Pesquisa PoderData/Aya: Flávio tem 51% e Lula tem 49% dos votos válidos
Pesquisa PoderData/Aya: Flávio tem 51% e Lula tem 49% dos votos válidos
Percentual do senador oscilou 1 ponto para baixo em 3 dias e o do petista avançou na mesma proporção; é um empate técnico na margem de erro, de 1,6 ponto percentual
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa PoderData/Aya divulgada em 22 de outubro de 2026 indica que, a três dias do segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51% dos votos válidos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49%. A variação de um ponto percentual para baixo para Flávio e de um ponto para cima para Lula está dentro da margem de erro de 1,6 ponto, sugerindo um possível empate técnico entre os candidatos.
Foto: Divulgação | Poder 360
A 3 dias do 2º turno da eleição, pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta 5ª feira (22.out.2026), mostra que as intenções de voto no senador Flávio Bolsonaro (PL) oscilaram 1 ponto percentual para baixo em 3 dias, enquanto as do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram na mesma proporção. Agora, o candidato do PL tem 51% dos votos válidos, ante 49% do petista. Essas variações foram dentro da margem de erro do levantamento, o que significa que os candidatos podem estar no mesmo lugar, em empate técnico. A pesquisa foi realizada de 19 a 21 de outubro, com 4.000 entrevistas e margem de erro de 1,6 ponto percentual. O estudo capta os impactos dos desdobramentos políticos da última semana, que incluem a entrevista de Roberta Luchsinger à CNN, na noite de sábado (17.out), com críticas a Lula, e o debate entre os 2 candidatos, realizado pela Band no domingo (18.out). Capta também uma onda de propagandas negativas de Lula contra Flávio nas redes socias, bem como o disparo do governo federal de milhões de mensagens via WhatsApp para beneficiários do Bolsa Família e de outros programas sociais. Depois do 1º turno de 4 de outubro, Flávio saiu à frente com 6 pontos percentuais de vantagem na 1ª pesquisa PoderData/Aya para esta fase da campanha. Na sequência, Lula avançou e a distância entre eles caiu para zero, com cada um marcando 50% dos votos válidos. Agora, Flávio mantém a dianteira registrada na rodada anterior, realizada de 16 a 18 de outubro, com 2 pontos percentuais de vantagem sobre Lula. Desde o final do 1º turno, o petista nunca esteve à frente de Flávio nas pesquisas PoderData/Aya. No 1º turno das eleições, Flávio teve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%. A vantagem do senador.
Governo pede ao TSE veto a deepfakes e cortes de vídeos
Governo pede ao TSE veto a deepfakes e cortes de vídeos
Propostas miram propaganda negativa e uso eleitoral da internet
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Foto: Reprodução
O governo Lula (PT) enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um conjunto de sugestões para endurecer as regras sobre propaganda eleitoral, uso da internet e inteligência artificial nas eleições deste ano.Entre as propostas, o Planalto defende a responsabilização de redes sociais e empresas de IA por conteúdos manipulados, como deepfakes, e a proibição de chatbots orientarem eleitores a votar em candidatos específicos. A recomendação inclui ainda medidas para coibir cortes de vídeos e premiações financeiras usadas para impulsionar campanhas, prática popularizada nas eleições de 2024.Os memorandos foram encaminhados pela Secretaria de Comunicação Social, Advocacia-Geral da União, Controladoria-Geral da União e Ministério da Justiça. O TSE deve divulgar a resolução até 5 de março, com ou sem acatar as sugestões.O governo também pede a retirada de um trecho da minuta que permitiria impulsionamento pago de críticas à administração pública por pessoas físicas. Para o Planalto, a regra pode abrir brecha para propaganda negativa disfarçada e desequilibrar a disputa eleitoral.Outra recomendação é ampliar o poder da Justiça Eleitoral para bloquear perfis que violem reiteradamente a lei, mesmo que não sejam falsos ou automatizados. A gestão petista avalia que ilícitos eleitorais são cometidos, com frequência, por contas reais.No campo da inteligência artificial, o governo propõe que sistemas direcionem usuários a informações oficiais da Justiça Eleitoral e que haja responsabilidade solidária entre criadores e plataformas na disseminação de deepfakes.As propostas também incluem a proibição do impulsionamento de conteúdos antidemocráticos, discursos de ódio e ataques ao Judiciário, além de medidas para evitar a retirada excessiva de informações públicas durante o período eleitoral.
























