Quaest aponta vantagem de aliado de Lula entre eleitores baianos
Quaest aponta vantagem de aliado de Lula entre eleitores baianos
Levantamento mostra vantagem para nomes ligados ao presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um levantamento da Quaest divulgou resultados de uma pesquisa eleitoral na Bahia, mostrando que a maioria dos eleitores está alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com os dados, 47% dos entrevistados preferem um governador aliado ao petista, enquanto outros 32% preferem um gestor independente.
- A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 27 de abril, ouviu 1.200 eleitores e tem margem de erro de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03657/2026.
Foto: Isaac Fontana | Estadão Conteúdo
Um levantamento da Quaest divulgado na terça-feira (28) mostra que a maioria dos eleitores baianos estão alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pelo governo do estado. De acordo com a pesquisa, 47% dos entrevistados afirmam querer que o próximo governador seja aliado do petista. Outros 32% disseram preferir um gestor independente, sem alinhamento direto com o governo federal, enquanto 16% apontaram preferência por um nome ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ainda há 5% que não souberam ou não responderam. Este é o primeiro levantamento da Quaest em 2026 sobre a corrida ao Palácio de Ondina. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 1.200 eleitores na Bahia entre os dias 23 e 27 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03657/2026.
Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre ACM Neto e Jerônimo
Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre ACM Neto e Jerônimo
Levantamento ouviu 1.200 pessoas entre 23 e 27 de abril
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Quaest sobre a disputa pelo governo da Bahia revela ACM Neto com 41% das intenções de voto, tecnicamente empatado com Jerônimo Rodrigues que tem 37%. Um cenário mostrou Ronaldo Mansur com 1% e José Estevão sem pontuação. Em cenário espontâneo, ambos os candidatos aparecem com 13%. Em um eventual segundo turno, ACM Neto lidera com 41%.
- A pesquisa ouviu 1.200 pessoas com margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Ela foi encomendada pelo Banco Genial e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BA-03657/2026.
Foto: Reprodução
A primeira pesquisa Quaest do ano sobre a disputa pelo governo da Bahia, divulgada nesta quarta-feira (29), mostra ACM Neto (União Brasil) com 41% das intenções de voto e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) com 37%. Pela margem de erro, os dois estão tecnicamente empatados. Segundo o levantamento, Ronaldo Mansur (PSOL) aparece com 1%. Brancos e nulos somam 10%, e 11% dos entrevistados não souberam responder. Em um segundo cenário testado pelo instituto, que inclui José Estevão (DC), ACM Neto mantém 41%, enquanto Jerônimo registra 36%. Mansur tem 1%, e Estevão não pontuou. Brancos e nulos são 8%, e indecisos chegam a 14%. Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, ACM Neto e Jerônimo aparecem com 13% cada. Os demais pré-candidatos não pontuaram. Os indecisos representam 73%. O instituto também simulou um eventual segundo turno entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues. Nesse cenário, o ex-prefeito de Salvador tem 41%, e o atual governador aparece com 38%. Brancos e nulos somam 9%, e indecisos são 12%. A pesquisa ouviu 1.200 pessoas entre os dias 23 e 27 de abril, tem margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento foi encomendado pelo Banco Genial e registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BA-03657/2026.
47% dos eleitores dizem que votariam em Lula novamente, aponta Genial/Quaest
47% dos eleitores dizem que votariam em Lula novamente, aponta Genial/Quaest
O ex- presidente, Jair Bolsonaro, lidera a análise de rejeição
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Foto: Ricardo Stuckert
- O primeiro levantamento feito pela pesquisa Genial/Quaest sobre o pleito eleitoral para as eleições presidenciais de 2026 indicam que 47% votariam pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).Na sequência, aparecem o ex-presidente Jair Bolsonaro (39%), ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (33%), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (32%), e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (28%). Embora esteja na segunda posição, de acordo com a pesquisa, Bolsonaro lidera a análise de rejeição. Entre os entrevistados, 54% afirmam que não votariam no ex-presidente, seguido por Haddad (50%), Michelle (50%), Lula (49%), a presidente do PT, a deputada Gleisi Hoffmann (34%) e Tarcísio (30%). A pesquisa Genial/Quaest realizou 2.045 entrevistas presenciais e tem margem de erro estimada de 2,2 pontos porcentuais. O levantamento das entrevistas ocorreu entre os dias 2 e 6 de maio, com brasileiros com 16 anos ou mais, em todos os Estados.
Quaest: 70% dos brasileiros pretendem aproveitar o carnaval
Quaest: 70% dos brasileiros pretendem aproveitar o carnaval
Pesquisa entrevistou 1.230 pessoas entre os dias 1 a 4 de fevereiro com idades entre 18 e 90 anos, em 683 municípios
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Foto: Reprodução
- Dados divulgados pela Quaest apontam que o número de brasileiros dipostos a curtir o Carnaval de 2024 aumentou em relação ao ano passado. Os números foram de 63% para 70%. Houve aumento também no número de pessoas que iriam viajar para aproveitar a folia em outra cidade. Os percentuais subiram de 11% e ultrapassam os 17%. A pesquisa foi realizada entre os dias 1 e 4 de fevereiro através de painel digital e entrevistou 1.230 pessoas de diferentes classes sociais, com idades entre 18 e 90 anos, em 683 municípios. A margem de erro da pesquisa é de 3%. A pesquisa ainda aponta que 54% dos entrevistados ainda prefere passar o carnaval em suas próprias cidades. Cerca de 29% não vão aproveitar as festas, sendo que destas, 20% não gostam e outros 9% porque vão trabalhar.
Eleições de 2024 vão testar bolsonarismo fora do poder, afirma diretor do Quaest
Eleições de 2024 vão testar bolsonarismo fora do poder, afirma diretor do Quaest
Felipe Nunes concedeu entrevista para a Rádio Metropole, de Salvador, nesta quarta-feira (20)
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Foto: Rádio Metropole
- O diretor da Quaest, Felipe Nunes, afirmou que as eleições municipais de 2024 serão as primeiras que devem testar a força do bolsonarismo após a derrocatada de Jair Bolsonaro (PL) da presidência da República em 2022. A análise foi feita em entrevista para a Rádio Metropole nesta quarta-feira (20). “É a primeira eleição que vai testar o bolsonarismo fora do poder. O prognóstico é que o PL cresça com o apoio de Bolsonaro nas médias e grandes cidades. O PT volta ao poder e vai usar a máquina, os recursos para melhorar o desempenho”, ressaltou o especialista. Ainda durante a entrevista, Felipe Nunes destacou que o pleito de 2024 vai influenciar as eleições gerais de 2026, que elegerão deputados, senadores e presidente. “A eleição de 2024 vai projetar o Congresso de 2026. Tão importante quanto ganhar eleição presidencial é formar maioria na Câmara dos Deputados e no Senado. A agenda legislativa brasileira está sendo dominada pelos próprios deputados e não mais pelo presidente, como era antigamente”, afirmou.
Quaest: Lula tem 42% de aprovação e alcança maior patamar desde o início do mandato
Outros 29% classificam o desempenho do governo petista como mediano, enquanto os restantes 5% não expressaram opinião
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Foto: Ricardo Stuckert
- Após decorridos sete meses e meio desde o início do mandato, a gestão do presidente Lula (PT) acumula 42% de aprovação e 24% de desaprovação. O patamar corresponde ao mais elevado desde o início de seu terceiro mandato. Essa é a informação proporcionada por um estudo da Quaest divulgado na manhã deste dia de quarta-feira (16). Outros 29% classificam o desempenho do governo petista como mediano, enquanto os restantes 5% não expressaram opinião ou preferiram não responder. Os resultados evidenciam um crescimento na aceitação da administração de Lula, que em junho havia registrado uma avaliação positiva de 37%, acompanhada por uma avaliação negativa de 27%. Naquela ocasião, 32% a consideravam regular, e 4% preferiram não expressar opinião ou não responderam. O levantamento, conduzido por meio de entrevistas presenciais com 2.029 indivíduos com 16 anos ou mais, ocorreu entre os dias 10 e 14 de agosto, com uma margem de erro estimada de 2,2 pontos percentuais.























