Pesquisa Quaest mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em Minas Gerais
Pesquisa Quaest mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em Minas Gerais
Levantamento aponta disputa acirrada pela Presidência em Minas Gerais e vantagem de Cleitinho Azevedo na corrida pelo Palácio Tiradentes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa recente da Genial/Quaest divulgada em 28 de julho aponta um cenário de equilíbrio na disputa pela Presidência da República em Minas Gerais, com Lula e Flávio Bolsonaro empatados, enquanto Cleitinho Azevedo lidera com folga a corrida pelo Governo de Minas. A pesquisa ouviu 1.482 eleitores entre os dias 22 e 26 de julho e tem margem de erro de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.Os resultados mostram Lula empatado com Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência, com 30% e 29% das intenções de voto, respectivamente. Cleitinho Azevedo lidera a corrida pelo Governo de Minas com 35% das intenções de voto, e Marília Campos lidera a disputa pelo Senado com 18% das intenções de voto.
Foto: Reprodução
A mais recente pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta terça-feira (28), aponta um cenário de equilíbrio na disputa pela Presidência da República em Minas Gerais, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecendo com 30% das intenções de voto, tecnicamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 29%, dentro da margem de erro de três pontos percentuais. O ex-governador Romeu Zema (Novo) soma 12% no primeiro turno. Em uma eventual disputa de segundo turno, Lula alcança 38% contra 35% de Flávio, enquanto Zema venceria o presidente por 39% a 37%. Já na corrida pelo Governo de Minas, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera com folga os cenários simulados, chegando a 35% das intenções de voto no primeiro turno. Na sequência aparecem o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), com 12%, e o deputado federal Patrus Ananias (PT), com 10%. Sem a participação de Cleitinho, Kalil e Patrus ficam tecnicamente empatados, com 15% e 13%, respectivamente. As simulações de segundo turno também mostram vantagem de Cleitinho, com índices entre 44% e 46%. O levantamento ainda revela indefinições no cenário estadual, já que o senador não confirmou candidatura e aliados do Republicanos discutem a possibilidade de apoiar Marcelo Aro (PP). Na disputa pelo Senado, a prefeita Marília Campos (PT) lidera com 18% das intenções de voto, seguida pelo deputado Aécio Neves (PSDB), com 16%. A pesquisa ouviu 1.482 eleitores entre os dias 22 e 26 de julho e tem margem de erro de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
PSD oficializa chapa com Caiado e Kassab e chama Flávio de candidato "Kinder Ovo"
Durante o evento, Caiado criticou adversários, defendeu independência política e prometeu endurecer a legislação penal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O PSD oficializou a candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, à Presidência da República, tendo Gilberto Kassab, presidente nacional da sigla, como candidato a vice-presidente. Durante o anúncio, Caiado posicionou-se como representante da centro-direita, defendendo uma gestão pautada pela independência política e experiência administrativa, além de tecer críticas ao Partido dos Trabalhadores (PT) e a alas do grupo político de Jair Bolsonaro.
- Em seu discurso focado em segurança pública e integridade, o candidato destacou a necessidade de coragem para combater a corrupção e a criminalidade organizada, prometendo propor o endurecimento de penas para crimes de violência contra a mulher e pedofilia. Com a consolidação da chapa, o partido entra formalmente na disputa pela sucessão presidencial nas eleições deste ano.
Foto: Reprodução
O PSD oficializou, neste domingo (26), a chapa formada por Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás, como candidato à Presidência da República, e Gilberto Kassab, presidente nacional do partido e ex-prefeito de São Paulo, como candidato a vice-presidente. Durante o evento, Caiado afirmou que pretende representar a centro-direita e defendeu uma candidatura baseada em independência política e experiência administrativa. Em seu discurso, também fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao Partido dos Trabalhadores e a integrantes do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao comentar o cenário político, Caiado declarou que o Brasil precisa de um candidato com "independência moral e coragem pessoal" e afirmou: "Para governar o país, o candidato precisa de independência moral e de coragem pessoal. Coragem para libertar o país do sequestro do PT e das facções. De não ser um candidato 'Kinder Ovo', com uma surpresinha todo dia." O candidato também criticou casos de corrupção e disse que o país precisa de líderes com histórico de integridade. Na área da segurança pública, prometeu defender mudanças na legislação para endurecer as penas contra agressores de mulheres, estupradores e pedófilos. Com a oficialização da chapa, o PSD passa a integrar oficialmente a disputa pela Presidência da República nas eleições deste ano.
Candidatos à Presidência poderão gastar até R$ 133,4 milhões nas eleições de 2026
Na Bahia, candidatos ao governo poderão gastar até R$ 17,8 milhões no primeiro turno e R$ 26,7 milhões em toda a campanha, caso haja segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu os limites de gastos para as campanhas das eleições de 2026. Os candidatos à Presidência da República poderão gastar até R$ 133,4 milhões em caso de segundo turno, enquanto no primeiro turno o limite será de R$ 88,9 milhões.Os limites de gastos foram mantidos iguais aos da eleição de 2022, após decisão do TSE de não reajustá-los. Além disso, a portaria também estabelece os limites para candidatos aos governos estaduais, ao Senado e às Assembleias Legislativas, incluindo a Bahia.
Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu os limites de gastos para as campanhas das eleições de 2026. Conforme portaria publicada nesta terça-feira (21), os candidatos à Presidência da República poderão gastar até R$ 133,4 milhões caso a disputa tenha segundo turno. O limite será de R$ 88,9 milhões no primeiro turno e de mais R$ 44,5 milhões no segundo turno. Os valores são os mesmos adotados nas eleições de 2022, após decisão do TSE de manter o teto sem reajuste. A medida foi tomada após partidos políticos defenderem a manutenção dos limites, argumentando que o Fundo Eleitoral de 2026 permaneceu em R$ 4,9 bilhões, sem aumento em relação ao último pleito. A portaria também estabelece os limites para candidatos aos governos estaduais, ao Senado e às Assembleias Legislativas. Na Bahia, os candidatos ao governo poderão gastar até R$ 17,8 milhões no primeiro turno e mais R$ 8,9 milhões em um eventual segundo turno. Já os candidatos ao Senado terão limite de R$ 5,3 milhões. As campanhas eleitorais começam oficialmente em 16 de agosto, enquanto o prazo para registro das candidaturas termina em 15 de agosto.
Senado aprova projeto que inclui educação financeira no currículo escolar
Senado aprova projeto que inclui educação financeira no currículo escolar
Texto prevê ensino transversal nos ensinos fundamental e médio e amplia conteúdo para previdência, tributos e seguros
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado aprovou projeto de lei que inclui educação financeira na grade curricular dos ensinos fundamental e médio. A educação financeira será trabalhada de forma transversal e integradora ao longo de toda a educação básica, sem a criação de uma disciplina específica.
- A medida busca preparar os estudantes para lidar com questões relacionadas ao consumo e à administração dos próprios recursos, além de prever o ensino de conceitos sobre previdência, tributos e seguros.
Foto: Freepik | Reprodução
O Senado aprovou, nesta quarta-feira (15), o projeto de lei que inclui a educação financeira na grade curricular dos ensinos fundamental e médio. Como o texto recebeu alterações durante a tramitação, a proposta retorna à Câmara dos Deputados para nova análise antes de seguir para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De autoria da deputada federal Any Ortiz (Cidadania-RS), o projeto estabelece que a educação financeira será trabalhada de forma transversal e integradora ao longo de toda a educação básica, sem a criação de uma disciplina específica. A relatora da proposta no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que a medida busca preparar os estudantes para lidar com questões relacionadas ao consumo e à administração dos próprios recursos. "Esse desenvolvimento integral exige, de forma cada vez mais evidente, a compreensão da realidade econômica e a capacidade de tomada de decisões sobre consumo consciente, inclusive como instrumento de prevenção ao endividamento futuro", disse. Segundo a senadora, o modelo transversal permite que o tema seja abordado em diferentes áreas do conhecimento, sem aumentar a carga horária das escolas. "[Com o ensino transversal] preserva-se a flexibilidade necessária à organização curricular dos estabelecimentos de ensino e evita-se a sobrecarga da matriz curricular, ao mesmo tempo em que se assegura a permeabilidade do tema às diversas áreas do conhecimento", completou. Durante a votação, Teresa Leitão também apresentou uma emenda, aprovada pelos senadores, para ampliar o conteúdo da educação financeira. Além de finanças pessoais, o texto passa a prever o ensino de conceitos sobre previdência, tributos e seguros. "Ao se estender a abordagem para além da dimensão estritamente financeira, alcançando as dimensões fiscal, previdenciária e securitária, amplia-se a capacidade do cidadão de compreender seus direitos e deveres perante o Estado e o mercado, de entender as forças e interesses que operam nessas dimensões e de planejar conscientemente o seu futuro", afirmou a relatora.
Flávio Bolsonaro faz novas críticas ao governo Lula: "roubou até a esperança do povo"
Senador do PL fez declarações sobre segurança pública, carga tributária, fraudes no INSS e educação durante transmissão nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, fez críticas ao presidente Lula em transmissão ao vivo. Ele denunciou o aumento da carga tributária, a política econômica do governo e a investigação sobre descontos indevidos no INSS. Além disso, ele atribuiu ao presidente uma declaração sobre investimentos na educação.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, voltou a fazer críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante uma transmissão ao vivo realizada na segunda-feira (13). Em sua fala, o parlamentar abordou temas como segurança pública, carga tributária, fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e educação. Ao comentar a segurança pública, Flávio afirmou que o governo federal adota medidas que, segundo ele, favorecem criminosos. “Como que pode alguém que sofre com a violência votar nesse cara? Que defende bandido”, declarou. O senador também criticou a política econômica do governo e o aumento da carga tributária. “Você está feliz com a quantidade de imposto que paga? Foi esse governo aí aumentou 37 novos impostos, está metendo a mão no bolso de vocês com imposto. Arreaga o país com corrupção roubando as estatais, qual lógica de continuar acreditando no mentiroso desses?”, afirmou. Durante a transmissão, Flávio citou ainda as investigações sobre descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Sem apresentar provas, o parlamentar mencionou suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. “Alguém que roubou até a esperança do povo brasileiro, seu governo roubou os velhinhos do INSS e a suspeita é que uma parte foi parar na conta do filho dele. Não é possível que você não enxergue isso, é inacreditável a que ponto chega esse país”, disse. Na área da educação, o senador também atribuiu ao presidente uma declaração sobre investimentos no setor. “O Lula falou que não investe em educação porque ele quer as pessoas ignorantes para continuarem votando nele, para não perceberem o mal que o governo dele faz para o país. Para manter as pessoas na dependência”, afirmou. Até o momento, a Presidência da República não havia se manifestado sobre as declarações do senador.
“Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” aparecem em portaria do GSI do Governo Lula
“Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” aparecem em portaria do GSI do Governo Lula
Portaria publicada no Diário Oficial da União designa militares para funções na Segurança Presidencial e gerou repercussão nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma portaria publicada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República chamou atenção por mencionar nomes hipotéticos 'Fulano de Tal' e 'Cicrano de Tal' entre os militares designados para a Secretaria de Segurança Presidencial.
- A publicação gerou debates sobre os procedimentos de revisão e publicação de documentos oficiais da administração pública federal.
Foto: José Cruz | Agencia Brasil
Uma portaria publicada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República chamou atenção nas redes sociais nesta segunda-feira (22) após trazer os nomes “Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” entre os militares designados para atuar na Secretaria de Segurança Presidencial. O documento foi publicado no Diário Oficial da União e é assinado pelo diretor do Departamento de Gestão da Secretaria-Executiva do GSI, Vinícius Damasceno do Nascimento. Além dos nomes que despertaram curiosidade, a portaria também cita o sargento da Marinha Márcio Adriano de Jesus Leite. Segundo o texto, os militares foram designados para exercer a função de assistente na Secretaria de Segurança Presidencial, passando a ocupar a Gratificação de Representação da Presidência da República, em nível IV. A publicação rapidamente repercutiu nas redes sociais devido ao uso das expressões “Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal”, tradicionalmente empregadas para representar pessoas de identidade desconhecida ou hipotética. Outro detalhe que chamou atenção foi a grafia “Cicrano”. De acordo com registros da língua portuguesa, a forma mais comum é “Sicrano”, geralmente utilizada na expressão popular “Fulano, Sicrano e Beltrano”, usada para indicar pessoas indeterminadas. Até o momento da repercussão do caso, não havia esclarecimento oficial sobre se os nomes foram inseridos por engano, se houve anonimização proposital das informações ou se a publicação seria posteriormente corrigida. A portaria segue disponível no Diário Oficial da União e gerou debates sobre os procedimentos de revisão e publicação de documentos oficiais da administração pública federal.
Veja o que diz a mensagem:
“O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE GESTÃO DA SECRETARIA-EXECUTIVA DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe fora subdelegada pelo art. 2º, da Portaria GSI/PR nº 66, de 1º de julho de 2019, resolve:
Ficam designados os militares a seguir para exercerem a função de ASSISTENTE na Secretaria de Segurança Presidencial do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, passando a ocupar a Gratificação de Representação da Presidência da República código Nível IV e ficando dispensados das que atualmente ocupam:
- 1º SG MB MÁRCIO ADRIANO DE JESUS LEITE;
- Maj EB FULANO DE TAL; e
- 1º Ten PMDF CICRANO DE TAL”.
Nunes Marques dá 20 dias para PGR opinar sobre recurso de Bolsonaro
Nunes Marques dá 20 dias para PGR opinar sobre recurso de Bolsonaro
Defesa do ex-presidente tenta anular condenação de mais de 27 anos no processo da trama golpista.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Nunes Marques concedeu prazo de 20 dias à Procuradoria-Geral da República (PGR) para emitir parecer sobre o pedido de revisão criminal apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa busca anular a condenação de 27 anos e três meses de prisão imposta a Bolsonaro no processo relacionado à trama golpista. A análise da revisão criminal será realizada pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).
- O recurso foi protocolado no STF no último dia 8 de maio e busca anular os argumentos apresentados pela defesa que alegam que houve 'erro judiciário' na condução e no julgamento do processo, incluindo a validade da delação premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid e falta de acesso integral às provas da investigação.
Foto: Reprodução
O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta quarta-feira (27) prazo de 20 dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) emita parecer sobre o pedido de revisão criminal apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa busca anular a condenação de 27 anos e três meses de prisão imposta a Bolsonaro no processo relacionado à trama golpista. As informações foram divulgadas pela Agência Brasil. Após a manifestação da PGR, caberá ao ministro decidir sobre o andamento do pedido. O recurso foi protocolado no STF no último dia 8 de maio. Os advogados de Bolsonaro alegam que houve “erro judiciário” na condução e no julgamento do processo. Entre os argumentos apresentados pela defesa está o entendimento de que, por ter ocupado a Presidência da República, Bolsonaro deveria ter sido julgado pelo plenário do STF, e não pela Primeira Turma da Corte. Os advogados também questionam a validade da delação premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid, afirmando que o acordo não teria ocorrido de forma voluntária. A defesa ainda alega falta de acesso integral às provas da investigação. No mérito, os defensores sustentam que não existem provas da participação direta de Bolsonaro nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 nem na liderança de um plano para tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro foi condenado no ano passado pela Primeira Turma do STF, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Conforme o regimento interno do Supremo, a revisão criminal deverá ser analisada pela Segunda Turma, formada pelos ministros André Mendonça, Nunes Marques, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux. Atualmente, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar temporária por razões de saúde.
Quaest indica empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Quaest indica empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Petista tem 42%, e senador aparece com 41% na simulação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa divulgada pela Genial/Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em um cenário de segundo turno para a Presidência da República. De acordo com o levantamento, Lula tem 42% das intenções de voto, enquanto Flávio tem 41%. Lula lidera contra todos os adversários testados em cenários alternativos de segundo turno.
- Além disso, a pesquisa também mediu a rejeição dos candidatos, com 53% dizendo que não votariam em Lula e 54% rejeitando Flávio Bolsonaro. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 8 e 11 de maio, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) aponta empate técnico entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) em um cenário de segundo turno para a Presidência da República. O levantamento mostra Lula com 42% das intenções de voto e Flávio com 41%. Na simulação de primeiro turno, Lula aparece com 39%, enquanto Flávio registra 33%. Brancos, nulos e eleitores que afirmam não votar somam 10%, e indecisos são 5%. Segundo o instituto, na rodada anterior, realizada em abril, Flávio tinha 42% no cenário de segundo turno, e Lula, 40%. O levantamento também testou outros nomes no primeiro turno, como Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Samara Martins (UP), Aldo Rebelo (DC) e Hertz Dias (PSTU). Zema e Caiado aparecem com 4% cada; Renan tem 2%; Cury, Daciolo e Samara registram 1%; Aldo Rebelo e Hertz Dias não pontuaram. Em cenários alternativos de segundo turno, Lula lidera contra todos os adversários testados. O petista tem 44% contra 37% de Zema; 44% contra 35% de Caiado; e 45% contra 28% de Renan. Na avaliação do governo, o índice negativo caiu de 42% em abril para 39% em maio. A aprovação oscilou de 31% para 34%, e o percentual que considera o governo regular passou de 26% para 25%. A pesquisa também mediu rejeição. Segundo o levantamento, 53% dizem que não votariam em Lula, e 54% afirmam rejeitar Flávio Bolsonaro. Zema tem 27% de rejeição; Caiado, 32%; Aldo Rebelo, 21%; Renan Santos, 19%; Augusto Cury, 16%; Cabo Daciolo, 27%; Samara Martins, 10%; e Hertz Dias, 7%. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 8 e 11 de maio, em entrevistas presenciais. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o código BR‑03598/2026.
Angelo Coronel declara apoio a Flávio Bolsonaro nas eleições presidenciais
Angelo Coronel declara apoio a Flávio Bolsonaro nas eleições presidenciais
Senador disse que decisão é pessoal e defendeu independência do eleitor na escolha para presidente.
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Foto: Lula Marques | Agência Brasil
O senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que pretende apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, nas eleições de outubro. A declaração foi feita na manhã de segunda-feira (6), durante entrevista à Rádio Antena 1 de Salvador.Coronel, que disputa a reeleição ao Senado pela base de oposição na Bahia, disse que a decisão não tem motivação política, mas pessoal. Segundo ele, a escolha está ligada à relação de amizade com o colega de Congresso. “Por ser amigo pessoal, um colega de Senado, eu não vou deixar de votar no amigo Flávio para votar em outro com quem não tenho nenhuma relação”, afirmou.O senador também avaliou que lideranças locais têm pouca influência na escolha do eleitor para presidente. Segundo Coronel, a influência política nos municípios é maior em disputas estaduais e proporcionais, enquanto a decisão para o Palácio do Planalto tende a ser individual.“A liderança do município influencia na eleição do governador e do senador. Ninguém consegue mudar a cabeça de ninguém na hora do voto para presidente”, declarou.
Mais de 53% dizem que Lula não merece novo mandato, diz levantamento
Mais de 53% dizem que Lula não merece novo mandato, diz levantamento
Levantamento aponta aumento da rejeição e queda no apoio ao presidente; Sul lidera índice contrário
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Levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (30) mostra que 53,3% dos eleitores brasileiros afirmam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não merece ser reeleito. O índice era de 52,2% em fevereiro. O percentual representa crescimento em relação ao início do ano. Em janeiro, 51% dos entrevistados rejeitavam a possibilidade de um novo mandato do presidente.Na outra ponta, caiu a proporção dos que defendem a reeleição. O índice passou de 45,3% em janeiro para 43,9% em fevereiro e chegou a 43,7% em março. Outros 3% disseram não saber ou não opinaram. Por região, o Nordeste concentra o maior apoio à reeleição, com 54,8% dos entrevistados favoráveis. Já o Sul registra o maior índice de rejeição, com 66,1% afirmando que o presidente não merece novo mandato.A rejeição também predomina nas demais regiões: 59,5% no Norte e Centro-Oeste e 53,6% no Sudeste. No Nordeste, 42,6% se posicionaram contra a reeleição. A pesquisa ouviu 2.080 eleitores entre os dias 25 e 28 de março de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-00873/2026.
ACM Neto quer candidato próprio em 2026 e diz preferir Caiado
ACM Neto quer candidato próprio em 2026 e diz preferir Caiado
Ex-prefeito afirma que cenário mudou desde 2022 e diz que definição sobre apoio será tomada “no momento adequado”.
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ACM Neto na abertura do Carnaval de Salvador - Foto: Reprodução
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (12) que a oposição pretende lançar candidato próprio à Presidência da República em 2026. A declaração foi dada durante a abertura do Carnaval de Salvador, no Campo Grande.Segundo ele, a estratégia adotada em 2022 foi a “única possível” naquele momento, mas o cenário político mudou. “Nós queremos sim ter um candidato a presidente da República, para o qual eu vou declarar apoio”, afirmou. Ele disse ainda que o palanque na Bahia poderá abrigar diferentes posicionamentos dentro da chapa, desde que haja coerência e definição clara de adversário.Apesar da sinalização, Neto evitou antecipar qualquer decisão. Afirmou que a posição será tomada no “momento adequado”, após a consolidação do cenário nacional.Ao comentar a movimentação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que se filiou ao PSD, Neto disse que tem preferência pelo nome do aliado, mas ponderou que a definição depende do partido.“Hoje não depende mais de mim, depende do PSD. A gente não sabe ainda como é que está esse jogo”, declarou.Sobre a pré-candidatura do ex-deputado federal José Carlos Aleluia (Novo), Neto afirmou que a decisão cabe exclusivamente ao próprio aliado. Disse que mantém respeito e diálogo com o ex-parlamentar, mas que a eventual candidatura é uma escolha pessoal.Neto é pré-candidato ao Palácio de Ondina e deve intensificar as articulações políticas ao longo de 2026.
























