PF abre inquérito sobre vazamento de foto de senador em piscina
PF abre inquérito sobre vazamento de foto de senador em piscina
Imagem gravada em celular apreendido pela PF mostrava parlamentar com políticos em mansão; abertura de investigação foi comunicada ao STF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar o vazamento de uma fotografia encontrada no celular do senador Weverton Rocha (PDT‑MA), que o mostra ao lado de políticos do Centrão na piscina da casa do advogado Willer Tomaz. A imagem foi extraída pelos peritos durante a análise do aparelho apreendido na operação que investiga supostos desvios no INSS e já foi divulgada pela revista Piauí.
- A apuração interna foi iniciada após representação do próprio parlamentar e comunicada ao STF, com a PF ressaltando que o material integra um inquérito sigiloso ainda não disponibilizado aos advogados. Entre as primeiras diligências está o depoimento do delegado responsável pelo caso.
Foto: Divulgação | Polícia Federal
A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o vazamento de uma fotografia encontrada no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA) ao lado de políticos do Centrão na piscina da casa do advogado Willer Tomaz. A imagem havia sido extraída pelos peritos durante a análise do aparelho apreendido na operação que apura suspeitas de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e foi divulgada em reportagem da revista Piauí. A apuração interna foi instaurada após uma representação apresentada pelo próprio parlamentar. Ao formalizar a abertura do procedimento, comunicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a corporação ressaltou que a foto integrava um inquérito mantido sob sigilo e que o documento ainda não havia sido disponibilizado aos advogados do processo. Uma das primeiras diligências previstas na investigação será o depoimento do delegado responsável pelo caso.
Flávio Bolsonaro viajou em jato ligado a Vorcaro em 2025, diz revista
Flávio Bolsonaro viajou em jato ligado a Vorcaro em 2025, diz revista
Viagem entre os Estados Unidos e Brasília ocorreu em janeiro de 2025, segundo reportagem da Piauí.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, realizou uma viagem em 19 de janeiro de 2025 entre Fort Lauderdale (EUA) e Brasília a bordo de um Legacy 650 (PP‑NLR) operado pela Prime Aviation, empresa que até setembro de 2025 tinha Daniel Vorcaro como sócio. Acompanhado da esposa, duas filhas e do advogado Willer Tomaz, o senador utilizou a aeronave que também seria usada meses depois pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.
- A reportagem da revista Piauí aponta que a viagem coincidiu com negociações para o financiamento do filme biográfico “Dark Horse”, sobre o ex‑presidente Jair Bolsonaro, e que Flávio cobrou agilidade em aporte financeiro logo após o retorno. Tomaz, cotista da aeronave, afirmou ter oferecido carona sem cobrança e só soube em abril de 2026 da nova participação de Vorcaro. Flávio reagiu nas redes com ironia, mas a matéria não indica irregularidade na viagem.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, viajou em janeiro de 2025 entre Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, e Brasília, em um jato executivo que tinha entre seus cotistas uma empresa da qual o ex-banqueiro Daniel Vorcaro era sócio, segundo reportagem publicada pela revista Piauí. A viagem ocorreu em 19 de janeiro e foi feita por Flávio acompanhado da mulher, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, das duas filhas e do advogado e empresário Willer Tomaz, amigo do senador. A aeronave é um Legacy 650, de prefixo PP-NLR, operado pela Prime Aviation, empresa que tinha Vorcaro como sócio até setembro de 2025. A mesma aeronave foi utilizada meses depois pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Segundo a Piauí, a viagem de Flávio ocorreu no período em que estavam em andamento negociações para o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A publicação afirma que, no dia seguinte ao retorno ao Brasil, Flávio cobrou um interlocutor para acelerar uma resposta relacionada ao primeiro aporte financeiro do projeto. A revista também relata que Willer Tomaz detinha uma das três cotas da aeronave e afirmou que ofereceu carona a amigos quando havia assentos disponíveis, sem cobrança ou contrapartida. Tomaz declarou ainda que só tomou conhecimento em abril de 2026 de que Vorcaro havia adquirido outra participação no avião e que, posteriormente, rompeu o contrato com a empresa responsável pela gestão da aeronave. Após a publicação da reportagem, Flávio Bolsonaro comentou o episódio nas redes sociais em tom irônico: “Ainda bem que na época o avião era de Willer. Imagina se fosse agora, eu teria viajado no avião de Alexandre de Moraes”. A reportagem não aponta que a viagem de Flávio, por si só, configure irregularidade.
























