Anvisa proíbe canetas emagrecedoras vendidas na internet
Venda, fabricação, importação e uso de produtos sem registro foram totalmente proibidos pela agência.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta quarta-feira (21), a comercialização, fabricação, distribuição, importação, divulgação e o uso de medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, além de produtos que contenham retatrutida, de todas as marcas e lotes.Os itens são conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras do Paraguai” e vinham sendo comercializados, principalmente, por meio de redes sociais, como o Instagram.De acordo com a Anvisa, os produtos são fabricados por empresas desconhecidas e não possuem qualquer tipo de registro, notificação ou cadastro junto ao órgão regulador, o que torna a comercialização irregular em todo o território nacional.Em nota, a agência alertou que, por se tratarem de medicamentos de origem incerta, não há garantia sobre a composição, qualidade, eficácia ou segurança. Por esse motivo, a Anvisa afirmou que os produtos não devem ser utilizados “em nenhuma hipótese”.“A ausência de controle sanitário impede qualquer confirmação sobre o que, de fato, está sendo aplicado no organismo do consumidor”, destacou o órgão no comunicado.A resolução que determina a proibição foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira e já está em vigor. O descumprimento da medida pode gerar sanções administrativas, incluindo multas e apreensão dos produtos, além de responsabilização civil e criminal dos envolvidos.A Anvisa reforça que medicamentos só devem ser adquiridos em estabelecimentos regularizados e com prescrição médica, quando exigida, e orienta a população a denunciar a venda de produtos irregulares pelos canais oficiais do órgão.
Mais dois 2 mil acidentes de trabalho são registrados na Bahia em 2023
Só esse ano, o MPT já abriu inquérito para investigar cinco mortes que ocorreram no estado.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | 6º BPM
- De janeiro a março deste ano foram registrados 2.409 acidentes de trabalho na Bahia, com 24 mortes. As informações são da Superintendência Regional do Trabalho (SRT), vinculada ao Ministério Público do Trabalho (MPT). Nesta segunda-feira (17), o MPT abriu um inquérito para apurar um acidente de trabalho que aconteceu em Porto Seguro, no extremo-sul da Bahia. As informações são do site G1. O homem trabalhava em uma empresa de construção civil e morreu enquanto limpava uma máquina de misturar concreto. Só em 2023, o MPT já abriu inquérito para investigar cinco mortes que ocorreram em acidentes de trabalho no estado. Além das mortes, a SRT comunicou também 25 amputações, 484 acidentes com cortes e lacerações e 382 casos de afastamento por períodos superiores a quinze dias. De acordo com os dados do MPT, a Bahia registrou em 2022, 17.264 acidentes de trabalho com 112 mortes. Segundo o órgão, o número poderia ser ainda maior, já que o índice de subnotificações no estado é de 25%. Ilan Fonseca, procurador do MPT/BA, diz que as empresas costumam ocultar dados dos acidentes dos setores jurídicos e de contabilidade por medo das punições e dos custos de responsabilidade com os acidentados. "Todo trabalhador [que sofre acidente] tem direito a estabilidade de até um ano. Já a empresa pode sofrer fiscalização e punições. As multas variam a depender do porte da empresa, da quantidade de pessoas acidentadas e da gravidade da situação, variando de R$50 mil a R$1 milhão". Dados da SRT mostram que as áreas de obras, mineração e transporte são as que mais registram acidentes de trabalho e são foco de atuação dos 35 auditores fiscais que fazem a fiscalização na áreas da saúde e da segurança do trabalhadores no estado.
Dom Basílio confirma primeiros registros de H3N2
Por: Redação do Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Wilker Porto
- A Secretaria de Saúde de Dom Basílio confirmou nesta segunda-feira (03), dois casos positivos da nova cepa do subtipo H3N2 na cidade. Segundo informou a pasta, os pacientes se encontram em suas casas, mas apresentaram tosse, dor de garganta, febre, dores pelo corpo e calafrios. Ainda conforme a secretaria, um dos infectados mora na zona rural de Dom Basílio e outro na sede do município. Ainda não existem vacinas que possam prevenir a H3N2, restando a cada indivíduo ter os mesmos cuidados, tal como a Covid-19. Por isso, o uso de máscara, distanciamento social sempre que possível e higienização das mãos são fundamentais para prevenção e não propagação do vírus.
Cartórios de todo o país passam a registrar denúncias de violência doméstica
Por meio do símbolo “X” desenhado na palma da mão, a mulher poderá sinalizar ao colaborador do cartório que está em situação de vulnerabilidade
Por: Maria Clara Andrade
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação
- Cartórios em todo o Brasil passam a receber denúncias de violência doméstica a partir desta segunda-feira (25). A ação faz parte da campanha nacional Sinal Vermelho, que conta com mais de 13 mil cartórios e pretende prestar auxílio ‘discreto e sigiloso’ às mulheres em situação de vulnerabilidade. A informação é do jornal O Estado de S.Paulo. Por meio do símbolo “X” desenhado na palma da mão, a mulher poderá sinalizar ao colaborador do cartório que está em situação de vulnerabilidade e, assim, ele poderá acionar a polícia de forma discreta. A ação é permanente e inclui a Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg/BR), entidade que representa todos os Cartórios do País, à iniciativa nacional da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de enfrentamento da violência doméstica contra a mulher.
Mais de 15 municípios baianos estão há pelo menos duas semanas sem novos casos de Covid
Por: Geovana Oliveira
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação | Prefeitura Pintadas
- O número de cidades baianas com tempo significativo sem novos casos da Covid-19 aumentou no último mês. De acordo com boletim divulgado pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) no sábado (14), 18 municípios do estado estão há pelo menos duas semanas sem novos registros da doença. Entre as cidades, uma delas já está há mais de um mês sem registros. É o caso de Pintadas, na região de Jacuípe, que completou 34 dias sem novos casos de infecção por coronavírus. Já outros quatro municípios estão há mais de 3 semanas sem novos registros: Lajedão, Buritirama, Arataça e Nova Itarana. No dia 18 de julho, apenas três municípios da Bahia estavam há mais de 15 dias sem registrar casos da Covid-19. Brejolândia, localizada no oeste do estado, era a cidade que estava há mais tempo sem novos casos da doença, com 17 dias sem novas notificações. Confira todas as cidades que estão há pelo menos 14 dias sem notificações: PINTADAS 34; TERRA NOVA 16; ICHU 18; LAJEDINHO 16; IBIPEGA 16; CENTRAL 16; JUCURUÇU 15; LAJEDÃO 22; PEDRÃO 15; PILÃO ARCADO 15; MACURERÊ 14; BURITIRAMA 20; CATOLÂNDIA 17; ITAGI 16; ARATAÇA 21; NOVA ITARANA 22; ITAQUARADA 14; PLANALTINO 14.
Malhada de Pedras está há 18 dias sem novos casos de Covid-19
A cidade de Malhada de Pedras possui mais de 8 mil habitantes
Por: Luciane Freire
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Getty Images
- Malhada de Pedras é o único município baiano que está há mais de duas semanas sem registrar novos casos de Covid-19. Segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado deste domingo (4), a cidade está há 18 dias sem novas notificações da doença. Localizada a 638 km de Salvador, Malhada das Pedras possui mais de 8 mil habitantes. Confira os municípios com maior tempo sem casos de infecção pelo coronavírus: Malhada de Pedras - 18 dias; Nova Redenção (Chapada Diamantina) - 12 dias; Buritirama (Oeste) - 10 dias; Boninal (Chapada Diamantina) - 9 dias; Catolândia (Oeste) - 9 dias; Pintadas (Bacia do Jacuípe) - 9 dias.
Agência europeia aprova pedido de registro da Sputnik V
Por: Adele Robichez
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) aprovou o pedido de registro da Sputnik V, vacina russa contra a Covid-19. Em breve, o órgão deve decidir se será permitido o uso emergencial nos 27 países da União Europeia, de Luxemburgo, da Islândia e da Noruega. De acordo com o Fundo Russo de Investimento Direto, que investiu na produção e distribuição do imunizante desenvolvido pelo Instituto Gamaleya, a solicitação havia sido feita no dia 29 de janeiro. Não se sabe ainda qual será a decisão da EMA, mas a aceitação do registro é um passo importante para a aprovação do imunizante. A Hungria, país que faz parte do bloco europeu, já havia aprovado, de forma independente, o uso emergencial da Sputnik V.
Covid-19: Câmara aprova MP com prazo de cinco dias para Anvisa autorizar vacina registrada fora do país
Por: Luciana Freire e Geovana Oliveira
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Agência Brasil
A Câmara dos Deputados aprovou hoje (18) o texto-base da medida provisória que trata da compra e distribuição de vacinas contra a Covid-19 no Brasil. A MP autoriza o governo federal a aderir ao Covax Facility, consórcio global de vacinas contra Covid-19 da Organização Mundial da Saúde (OMS). No texto foram incluídas regras mais flexíveis para a autorização temporária, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do uso emergencial para importação e distribuição de vacinas contra o coronavírus. A proposta fixa prazo de até cinco dias para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar o uso emergencial do imunizante aprovado em pelo menos uma de oito autoridades estrangeiras: Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos; European Medicines Agency (EMA), da União Europeia; Pharmaceuticals and Medical Devices Agency (PMDA), do Japão; National Medical Products Administration (NMPA), da China; Health Canada (HC), do Canadá; The Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency (MHRA), do Reino Unido; Korea Disease Control And Prevention Agency (KDCA), da Coreia do Sul. Ministério da Saúde, da Rússia. Os parlamentares ainda precisam analisar destaques. Depois, a matéria ainda terá que ser discutida no Senado.























