Wagner pede licença do cargo de líder do governo no Senado após ser alvo de operação da PF
Wagner afirmou em uma publicação nas redes sociais que decidiu se afastar da liderança no Senado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou seu afastamento da liderança do governo no Senado Federal. A decisão ocorre poucos dias após o parlamentar ter sido incluído como alvo na 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, impactando sua posição política.
- A medida foi comunicada por Wagner em suas redes sociais, afirmando que o afastamento foi um acordo mútuo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após uma reunião no Palácio da Alvorada. O senador petista declarou que sua prioridade imediata é comprovar sua inocência e dedicar-se às campanhas de reeleição do presidente Lula, do governador Jerônimo Rodrigues, e à sua própria reeleição ao Senado.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT-BA) decidiu se afastar da liderança do governo no Senado poucos dias após passar a integrar a lista de alvos da 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Depois da reunião, Wagner afirmou em publicação nas redes sociais que a decisão de se afastar do cargo foi tomada em comum acordo com o presidente da República. "Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal". "Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado", escreveu Wagner. Nesta quarta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o senador, que ocupa a função de líder do governo, no Palácio da Alvorada. O encontro durou cerca de duas horas.
Jaques Wagner recorre ao STF e pede anulação de operação da PF
Jaques Wagner recorre ao STF e pede anulação de operação da PF
Defesa do senador fala em "erros graves" que comprometeram a medida
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) apresentou nesta segunda-feira (22) um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de reverter a decisão que autorizou a operação de busca e apreensão realizada contra o parlamentar na última semana. Líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, Wagner foi alvo de uma ação da Polícia Federal no âmbito das investigações sobre o Banco Master.
- Segundo as informações divulgadas pela PF, o senador é apontado como o principal destinatário de benefícios econômicos supostamente concedidos por integrantes do grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. A investigação ressalta a proximidade entre Wagner e Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, levantando suspeitas sobre a possível atuação do parlamentar em pautas de interesse do banco.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (22), um recurso para tentar reverter a decisão que autorizou a operação de busca e apreensão realizada contra o parlamentar na última semana. Líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, Wagner foi alvo de uma ação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. Segundo a PF, o senador teria sido o principal destinatário de benefícios econômicos supostamente concedidos por integrantes do grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. Os investigadores destacam a proximidade entre Wagner e Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, e levantam suspeitas sobre a atuação do parlamentar em pautas de interesse do banco.
Jaques Wagner nega ter recebido dinheiro do Banco Master
Jaques Wagner nega ter recebido dinheiro do Banco Master
Senador afirma que recursos localizados pela Polícia Federal têm origem em diárias de viagens oficiais e nega qualquer benefício do Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, negou nesta quinta-feira (18) ter recebido recursos do Banco Master ou do empresário Augusto Lima, alvos da Operação Compliance Zero da Polícia Federal. Wagner esclareceu a origem de US$ 49 mil encontrados, afirmando que são diárias de viagens internacionais, e defendeu a regularidade da negociação de um apartamento em Salvador, avaliado em R$ 2,5 milhões, que nunca foi transferido para seu patrimônio.
- A Operação Compliance Zero investiga supostos favorecimentos e vantagens indevidas envolvendo o Banco Master e agentes públicos. Apesar da investigação em andamento e dos mandados de busca e apreensão cumpridos pela PF, o senador Jaques Wagner não foi denunciado nem formalmente acusado até o momento. Ele sustenta que não cometeu irregularidades e se manifestou tranquilo para prestar todos os esclarecimentos às autoridades.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, negou nesta quinta-feira (18) ter recebido recursos do Banco Master ou do empresário Augusto Lima, alvo das investigações da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. Em entrevista à TV Band, Wagner afirmou que os US$ 49 mil encontrados durante a operação têm origem em diárias recebidas ao longo de viagens internacionais realizadas no exercício de atividades parlamentares. "O dinheiro, várias vezes viajei pro exterior. Mandei até levantar: de diária eu recebi 70 mil dólares. Eu fui viajar e comprei via Banco do Brasil. Então não tenho nada para esconder desse dinheiro. Do ponto de vista do dinheiro, estou absolutamente tranquilo", declarou. O senador também se manifestou sobre as suspeitas envolvendo um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões, localizado no bairro Horto Florestal, em Salvador. Segundo Wagner, o imóvel nunca foi transferido para seu patrimônio e a negociação ocorreu de forma regular. "Nunca recebi dinheiro do Master ou de Augusto Lima. Sobre o apartamento, eu tinha interesse de dar à minha filha um apartamento desse. Falei com o Guga: você pode comprar e depois eu recomprar? Não tem nenhuma transferência de patrimônio para mim", afirmou. A Operação Compliance Zero investiga supostos favorecimentos ligados ao Banco Master e possíveis vantagens indevidas envolvendo agentes públicos e empresários. Na quinta fase da investigação, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça. Até o momento, Wagner não foi denunciado nem formalmente acusado. A investigação segue em andamento e busca esclarecer a origem de movimentações financeiras e negociações imobiliárias apontadas pelos investigadores. O senador sustenta que não cometeu irregularidades e afirma estar tranquilo para prestar todos os esclarecimentos às autoridades.
























