Um ano após morte do papa Francisco, Igreja destaca legado de reformas e diálogo
Pontífice ficou marcado por defesa dos pobres, diálogo inter-religioso e propostas de renovação na Igreja
Por: Willian Silva
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Foto: Vatican News
A Igreja Católica relembra, nesta data, um ano da morte do Papa Francisco, líder que marcou seu pontificado por uma atuação voltada à inclusão, ao diálogo e à aproximação com as periferias sociais. Nascido na Buenos Aires, como Jorge Mario Bergoglio, Francisco foi o primeiro papa latino-americano e também o primeiro jesuíta a assumir o comando da Igreja Católica. Ele chegou ao pontificado em 2013, após a renúncia de Papa Bento XVI.Ao longo de seu papado, Francisco ganhou projeção internacional por defender pautas sociais, como o combate à pobreza, a acolhida a migrantes e a preservação do meio ambiente. Também buscou ampliar o diálogo com outras religiões e promoveu debates internos sobre temas considerados sensíveis dentro da Igreja. Um ano após sua morte, líderes religiosos e fiéis em diferentes partes do mundo destacam o legado de simplicidade e proximidade com os mais vulneráveis. Missas e celebrações têm sido realizadas em memória do pontífice.Especialistas avaliam que a influência de Francisco segue presente nas discussões sobre os rumos da Igreja, especialmente no que diz respeito à necessidade de modernização e maior abertura ao diálogo com a sociedade contemporânea.
Rio de Contas, Caculé e Abaíra estão entre os municípios menos pobres, revela pesquisa
Os estudos contaram com a colaboração de pesquisadores e especialistas de diversas instituições e tem por objetivo explicar por que Abaíra, Caculé, Ibiassucê, Jussiape, Mucuri, Rio de Contas e Valente
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Foto: wikimedia Commons
- A nova edição da Série Estudos e Pesquisas (SEP) n. 106, com o título Projeto 7 Municípios: processos históricos diferenciados que geraram menor pobreza, acaba de ser lançada e está disponível gratuitamente no site da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A publicação apresenta um estudo da pobreza sob a ótica multidimensional e chama atenção por identificar os processos estruturantes que fizeram com que sete municípios baianos de pequeno porte populacional, e com menor densidade relativa de suas atividades econômicas, figurassem entre os municípios com melhores indicadores associados à pobreza. A investigação que gerou o Projeto 7 Municípios, o primeiro a ser disponibilizado na Plataforma de Estudos Colaborativos SEIColab, foi estruturada com a colaboração de pesquisadores e especialistas de diversas instituições e tem por objetivo explicar por que Abaíra, Caculé, Ibiassucê, Jussiape, Mucuri, Rio de Contas e Valente estão entre os menos pobres, em termos proporcionais ao total de suas populações, na perspectiva das dimensões analisadas no estudo anterior da SEI intitulado Pobreza na Bahia em 2010: dimensões, territórios e dinâmicas regionais, publicado na Série Estudos e Pesquisas (SEP) n. 97 em 2014. Além desse estudo de 2014, a SEI publicou outros trabalhos a respeito da pobreza, cuja leitura é fundamental para a compreensão do que essa nova SEP n. 106 apresenta: a Série Estudos e Pesquisas (SEP) n. 79, publicada em 2008, com o estudo Evolução e Caracterização das Manchas de Pobreza na Bahia, 1991-2000 e a Série Estudos e Pesquisas (SEP) n. 101, publicada em 2017, com base no estudo Manchas de Pobreza e Desenvolvimento Regional na Bahia, realizado em 2015.























