Homem furta ônibus, dirige em zigue-zague e é preso no Distrito Federal
Homem furta ônibus, dirige em zigue-zague e é preso no Distrito Federal
Suspeito havia sido preso dois dias antes por furtar um caminhão e foi novamente detido após abandonar o ônibus durante a fuga.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 43 anos, Alan da Silva Marques, foi preso em flagrante após furtar um ônibus na Via Estrutural, DF, na quarta‑feira (9). Ele já havia sido detido dois dias antes por suspeita de furto de caminhão e, após audiência de custódia, foi liberado e internado no Hospital Regional de Taguatinga. Aproveitando a fuga do hospital, entrou no ônibus estacionado no terminal do Setor O, Ceilândia, e dirigiu o veículo de forma perigosa.
- Durante a fuga, conduziu o coletivo em zigue‑zague, invadiu a contramão e quase colidiu com veículos e pedestres, até ser interceptado pela Polícia Civil, que o capturou após ele pular pela janela. O ônibus foi recuperado e devolvido à empresa. O suspeito alegou estar ferido após roubo e ter buscado ir à casa do filho, justificando a ação. A investigação continua.
Foto: Reprodução
Um homem de 43 anos foi preso em flagrante após furtar um ônibus e dirigir de forma perigosa pela Via Estrutural, no Distrito Federal, na quarta-feira (9). Segundo a Polícia Civil, Alan da Silva Marques havia sido preso apenas dois dias antes, na segunda-feira (7), suspeito de furtar um caminhão em Samambaia, a cerca de 25 quilômetros do centro de Brasília. Após passar por audiência de custódia e ser liberado no dia seguinte, ele foi internado no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). De acordo com a investigação, o furto do ônibus ocorreu durante uma fuga da unidade de saúde. Ainda usando roupa hospitalar, o homem teria ido até o terminal do Setor O, em Ceilândia, onde encontrou o coletivo estacionado e entrou no veículo. Imagens do circuito interno registraram o momento em que ele aparece com uma marmita nas mãos, assume o volante e deixa o local dirigindo o ônibus. Durante o trajeto pela Via Estrutural, o homem conduziu o coletivo em zigue-zague, passou por cima de um canteiro e chegou a entrar na contramão. Segundo o registro policial, ele quase atingiu outros veículos e uma mulher que estava no acostamento da via. Policiais Civis iniciaram a perseguição e conseguiram interceptar o suspeito depois de alguns minutos. Na tentativa de escapar, ele pulou pela janela do motorista e correu pelo canteiro da via marginal, mas acabou alcançado e preso. O ônibus foi recuperado e devolvido à empresa responsável pelo transporte. Em depoimento, Alan afirmou que estava ferido após ter sido vítima de um roubo e que havia deixado o hospital porque queria ir até a casa do filho. Segundo ele, como não conseguiu ajuda para realizar o deslocamento, decidiu pegar o ônibus sem autorização e dirigir. A versão apresentada pelo suspeito será analisada pela Polícia Civil durante a investigação.
Gonet apoia permanência de Bolsonaro em prisão domiciliar
Gonet apoia permanência de Bolsonaro em prisão domiciliar
Procurador também defendeu que a arma permaneça apreendida por ser incompatível com o regime de prisão domiciliar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer favorável à manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, mesmo após a apreensão de uma arma registrada em seu nome. A manifestação de Gonet, solicitada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, considerou que a decisão da Polícia Civil do Distrito Federal de não indiciar Bolsonaro pela posse da arma tinha fundamento nas circunstâncias apuradas, não havendo elementos para alterar o regime de cumprimento da pena do ex-presidente.
- Contrariando a não-indiciação de Bolsonaro pela posse da arma, o procurador-geral defendeu que o armamento permaneça apreendido, alegando que a posse de arma de fogo é incompatível com a condição de quem cumpre prisão domiciliar. Paralelamente, a Polícia Civil do DF indiciou o segurança de Bolsonaro, Estácio Leite, por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Agora, a decisão final sobre o regime de prisão domiciliar caberá ao ministro Alexandre de Moraes, que analisará o parecer da PGR.
Foto: Ton Molina | STF
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (1º), parecer favorável à manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. A manifestação foi solicitada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, após a apreensão de uma arma registrada em nome de Bolsonaro. No parecer, Gonet afirmou que a decisão da Polícia Civil do Distrito Federal de não indiciar o ex-presidente tem fundamento nas circunstâncias apuradas e que não há elementos que justifiquem a aplicação de sanções disciplinares capazes de alterar o regime de cumprimento da pena. Segundo o procurador-geral, "não há imputar ao sentenciado falta disciplinar que impacte negativamente sobre o atual regime em que cumpre pena". Apesar disso, Gonet defendeu que a arma permaneça apreendida. Para ele, a posse de arma de fogo é incompatível com a condição de quem cumpre prisão domiciliar. Mais cedo, a Polícia Civil do Distrito Federal concluiu o inquérito e decidiu não indiciar Bolsonaro. O delegado responsável pelo caso entendeu que a arma está regularmente registrada e que o ex-presidente não estava proibido de mantê-la em sua residência. Por outro lado, o policial indiciou o segurança de Bolsonaro, Estácio Leite, por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. O militar do Exército foi abordado em uma blitz, em Brasília, enquanto transportava a arma. Segundo a defesa do ex-presidente, o armamento seria levado para manutenção, versão confirmada pelo segurança durante as investigações. Agora, caberá ao ministro Alexandre de Moraes analisar o parecer da Procuradoria-Geral da República e decidir sobre o pedido relacionado ao regime de prisão domiciliar do ex-presidente.
























