IP ou outros recursos digitais para dificultar a identificação durante a prática dos crimes. A nova lei ainda inclui os principais crimes de violência sexual infantil no rol dos crimes hediondos, amplia as possibilidades de prisão preventiva e substitui o termo "pornografia infantil" por "conteúdo de violência sexual contra criança ou adolescente", abrangendo inclusive imagens geradas por inteligência artificial. Atendimento psicológico - Outro ponto da norma garante atendimento psicológico e psicossocial às vítimas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com acesso restrito para proteger crianças e adolescentes. O agressor também poderá ser obrigado a custear o tratamento e ressarcir o SUS pelas despesas. A legislação estabelece pena de quatro a dez anos de prisão, além de multa, para quem produzir, registrar, financiar ou recrutar menores para conteúdos de violência sexual. A punição pode ser aumentada em até dois terços quando houver comercialização, armazenamento do material ou uso de mecanismos para ocultar a identidade do criminoso.
Usuários relatam bloqueios em massa no WhatsApp; empresa reconhece possíveis erros
Meta afirma que bloqueios fazem parte de ações de segurança, mas admite que erros podem ocorrer.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Centenas de usuários do WhatsApp enfrentaram o bloqueio inesperado de suas contas nesta segunda-feira (3), gerando uma onda de reclamações em redes sociais como o X e o Threads. Ao tentarem acessar o aplicativo, as pessoas afetadas se depararam com avisos de descumprimento dos termos de uso, sendo orientadas a solicitar uma análise de revisão que costuma ser concluída em até 24 horas pela equipe de suporte da plataforma.
- Em resposta ao ocorrido, a Meta esclareceu que adota essas medidas rígidas de segurança para combater o uso indevido e proteger os usuários, admitindo, no entanto, a possibilidade de falhas no processo automático de suspensão. O portal Metrópoles apontou que as suspensões repentinas estão atreladas a novas diretrizes de proteção, enquanto os usuários afetados ainda aguardam o restabelecimento de seus perfis e o acesso às suas conversas.
Foto: Reprodução
Centenas de usuários do WhatsApp relataram nesta segunda-feira (3) que tiveram suas contas bloqueadas sem motivo aparente. As reclamações se espalharam pelas redes sociais, principalmente no X e no Threads, onde pessoas em português e espanhol afirmaram que perderam o acesso ao aplicativo de forma inesperada. Ao tentar entrar no WhatsApp, os usuários encontraram uma mensagem informando que a conta não podia mais utilizar o serviço por possível descumprimento dos termos de uso. O aplicativo também oferece a opção de solicitar uma revisão, informando que a maioria das análises é concluída em até 24 horas. Em nota, a Meta informou que realiza bloqueios para combater o uso indevido da plataforma e proteger os usuários. A empresa reconheceu, porém, que erros podem acontecer e afirmou que busca corrigir essas situações o mais rápido possível para restabelecer o acesso às contas afetadas. Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, os bloqueios estariam relacionados a medidas de segurança adotadas pela plataforma. Enquanto aguardam a análise dos pedidos de revisão, usuários continuam relatando nas redes sociais que ficaram sem acesso às conversas e aos serviços do aplicativo.
Banco Central estuda impor novas restrições ao Pix
Banco Central estuda impor novas restrições ao Pix
Proposta prevê restrições para instituições financeiras com fragilidades na segurança cibernética e busca reforçar a proteção contra ataques hackers.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Banco Central (BC) estuda a implementação de novas regras de segurança para o Pix com o objetivo de mitigar fraudes e combater ataques cibernéticos no sistema financeiro nacional. As medidas propostas visam atuar de forma preventiva, aplicando restrições que vão desde limites em transações até a suspensão temporária do acesso ao sistema para bancos e fintechs que apresentarem vulnerabilidades em suas defesas digitais.
- As penalidades serão direcionadas exclusivamente às instituições financeiras que descumprirem as exigências de segurança da autoridade monetária, garantindo que o serviço continue inalterado para os usuários de bancos em conformidade. O projeto ainda está em fase de estudos e não possui um cronograma de implementação definido, podendo passar por ajustes antes de sua eventual adoção.
Foto: Marcello Casal jr | Agência Brasil
O Banco Central (BC) estuda adotar novas regras para reforçar a segurança do Pix e reduzir os riscos de fraudes e ataques cibernéticos no sistema financeiro. As medidas em análise poderão impor restrições a bancos e fintechs que apresentem falhas em seus mecanismos de proteção digital. A proposta tem como objetivo atuar de forma preventiva, dificultando a ação de hackers e minimizando prejuízos para clientes e instituições financeiras que utilizam o Pix como meio de pagamento. Entre as medidas avaliadas pelo Banco Central estão a imposição de limites para valores e horários de transações, a proibição do registro de novas chaves Pix por instituições consideradas de maior risco e, em situações mais graves, a suspensão temporária do acesso ao sistema de pagamentos instantâneos. Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, o projeto também prevê um tratamento diferenciado entre as instituições financeiras. Bancos e fintechs que cumprirem rigorosamente os padrões de segurança cibernética continuarão operando normalmente, enquanto aquelas que apresentarem vulnerabilidades poderão sofrer restrições até regularizar seus sistemas. A iniciativa faz parte da estratégia do Banco Central para fortalecer a proteção do sistema financeiro nacional diante do aumento das tentativas de ataques virtuais e golpes envolvendo operações eletrônicas. Até o momento, o Banco Central não divulgou um cronograma para a implementação das novas regras. As medidas ainda estão em fase de estudos e poderão passar por ajustes antes de uma eventual adoção. Caso sejam aprovadas, as mudanças deverão atingir apenas as instituições financeiras que não atenderem aos requisitos de segurança definidos pela autoridade monetária. Para os usuários do Pix, o funcionamento do sistema deverá permanecer inalterado nas instituições que mantiverem seus padrões de proteção em conformidade com as exigências do Banco Central.
Homem perde R$ 3,5 mil em golpe na compra de moto em Guanambi
Homem perde R$ 3,5 mil em golpe na compra de moto em Guanambi
Vítima realizou transferências via PIX acreditando que comprava uma Honda Biz anunciada em rede social; caso é investigado pela Polícia Civil.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um homem de 33 anos em Guanambi, sudoeste da Bahia, procurou a Polícia Militar após cair no "golpe do intermediário" ao tentar comprar uma motoneta Honda Biz anunciada em rede social. A vítima realizou transferências via PIX que somaram R$ 3.500, mas descobriu que havia algo errado na negociação e que a proprietária do veículo não havia recebido o valor, reforçando a suspeita de estelionato por um terceiro.
- O caso foi registrado e encaminhado à Delegacia Territorial de Guanambi para apuração pela Polícia Civil. Diante da frequência desse tipo de fraude em negociações online, a Polícia alerta para a importância de confirmar sempre a identidade do vendedor, conferir os dados bancários antes de qualquer pagamento e desconfiar de intermediações, recomendando a verificação pessoal do veículo e da documentação do proprietário antes de efetuar transferências.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Um homem de 33 anos procurou a Polícia Militar após perceber que havia caído em um possível golpe durante a tentativa de compra de uma motocicleta anunciada em uma rede social, em Guanambi, no sudoeste da Bahia. A ocorrência foi registrada na tarde desta segunda-feira (15), por volta das 18h10, quando policiais do 17º Batalhão de Polícia Militar realizavam patrulhamento na região central da cidade. Segundo relato da vítima, ele negociava a compra de uma motoneta Honda Biz anunciada na internet e chegou a realizar transferências via PIX que somaram R$ 3.500. Após efetuar os pagamentos, o comprador descobriu que algo estava errado na negociação e procurou a polícia. Durante as diligências iniciais, os militares entraram em contato com a proprietária do veículo anunciado. A mulher informou que não havia recebido qualquer valor referente à venda da motocicleta. A informação reforçou a suspeita de que um terceiro tenha se passado por intermediador da negociação para enganar comprador e vendedora. Esse tipo de fraude, conhecido como "golpe do intermediário", tem sido registrado com frequência em negociações realizadas pela internet. Nesse esquema, o criminoso utiliza anúncios legítimos para atrair interessados e convence as vítimas a transferirem dinheiro para contas que não pertencem ao verdadeiro proprietário do bem. Diante dos indícios de estelionato, os envolvidos foram orientados e encaminhados à Delegacia Territorial de Guanambi. O caso foi registrado e será apurado pela Polícia Civil. A Polícia alerta que compradores devem sempre confirmar a identidade do vendedor, conferir os dados bancários antes de qualquer pagamento e desconfiar de negociações conduzidas por terceiros. A recomendação é realizar transferências apenas após verificar pessoalmente o veículo e a documentação do proprietário.
Homem perde R$ 22 mil após marcar encontro em site de relacionamento na Bahia
Homem perde R$ 22 mil após marcar encontro em site de relacionamento na Bahia
Vítima foi ameaçada com choque elétrico e obrigada a fazer transferências
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um homem perdeu R$ 22 mil em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano, após ser vítima de extorsão. Ele marcou um encontro por um site de relacionamento e foi atraído para uma residência onde, ao invés da mulher esperada, foi rendido e ameaçado por criminosos. Usando uma máquina de choque e ameaças de divulgar fotos, os envolvidos o obrigaram a realizar transferências bancárias e contratar empréstimos.
- O valor subtraído foi de R$ 22 mil, transferido sob pressão. A Polícia Civil agiu rapidamente e apreendeu uma adolescente de 17 anos ainda na residência, recuperando todo o dinheiro. A jovem permanece à disposição da Justiça, enquanto as investigações prosseguem para identificar e prender os demais envolvidos. A Polícia Civil aproveita para alertar sobre a crescente frequência de golpes envolvendo sites e aplicativos de relacionamento no estado.
Foto: Divulgação | Policia Civil
Um homem perdeu R$ 22 mil após marcar um encontro por meio de um site de relacionamento e ser vítima de extorsão na cidade de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano. O caso aconteceu nesta terça-feira (26) e terminou com a apreensão de uma adolescente de 17 anos, suspeita de participar da ação criminosa. De acordo com a Polícia Civil, a vítima procurou a delegacia após ser atraída para uma residência no bairro Andaiá, onde acreditava que encontraria uma mulher com quem havia conversado por um aplicativo de mensagens. Ao chegar ao local, ele foi rendido e ameaçado pelos envolvidos, que usaram uma máquina de choque para obrigá-lo a realizar transferências bancárias e contratar empréstimos. Sob pressão e ameaças de ter fotos divulgadas nas redes sociais, o homem acabou transferindo R$ 22 mil aos criminosos. A adolescente foi localizada ainda dentro da residência e apreendida em flagrante. Com ela, os policiais conseguiram recuperar todo o valor subtraído. Após a apreensão, a jovem foi apresentada à autoridade policial e permanece à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar e prender os demais envolvidos no esquema. A Polícia Civil reforça o alerta para golpes envolvendo sites e aplicativos de relacionamento, que têm se tornado cada vez mais frequentes no estado.
Operação Pix Seguro bloqueia R$ 103 milhões em cinco estados
Operação Pix Seguro bloqueia R$ 103 milhões em cinco estados
Grupo enviava mensagens falsas sobre bloqueio bancário para aplicar golpes e transferir dinheiro das vítimas via PIX, segundo a investigação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Pix Seguro, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso especializado em fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro em diferentes estados do país. A ação resultou no bloqueio judicial de R$ 103 milhões e no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão em cidades como Eunápolis (BA), Crato (CE), Goiânia (GO), Recife (PE) e São Paulo (SP), com a apreensão de celulares e computadores para análise.
- Segundo a investigação, o grupo aplicava golpes enviando mensagens SMS falsas sobre bloqueios de contas bancárias, direcionando as vítimas a páginas fraudulentas para coletar dados pessoais e bancários. Com as informações, realizavam transferências via PIX para contas de terceiros e empresas de fachada, dificultando o rastreamento. Os envolvidos poderão responder por estelionato mediante fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de dinheiro, e as investigações prosseguem para identificar outros integrantes.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (13), a Operação Pix Seguro, que investiga um grupo criminoso suspeito de aplicar fraudes eletrônicas e lavar dinheiro em diferentes estados do país. A ação resultou no bloqueio judicial de R$ 103 milhões e no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão.Segundo a investigação, sete mandados foram cumpridos em Eunápolis. Também houve buscas nas cidades de Crato, Goiânia, Recife e São Paulo.Durante a operação, policiais apreenderam celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos que serão submetidos à perícia. O material deve auxiliar no aprofundamento das investigações e na identificação de outros envolvidos no esquema.De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizava mensagens falsas enviadas por SMS para informar supostos bloqueios em contas bancárias. As vítimas eram direcionadas para páginas fraudulentas, onde inseriam dados pessoais e bancários.Após o preenchimento das informações, os criminosos realizavam transferências via PIX para contas ligadas à organização investigada. Conforme as apurações, o dinheiro era movimentado por meio de contas de terceiros e empresas de fachada usadas para dificultar o rastreamento dos valores.Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de dinheiro. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros integrantes do grupo e analisar o material apreendido na operação.
























