Governo da Bahia define empresa que vai construir Hospital Geral de Maracás
Governo da Bahia define empresa que vai construir Hospital Geral de Maracás
Unidade terá 51 leitos, atendimento 24 horas e serviços de clínica médica, cirurgia, pediatria e obstetrícia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Governo da Bahia designou a Nordeste Engenharia Ltda. como responsável pela construção do Hospital Geral de Maracás, no Vale do Jiquiriçá, após a divulgação do resultado da licitação em 26 de abril pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). A proposta vencedora foi de R$ 56,8 milhões, conduzida pela Diretoria de Licitação e pela Comissão de Contratação da Sesab.
- O novo hospital contará com 51 leitos e oferecerá serviços de clínica médica, cirurgia, pediatria, obstetrícia, urgência e emergência 24 horas, além de um centro cirúrgico e um Centro de Parto Normal (CPN), ampliando a oferta de saúde para Maracás e municípios vizinhos.
Igreja Matriz de Maracás - Reprodução
O Governo da Bahia definiu a empresa responsável pela construção do Hospital Geral de Maracás, no Vale do Jiquiriçá. O resultado da licitação foi divulgado nesta terça-feira (26) pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). A vencedora da concorrência foi a Nordeste Engenharia Ltda., que apresentou proposta de R$ 56,8 milhões para executar a obra. O processo licitatório foi conduzido pela Diretoria de Licitação e pela Comissão de Contratação da Sesab. A construção da unidade havia sido autorizada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) em janeiro deste ano. O novo hospital contará com 51 leitos e oferecerá atendimento nas áreas de clínica médica, cirurgia, pediatria e obstetrícia, além de serviço de urgência e emergência funcionando 24 horas. O projeto também prevê a implantação de centro cirúrgico e de um Centro de Parto Normal (CPN), ampliando a oferta de serviços de saúde para Maracás e municípios da região.
Nova vacina contra pneumonia e meningite começa a ser aplicada neste mês, anuncia Padilha
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria responsável por pneumonia e meningite
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo SUS para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. A vacina protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. A nova vacina substituirá a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença.nnA doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. A inclusão da Pneumo 20 é parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações e deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes no país.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. O imunizante protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. Na rede privada, cada dose custa mais de R$ 500. Nova proteção ampliada - A Pneumo 20 substituirá gradualmente a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a nova formulação oferece proteção mais abrangente contra infecções invasivas, incluindo variantes associadas a pneumonia e meningite em crianças. Doença causa mortes e sequelas - A doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. Dados do governo apontam que, entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. Apenas entre crianças menores de 5 anos foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a doença uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades preveníveis por vacinação. Distribuição e público-alvo - As primeiras 514 mil doses já começaram a ser distribuídas para estados e municípios. A previsão é de que mais de 6,1 milhões de doses sejam disponibilizadas ainda em 2026. Além de crianças menores de 5 anos, a vacina será destinada a povos indígenas sem histórico vacinal, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Cobertura vacinal em recuperação - O Ministério da Saúde afirma que a inclusão da Pneumo 20 faz parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações. A pasta destaca que a cobertura vacinal infantil voltou a crescer nos últimos anos, após um período de queda, e que a nova vacina deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes em todo o país.
Alta de casos respiratórios pressiona Hospital do Oeste em Barreiras
Alta de casos respiratórios pressiona Hospital do Oeste em Barreiras
Unidade em Barreiras aponta aumento entre janeiro e abril; Fiocruz coloca estado em alerta máximo para SRAG
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Hospital do Oeste em Barreiras registrou um aumento de 120% nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre janeiro e abril deste ano. De acordo com a unidade, as notificações passaram de 15 casos em janeiro para 33 em abril. Ao longo do período, foram contabilizados 10 casos em fevereiro e 24 em março, indicando tendência de alta na demanda por atendimento, especialmente na emergência e na ala pediátrica. A direção alerta para a necessidade de encaminhamento adequado dos pacientes, priorizando os casos mais graves.
- Dados da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) mostram que, até a 12ª semana epidemiológica, foram registrados 1.732 casos de SRAG no estado. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) classifica a Bahia em nível de alerta máximo para incidência da síndrome. A SRAG é caracterizada por agravamento de sintomas gripais, como febre, tosse e coriza, evoluindo para dificuldade respiratória e necessidade de internação.
- A unidade segue priorizando casos de maior complexidade para evitar superlotação. A orientação é que pacientes com sintomas leves procurem unidades de atenção primária. O aumento dos casos tem impactado diretamente o atendimento pediátrico, com registro frequente de crianças em estado grave, algumas com necessidade de ventilação mecânica e internação em UTI.
Foto: SESAB
O Hospital do Oeste (HO), em Barreiras, registrou aumento de 120% nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre janeiro e abril deste ano, em meio à maior circulação de vírus respiratórios na região. De acordo com a unidade, as notificações passaram de 15 casos em janeiro para 33 em abril. Ao longo do período, foram contabilizados 10 casos em fevereiro e 24 em março, indicando tendência de alta na demanda por atendimento, especialmente na emergência e na ala pediátrica.O hospital é referência para 36 municípios do oeste baiano e tem operado com alta procura por assistência respiratória. A direção alerta para a necessidade de encaminhamento adequado dos pacientes, priorizando os casos mais graves. Dados da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) mostram que, até a 12ª semana epidemiológica, foram registrados 1.732 casos de SRAG no estado. Desse total, 254 tiveram confirmação para Influenza.O avanço ocorre em um contexto de sazonalidade dos vírus respiratórios e da circulação do subtipo Influenza A H3N2, incluindo o subclado K. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) classifica a Bahia em nível de alerta máximo para incidência da síndrome. A SRAG é caracterizada por agravamento de sintomas gripais, como febre, tosse e coriza, evoluindo para dificuldade respiratória e necessidade de internação.Segundo a direção do Hospital do Oeste, a unidade segue priorizando casos de maior complexidade para evitar superlotação. A orientação é que pacientes com sintomas leves procurem unidades de atenção primária. Na avaliação de profissionais da unidade, o aumento dos casos tem impactado diretamente o atendimento pediátrico, com registro frequente de crianças em estado grave, algumas com necessidade de ventilação mecânica e internação em UTI.
























