Petrobras reduz preço da gasolina em 4,9% a partir desta terça-feira
Valor médio de venda para distribuidoras passa a ser de R$ 2,71 por litro; redução é a segunda no ano
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (20) que vai reduzir em 4,9% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo valor começa a valer a partir desta terça-feira (21). Com a mudança, o preço médio de venda da estatal para as distribuidoras cairá R$ 0,14 por litro, passando de R$ 2,85 para R$ 2,71. A gasolina A é o combustível puro que sai das refinarias e recebe a mistura de etanol antes de chegar aos postos. Esta é a segunda redução em 2025. Em junho, a Petrobras já havia diminuído o preço em 5,6%. No acumulado do ano, a queda soma 10,3%, o equivalente a R$ 0,31 por litro. Desde dezembro de 2022, a redução chega a 22,4%, já considerando a inflação do período. Segundo a empresa, a medida deve contribuir para aliviar a inflação, já que a gasolina é o combustível com maior peso no cálculo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A Petrobras destacou ainda que o preço final ao consumidor depende de outros fatores, como frete, impostos, mistura com etanol e a margem de lucro dos postos. O valor do diesel não sofrerá alteração nesta semana. Desde março, o combustível acumula queda de 35,9% em relação ao fim de 2022.
Landulpho Alves: Petrobras afirma que pretende alcançar reestatização da refinaria na Bahia
O tema foi discutido durante encontro da FUP, Sindipetro e Petrobras na última terça-feira (20)
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Foto: Reprodução
- De acordo com um documento enviado pela Petrobras à Federação única dos Petroleiros (FUP), a estatal afirma que pretende retomar o controle da refinaria Landulpho Alves (Rlam), na Bahia. A Petrobras ainda alega que a reestatização está em fase de discussão interna e “uma vez tomada qualquer decisão de negócio sobre esta questão, os representantes dos empregados serão comunicados e participarão das discussões que tenham reflexo no dia a dia dos trabalhadores, respeitando os compromissos firmados sobre as premissas para retorno dos empregados transferidos”. A origem da decisão foi uma reunião na terça-feira (20), com representantes da FUP, Sindipetro Bahia e da Petrobras, realizada para discutir os rumos da reestatização da Rlam. Demais temas também foram analisados no encontro, como o retorno dos petroleiros que foram transferidos para outras unidades da Petrobras, após a privatização da refinaria Landulpho Alves, e também a atual situação dos trabalhadores do Centro Administrativo da Refinaria de Mataripe.
TCU cobra explicações da Petrobras por contrato com potencial de prejuízo de R$ 487 milhões
Em nota, a Petrobras disse que vai prestar as informações solicitadas e "que todos os contratos e projetos são elaborados e executados seguindo todos os padrões e requisitos de governança, hierarquia
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler, deu prazo de 5 dias para que a Petrobras e o Ministério das Minas e Energia prestem informações sobre irregularidades em um contrato da empresa com o Grupo Unigel para o fornecimento de fertilizantes. De acordo o TCU, o contrato poderá gerar prejuízos de R$ 487 milhões. “[Há] diversos problemas verificados na qualificação dos riscos e na quantificação do valor econômico esperado das alternativas avaliadas”, completa o despacho. Além disso, de acordo com o TCU, o contrato, assinado no fim de dezembro do ano passado, apresenta indícios de afronta aos princípios da eficiência, da economicidade, da razoabilidade e da motivação. Em nota, a Petrobras alegou “que todos os contratos e projetos são elaborados e executados seguindo todos os padrões e requisitos de governança, hierarquia decisória e responsabilidade operacional da companhia”. “A contratação junto à Unigel do serviço de processamento do gás da Petrobras como matéria prima e a entrega/comercialização dos fertilizantes para a contratante, na forma de contrato de serviço (tolling agreement), não representa um empreendimento definitivo e autônomo”, complementou a Petrobras.
Petrobras pausa inscrições em concurso para aumentar locais de provas
A decisão foi tomada para aumentar o número de locais de realização de provas
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Petrobras decidiu suspender temporariamente o edital do concurso público para 6.412 vagas de nível médio e técnico. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (3), no Diário Oficial da União. As inscrições estão pausadas até segunda-feira (8), quando os interessados podem voltar a realizá-las. A estatal informou que a suspensão é para ampliar o número de cidades onde as provas serão aplicadas. A prova será realizada em todas as capitais brasileiras, além de outras cidades já relacionadas no primeiro edital. A Petrobras ampliou de 19 para 35 cidades, incluindo capitais de todos os Estados.
Diesel mais barato a partir desta sexta-feira nas distribuidoras
A redução por litro, em média, é R$ 0,27
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O litro do diesel nas distribuidoras está, em média, R$ 0,27 menor, a partir desta sexta-feira (8). O valor passa a ser de R$ 3,78. A medida foi anunciada nessa quinta-feira (7) pela Petrobras. No ano, a redução acumulada soma R$ 0,71 por litro, o equivalente a 15,8%. De acordo com a empresa, o ajuste é resultado da análise dos fundamentos dos mercados externo e interno, frente à estratégia comercial da companhia, implementada em maio de 2023, em substituição à política de preços anterior, e que “passou a incorporar parâmetros que refletem as melhores condições de refino e logística da Petrobras na sua precificação”. Preço médio - Ao considerar a mistura obrigatória de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor cairá R$ 0,24 por litro e passará a ser, em média, R$ 3,33 a cada litro vendido na bomba. Com isso, o preço médio do diesel A S10 nas bombas poderá atingir valor de R$ 5,92 por litro, considerando que o Levantamento de Preços de Combustíveis da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a semana de 26 de novembro a 2 de dezembro indicou valor médio de R$ 6,16 por litro. A Petrobras lembra que o valor cobrado ao consumidor final no posto é afetado por outros fatores, como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda. “Daí, esta estimativa ter propósito meramente referencial, mantidas constantes as demais parcelas que compuseram os preços ao consumidor naquele período”. A companhia destacou, também, que cabe às autoridades competentes realizar ações de fiscalização, autuação e penalização de práticas abusivas ou lesivas ao consumidor. Gasolina - No momento, a Petrobras está mantendo estáveis seus preços de venda de gasolina às distribuidoras, tendo em vista o último movimento realizado em 21 de outubro, de redução de R$ 0,12 por litro. No ano, os preços de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras acumulam queda de R$ 0,27 por litro, o equivalente a 8,7%. Para o GLP (gás de cozinha), os preços de venda às distribuidoras permanecem estáveis desde o dia 1º de julho. No ano, os preços do gás de cozinha para as distribuidoras acumulam retração equivalente a R$ 10,40 por botijão de 13 kg, ou 24,7%. A companhia reiterou que na formação de seus preços “busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”.
Senacon vai fiscalizar preço do combustível em todo o país
Petrobras anunciou queda de preços nessa segunda-feira (16)
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) solicitou, nesta terça-feira (16), aos Procons estaduais e municipais de todo o país que monitorem os postos de combustíveis para verificar se a redução dos preços médios da venda de gasolina e diesel para as distribuidoras foi repassada aos consumidores. Em nota divulgada pela Senacon, o secretário Nacional do Consumidor, Wadih Damous, disse que o monitoramento é fundamental para assegurar que essa redução dos preços realmente chegue aos consumidores. “Nós queremos monitorar se essa redução chegou ao bolso das consumidoras e dos consumidores. Neste sentido eu solicitei aos Procons de todo o Brasil que exerçam a devida fiscalização”, explicou. Sobre as notícias de que estabelecimentos aumentaram o valor da gasolina antes do anúncio de queda pela Petrobras, Damous afirmou que eles serão devidamente fiscalizados. “Nós não aceitaremos que postos se valham de fraude para aumentar os preços hoje e dizerem que reduziram amanhã. Esses postos estarão sob a nossa fiscalização e sanções serão aplicadas em caso de fraude”, reiterou. O ofício emitido pela Senacon instrui os Procons a realizarem um levantamento detalhado dos preços dos combustíveis em postos de diversas regiões, verificando a existência de possíveis aumentos abusivos ou práticas irregulares que prejudiquem os consumidores. Além disso, são orientados a notificar imediatamente os estabelecimentos que forem identificados como infratores e adotar as medidas cabíveis para a proteção dos direitos dos consumidores.
Acelen diz que se manterá independente em relação à nova política de preços da Petrobras
A empresa reafirmou sua definição de preços a partir de uma fórmula objetiva, homologada pela agência reguladora
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Foto: Sindipetro
- A Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe, informou, nesta terça-feira (16), que não vai seguir a política de preços da Petrobras, aprovada na última segunda (15). Reafirmando sua autonomia, a empresa disse que “possui uma política de preços independente e transparente, a partir de uma fórmula objetiva, homologada pela agência reguladora” - a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil. A Acelen informou ainda que os custos do petróleo, do dólar e do frete, em consonância com as práticas internacionais de mercado, se manterão como critérios seguidos pela empresa em sua política de preços. “Reforçando essa política independente, a Acelen vem reduzindo os preços há cerca de dois meses já”, afirmou, em nota. As informações são do site Metro 1. Decisão da Petrobras - A decisão da estatal implica no fim da paridade de preços do petróleo e dos combustíveis derivados, como gasolina e diesel, com o dólar e o mercado internacional. Pela regra em vigor desde 2016, com o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), o governo não podia intervir nos preços da estatal para diminui-los. No cálculo anterior, chamado de Preço de Paridade de Importação (PPI), a Petrobras considerava o valor do petróleo no mercado global e custos logísticos como o fretamento de navios, as taxas portuárias e o uso dos dutos internos para transporte.
Petrobras volta a confirmar discussão sobre mudança na política de preço dos combustíveis
A empresa afirma que as mudanças eventuais estarão pautadas em estudos técnicos, observando as práticas de governança e os procedimentos internos aplicáveis.
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Em comunicado ao mercado na tarde deste domingo (14), a Petrobras confirmou que está discutindo internamente alterações em suas políticas de preço para diesel e gasolina, que devem ser analisadas pela diretoria executiva no início da semana e que poderão resultar em uma nova estratégia comercial para definição de preços desses combustíveis. A Petrobras divulgou ainda que mudanças eventuais estarão pautadas em estudos técnicos, observando as práticas de governança e os procedimentos internos aplicáveis. Na última sexta-feira (12), o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, já havia declarado que a companhia iria reavaliar o preço dos combustíveis nesta semana e divulgar informações sobre a sua nova estratégia de preços, segundo informações do Estadão/Broadcast. Prates declarou que: "o critério (dos preços) vai ser de estabilidade versus volatilidade. Não precisamos voltar ao tempo em que não houve nenhum reajuste, como em 2006 e 2007, mas também não precisamos voltar à maratona de 118 reajustes no ano em um único combustível, como em 2017, o que levou à greve dos caminhoneiros", disse, durante coletiva de imprensa na sexta.
Petrobras investe 5,2 bilhões de dólares em exploração de gás
Novas estruturas acrescentarão 55 milhões m³/dia na oferta de gás
Por: Douglas Corrêa
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, apresentou nesta segunda-feira (17) investimentos da ordem de US$ 5,2 bilhões na implantação de novos projetos para exploração e escoamento de gás. O anúncio foi feito durante o Seminário Gás Brasileiro para a Reindustrialização do Brasil, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Em nota, a companhia informou que o Plano Estratégico 2023-27 prevê o desenvolvimento de novos campos e novas infraestruturas, como os projetos em parceria com a Sergipe Águas Profundas (SEAP), com capacidade de 18 milhões m³/dia, e BM-C-33, na Bacia de Campos, com capacidade de 16 milhões m³/dia; além do Projeto Integrado Rota 3, previsto para 2024 e com capacidade de até 21 milhões m³/dia. Segundo a Petrobras, essas novas infraestruturas agregarão uma capacidade de até 55 milhões m³/dia na oferta de gás nacional. Prates explicou como é feita a reinjeção de gás nos reservatórios, que faz parte do processo de descarbonização e aumento da produção de petróleo. O gás do pré-sal contém grande quantidade de gás carbônico (CO2) que precisa ser reinjetado de volta nos campos de produção com parte do gás natural. Devido às condições de pressão dos reservatórios, esse processo proporciona maior produção de petróleo. “Essa captura de CO2 representa a maior operação desse tipo no mundo. Vamos manter as melhores práticas de sustentabilidade para a redução das emissões e descarbonização dos processos. O nosso dever é produzir petróleo e gás de forma eficiente e com o máximo de descarbonização”, avaliou o presidente da estatal. O gerente-executivo de Reservatórios da Petrobras, Tiago da Rosa Homem, disse que é fundamental criar um ambiente cada vez mais competitivo para o gás natural e produção de petróleo. “Com o desenvolvimento de novas reservas e conclusão da Rota 3, a Petrobras vai proporcionar grande aumento da oferta de gás a partir de 2025. No entanto, não é fácil encontrar petróleo economicamente viável, por isso é fundamental utilizar os melhores recursos e técnicas para extrair o máximo e otimizar os recursos energéticos do país”.
Petrobras anuncia redução do preço do gás natural em 8,1% a partir de maio
O ajuste faz parte da atualização trimestral prevista nos contratos com as distribuidoras e reflete variações no preço do combustível e do transporte por dutos
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- A Petrobras anunciou, nesta segunda-feira (17), que fará uma redução média de 8,1% do preço do gás natural vendido a distribuidoras. A redução vai começar a valer a partir de 1º de maio. O ajuste faz parte da atualização trimestral prevista nos contratos com as distribuidoras e reflete variações no preço do combustível, vinculado às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio, e do transporte por dutos. A Petrobras informou que, no trimestre de referência, o petróleo teve queda de cerca de 8,7% e o câmbio teve apreciação de aproximadamente 1,1%.
Petrobras anuncia redução do preço do diesel para distribuidoras
Segundo a estatal, o novo valor entrará em vigor a partir desta quinta-feira (23)
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- A Petrobras divulgou, nesta quarta-feira (22), que diminuirá o preço do diesel e que ele passará de R$ 4,02 para R$ 3,84 por litro, ou seja, sofrerá uma redução de R$ 0,18, equivalente a 4,47%. Segundo a estatal, a decisão entrará em vigor nesta quinta (23). Esta é a primeira alteração feita nos preços desde o dia 28 de fevereiro. De acordo com a empresa, a redução foi motivada por conta da a necessidade de realizar a "manutenção da competitividade dos preços da Petrobras", assim como incentivar a "participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino". "Ciente da importância de seus produtos para a sociedade brasileira, a companhia destaca que na formação de seus preços busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”, acrescentou a estatal, em nota.
Presidente da Petrobras diz que estatal ficará na Bahia
Anúncio foi feito em sua conta do Twitter
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- O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates (PT-RN), disse nesse domingo (12) que as atividades da unidade da estatal na Bahia vão continuar. “A Petrobras fica na Bahia! (...) firmamos nosso compromisso em defender e fortalecer a Petrobrás no estado”, disse em seu perfil do Twitter. “Já anunciamos a revisão e suspensão das transferências compulsórias e vamos seguir em diálogo direto com todos e todas para construir uma Petrobras forte para o futuro do povo brasileiro”, completou. Jean Paul reforçou a importância da sede e seu histórico. “Recebi as demandas dos nossos companheiros do Polo da Bahia, onde o Brasil teve suas primeiras explorações com o nascimento da indústria petrolífera, em 1941, a partir do poço de Candeias”. A Petrobras passa por um processo de redução nas operações em águas rasas e terrestres para focar em atividades em águas profundas. Em março, a estatal suspendeu processos de venda de ativos em andamento, a pedido do Ministério de Minas e Energia.
Com R$188,3 bi, Petrobras registra lucro recorde em 2022
Mais de R$200 bilhões já foram distribuídos em dividendos pelo resultado do ano
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- Se o ano de 2022 foi bom para alguém, com certeza, foi para a Petrobras. A estatal anunciou, nesta quinta-feira (1º), que registrou um recorde histórico em seu lucro líquido. Foram R$ 188,328 bilhões no ano passado, o maior da sua história. A cifra é 76,6% maior do que os R$ 106,6 bilhões apurados em 2021, até então recorde. Apesar disso, analistas tinham uma expectativa de que o lucro líquido anual fosse cerca de R$10 bilhões maior. A companhia considera que todas as metas de produção para o ano foram atingidas, tendo atingido recorde anual na produção operada. No trimestre, a produção total própria no pre-sal foi 1,5% acima do registrado nos três meses anteriores e o lucro ficou em R$ 43,341 bilhões, alta de 37%. Para o quarto trimestre, a previsão era de ganhos entre R$ 40 bilhões e R$ 52 bilhões. O lucro recorde permitiria uma distribuição de mais R$35,8 bilhões em dividendos. A nova gestão, no entanto, propôs a retenção de R$6,5 bilhões em reserva estatutária. A medida ainda será avaliada pelos acionistas em assembleia, mas, mesmo se for acatada, mais de R$200 bilhões já foram distribuídos pelo resultado do ano. A elevada distribuição de dividendos foi alvo de fortes críticas no último ano, quando a companhia se tornou a segunda maior pagadora do mundo. A estatal atribui o resultado à alta do preço do petróleo no exterior, maiores margens de derivados, melhor resultado financeiro e os ganhos com acordos de coparticipação em campos da Cessão Onerosa, quando uma fatia foi vendida para os chineses.
Petrobras reduz preço da gasolina e do diesel a partir de amanhã
O preço médio de venda de gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,31 para R$ 3,18 por litro, uma redução de R$ 0,13 por litro, ou menos 3,9%
Por: Denise Luna
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- A Petrobras anunciou hoje que vai reduzir o preço da gasolina e do diesel nas suas refinarias a partir de amanhã, 1º de março, mesmo dia em que os tributos federais sobre o combustível e o etanol voltarão a ser cobrados. A queda de preços já havia sido sinalizada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na noite de ontem, 27. O modelo para a volta dos tributos, porém, será anunciado no final da tarde desta terça-feira, 28. A partir de amanhã, o preço médio de venda de gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,31 para R$ 3,18 por litro, uma redução de R$ 0,13 por litro, ou menos 3,9%. “Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,32 a cada litro vendido na bomba”, disse a companhia em nota. Já para o diesel A, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,10 para R$ 4,02 por litro, uma redução de R$ 0,08 por litro, ou 1,9%. “Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 3,62 a cada litro vendido na bomba”, disse a companhia.
Petrobras anuncia redução de 8,8% no preço do diesel nas refinarias
O preço do diesel vendido pela Petrobras às distribuidoras de combustíveis terá uma queda de R$ 0,40 a partir de amanhã (8)
Por: Vinícius Lisboa
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O preço do diesel vendido pela Petrobras às distribuidoras de combustíveis terá uma queda de R$ 0,40 a partir de amanhã (8), anunciou hoje (7), no Rio de Janeiro, a estatal. Em termos percentuais, a redução é de 8,8%. Com a variação de preço, o valor do litro do diesel comprado pelas distribuidoras, chamado de diesel A, vai cair de R$ 4,50 para R$ 4,10, segundo a Petrobras. O diesel comprado por motoristas nos postos de combustíveis é resultado de uma mistura de 90% desse diesel A, vendido pela Petrobras, com 10% de biodiesel. A empresa estima que a parcela do preço cobrado por ela no valor final pago pelos motoristas passará a ser de R$ 3,69 por litro. Equilíbrio - O valor de venda às distribuidoras tem como principal balizador a busca pelo equilíbrio dos preços da Petrobras aos mercados nacional e internacional, argumenta a estatal. "A companhia, na formação de preços de derivados de petróleo e gás natural no mercado interno, busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente", finalizou.
Petrobras aumenta preço de venda de gasolina para as distribuidoras
Preço médio de venda terá aumento de R$ 0,23 por litro
Por: Ana Cristina Campos
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A partir de amanhã (25), o preço médio de venda de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,08 para R$ 3,31 por litro, aumento de R$ 0,23 por litro. “Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,42 a cada litro vendido na bomba”, diz a nota da companhia. No dia 7 de dezembro, o preço médio de venda da gasolina A da Petrobras para as distribuidoras passou de R$ 3,28 para R$ 3,08 por litro, redução de R$ 0,20 por litro. Segundo a empresa, esse aumento acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, “que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.
Petrobras anuncia alta de preço da gasolina e do diesel a partir da próxima quarta
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A Petrobras anunciou nesta terça-feira (11), que a partir de quarta-feira (12), a gasolina e o diesel ficarão mais caros. Com o aumento, o valor médio da gasolina vendida pelas distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro, um reajuste de 4,85%. No caso do diesel, o aumento foi de R$ 3.34 para R$ 3,61, uma alta de 8%. Com esse reajuste, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor em relação à gasolina passará de R$ 2,26, em média, para R$ 2,37 a cada litro vendido na bomba - uma variação de R$ 0,11. No caso do diesel, a parcela da estatal no preço ao consumidor passará de R$ 3,01, em média, para R$ 3,25 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,24. As informações são do site UOL.
Petrobras quer elevar preço do gás natural em até quatro vezes em 2022
Se reajuste for adiante, aumento deve chegar ao consumidor
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Petrobras propôs aumentar entre duas e quatro vezes o preço do gás natural no ano que vem, nos novos contratos que a estatal está negociando com as distribuidoras estaduais. Se o reajuste se confirmar, deverá ser repassado para o consumidor final de gás canalizado. A Abegás, representante das concessionárias de gás, pretende entrar com uma representação no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), contra a petroleira, e pede que as bases dos contratos vigentes sejam mantidas. A informação é do jornal Valor Econômico. O ano de 2022 deve marcar a entrada de novos fornecedores de gás no Brasil: Shell e Petrorecôncavo já assinaram contratos com a Copergás (PE) e Potigás (RN), respectivamente, enquanto outras quatro empresas (Compass, Equinor, Galp e Origem) estão em negociações finais com outras concessionárias do Nordeste, por exemplo. A abertura do setor, porém, deve ser ofuscada pelos novos termos da Petrobras, na avaliação de analistas. A expectativa é que algumas distribuidoras consigam repassar aos consumidores os ganhos obtidos com melhores condições contratuais negociadas com os novos fornecedores.
Bolsonaro afirma que preço de combustíveis terá nova alta em 20 dias
Presidente defendeu novamente privatização da Petrobras
Por: Cristiele França
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, nesta segunda-feira (1º), o preço dos combustíveis será novamente aumentado daqui a 20 dias. Em entrevista a jornalistas na Itália, ele disse que foi informado pela Petrobras sobre a nova alta. De acordo com Bolsonaro, a informação foi revelada a ele pela empresa de forma “extraoficial”. Ele acrescentou que tem como prioridade lidar com a alta dos preços dos combustíveis. O presidente também defendeu novamente a privatização da estatal. “Eu disse ao [ministro da Economia] Paulo Guedes que o ideal seria privatizar a Petrobras. Mas esse processo levaria mais de um ano”, exprimiu. Bolsonaro está na Itália para participar da cúpula do G-20. Ele também passou pela pequena cidade de Anguillara Veneta, onde o seu bisavô nasceu, para receber o título de cidadão honorário. Ativistas ambientais protestaram contra a iniciativa da prefeitura, que teve a sua sede pichada com a frase “Fora Bolsonaro”.
Petrobras sobe novamente preços da gasolina e do diesel
Anúncio ocorre pouco depois de Bolsonaro dizer que não é "malvadão" e não quer subir valor de combustíveis
Por: Adele Robichez
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- A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (25) novos reajustes nos preços da gasolina e do diesel em suas refinarias. A gasolina subirá 7% e o diesel, 9,1%. Segundo a estatal, os aumentos refletem a elevação das cotações internacionais do petróleo e da taxa de câmbio. A partir desta terça (26), o litro de gasolina vendido pelas refinarias da Petrobras custará R$ 3,19, ou R$ 0,21 acima do vigente atualmente. Já o litro do diesel sairá por R$ 3,34, alta de R$ 0,28. É o segundo reajuste dos dois produtos em menos de um mês. O preço da gasolina foi reajustado pela última vez no dia 9 de outubro. No caso do diesel, a última alta foi em 29 de setembro. Desde então, o preço do petróleo continuou se valorizando e o dólar teve um repique na semana passada com a proposta de estouro do teto de gastos para financiar programa eleitoral do governo.
Após rumores de desabastecimento, Petrobras confirma que não atenderá demanda em novembro
Confirmação vem após a Associação das Distribuidoras afirmar que a petroleira teria avisado diversas associadas sobre "uma série de cortes unilaterais nos pedidos feitos de gasolina e óleo diesel"
Por: Luciana Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Petrobras afirmou em comunicado que não poderá atender todos os pedidos de fornecimento de combustíveis para novembro, que teriam vindo acima de sua capacidade de produção, uma "demanda atípica", acendendo um alerta para distribuidoras, que apontaram para risco de desabastecimento no país. A confirmação vem após a Associação das Distribuidoras de Combustíveis Brasilcom – que representa mais de 40 distribuidoras regionais de combustíveis – ter afirmado na semana passada que a petroleira teria avisado diversas associadas sobre "uma série de cortes unilaterais nos pedidos feitos para fornecimento de gasolina e óleo diesel" para novembro. Segundo a associação, "as reduções promovidas pela Petrobras, em alguns casos chegando a mais de 50% do volume solicitado para compra, colocam o país em situação de potencial desabastecimento". E continua: isso porque as empresas não estão conseguindo comprar combustíveis no mercado externo, pois os preços do mercado internacional "estão em patamares bem superiores aos praticados no Brasil".
Petrobras elevará preço do diesel nas refinarias em quase 9% a partir desta quarta
Com reajuste, valor médio do produto vendido pela companhia a distribuidoras passará de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro
Por: Gabriel Amorim
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- A Petrobras elevará o preço do diesel nas refinarias em quase 9% a partir de quarta-feira (29), após 85 dias de estabilidade. Em nota, a estatal informou que o resjuste é importante para garantir o abastecimento do combustível no país. Com o aumento, o valor médio do diesel vendido pela companhia a distribuidoras passará de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,25 por litro. O repasse do aumento para as bombas, nos postos, depende de uma série de questões, como margens de distribuidoras e revendedoras, misturas de biodiesel, assim como tributos. O aumento já era esperado. Na última segunda (27), o diretor-executivo de Comercialização e Logística da empresa, Cláudio Mastella, havia dito que a empresa poderia aumentar os preços. Segundo o executivo, os valores praticados até então estavam defasados ante o mercado internacional.
Bahia pede suspensão de propaganda enganosa da Petrobras sobre preço da gasolina
A ação tem apoio do Colégio Nacional dos Procuradores-Gerais dos Estados e do Distrito Federal (Conpeg)
Por: Luciane Freire
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- A Procuradoria Geral do Estado da Bahia (PGE-BA) e as representações de mais 11 Estados e do Distrito Federal deram entrada, nesta sexta-feira (10), a uma ação civil pública para suspender a publicação, pela Petrobras S/A, de texto com informações enganosas sobre a composição do preço da gasolina. A ação tem apoio do Colégio Nacional dos Procuradores-Gerais dos Estados e do Distrito Federal (Conpeg). O texto intitulado 'Preços de Venda de Combustíveis' está publicado no site e redes sociais da Petrobras. Os Estados entendem a divulgação como publicidade abusiva e que viola os princípios da transparência, confiança e boa-fé. A ação, que tramita na 18ª Vara Cível de Brasília, ressalta o "pedido de tutela de urgência" e está fundamentada nos artigos 4º e 5º, inciso III, da Lei Federal nº 7.247/85, e artigos 81 e 91 e seguintes da Lei Federal nº 8.078/90 – Código de Defesa do Consumidor. A medida é assinada pelos procuradores gerais dos Estados da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Pará, Maranhão, Sergipe, Piauí, Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Amapá e Minas Gerais, além do Distrito Federal. Para o procurador geral do Estado da Bahia, Paulo Moreno, "não se pode admitir que, mediante publicidade institucional, a empresa traga informações errôneas que tentam atribuir aos governos estaduais a responsabilidade por sua equivocada política de sucessivas majorações", afirmou". A ação civil pública destaca as peças publicitárias produzidas pela Petrobras, disponibilizando, inclusive, links de acesso às mídias sociais onde foram veiculadas, e mostra uma mensagem – dentre muitas – de um cidadão indignado diante do exposto. O documento traz, ainda, gráfico que detalha todos os componentes do preço da gasolina cobrado na bomba, o que difere, e muito, da propaganda enganosa e abusiva veiculada pela Petrobras S/A; bem como tabela com o preço médio da gasolina cobrado em alguns Estados, incluindo Pernambuco. Conforme a ação, “a pretexto de informar a composição do preço do litro da gasolina, a Petrobras induz o consumidor a pensar que um litro de gasolina tem o custo de R$ 2,00, que seria o valor que remunera a companhia, comparando-o com os demais itens que compõem o preço final”. Para chegar a esse valor de R $2,00, a companhia separa o valor da realização da Petrobrás do custo do etanol anidro, que é adicionado na proporção de 27% a cada litro da mistura. Com isso, faz o consumidor crer que “o restante do preço, até chegar ao valor final, seja decorrente de tributos, em especial em razão da desproporcional ênfase dada à forma de incidência do ICMS”. As PGEs argumentam que é indissociável do valor do litro do combustível o preço do etanol anidro, pois o litro é composto de 730 ml de gasolina e 270 ml de etanol anidro, sendo enganoso omitir o valor total do produto, mesmo que não seja ele produzido pela companhia. Assim, pedem, na ação, além da imediata retirada das peças com propaganda enganosa, que a Justiça determine que a Petrobras “produza publicidade suficiente para desfazer o malefício da publicidade enganosa por ela veiculada, bem como de esclarecer corretamente ao consumidor acerca da composição do valor da gasolina”.
Gás de cozinha fica mais caro a partir desta segunda em toda Bahia
Por: André Uzêda
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- O preço do gás de cozinha, tecnicamente chamado de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), terá reajuste de 5,9% a partir desta segunda-feira (14). O reajuste parte da Petrobras, que justificou o aumento em função do reflexo do mercado internacional. Este não é o primeiro reajuste do gás de cozinha no ano. Em janeiro, a Petrobras elevou o preço em 6%. Em fevereiro, a alta foi de 5,1%. Em março, um novo reajuste médio de R$ 0,15 por quilo foi anunciado. Em abril, o aumento foi de 5%. Desde quando mudou sua política de preços, em julho de 2017, a empresa ajusta os preços dos combustíveis com base nos valores praticados internacionalmente, cotado em dólar, mesmo para o consumo interno. O preço do botijão de gás em Salvador varia entre R$80 e R$102. Com o reajuste, os valores podem chegar até mais de R$ 110.
Petrobras reduz preço do diesel em R$ 0,08 nas refinarias
Por: Geovana Oliveira
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- A Petrobras anunciou hoje (9) uma redução de 2,2% no preço do óleo diesel em suas refinarias. O preço da gasolina, que também já foi reduzido em março, permanecerá inalterado. A partir de amanhã (10), o preço médio de venda do diesel nas refiarias será de R$ 2,66 por litro, com redução de R$ 0,08 por litro. Essa é a segunda redução em abril, mas o combustível teve alta em 2021, já que o litro fechou 2020 custando pouco mais de R$ 2. O corte ocorre em um momento de pressão nos preços diante da perspectiva de aumento do biodiesel, que representa 13% da mistura vendida nos postos.























