Poucas propostas e muitas trocas de farpas marcam debate da Band
Poucas propostas e muitas trocas de farpas marcam debate da Band
Debate da Band foi marcado pelo predomínio de ataques e trocas de acusações entre Lula e Flávio Bolsonaro, enquanto propostas concretas para os problemas do país tiveram espaço limitado
Por: Jairo Costa Jr.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O debate transmitido pela Band evidenciou que as trocas de acusações dominaram o confronto, reduzindo o espaço para a apresentação de propostas detalhadas sobre economia, segurança pública, saúde e educação.
- Essa ênfase nos ataques reforça a narrativa negativa, aumenta a repercussão nas redes sociais e coloca em risco a conexão entre a disputa política e as preocupações da população, exigindo que o eleitor identifique candidatos capazes de transformar discurso em compromissos concretos.
Foto: Reprodução/YouTube
O debate da Band foi marcado por um contraste que ajuda a explicar o tom da disputa eleitoral: enquanto as propostas para enfrentar os principais problemas do país tiveram espaço limitado, os ataques e as tentativas de desestabilizar os adversários ocuparam boa parte do confronto. O resultado foi um embate em que a disputa pela narrativa política se sobrepôs, em diversos momentos, à discussão sobre os caminhos para governar. As trocas de acusações evidenciaram uma estratégia voltada menos à apresentação de projetos e mais à exploração das fragilidades dos adversários. Nesse ambiente, cada candidato procurou associar o oponente a problemas, contradições ou episódios capazes de comprometer sua credibilidade diante do eleitorado. A dinâmica reforçou a dimensão negativa da campanha, na qual o objetivo não é apenas conquistar votos para si, mas também criar obstáculos à transferência de votos para o rival. O predomínio dos ataques também revela a dificuldade de transformar o debate em um espaço de comparação objetiva entre programas de governo. Embora o confronto direto seja parte essencial de uma disputa eleitoral, a ausência de propostas detalhadas reduz a possibilidade de o eleitor avaliar diferenças concretas sobre temas como economia, segurança pública, saúde e educação. Quando as acusações prevalecem, a discussão tende a se concentrar na imagem dos candidatos, deixando em segundo plano as consequências práticas de suas escolhas políticas. Outro aspecto relevante é o efeito desse formato sobre a percepção do público. As falas mais agressivas, as respostas rápidas e os momentos de maior tensão costumam ganhar destaque nas redes sociais e nos noticiários, enquanto explicações mais extensas sobre políticas públicas têm menor potencial de repercussão. Isso cria um incentivo para que os candidatos invistam em frases de impacto e confrontos, ainda que esse tipo de desempenho não necessariamente esclareça as dúvidas do eleitor sobre o futuro governo. Ao final, o debate deixou uma questão central para a campanha: até que ponto a capacidade de atacar e responder aos adversários será mais determinante do que a apresentação de soluções para os problemas do país? Em uma eleição marcada pela polarização, o confronto pode mobilizar as bases e consolidar rejeições, mas também corre o risco de ampliar a distância entre a disputa política e as preocupações cotidianas da população. Mais do que medir quem conseguiu impor o golpe retórico mais forte, o desafio para os eleitores será identificar quais candidatos conseguem transformar o discurso em compromissos concretos e propostas viáveis.
Nunes Marques determina análise de canal ‘Exército do Lula’ após guerra de decisões no TSE
Presidente da Corte Eleitoral pediu que área técnica averigue se há desinformação em canal do WhatsApp com mais de 3,7 milhões de usuários
Por: Vinícius Valfré e Carolina Brígido
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou que a área técnica da Corte analise com urgência o canal “Exército do Lula” no WhatsApp, que reúne mais de 3,7 milhões de usuários e é coordenado pelo deputado André Janones (Rede‑MG). A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) acusou o canal de disseminar desinformação, citando oito publicações falsas, entre elas a alegação de que o senador pretendia retirar Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil, e solicitou sua remoção.
- A decisão de Nunes Marques foi parcialmente revertida pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que considerou insuficientes os elementos apresentados para suspender integralmente o canal. Paralelamente, o vice‑presidente do TSE, André Mendonça, ordenou que a campanha de Lula suspenda o impulsionamento pago de postagens nas redes sociais que advertiam que a vitória de Flávio Bolsonaro resultaria em perdas para os eleitores.
Foto: Reprodução | TSE
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou, nesta segunda-feira (12), que área técnica da Corte faça uma análise do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, com “máxima urgência”. O canal, que reúne mais de 3,7 milhões de usuários, é coordenado pelo deputado André Janones (Rede-MG), e foi acusado pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, de disseminar desinformação. Ao apresentar motivos pelos quais o canal deveria ser derrubado, a campanha de Flávio citou oito publicações que repetiam conteúdos já proibidos pela TSE, com média de 1,1 milhão de visualizações cada. Entre elas, a informação falsa de que Flávio Bolsonaro pretendia tirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. Para os advogados de Flávio, a estrutura no WhatsApp reproduz uma “sistemática de desinformação” que foi atacada pelo TSE nas eleições de 2022. A determinação de Nunes Marques à Assessoria de Enfrentamento à Desinformação é para que a unidade informe sobre conteúdos falsos já atacados pelo TSE e se identificou “eventual atuação coordenada destinada à sua disseminação”. Na véspera da nova decisão de Nunes Marques, o caso “Exército do Lula” motivou uma guerra de decisões no TSE, com reclamações das duas campanhas. Primeiro, Nunes Marques, mandou tirar o canal do ar, atendendo a pedido da campanha de Flávio. O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva reverteu a decisão do colega. Cueva considerou que os elementos apontados pela campanha de Flávio eram insuficientes para justificar a suspensão integral do canal. No mesmo dia, o vice-presidente do TSE, André Mendonça, determinou que a campanha de Lula suspendesse o impulsionamento pago de postagens no Instagram e no Facebook com a mensagem “se Flávio Bolsonaro vencer, você perde”.
Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno
Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno
Ex-presidente afirmou que o resultado das urnas mostrou desejo de mudança e associou esse movimento à candidatura do senador do PL.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O ex‑presidente Michel Temer declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro para o segundo turno da eleição presidencial, ressaltando que o resultado do primeiro turno mostrou o desejo de mudança do eleitorado brasileiro. Temer destacou a necessidade de novas ideias, projetos e atitudes, vinculando seu apoio à renovação do Congresso e ao desempenho de Flávio, que liderou o primeiro turno.
- A declaração, feita nas redes sociais, reforça a estratégia do PL e pode influenciar o cenário político, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue como candidato do PT.
Foto: Reprodução
O ex-presidente Michel Temer (MDB) declarou nesta segunda-feira (5) apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial, que será disputado contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em declaração divulgada nas redes sociais, Temer afirmou que o resultado do primeiro turno demonstrou, em sua avaliação, o desejo de mudança do eleitorado. “As urnas falaram. O povo brasileiro, autoridade única da democracia, deixou claro que deseja mudança. Quer atenção e respeito”, afirmou. O ex-presidente também relacionou a renovação à composição do Congresso Nacional e ao desempenho de Flávio, que terminou o primeiro turno na liderança. Temer disse ainda que a sociedade busca “novas ideias, novas atitudes, novos projetos e um caminho diferente”. Ao justificar seu apoio ao candidato do PL, concluiu: “Quer, portanto, reconexão. E reconexão é Flávio”.
Justiça Eleitoral manda suspender perfil no Instagram acusado de propaganda irregular em Barreiras
Decisão determina que a Meta bloqueie a conta em até 24 horas; candidato deverá regularizar o perfil caso queira utilizá-lo na campanha de 2026
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Justiça Eleitoral da Bahia determinou a suspensão do perfil “Tropa do Dan Dan” no Instagram por suspeita de propaganda eleitoral irregular em favor do candidato a deputado federal Danilo Henrique (MDB) no município de Barreiras. A decisão, proferida pelo juiz Antônio Marcelo Oliveira Libonati após denúncia via aplicativo Pardal, apontou que o perfil divulgou pedido de voto, número de candidatura e manifestações de apoio sem a devida comunicação prévia à Justiça.
- A empresa Meta foi notificada e tem 24 horas para bloquear a conta, sob pena de sanções. Danilo Henrique, ex‑secretário de Governo de Luís Eduardo Magalhães e candidato à Prefeitura de Barreiras nas eleições de 2024, foi intimado e poderá usar a conta apenas se regularizar o cadastro junto à Justiça Eleitoral e cumprir os prazos estabelecidos.
Foto: Reprodução
A Justiça Eleitoral da Bahia determinou a suspensão do perfil “Tropa do Dan Dan”, no Instagram, por suspeita de propaganda eleitoral irregular em benefício do empresário e candidato a deputado federal Danilo Henrique (MDB), no município de Barreiras, Oeste baiano. A decisão foi proferida pelo juiz Antônio Marcelo Oliveira Libonati, responsável pelo Poder de Polícia na Internet, após denúncia registrada por meio do aplicativo Pardal. O perfil teria divulgado pedido de voto, número de candidatura e manifestações de apoio ao político sem comunicação prévia à Justiça Eleitoral. A legislação eleitoral exige que os canais digitais utilizados para propaganda de campanha sejam informados à Justiça Eleitoral. Ao analisar a representação, o magistrado considerou irregular a utilização de uma conta não declarada para divulgação de conteúdo eleitoral. A empresa Meta, responsável pelo Instagram, foi notificada e recebeu prazo de 24 horas para bloquear o perfil, sob pena de sanções. Danilo Henrique também foi intimado e poderá utilizar a conta durante a campanha, desde que regularize o cadastro perante a Justiça Eleitoral e cumpra os prazos estabelecidos. O empresário já ocupou o cargo de secretário de Governo de Luís Eduardo Magalhães e disputou a Prefeitura de Barreiras nas eleições municipais de 2024.
Flávio Dino derruba decisão de Mendonça e libera posts sobre Nossa Senhora
Flávio Dino derruba decisão de Mendonça e libera posts sobre Nossa Senhora
Decisão determina o restabelecimento de publicações removidas sob o mesmo fundamento em meio à campanha eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Ministro Flávio Dino, do STF, anulou nesta domingo (27) a decisão do ministro André Mendonça, do TSE, que havia ordenado a retirada de publicações sobre Nossa Senhora Aparecida nas redes sociais durante a campanha eleitoral de 2026. A medida foi revertida após pedido do humorista Antonio Tabet, que alegou violação da liberdade de expressão e religiosa, e o STF entendeu que não havia provas suficientes de que o conteúdo referia‑se diretamente ao candidato Flávio Bolsonaro.
- A decisão também determina o restabelecimento de outras postagens removidas pelo mesmo fundamento, gerando debate sobre os limites da censura nas plataformas digitais e o papel das instituições judiciais na disputa eleitoral. O caso destaca a tensão entre a proteção da imagem de candidatos e o direito ao debate político e religioso nas redes sociais.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou neste domingo (27) uma decisão do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que havia determinado a remoção de publicações sobre Nossa Senhora Aparecida durante a campanha eleitoral. A decisão foi tomada após pedido do humorista Antonio Tabet, que teve uma postagem retirada da plataforma X. No conteúdo, Tabet escreveu que a “família miliciana” estaria atacando Nossa Senhora Aparecida, sem citar nominalmente o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Segundo a Agência Brasil, Dino considerou que a retirada dependeria de presumir que a expressão usada pelo humorista se referia diretamente ao candidato. Para o ministro, não havia grau suficiente de certeza sobre eventual ilicitude que justificasse a remoção e restrições à liberdade de expressão e religiosa. A decisão de Dino também determina o restabelecimento de outras publicações que tenham sido removidas pelo mesmo fundamento. Mendonça havia determinado a retirada dos conteúdos após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, que alegou que as publicações associavam falsamente o candidato à possibilidade de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Flávio nega ter essa intenção. Não há, segundo a apuração publicada pela Folha, declaração conhecida do candidato defendendo a retirada do título. A decisão ocorre em meio à disputa eleitoral de 2026 e ao debate sobre os limites da liberdade de expressão nas redes sociais. Dino afirmou que posições políticas e religiosas podem ser livremente debatidas, enquanto Mendonça havia considerado a remoção necessária diante da proximidade da eleição e do potencial de disseminação do conteúdo.
Flávio nega querer retirar título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida
Flávio nega querer retirar título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida
Declaração ocorre após projeto de 2007 voltar a circular nas redes e ser associado ao candidato.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Flávio Bolsonaro (PL) negou nesta sexta‑feira (25) ter apoiado qualquer proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil, após a circulação nas redes sociais de um projeto antigo (PL 2.623/2007) que foi erroneamente associado ao candidato. O parlamentar afirmou que nunca defendeu a mudança, que respeita todas as religiões e que o projeto, apresentado pelo ex‑deputado Victório Galli, foi arquivado pela Câmara em 2008 e não tem autoria sua.
- A polêmica ganhou força no contexto da disputa eleitoral, com Flávio também criticando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e reforçando que o Estado não deve interferir em questões internas da Igreja Católica. As declarações foram feitas após participar de uma cerimônia da Polícia Militar do Rio de Janeiro e refletem a tensão entre candidatos nas redes sociais.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) negou nesta sexta-feira (25) ter apoiado qualquer proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A declaração ocorreu após voltar a circular nas redes sociais um projeto antigo que passou a ser associado ao candidato. “É mentira que apoiei projeto para retirar Aparecida como padroeira do Brasil”, afirmou Flávio a jornalistas após participar de uma cerimônia de formação de praças da Polícia Militar do Rio de Janeiro. O candidato também negou que pretenda defender uma mudança desse tipo caso seja eleito e afirmou que respeita todas as religiões. A polêmica envolve o Projeto de Lei 2.623/2007, apresentado pelo então deputado federal Victório Galli, que propunha alterar a referência a Nossa Senhora Aparecida na legislação. A proposta foi arquivada pela Câmara dos Deputados em 2008 e não é de autoria de Flávio Bolsonaro. A repercussão aumentou após conteúdos nas redes sociais relacionarem o projeto à atual candidatura presidencial. Flávio também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e afirmou que o Estado não deve interferir em questões internas da Igreja Católica. As declarações fazem parte da disputa eleitoral e foram dadas em meio à repercussão do episódio nas redes sociais.
“Estão destruindo nossa reputação”: mulheres denunciam ataques virtuais em Urandi
Vítimas afirmam que imagens estão sendo usadas para espalhar acusações falsas e pedem que responsáveis sejam identificados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um grupo de cerca de 14 mulheres de Urandi, no sudoeste da Bahia, denunciou uma série de ataques difamatórios nas redes sociais, com publicações que utilizam imagens das vítimas para espalhar acusações de traição e supostos programas sexuais em troca de dinheiro. As mulheres afirmam que as ofensas começaram há três semanas, visando destruir sua reputação e causar problemas nos relacionamentos, e pedem que as autoridades investiguem e identifiquem os responsáveis.
- As vítimas já registraram boletim de ocorrência e relatam graves impactos na rotina, como vergonha de sair em público, crises depressivas e dificuldades de trabalho. Elas alertam a população a não compartilhar o conteúdo ofensivo e solicitam que informações sobre os autores sejam encaminhadas à polícia, reforçando que a divulgação não autorizada pode configurar crime cibernético.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia |Via WhatsApp
Um grupo formado por cerca de 14 mulheres denuncia uma série de ataques e acusações difamatórias nas redes sociais em Urandi, no sudoeste da Bahia, e pede investigação das autoridades para identificar os responsáveis. Segundo uma das vítimas, que preferiu não se identificar, as publicações começaram há cerca de três semanas e utilizam imagens das mulheres para disseminar informações falsas, com acusações de traição e até de realização de programas sexuais em troca de dinheiro. De acordo com ela, o objetivo seria atingir a reputação das vítimas e provocar problemas nos relacionamentos. “Peço que nossa voz não seja calada. Isso é crime cibernético. Estão denegrindo a nossa imagem e a nossa reputação. Urandi é uma cidade muito pequena e isso não pode ficar assim”, afirmou. As mulheres já registraram um boletim de ocorrência na delegacia local e buscam medidas para preservar seus direitos. A vítima relata que a exposição tem provocado consequências na rotina das envolvidas. “Como é que vamos encarar a sociedade no outro dia? Essas imagens estão indo longe, estamos com vergonha de sair na rua. Tenho amigas que não conseguem trabalhar e estão com crise depressiva em casa”, disse. O grupo afirma que pretende acompanhar as investigações e buscar responsabilização dos autores. “Vamos mover o mundo para que os responsáveis sejam descobertos”, declarou. A divulgação ou o compartilhamento de conteúdos ofensivos ou íntimos sem autorização pode configurar crime, dependendo das circunstâncias. As vítimas orientam que outras pessoas não compartilhem as publicações e que eventuais informações sobre os responsáveis sejam encaminhadas às autoridades competentes.
Caetité: Família faz vaquinha virtual para custear tratamento de visão de José Luiz
Oclusão vascular afetou a retina do paciente, que necessita de procedimento urgente avaliado em R$ 15 mil para tentar recuperar a visão
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma campanha de arrecadação financeira foi lançada para custear o tratamento de saúde de José Luiz, morador de Caetité, que sofreu uma oclusão vascular (conhecida como AVC ocular) que compromete sua visão. O procedimento especializado, estimado em R$ 15 mil, é urgente para tentar recuperar a visão e evitar complicações.
- A iniciativa "Pix Solidário" permite doações via chave de celular 77999758575, registrada em nome de José Luís Silva Fernandes, e pede que a população ajude na divulgação nas redes sociais para ampliar o alcance e garantir o início rápido do tratamento.
Foto: Reprodução
Uma campanha de arrecadação financeira mobiliza familiares e amigos para custear o tratamento de saúde de José Luiz - morador de Caetité - , que sofreu uma oclusão vascular — condição popularmente conhecida como AVC ocular ou derrame interno da retina —, afetando sua capacidade visual. Segundo a família, o procedimento especializado é urgente para tentar recuperar a visão do paciente e impedir maiores complicações médicas, estando avaliado em cerca de R$ 15 mil. Para alcançar a meta, foi criada a ação "Pix Solidário", permitindo que qualquer pessoa contribua com valores financeiros por meio da chave de celular 77999758575, registrada em nome de José Luís Silva Fernandes. Além de doações financeiras, os organizadores pedem o apoio da população na divulgação da campanha em redes sociais para ampliar o alcance e garantir o início do tratamento o mais rápido possível.
Caetiteense escapa de golpe após conferir Pix antes de entregar veículo
Caetiteense escapa de golpe após conferir Pix antes de entregar veículo
Negociação era de R$ 45 mil, mas valor nunca entrou na conta da vendedora.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Moradora de Caetité evitou um prejuízo de R$ 45 mil ao identificar uma tentativa de golpe na venda de um carro anunciado nas redes sociais. O comprador enviou um comprovante de Pix falsificado e se dirigiu ao local para retirar o veículo, mas a vendedora conferiu o saldo bancário e constatou que o pagamento não havia sido creditado.
- Especialistas alertam que comprovantes de Pix podem ser adulterados e recomendam confirmar o crédito diretamente no aplicativo ou no extrato antes de entregar o bem. O caso reforça a necessidade de cautela nas negociações online e serve de exemplo para quem comercializa veículos ou produtos nas redes sociais.
Foto: Jorge Santana | Sudoeste Bahia
Uma moradora de Caetité evitou um prejuízo de R$ 45 mil após identificar uma tentativa de golpe durante a venda de um carro anunciada em uma rede social. Segundo as informações obtidas pelo Sudoeste Bahia, o veículo estava anunciado por R$ 50 mil, quando um homem entrou em contato demonstrando interesse e ofereceu R$ 45 mil. Após a negociação, o suposto comprador enviou um comprovante de Pix, dando a entender que a transferência havia sido concluída, e foi até o local para buscar o automóvel. Antes de entregar o veículo, a proprietária decidiu conferir o saldo da conta bancária. Foi nesse momento que percebeu que o valor não havia sido creditado, apesar do comprovante apresentado. Ao ser questionado, o homem passou a apresentar justificativas para a demora da compensação do pagamento. Diante da confirmação de que o dinheiro não havia entrado na conta, a mulher recusou a entrega do carro. O suspeito deixou o local logo em seguida. O caso reforça o alerta para quem realiza negociações pela internet. Especialistas orientam que comprovantes de Pix podem ser falsificados ou adulterados e que a entrega de qualquer bem só deve ocorrer após a confirmação do crédito diretamente no aplicativo ou no extrato bancário. A cautela da proprietária evitou um prejuízo de dezenas de milhares de reais e serve de exemplo para outras pessoas que comercializam veículos ou produtos pelas redes sociais.
Justiça determina remoção de reportagem que cita Nikolas Ferreira e dono do Banco Master
Decisão atendeu pedido do deputado e também alcança publicações nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) determinou a retirada da reportagem do ICL Notícias que divulgava mensagens entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, por suposta alteração do conteúdo da conversa.
- O juiz Jair Francisco dos Santos destacou que o áudio original mostra que o deputado usou apenas o apelido “Dani”, não “lindão”, e concedeu medida cautelar que obriga ICL Notícias e Meta a removerem o material em 24 horas, enquanto o Ministério Público Eleitoral e o direito de resposta são analisados.
Foto: reprodução
O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) determinou a retirada do ar de uma reportagem publicada pelo portal ICL Notícias que abordava mensagens trocadas entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A decisão também determina a remoção das publicações relacionadas ao conteúdo nas redes sociais. Segundo o juiz auxiliar Jair Francisco dos Santos, responsável pela decisão, a reportagem teria alterado o conteúdo da conversa ao afirmar que o parlamentar se despediu de Vorcaro utilizando o termo "lindão". De acordo com o magistrado, o áudio original mostra que Nikolas utilizou apenas o apelido "Dani", o que, na avaliação da Justiça, comprometeu a integridade da informação divulgada. A ação foi movida pelo deputado, que pediu a suspensão imediata da reportagem. Na decisão, o juiz afirmou haver indícios suficientes para conceder a medida e determinou que o ICL Notícias e a Meta removam o conteúdo. O portal terá prazo de 24 horas para apresentar defesa, assim como o Ministério Público Eleitoral. Além disso, a Justiça ainda irá analisar o pedido de direito de resposta apresentado por Nikolas Ferreira.
Unicef: quase 20 milhões de crianças sofreram abuso sexual facilitado pela internet
Pesquisa aponta que redes sociais e aplicativos de mensagens concentram a maior parte dos casos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um relatório do UNICEF alerta que cerca de 20 milhões de jovens entre 12 e 17 anos foram vítimas de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia em apenas um ano, com 9 milhões coagidos a manter conversas de conteúdo sexual ou a enviar imagens íntimas contra a vontade. As redes sociais e aplicativos de mensagens respondem por aproximadamente 60 % dos casos, enquanto jogos online representam 14 % das ocorrências, e mais de 40 % das vítimas nunca denunciaram o crime.
- No Brasil, 19 % dos adolescentes entrevistados – quase 3 milhões – relataram sofrer violência sexual online, mas menos de 1 % dos casos foram oficialmente denunciados. O UNICEF recomenda fortalecer a orientação familiar, a educação digital e ampliar os canais de denúncia para proteger crianças e adolescentes no ambiente virtual.
Foto: Reprodução
Um relatório divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) acendeu um alerta sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes no ambiente digital. Segundo o estudo, cerca de 20 milhões de jovens entre 12 e 17 anos foram vítimas de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia em apenas um ano, considerando dados de 21 países. A pesquisa mostra que aproximadamente 9 milhões de adolescentes foram coagidos a participar de conversas de conteúdo sexual ou a enviar imagens íntimas contra a própria vontade. Outros 4 milhões tiveram fotos ou vídeos vazados, enquanto 15 milhões foram expostos a conteúdos sexuais indesejados. O levantamento indica ainda que mais de 40% das vítimas nunca haviam contado o que aconteceu, o que reforça a preocupação com a subnotificação desses crimes. As redes sociais e aplicativos de mensagens responderam por cerca de 60% dos casos, com destaque para plataformas como Instagram, Facebook, Snapchat, TikTok e WhatsApp. Já os jogos online representaram 14% das ocorrências. No Brasil, o cenário também preocupa: 19% dos adolescentes entrevistados, o equivalente a quase 3 milhões de jovens, afirmaram ter sofrido algum tipo de violência sexual facilitada pela internet. Mesmo assim, menos de 1% dos casos foi oficialmente denunciado. O estudo também revela que, em muitos episódios, os agressores fazem uso de chantagem emocional e ameaças para obrigar as vítimas a enviar novas imagens ou manter conversas de teor sexual. Para o Unicef, o fortalecimento da orientação às famílias, da educação digital e dos canais de denúncia é fundamental para combater esse tipo de crime e proteger crianças e adolescentes no ambiente virtual.
Justiça Eleitoral condena empresário por violência política de gênero contra Olívia Santana e Fabíola Mansur
Comentário publicado em rede social foi considerado ofensivo à condição de mulher das duas políticas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Justiça Eleitoral condenou o empresário Júlio César dos Santos Pedreira por violência política de gênero após ele publicar um comentário ofensivo contra a deputada estadual Olívia Santana (PCdoB) e a ex-deputada Fabíola Mansur (PV) em 3 de novembro de 2024. A sentença, proferida pela 19ª Zona Eleitoral de Salvador, reconheceu que a manifestação ultrapassou os limites da crítica política ao usar uma expressão de conotação sexual contra as duas mulheres, configurando crime sob o artigo 326‑B do Código Eleitoral.
- O réu recebeu 1 ano, 6 meses e 20 dias de reclusão em regime inicial aberto, além de 15 dias‑multa, com a pena privativa de liberdade substituída por duas penas restritivas de direitos. A decisão se baseou em provas digitais, incluindo registros blockchain, capturas de tela e gravações que identificaram o perfil e a data da publicação, e rejeitou alegações de invasão de conta apresentadas pela defesa.
Foto: Reprodução
A Justiça Eleitoral condenou um empresário por violência política de gênero após a publicação de um comentário ofensivo direcionado à deputada estadual Olívia Santana (PCdoB) e à ex-deputada Fabíola Mansur (PV) em uma rede social. A decisão foi proferida pela 19ª Zona Eleitoral de Salvador e entendeu que a manifestação ultrapassou os limites da crítica política ao utilizar uma expressão de conotação sexual contra as duas mulheres. Segundo informações do Portal A Tarde, o comentário foi publicado em 3 de novembro de 2024, no perfil @juliopedreira2414, atribuído ao empresário Júlio César dos Santos Pedreira, em uma postagem que fazia referência às duas políticas. Na sentença, a Justiça considerou que a materialidade e a autoria do crime foram comprovadas por provas digitais, entre elas registros preservados por tecnologia blockchain, capturas de tela e gravações que identificaram o perfil, a data da publicação e o conteúdo da mensagem. O acusado também reconheceu, durante as investigações e em juízo, que era o único usuário da conta. A defesa alegou que o empresário não se recordava da publicação e sustentou que o perfil já havia sofrido restrições anteriormente. No entanto, a decisão destacou que não foram apresentadas provas de invasão da conta ou de utilização por terceiros no período em que o comentário foi feito. Ao analisar o caso, a Justiça concluiu que a expressão utilizada não representou apenas uma crítica política, mas um ataque à condição de mulher das vítimas, com o objetivo de constrangê-las e desqualificar sua atuação na vida pública. O entendimento foi baseado no artigo 326-B do Código Eleitoral, que trata da violência política de gênero. Júlio César dos Santos Pedreira foi condenado a 1 ano, 6 meses e 20 dias de reclusão, em regime inicial aberto, além do pagamento de 15 dias-multa. A pena privativa de liberdade foi substituída por duas penas restritivas de direitos. A defesa ainda apresentou embargos de declaração, alegando nulidade do processo por suposta ausência de apresentação de alegações finais após a instrução. Com informações do Portal A Tarde.
Vídeos de evento político de Jerônimo Rodrigues em Macaúbas dominam debate nas redes
Candidato do PT cumpriu agenda na Bacia do Paramirim e encerrou o domingo (23) com comício em Brumado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Jerônimo Rodrigues, candidato à reeleição pelo PT, cumpriu agenda de campanha na Bacia do Paramirim, passando por Macaúbas onde vídeos e fotos do público próximo ao palanque foram divulgados nas redes sociais por perfis da oposição, que os utilizaram para criticar o desempenho eleitoral do petista na região.
- Após a visita a Macaúbas, o governador seguiu para compromissos em Boquira, Rio do Pires e Caturama, antes de encerrar o dia com um comício em Brumado, no território do Sertão Produtivo, contando com a presença de lideranças políticas e apoiadores, sem que a campanha tenha se pronunciado sobre a repercussão das imagens.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
O governador e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), cumpriu agenda de campanha em municípios da Bacia do Paramirim neste domingo (23). Durante a passagem por Macaúbas, vídeos e fotos que mostram o público próximo ao palanque durante o discurso do candidato passaram a circular nas redes sociais. As imagens foram compartilhadas por perfis ligados à oposição, que utilizaram os registros para fazer críticas ao desempenho eleitoral do petista na região. Até a publicação desta reportagem, a campanha de Jerônimo Rodrigues não havia se pronunciado sobre a repercussão das imagens. Após a agenda em Macaúbas, o candidato seguiu para compromissos em Boquira, Rio do Pires e Caturama. À noite, comício em Brumado, no território Sertão Produtivo, com a participação de lideranças políticas e apoiadores, encerrou a agenda do governador pela região.
Campanha eleitoral nas ruas e na internet começa neste domingo (16)
Campanha eleitoral nas ruas e na internet começa neste domingo (16)
Candidatos já podem fazer campanha nas ruas, na internet e realizar comícios em todo o país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A propaganda eleitoral para as Eleições 2026 começa oficialmente neste domingo (16), marcando o início autorizado das campanhas nas ruas e na internet, conforme as diretrizes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir desta data, partidos e candidatos podem realizar o impulsionamento de conteúdos nas redes sociais e promover transmissões ao vivo, que agora são consideradas atos oficiais de campanha, mesmo sem menção direta ao pleito.
- Além disso, o calendário eleitoral libera a realização de comícios, carreatas, caminhadas e o uso de alto-falantes em horários determinados, bem como a propaganda paga em jornais e revistas até o dia 2 de outubro. Em contrapartida, as enquetes informais sobre a disputa ficam proibidas, sendo permitida apenas a divulgação de pesquisas registradas na Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução
A propaganda eleitoral das Eleições 2026 começa oficialmente neste domingo (16), conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir de agora, candidatos, partidos e federações estão autorizados a realizar campanhas nas ruas e na internet. Também passa a ser permitido o impulsionamento de propaganda eleitoral nas redes sociais, modalidade que poderá ser utilizada até 1º de outubro, véspera do encerramento da campanha. Outra mudança é que as transmissões ao vivo feitas por candidatos para promoção pessoal ou relacionadas ao exercício do mandato passam a ser consideradas atos de campanha, mesmo que não façam referência direta às eleições. A partir deste domingo, ficam proibidas as enquetes sobre a disputa eleitoral. Apenas pesquisas registradas na Justiça Eleitoral podem ser divulgadas. O calendário também libera a realização de comícios, o uso de alto-falantes e amplificadores de som, além de caminhadas, carreatas e passeatas. Os alto-falantes poderão funcionar entre 8h e 22h, enquanto os comícios poderão ocorrer até 1º de outubro. A propaganda paga em jornais e revistas também está autorizada até 2 de outubro, respeitando os limites de espaço definidos pela Justiça Eleitoral. As regras fazem parte do calendário eleitoral aprovado pelo TSE e disciplinam o período oficial de campanha até a votação do primeiro turno.
Deputado dos EUA publica montagem de Lula como Maduro
Deputado dos EUA publica montagem de Lula como Maduro
Imagem publicada por deputado republicano dos Estados Unidos mostra presidente brasileiro com aparência do ex-presidente venezuelano.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O deputado norte-americano Carlos Gimenez publicou nas redes sociais uma imagem gerada por inteligência artificial que retrata o presidente Luiz Inácio Lula da Silva caracterizado como o líder venezuelano Nicolás Maduro, segurando uma garrafa de cachaça. A montagem, compartilhada com a legenda "o que o espera", foi repercutida no Brasil pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro e pelo influenciador Paulo Figueiredo, provocando forte debate online.
- Como reação, apoiadores do presidente brasileiro criaram e compartilharam montagens satíricas envolvendo o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, associando-o ao criminoso sexual Jeffrey Epstein e a elementos humorísticos. O caso ilustra o crescimento do uso de ferramentas de inteligência artificial na criação de conteúdos políticos satíricos e potencialmente enganosos que circulam nas plataformas digitais.
Foto: Reprodução
Uma imagem gerada e editada com recursos de inteligência artificial que mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como se fosse o ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro foi publicada nas redes sociais pelo deputado norte-americano Carlos Gimenez, do Partido Republicano. Na montagem, Lula aparece caracterizado como Maduro e segurando uma garrafa de 51, marca brasileira de cachaça. A publicação foi acompanhada da frase “o que o espera”, em referência ao destino de Maduro. Gimenez é deputado pela Flórida e integra o Partido Republicano. O parlamentar é conhecido pelo apoio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A imagem também foi compartilhada nas redes sociais pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e pelo influenciador Paulo Figueiredo, ampliando a circulação da montagem entre usuários brasileiros. A publicação provocou reação de apoiadores de Lula. Nas redes sociais, usuários passaram a reproduzir a montagem original e substituir a imagem de Maduro pela de Trump, acrescentando outros elementos. Em uma das versões, Trump aparece segurando uma fotografia do criminoso sexual Jeffrey Epstein, em referência à relação entre os dois. Outra montagem mostra o presidente norte-americano segurando um pacote de Cheetos, salgadinho conhecido nos Estados Unidos. As imagens que circulam nas redes são montagens digitais e não representam fotografias reais dos políticos. O episódio ocorre em meio à crescente utilização de ferramentas de inteligência artificial para produção e alteração de imagens com conteúdo político, aumentando também a circulação de peças satíricas e potencialmente enganosas nas redes sociais.
Usuários relatam bloqueios em massa no WhatsApp; empresa reconhece possíveis erros
Meta afirma que bloqueios fazem parte de ações de segurança, mas admite que erros podem ocorrer.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Centenas de usuários do WhatsApp enfrentaram o bloqueio inesperado de suas contas nesta segunda-feira (3), gerando uma onda de reclamações em redes sociais como o X e o Threads. Ao tentarem acessar o aplicativo, as pessoas afetadas se depararam com avisos de descumprimento dos termos de uso, sendo orientadas a solicitar uma análise de revisão que costuma ser concluída em até 24 horas pela equipe de suporte da plataforma.
- Em resposta ao ocorrido, a Meta esclareceu que adota essas medidas rígidas de segurança para combater o uso indevido e proteger os usuários, admitindo, no entanto, a possibilidade de falhas no processo automático de suspensão. O portal Metrópoles apontou que as suspensões repentinas estão atreladas a novas diretrizes de proteção, enquanto os usuários afetados ainda aguardam o restabelecimento de seus perfis e o acesso às suas conversas.
Foto: Reprodução
Centenas de usuários do WhatsApp relataram nesta segunda-feira (3) que tiveram suas contas bloqueadas sem motivo aparente. As reclamações se espalharam pelas redes sociais, principalmente no X e no Threads, onde pessoas em português e espanhol afirmaram que perderam o acesso ao aplicativo de forma inesperada. Ao tentar entrar no WhatsApp, os usuários encontraram uma mensagem informando que a conta não podia mais utilizar o serviço por possível descumprimento dos termos de uso. O aplicativo também oferece a opção de solicitar uma revisão, informando que a maioria das análises é concluída em até 24 horas. Em nota, a Meta informou que realiza bloqueios para combater o uso indevido da plataforma e proteger os usuários. A empresa reconheceu, porém, que erros podem acontecer e afirmou que busca corrigir essas situações o mais rápido possível para restabelecer o acesso às contas afetadas. Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, os bloqueios estariam relacionados a medidas de segurança adotadas pela plataforma. Enquanto aguardam a análise dos pedidos de revisão, usuários continuam relatando nas redes sociais que ficaram sem acesso às conversas e aos serviços do aplicativo.
TRE-BA manda suspender novo perfil acusado de espalhar fake news contra Jerônimo Rodrigues
Decisão do TRE-BA também determina identificação do responsável pelo perfil e prevê multa à Meta em caso de descumprimento.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) ordenou a suspensão de um perfil nas redes sociais que vinha sendo investigado por disseminar desinformação e ataques virtuais contra o governador Jerônimo Rodrigues (PT). A investigação aponta que o endereço de IP associado à administração da página falsa estava vinculado à Secretaria Municipal de Educação de Salvador, o que levou a Justiça a exigir a identificação do usuário responsável no prazo de dois dias.
- A decisão liminar atende a um pedido da Federação Brasil da Esperança e constatou que a exclusão de postagens individuais não era suficiente, visto que novos perfis eram criados para dar continuidade aos ataques. Em caso de descumprimento da ordem de bloqueio da conta, a empresa controladora Meta estará sujeita a uma multa diária de R$ 1 mil, com teto estipulado em R$ 200 mil.
Foto: Divulgação
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou a suspensão de mais um perfil nas redes sociais investigado por divulgar conteúdos considerados desinformativos contra o governador Jerônimo Rodrigues (PT). A decisão foi publicada nesta segunda-feira (27) e atende a um pedido da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), que acusa a página de utilizar montagens digitais e conteúdos falsos para atacar o chefe do Executivo estadual. De acordo com o despacho do desembargador eleitoral Isaías Vinícius de Castro Simões, as investigações avançaram após a análise de informações fornecidas por provedores de internet e pela Companhia Salvador Cidade Inteligente. Os dados permitiram o rastreamento do endereço de IP utilizado para administrar o perfil investigado. Segundo a decisão, o IP estava vinculado à Secretaria Municipal de Educação de Salvador. A Justiça determinou que o órgão apresente, no prazo de dois dias, os dados cadastrais e o endereço do usuário identificado como Marcos Moraes, para que ele seja notificado e possa prestar esclarecimentos no processo. O magistrado também apontou que o perfil @jerolandiareserva teria sido criado após a suspensão da conta @jerolandiabahia, dando continuidade à divulgação do mesmo tipo de conteúdo. Na decisão, o desembargador afirma que a simples remoção de publicações específicas não foi suficiente para impedir a propagação das mensagens e classificou a página como um canal voltado exclusivamente à produção e disseminação de desinformação. Além da suspensão do perfil, o TRE-BA fixou multa diária de R$ 1 mil à Meta em caso de descumprimento da ordem judicial, limitada ao valor de R$ 200 mil. A investigação segue em andamento para identificar os responsáveis pelas publicações e apurar eventual responsabilidade eleitoral.
Campeonato de "farmar aura" reúne centenas de jovens na Praça do Feijão, em Guanambi
Evento criado por adolescentes ganhou repercussão nas redes sociais, reuniu participantes de cidades vizinhas e levou centenas de pessoas à Praça do Feijão na noite de sábado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Centenas de pessoas se reuniram na Praça do Feijão, em Guanambi (BA), para acompanhar o campeonato de "farmar aura", um evento espontâneo e sem caráter competitivo que nasceu nas redes sociais. A iniciativa mobilizou dezenas de jovens locais e de municípios vizinhos, como Caetité, em apresentações criativas de dança, desfiles e poses, atraindo também a curiosidade de adultos e movimentando o espaço público com interações presenciais.
- A expressão "farmar aura" combina o termo de jogos eletrônicos que significa acumular pontos ao conceito de estilo, confiança e carisma muito popular na internet. O sucesso do evento em Guanambi demonstra a força dos fenômenos digitais em extrapolar as telas dos celulares, criando novas formas de convivência e expressão artística juvenil que já se espalham por outras cidades brasileiras.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Centenas de pessoas ocuparam a Praça do Feijão, em Guanambi, na noite de sábado (18), para acompanhar um evento inusitado que nasceu nas redes sociais e acabou se transformando em um dos assuntos mais comentados da cidade. O chamado campeonato de "farmar aura" reuniu dezenas de jovens em apresentações marcadas por dança, poses, desfiles e interpretações criativas. Apesar do nome, o encontro não teve caráter competitivo. Não houve troféus nem premiação em dinheiro. O reconhecimento veio por meio dos aplausos do público, das reações dos participantes e dos inúmeros celulares que registravam cada apresentação. A iniciativa surgiu de forma espontânea entre adolescentes, que divulgaram a ideia pelas redes sociais. Em poucos dias, a proposta ganhou repercussão, mobilizou jovens de Guanambi e atraiu participantes de cidades da região, como Caetité. Além dos adolescentes, muitos adultos também acompanharam o evento, curiosos para entender a tendência que vem conquistando espaço na internet. O resultado foi uma praça lotada e um cenário pouco comum: centenas de pessoas trocaram as telas dos celulares por um encontro presencial movido pela criatividade e pela interação. A expressão "farmar aura" combina um termo dos jogos eletrônicos, que significa acumular pontos ou experiência, com a palavra "aura", usada nas redes sociais para representar carisma, confiança e estilo. Na prática, a brincadeira consiste em demonstrar personalidade e presença de forma descontraída, buscando impressionar o público. A tendência ganhou força após viralizar em diferentes plataformas digitais e já motivou encontros semelhantes em diversas cidades brasileiras. Em Guanambi, o evento chamou a atenção pela grande participação popular e mostrou como um fenômeno da internet pode rapidamente ganhar espaço fora do ambiente virtual. Mais do que uma competição, o encontro se transformou em um momento de convivência entre jovens, reforçando o poder das redes sociais de criar tendências capazes de reunir centenas de pessoas em torno de uma mesma brincadeira.
Operação apreende 200 canetas emagrecedoras avaliadas em R$ 164 mil no oeste da Bahia
Polícia Civil investiga esquema de comercialização clandestina de medicamentos usados no tratamento da obesidade e diabetes em Barreiras
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Civil da Bahia apreendeu 200 canetas emagrecedoras avaliadas em cerca de R$ 164 mil durante a Operação Narciso, deflagrada em Barreiras. A ação investiga a venda clandestina de medicamentos injetáveis para tratamento de obesidade e diabetes. As investigações estão em andamento para identificar responsáveis e desarticular o comércio ilegal de medicamentos.
- A operação também visou apurar a possível prática de outros crimes relacionados ao esquema. A Polícia Civil identificou indícios de que os medicamentos eram vendidos por valores elevados e possuíam origem desconhecida, riscos à saúde dos consumidores.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia apreendeu 200 canetas emagrecedoras avaliadas em cerca de R$ 164 mil durante a Operação Narciso, deflagrada na manhã desta quinta-feira (16), em Barreiras, no oeste do estado. A ação investiga a venda clandestina de medicamentos injetáveis indicados para o tratamento da obesidade e do diabetes. Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão. Além dos medicamentos, os policiais recolheram documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais que podem auxiliar nas investigações. Todo o material será submetido à perícia. Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início após denúncias anônimas sobre a comercialização irregular dos produtos por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens e contatos pessoais, sem prescrição médica e em desacordo com a legislação sanitária. Durante as diligências, os investigadores identificaram indícios de que os medicamentos eram vendidos por valores elevados e possuíam origem, procedência e condições de armazenamento desconhecidas, o que, segundo a polícia, pode representar riscos à saúde dos consumidores. A Operação Narciso tem como objetivo desarticular o comércio ilegal de medicamentos, identificar os responsáveis pela distribuição dos produtos e responsabilizar criminalmente os envolvidos. A Polícia Civil também apura a possível prática de outros crimes relacionados ao esquema. A ação foi realizada por equipes da 11ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Barreiras). As investigações seguem em andamento para identificar outros integrantes da rede de comercialização clandestina.
Flávio e Eduardo ligam eliminação da Seleção a Lula
Flávio e Eduardo ligam eliminação da Seleção a Lula
Parlamentares do PL usaram as redes sociais para relacionar a eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 provocou forte repercussão política nas redes sociais. O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro associaram a derrota por 2 a 1 ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, argumentando que o Brasil não conquista um mundial desde a ascensão do Partido dos Trabalhadores ao poder executivo.
- Por outro lado, o contexto histórico aponta que, embora o pentacampeonato de 2002 tenha ocorrido durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, Lula foi eleito em outubro daquele ano e assumiu em 2003. O presidente Lula não comentou as declarações dos parlamentares, e o episódio acabou por transferir a frustração da derrota esportiva para o cenário do debate político polarizado na internet.
Foto: Reprodução
A eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 repercutiu também no cenário político. O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro utilizaram as redes sociais para associar a derrota do Brasil para a Noruega ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em publicação na rede social X, Flávio Bolsonaro afirmou que a Seleção Brasileira não voltou a conquistar uma Copa do Mundo após a vitória do Partido dos Trabalhadores nas eleições presidenciais de 2002. Na mensagem, o senador lembrou que o pentacampeonato foi conquistado naquele mesmo ano, quando o país ainda era governado por Fernando Henrique Cardoso. Embora a Copa do Mundo de 2002 tenha sido disputada durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, Lula foi eleito presidente em outubro daquele ano e assumiu o cargo em janeiro de 2003. Já Eduardo Bolsonaro fez duas publicações sobre a eliminação brasileira. Em uma delas, repetiu a comparação feita pelo irmão entre o desempenho da Seleção e os governos federais. Em outra, mencionou o pênalti desperdiçado pelo volante Bruno Guimarães aos 13 minutos do primeiro tempo da partida contra a Noruega. As manifestações ocorreram logo após a derrota por 2 a 1, resultado que eliminou o Brasil ainda nas oitavas de final da competição disputada nos Estados Unidos. Até o momento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não comentou as declarações dos parlamentares nem fez publicações relacionadas às manifestações políticas sobre a eliminação da Seleção Brasileira. O episódio ampliou a repercussão da derrota nas redes sociais, onde o resultado esportivo também passou a ser utilizado em debates e manifestações de caráter político.
Pastor e igreja são condenados após expor passado de fiel em culto
Pastor e igreja são condenados após expor passado de fiel em culto
Justiça entendeu que informações reveladas durante celebração violaram a intimidade e a honra do homem, que receberá indenização de R$ 5 mil.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Justiça de Santa Catarina condenou solidariamente um pastor e uma igreja de Joinville ao pagamento de R$ 5 mil por danos morais a um fiel que teve sua vida privada exposta durante um culto religioso em fevereiro de 2025. O pastor revelou publicamente que o homem já havia sido preso, informação que fora compartilhada de maneira estritamente confidencial durante um momento reservado de confissão e aconselhamento espiritual.
- A gravidade do caso aumentou devido à publicação do vídeo da celebração nas redes sociais da instituição, o que ampliou o alcance da exposição. O magistrado destacou na sentença que as liberdades religiosa e de expressão não podem violar direitos fundamentais como a intimidade, a imagem e a honra, configurando a conduta como um abuso que ultrapassou os limites da prática religiosa.
Foto: Reprodução | Getty Images
A Justiça de Santa Catarina condenou um pastor e uma igreja de Joinville, no norte do estado, ao pagamento de R$ 5 mil por danos morais a um fiel que teve informações sobre sua vida pessoal expostas durante um culto religioso. A decisão foi proferida pelo 2º Juizado Especial Cível e determina que a indenização seja paga de forma solidária pelos dois condenados. O caso ocorreu em fevereiro de 2025. Segundo a ação, durante a celebração, o pastor chamou o homem à frente da congregação e revelou que ele já havia sido preso. A informação, conforme o processo, havia sido compartilhada anteriormente pelo fiel apenas em um momento reservado de confissão e aconselhamento espiritual, sem qualquer autorização para divulgação pública. A situação ganhou ainda mais repercussão porque um vídeo da celebração foi publicado nas redes sociais da igreja, ampliando o alcance das declarações. Na sentença, o magistrado ressaltou que o julgamento não tratava dos motivos que levaram à prisão do fiel, mas da divulgação indevida de um dado pertencente à sua esfera privada. O juiz observou que o homem estava acompanhado de familiares durante o culto e que pessoas sem qualquer vínculo com sua história tiveram acesso às informações. A decisão destaca que a liberdade religiosa e a liberdade de expressão são direitos garantidos pela Constituição, mas não autorizam a violação de direitos fundamentais, como a intimidade, a honra, a imagem e a privacidade. Para a Justiça, a conduta do pastor ultrapassou os limites da prática religiosa ao expor um aspecto íntimo da vida do fiel sem consentimento. O magistrado entendeu que a própria violação da intimidade configura dano moral, dispensando a comprovação de prejuízos adicionais. Ao fixar a indenização em R$ 5 mil, o juiz considerou a gravidade da exposição, a presença de diversos fiéis, a divulgação do vídeo nas redes sociais e os princípios da razoabilidade e proporcionalidade.
TRE-BA manda ACM Neto retirar postagem do Instagram
TRE-BA manda ACM Neto retirar postagem do Instagram
Decisão liminar aponta indícios de propaganda antecipada e uso de IA.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou, por meio de decisão liminar, que o pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), remova de seu perfil no Instagram uma publicação. A Corte entendeu preliminarmente que a postagem apresenta indícios de propaganda eleitoral antecipada e uso irregular de conteúdo gerado por inteligência artificial. A publicação em questão mostra uma imagem digitalmente criada de ACM Neto ao lado de um jogador de futebol, ambos com a camisa da Seleção Brasileira, além de destacar o número 44, legenda do União Brasil.
- A representação foi apresentada pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), alegando que a montagem poderia sugerir apoio político do atleta e que o destaque do número do partido configuraria propaganda antecipada. O desembargador Isaías Vinícius de Castro Simões considerou que há indícios de criação de uma situação inexistente com potencial para influenciar eleitores. ACM Neto tem 24 horas para remover a postagem, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, e está proibido de republicar o conteúdo enquanto a liminar estiver em vigor, aguardando a análise do mérito da ação.
Foto: Divulgação
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou, em decisão liminar, que o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), retire de seu perfil no Instagram uma publicação que, segundo entendimento preliminar da Corte, apresenta indícios de propaganda eleitoral antecipada e uso irregular de conteúdo produzido por inteligência artificial. A decisão foi assinada pelo desembargador substituto eleitoral Isaías Vinícius de Castro Simões, após representação apresentada pela Federação Brasil da Esperança, formada pelos partidos PT, PCdoB e PV. Segundo o processo, a publicação mostra uma imagem criada digitalmente em que ACM Neto aparece ao lado de um jogador de futebol, ambos vestindo a camisa da Seleção Brasileira. Para os autores da ação, a montagem pode levar o eleitor a acreditar que o atleta apoia politicamente o pré-candidato. A representação também aponta destaque para o número 44, legenda do União Brasil, o que poderia caracterizar propaganda eleitoral antecipada. Ao analisar o pedido, o magistrado entendeu, em caráter preliminar, que há indícios de utilização de inteligência artificial para criar uma situação inexistente, com potencial para influenciar a percepção dos eleitores. A decisão também cita que o uso ostensivo do número do partido, antes do período permitido para propaganda, pode configurar propaganda antecipada por equivalência semântica. O desembargador considerou ainda o risco de ampla disseminação da publicação nas redes sociais, o que justificaria a concessão da medida de urgência. Com a liminar, ACM Neto terá 24 horas para remover a postagem, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, limitada inicialmente a R$ 50 mil. A decisão também proíbe a republicação do conteúdo em outras plataformas digitais enquanto a ordem judicial permanecer em vigor. Vale destacar que a decisão é liminar e o mérito da ação ainda será analisado pela Justiça Eleitoral.
Justiça condena Gustavo Gayer a pagar R$ 20 mil por postagem sobre facada em Bolsonaro
Deputado terá de pagar R$ 20 mil em indenização ao PT.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) foi condenado a pagar R$ 20 mil por danos morais após uma publicação em redes sociais que atribuía ao PT a responsabilidade pelo atentado a faca contra Jair Bolsonaro em 2018.
- A decisão, de primeira instância, foi assinada pelo juiz Wagner Pessoa Vieira, que entendeu que a publicação não tinha relação com o exercício do mandato e que a imunidade parlamentar não pode ser usada para proteger a divulgação de informações falsas.
Foto: Reprodução
A Justiça do Distrito Federal condenou o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, após uma publicação em redes sociais que atribuía ao Partido dos Trabalhadores (PT) a responsabilidade pelo atentado a faca contra o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, em 2018. A decisão é de primeira instância e foi assinada pelo juiz Wagner Pessoa Vieira. Cabe recurso. Na publicação, o parlamentar divulgou um vídeo afirmando que “o PT mandou Adélio Bispo matar o até então candidato à Presidência Bolsonaro”. Ele também pediu que o conteúdo fosse compartilhado, alegando que a imprensa tentaria “abafar” a informação. O PT acionou a Justiça alegando que a declaração era falsa e que as investigações oficiais já haviam descartado qualquer envolvimento do partido no ataque. Em 2024, a Polícia Federal concluiu o inquérito e reafirmou que Adélio Bispo agiu sozinho no atentado ocorrido em Juiz de Fora (MG), durante a campanha eleitoral de 2018. Na defesa apresentada no processo, Gayer afirmou que sua publicação estava protegida pela liberdade de expressão e pela imunidade parlamentar. No entanto, o juiz entendeu que a postagem não tinha relação com o exercício do mandato e que a imunidade não pode ser usada para proteger a divulgação de informações falsas. Na decisão, o magistrado destacou que a publicação não teve caráter informativo ou de crítica política, mas sim de difusão de fato desconectado da realidade. Ele também afirmou que o conteúdo teve grande alcance nas redes sociais e contribuiu para a disseminação da informação. O juiz acrescentou ainda que agentes públicos devem ter responsabilidade ao se manifestar em redes sociais, especialmente quando suas publicações podem alcançar milhões de pessoas, reforçando que a liberdade de expressão não permite abuso nem divulgação de fake news.
Michelle Bolsonaro relata desentendimento com Flávio e diz ter recebido “punhalada” do enteado
Campanha de Flávio Bolsonaro nega versão apresentada por Michelle.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou um vídeo de 26 minutos nas redes sociais detalhando um desentendimento com seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência. Ela relatou ter sido desrespeitada e humilhada em uma conversa telefônica, onde Flávio teria afirmado que ela não compreendia de política e deveria se manter afastada das decisões partidárias. O cerne do conflito reside nas divergências sobre o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes no Ceará, à qual Michelle se opôs firmemente devido às críticas passadas de Gomes a Jair Bolsonaro e sua família.
- Após o episódio, Michelle interpretou que seu apoio à pré-candidatura de Flávio não era desejado, decidindo se afastar das articulações políticas internas da família. Embora a campanha de Flávio Bolsonaro tenha negado a versão apresentada pela ex-primeira-dama, Michelle afirmou ter perdoado o enteado e reiterou seu apoio aos projetos do partido. Contudo, ela reconheceu o abalo na relação e mantém distância das movimentações envolvendo a pré-campanha presidencial de Flávio.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou um vídeo de cerca de 26 minutos nas redes sociais em que relata um desentendimento com o enteado, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL. Na gravação, publicada nesta quarta-feira (24), Michelle afirma ter sido desrespeitada e humilhada durante uma conversa telefônica com o senador. Segundo ela, o episódio ocorreu após divergências sobre o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes ao governo do Ceará. “Recebi uma punhalada”, afirmou Michelle ao descrever a situação. De acordo com seu relato, Flávio teria dito que ela não entendia de política e que deveria ficar fora das decisões partidárias. A ex-primeira-dama afirmou que se sentiu desrespeitada e decidiu se afastar das articulações políticas internas da família após o episódio. Michelle também declarou que interpretou a conversa como um sinal de que seu apoio à eventual candidatura presidencial do enteado não era desejado. “Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante”, disse no vídeo. A divergência está ligada às negociações realizadas pelo PL no Ceará. Michelle se posicionou contra uma aproximação com Ciro Gomes, alegando que o político fez duras críticas a Jair Bolsonaro e seus filhos no passado. A ex-primeira-dama afirmou que considera incoerente uma aliança com alguém que, segundo ela, teve papel importante na campanha que resultou na inelegibilidade do ex-presidente. O embate não é recente. Em novembro do ano passado, declarações de Michelle contra a articulação política no Ceará provocaram reações públicas de Flávio, Eduardo, Carlos e Jair Renan Bolsonaro. Na época, Flávio afirmou que houve um “ruído de comunicação” e que Michelle não tinha conhecimento de todos os detalhes das negociações conduzidas pelo partido. Após a divulgação do vídeo, integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro negaram a versão apresentada pela ex-primeira-dama. Segundo relatos divulgados pela imprensa, o senador afirma não ter feito as declarações atribuídas a ele por Michelle durante a conversa telefônica. Apesar das críticas, Michelle afirmou que perdoou o enteado e disse continuar apoiando os projetos políticos do partido. No entanto, reconheceu que a relação entre os dois foi abalada e que mantém distância das articulações envolvendo a pré-campanha presidencial.
Homem com camisa contra Lula chama atenção em Riacho de Santana
Homem com camisa contra Lula chama atenção em Riacho de Santana
Imagens foram gravadas na Praça da Paquera e mostram reações de moradores à mensagem estampada na camisa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um vídeo viraliza nas redes sociais, mostrando um homem circulando pela Praça da Paquera, em Riacho de Santana, Bahia, vestindo uma camisa da Seleção Brasileira com a frase 'Lula ladrão'. O episódio chama a atenção por ocorrer em um município onde Lula obteve ampla votação nas últimas eleições presidenciais. O vídeo gerou reações de apoio e críticas entre internautas, reacendendo debates sobre liberdade de expressão e manifestações políticas em espaços públicos.
- A gravação foi compartilhada por moradores da cidade e rapidamente se espalhou pelas redes sociais, com comentários de apoio e críticas à mensagem exibida na camisa. Até o momento, o homem não se pronunciou sobre a repercussão do caso, que continua a gerar discussão em torno da polarização do cenário político brasileiro.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Um vídeo gravado na Praça da Paquera, em Riacho de Santana, no sudoeste da Bahia, ganhou repercussão nas redes sociais nesta segunda-feira (22). As imagens mostram um homem caminhando pelo local usando uma camisa da Seleção Brasileira com a frase “Lula ladrão” estampada nas costas. O registro foi divulgado inicialmente por um blog local e posteriormente compartilhado por moradores da cidade. O episódio chamou a atenção por ocorrer em um município onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve ampla votação nas últimas eleições presidenciais. Nas imagens, o homem circula tranquilamente pela praça enquanto desperta a curiosidade de moradores e frequentadores do espaço. O vídeo também registra comentários de pessoas que acompanhavam a cena. “Como é que um cara desse tem coragem de vestir uma desgraça dessa e vir para a praça, rapaz?”, diz o autor da gravação. Logo em seguida, outras pessoas manifestam opinião favorável à mensagem exibida na camisa. “Gostei da camisa dele”, comenta um homem. “Eu também gostei”, responde uma mulher. Outro morador acrescenta: “Eu quero vinte dessas”. O vídeo rapidamente se espalhou pelas redes sociais, gerando reações de apoio e críticas entre internautas. Até o momento, o homem que aparece nas imagens não se pronunciou sobre a repercussão do caso. A gravação reacendeu debates sobre liberdade de expressão, manifestações políticas em espaços públicos e a polarização do cenário político brasileiro.
Câmera corporal registra agressão de policial a moradora de Barreiras
Câmera corporal registra agressão de policial a moradora de Barreiras
Imagens registradas por câmera corporal mostram policial da Rondesp agredindo a vítima durante uma abordagem; caso é investigado pela corporação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma mulher foi agredida por um policial militar em Barreiras, oeste da Bahia, durante uma abordagem na noite de domingo (14). A agressão, registrada por uma câmera escondida da própria vítima, mostra o agente desferindo dois tapas no rosto da mulher após hostilizá-la enquanto ela tentava entrar em sua residência, onde a Rondesp realizava uma ação policial. O vídeo do incidente, que circulou amplamente nas redes sociais a partir de segunda-feira (15), gerou grande repercussão e indignação.
- Em resposta à divulgação das imagens, a Polícia Militar da Bahia instaurou procedimentos para apurar os fatos e afastou o policial envolvido do serviço operacional até a conclusão das investigações. A corporação lamentou profundamente o episódio, reafirmando seu compromisso com a legalidade e a imparcialidade, e garantiu que o caso será analisado conforme a legislação, com o caso seguindo sob apuração sem detalhes adicionais divulgados até o momento.
Foto: Reprodução
Uma mulher foi agredida por um policial militar durante uma abordagem realizada na noite de domingo (14), em Barreiras, no oeste da Bahia. A agressão foi registrada por uma câmera escondida que estava com a vítima e acabou captando toda a ação. As imagens mostram o momento em que a mulher chega de motocicleta e estaciona em frente à própria residência. No local, equipes da Rondesp realizavam uma ação policial em um imóvel da região. Segundo o vídeo, a moradora tenta entrar em casa, mas é impedida pelos agentes. Durante a abordagem, um policial passa a hostilizá-la e, em seguida, desfere dois tapas em seu rosto. Nas imagens, o agente aparece questionando a vítima com a frase: "Tá sorrindo por quê?". O vídeo começou a circular nas redes sociais nesta segunda-feira (15) e provocou repercussão. Após a divulgação das imagens, a Polícia Militar da Bahia informou que instaurou procedimentos para apurar as circunstâncias da ocorrência. Em nota, a corporação afirmou que o policial identificado nas gravações foi afastado do serviço operacional até a conclusão das investigações. A PM também declarou que os fatos serão analisados pelos meios formais previstos na legislação. A instituição lamentou o episódio e reafirmou o compromisso com a legalidade, a imparcialidade e a atuação dentro dos princípios que regem a atividade policial. O caso segue sob investigação, e a Polícia Militar ainda não divulgou detalhes sobre as circunstâncias que antecederam a abordagem nem sobre possíveis medidas disciplinares que poderão ser adotadas ao final da apuração. Confira a nota da Polícia Militar na íntegra: A Polícia Militar da Bahia vem a público esclarecer que, diante das imagens veiculadas nas redes sociais na manhã desta segunda-feira (15), nas quais um policial militar aparece agredindo uma cidadã, os fatos já estão sendo devidamente apurados pelos meios formais legalmente previstos. Ademais, o servidor identificado nas imagens ficará afastado do serviço operacional até que os fatos sejam plenamente esclarecidos. A Corporação lamenta profundamente o ocorrido e reafirma seu compromisso com a legalidade, a imparcialidade e o dever de proteger a sociedade, sempre agindo em conformidade com as leis e com os princípios que regem nossa instituição.
Turista pula nas Cataratas do Iguaçu para buscar celular
Turista pula nas Cataratas do Iguaçu para buscar celular
Homem entrou em área de risco para recuperar aparelho que caiu na água; administração do parque reforçou regras de segurança.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um turista brasileiro gerou repercussão nas redes sociais neste fim de semana ao ser flagrado em uma atitude arriscada nas Cataratas do Iguaçu. Ele tentou recuperar um celular que havia caído, descendo para uma área de segurança controlada e próxima às quedas d’água, o que é estritamente proibido devido ao alto risco de acidentes. O incidente, ocorrido no sábado (6), foi registrado por outros visitantes e rapidamente viralizou.
Foto: Reprodução
Uma atitude considerada arriscada chamou a atenção de turistas e viralizou nas redes sociais neste fim de semana nas Cataratas do Iguaçu, um dos principais destinos turísticos do país. Um visitante foi flagrado entrando em uma área próxima às quedas d’água para tentar recuperar um celular que havia caído durante o passeio. O caso ocorreu no sábado (6) e foi registrado por pessoas que visitavam o local. As imagens mostram o homem descendo em direção às águas e, em seguida, tentando retornar para a passarela ao se apoiar na estrutura utilizada pelos turistas. A cena rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais devido ao risco envolvido na ação. O trecho onde o visitante entrou é considerado uma área de segurança controlada e possui restrições de acesso justamente para evitar acidentes. Em nota, a administração do Parque Nacional do Iguaçu informou que o turista é brasileiro, mas sua identidade não foi divulgada. Assim que a situação foi percebida, equipes de bombeiros civis responsáveis pelo monitoramento das trilhas e passarelas realizaram uma intervenção imediata. Segundo o parque, os profissionais orientaram o visitante sobre os riscos da atitude e acompanharam o restante do passeio até a saída do local. Após o incidente, o homem foi retirado da unidade de conservação. A administração também reforçou que é proibido ultrapassar os guarda-corpos ou acessar áreas restritas das passarelas, seja para tirar fotografias, gravar vídeos ou recuperar objetos perdidos. A medida tem como objetivo proteger visitantes e evitar acidentes em uma das áreas mais movimentadas da atração. De acordo com a orientação oficial, sempre que um pertence cair na água ou em locais de difícil acesso, a recomendação é acionar as equipes de segurança e bombeiros do parque. Os profissionais avaliam cada situação e verificam se existe possibilidade de recuperação do objeto sem colocar vidas em risco. O parque destacou ainda que operações desse tipo são realizadas de forma planejada e, quando necessário, contam com o apoio de forças de segurança. A administração reforçou que preservar a integridade física dos visitantes e das equipes de resgate é prioridade em qualquer ocorrência registrada dentro da unidade.
Corrida para motel após suposta traição viraliza na internet
Corrida para motel após suposta traição viraliza na internet
Segundo motociclista, passageira pediu que a corrida não fosse cancelada após afirmar ter descoberto uma suposta infidelidade do companheiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma corrida de aplicativo realizada durante a madrugada se transformou em um dos assuntos mais comentados nas redes sociais após o relato de um motociclista sobre uma passageira que tentava confirmar uma suposta traição do companheiro. De acordo com o profissional, a viagem foi solicitada por volta das 5h da manhã e chamou atenção logo nos primeiros minutos. Ao embarcar na motocicleta, a mulher teria demonstrado nervosismo e pedido, de forma insistente, que a corrida não fosse cancelada em hipótese alguma. A situação surpreendeu o motociclista, que contou ter ficado impressionado com o nível de tensão da cliente durante todo o percurso.
- A corrida rapidamente ganhou repercussão e passou a circular em diferentes plataformas digitais, acumulando milhares de visualizações e comentários. Até o momento, não há informações confirmadas sobre o que aconteceu após a chegada da passageira ao local indicado. Mesmo sem um desfecho conhecido, a história chamou atenção nas redes sociais e se tornou mais um exemplo de situações inusitadas vividas por motoristas e motociclistas de aplicativos no dia a dia, no Brasil.
Foto: Reprodução
Uma corrida de aplicativo realizada durante a madrugada se transformou em um dos assuntos mais comentados nas redes sociais após o relato de um motociclista sobre uma passageira que tentava confirmar uma suposta traição do companheiro. De acordo com o profissional, a viagem foi solicitada por volta das 5h da manhã e chamou atenção logo nos primeiros minutos. Ao embarcar na motocicleta, a mulher teria demonstrado nervosismo e pedido, de forma insistente, que a corrida não fosse cancelada em hipótese alguma. Segundo o relato compartilhado pelo condutor, a passageira afirmou ter descoberto indícios de uma possível infidelidade após acessar informações armazenadas no celular do marido. Convencida de que ele estaria em um motel localizado às margens da BR-060, no município de Anápolis, ela decidiu seguir imediatamente para o endereço indicado. A situação surpreendeu o motociclista, que contou ter ficado impressionado com o nível de tensão da cliente durante todo o percurso. O destino da corrida e a urgência demonstrada pela passageira acabaram despertando a curiosidade do profissional. Ao longo do trajeto, ele gravou vídeos relatando a situação para seguidores nas redes sociais. Nas publicações, descreveu o episódio como uma das corridas mais inusitadas que já realizou e comentou, em tom bem-humorado, que a história era tão intrigante que despertou a vontade de acompanhar pessoalmente o desfecho da situação. As gravações rapidamente ganharam repercussão e passaram a circular em diferentes plataformas digitais, acumulando milhares de visualizações e comentários. Internautas se dividiram entre a curiosidade sobre o resultado do suposto flagrante e as brincadeiras relacionadas ao episódio. Até o momento, não há informações confirmadas sobre o que aconteceu após a chegada da passageira ao local indicado. Mesmo sem um desfecho conhecido, a história chamou atenção nas redes sociais e se tornou mais um exemplo de situações inusitadas vividas por motoristas e motociclistas de aplicativos no dia a dia, no Brasil.
Família pede ajuda para encontrar mulher desaparecida em Candiba
Família pede ajuda para encontrar mulher desaparecida em Candiba
Eva Ribeiro da Silva foi vista pela última vez na noite de sábado (30); familiares pedem apoio da população para localizar a moradora.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A mulher de 43 anos, Eva Ribeiro da Silva, desapareceu desde a noite de sábado (30) em Candiba, Bahia. A família está buscando informações para localizá-la e pede que qualquer pessoa que tenha visto Eva ou saiba de informações sobre seu paradeiro entre em contato imediatamente.nnA ausência de notícias tem aumentado a angústia dos familiares, que afirmam não ter conseguido contato com a mulher desde o momento em que ela deixou a residência. A família solicita que a população compartilhe as informações nas redes sociais e grupos de mensagens, ampliando as chances de localização de Eva Ribeiro da Silva.
Foto: Reprodução
Familiares e amigos estão mobilizados em busca de informações que possam ajudar a localizar Eva Ribeiro da Silva, de 43 anos, desaparecida desde a noite do último sábado (30), no município de Candiba, no sudoeste da Bahia. Segundo relatos da família, Eva saiu de casa por volta das 20h30 e não retornou. Desde então, parentes iniciaram uma série de buscas e passaram a divulgar informações nas redes sociais na tentativa de ampliar o alcance da procura. A ausência de notícias tem aumentado a angústia dos familiares, que afirmam não ter conseguido contato com a mulher desde o momento em que ela deixou a residência. A situação tem mobilizado moradores da cidade e pessoas próximas à família. De acordo com um familiar, Eva enfrenta problemas psicológicos e possui diagnóstico de esquizofrenia. A condição torna o desaparecimento ainda mais preocupante e reforça a necessidade de localizá-la o quanto antes. “Ela precisa de ajuda. Qualquer notícia que vocês tiverem é muito importante para a família”, afirmou um dos parentes durante o apelo por informações. A família solicita que qualquer pessoa que tenha visto Eva ou saiba de alguma informação sobre seu paradeiro entre em contato imediatamente pelo telefone e WhatsApp (77) 98139-9029. Os familiares também pedem que a população compartilhe as informações nas redes sociais e grupos de mensagens, ampliando as chances de localização. Até a publicação desta reportagem, Eva Ribeiro da Silva continuava desaparecida. Qualquer informação, por menor que pareça, pode ser fundamental para ajudar no reencontro da mulher com seus familiares. A expectativa é que a mobilização da comunidade contribua para que ela seja encontrada em segurança e possa retornar ao convívio de seus entes queridos o mais breve possível.
Mulher é presa por vender medicamentos ilegais em Ibicuí
Mulher é presa por vender medicamentos ilegais em Ibicuí
Segundo a Polícia Civil, investigada anunciava produtos para obesidade e diabetes sem autorização sanitária.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante em Ibicuí, Bahia, durante a Operação Agirtes, deflagrada pela Polícia Civil. Ela é suspeita de comercializar ilegalmente medicamentos e substâncias para tratamento de obesidade e diabetes tipo 2, utilizando redes sociais para divulgar os produtos sem autorização sanitária ou comprovação de origem. A prisão ocorreu após denúncia anônima e foi conduzida pela Delegacia Territorial de Ibicuí.
- Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência da investigada, foram encontrados produtos sem registro sanitário, seringas e materiais de preparo. A mulher foi autuada pelo crime de falsificação, adulteração ou alteração de produto terapêutico ou medicinal, e permanece custodiada à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para identificar fornecedores e a origem dos itens apreendidos.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante nesta quarta-feira (27), durante a Operação Agirtes, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia no município de Ibicuí. De acordo com a investigação, a suspeita comercializava ilegalmente medicamentos e substâncias voltadas ao tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Os produtos eram divulgados por meio das redes sociais, sem comprovação de origem ou autorização dos órgãos de vigilância sanitária. A operação foi conduzida por equipes da Delegacia Territorial de Ibicuí após denúncia anônima. Segundo a polícia, a mulher utilizava perfis na internet para promover os produtos e dar aparência de legalidade à atividade. Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência da investigada, os policiais encontraram substâncias sem registro sanitário, seringas e materiais utilizados na preparação e armazenamento dos produtos. Alguns itens apreendidos tinham identificação nominal. Segundo o delegado Hiran Marcelo Viana Macedo, responsável pelo caso, a comercialização ocorria em desacordo com a legislação sanitária vigente. A mulher foi autuada pelo crime de falsificação, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. A legislação prevê punição para quem mantém em depósito ou comercializa medicamentos sem registro no órgão competente. Após a prisão, a suspeita foi encaminhada para a sede da 21ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior, onde permanece custodiada à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar possíveis fornecedores e a origem dos produtos apreendidos.
























