AtlasIntel mede opinião sobre investigação de Jaques Wagner
AtlasIntel mede opinião sobre investigação de Jaques Wagner
Levantamento AtlasIntel/Bloomberg ouviu 4.999 eleitores e também mediu os reflexos políticos da investigação envolvendo o senador baiano e o Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa realizada pelo instituto AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, aponta que 74,3% dos brasileiros acreditam que o senador Jaques Wagner recebeu vantagens econômicas indevidas ligadas ao Banco Master. O levantamento reflete o impacto de uma investigação da Polícia Federal que apura transações financeiras suspeitas envolvendo familiares e pessoas próximas ao parlamentar, que nega as acusações e aponta erros no inquérito.
- Como desdobramento político, Wagner deixou a liderança do governo no Senado a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para focar em sua defesa. A pesquisa revela ainda a divisão da opinião pública sobre as consequências do caso, em que 37,8% dos entrevistados veem o episódio como um problema pessoal do senador, enquanto 35,6% consideram que ele atinge diretamente o presidente Lula.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
Uma pesquisa divulgada pelo instituto AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, aponta que 74,3% dos brasileiros acreditam que o senador Jaques Wagner recebeu vantagens econômicas indevidas relacionadas ao Banco Master. O levantamento foi realizado entre os dias 26 e 30 de junho, com 4.999 entrevistados em todo o país. Segundo a pesquisa, 9,4% dos participantes afirmaram não acreditar no envolvimento do parlamentar com a instituição financeira, enquanto 16,4% disseram não ter opinião formada sobre o assunto. O nome de Jaques Wagner passou a integrar o questionário após a Polícia Federal instaurar investigação para apurar possíveis vínculos financeiros entre familiares do senador, empresas ligadas ao seu entorno e pessoas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a investigação, há indícios de que o parlamentar possa ter recebido vantagens econômicas de forma direta ou indireta por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias. As apurações seguem em andamento e ainda não há decisão judicial sobre o caso. Após a deflagração da operação, Jaques Wagner deixou a liderança do governo no Senado, atendendo a um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em nota, o senador afirmou que sua prioridade é comprovar a própria inocência e continuar trabalhando pela reeleição de Lula, do governador Jerônimo Rodrigues e pela sua permanência no Senado. A defesa do parlamentar contestou as acusações e afirmou que existem "erros graves" na investigação. Os advogados sustentam que Jaques Wagner jamais atuou no Congresso Nacional para beneficiar o Banco Master. O levantamento também mediu os impactos políticos do caso. Para 37,8% dos entrevistados, a investigação representa um problema exclusivamente pessoal do senador. Outros 35,6% entendem que o episódio afeta diretamente o presidente Lula, enquanto 23,5% avaliam que há impacto parcial sobre o governo federal. A margem de erro da pesquisa é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo
Levantamento mostra 38% de avaliação negativa e 32% de avaliação positiva do governo federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (20), aponta que a avaliação dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula permanece estável, com 38% classificando a gestão como ruim ou péssima. Paralelamente, 32% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 29% o avaliam como regular. Estes números demonstram uma consistência notável em comparação com o levantamento anterior realizado em maio.
- O instituto também aferiu a aprovação pessoal de Lula, revelando que 49% dos entrevistados desaprovam seu trabalho, contra 48% que o aprovam, uma leve oscilação na desaprovação desde maio. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 17 e 19 de junho em diversas regiões do país, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sendo registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) mostra que a avaliação dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula permanece estável em relação ao levantamento realizado em maio. Segundo o instituto, 38% dos entrevistados classificam a gestão como ruim ou péssima. Já 32% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 29% avaliam a administração como regular. Apenas 1% não soube responder. Os números são praticamente os mesmos registrados na pesquisa anterior. Em maio, a avaliação negativa também era de 38%, a positiva somava 32% e a regular atingia 28%. Na comparação com abril, houve uma leve redução da avaliação negativa, que era de 40%, e um aumento da avaliação positiva, que estava em 29%. O Datafolha também mediu os índices de aprovação pessoal do presidente Lula. Nesse cenário, 49% dos entrevistados disseram desaprovar o trabalho do presidente, enquanto 48% afirmaram aprová-lo. Outros 3% não souberam responder. Em relação ao levantamento de maio, a desaprovação oscilou um ponto percentual para cima, passando de 48% para 49%. Já a aprovação permaneceu em 48%. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 17 e 19 de junho em diferentes regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09956/2026.
Datafolha aponta pior avaliação do governo em áreas prioritárias, como segurança e corrupção
Levantamento ouviu 2.004 pessoas em todo o país nos dias 12 e 13 de maio
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa Datafolha realizada em maio apontou a segurança pública como a área de pior desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, citada por 16% dos entrevistados. Saúde (15%), economia (13%) e combate à corrupção (13%) também figuram entre os principais pontos negativos. Curiosamente, esses temas também se destacam como prioridades para o próximo presidente, com a saúde liderando as preocupações (34%), seguida por educação (15%) e segurança pública (12%).
- O levantamento, que entrevistou 2.004 pessoas, revelou variações significativas por grupos demográficos, como a preocupação feminina com a saúde e dos jovens com a economia. Mesmo entre eleitores de Lula, a segurança pública é vista como o principal problema, enquanto apoiadores de Flávio Bolsonaro priorizam a crítica ao combate à corrupção. Em contraste, as áreas de melhor desempenho do governo foram o combate à fome e à miséria (13%), ao desemprego (10%) e a educação (10%). A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-00290/2026.
Foto: Reprodução | O Globo
A segurança pública foi apontada como a área de pior desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 12 e 13 de maio com 2.004 entrevistados em todo o país. O tema foi citado por 16% dos participantes. Na sequência aparecem saúde (15%), economia (13%) e combate à corrupção (13%). Esses mesmos temas figuram entre as prioridades indicadas pelos entrevistados para o próximo presidente, com destaque para saúde (34%), educação (15%), segurança pública (12%) e economia (11%). O levantamento mostra diferenças entre grupos. Entre mulheres, 19% apontaram a saúde como pior área do governo, contra 11% dos homens. Entre jovens de 16 a 24 anos, a economia foi o principal ponto negativo (21%), enquanto apenas 5% dos entrevistados com 60 anos ou mais citaram o tema. Mesmo entre eleitores que declaram voto em Lula, a segurança pública aparece como principal problema (18%). Já entre apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL), o combate à corrupção lidera as críticas (17%). A pesquisa também perguntou em quais áreas o governo teve melhor desempenho. Combate à fome e à miséria (13%), combate ao desemprego (10%) e educação (10%) foram as mais citadas. O levantamento está registrado no TSE sob o código BR-00290/2026. Os dados completos da pesquisa estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral.























