Durante manifestações, Flávio diz que Bolsonaro subirá rampa em 2027
Senador discursou no ato “Acorda, Brasil”, na Avenida Paulista, e afirmou que ex-presidente retomará o Planalto.
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Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (1º), durante o ato “Acorda, Brasil”, na Avenida Paulista, que o ex-presidente Jair Bolsonaro retornará ao Palácio do Planalto em 2027. “Eu disse ao meu pai que, em janeiro de 2027, ele irá pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro”, declarou o senador, ao relatar conversa com o ex-presidente na última quarta-feira.Bolsonaro está preso sob acusação de tentativa de golpe de Estado. Durante o discurso, Flávio associou o atual governo a escândalos como o mensalão e o petrolão e citou investigações sobre descontos indevidos em benefícios do INSS.Ao encerrar a fala, afirmou que “ninguém aguenta mais quatro anos de PT” e disse que o grupo político permanecerá mobilizado “até a vitória”.
Jornalista questiona Lula sobre ato pró-Bolsonaro e é vaiada; presidente evitou comentários
Jornalista questionou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o ato feito no domingo (25) em apoio a Jair Bolsonaro (PL)
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Foto: Ricardo Stuckert
- Durante evento no Palácio do Planalto, uma jornalista questionou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o ato feito no domingo (25) na avenida Paulista, em São Paulo, em apoio ao ex-mandatário Jair Bolsonaro (PL). A jornalista foi vaiada por militantes de movimentos sociais que estavam presentes na reunião. Apesar do questionamento, o presidente não respondeu à pergunta. As vaias só cessaram depois que a equipe de Lula pediu silêncio para os apoiadores. Mais adiante na entrevista, outra jornalista refez a pergunta, mas ficou igualmente sem resposta. O ex-presidente reuniu milhares de apoiadores na avenida Paulista, e fez um discurso no qual maneirou a conhecida agressividade contra o STF (Supremo Tribunal Federal), disse buscar a pacificação do país e pediu anistia aos presos pelo ataque golpista de 8 de janeiro de 2023.
Religião, ataques ao STF e defesa contra a PF; confira os destaques do ato na Paulista
O ato em defesa ao ex-presidente aconteceu neste domingo (25) na Avenida Paulista
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Foto: Gazeta do Povo
- Jair Bolsonaro discursou durante o ato em sua defesa pelas investigações da Polícia Federal, neste domingo (25), na Avenida Paulista. O ex-presidente trouxe à tona ações que teria realizado durante os seus anos de mandato, entre 2018 e 2022, defendeu a pacificação do país e um projeto de anistia para os presos das manifestações de 8 de janeiro de 2023. O ex-presidente, que não havia se manifestado, falou sobre as acusações de ter arquitetado um golpe do Estado contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Milhares de pessoas ocuparam a Avenida Paulista. Bolsonaro afirmou que a fotografia da manifestação ainda vai rodar o mundo. "O que eu busco é a pacificação, é passar uma borracha no passado. É buscar uma maneira de nós vivermos em paz. É não continuarmos sobressaltados. É por parte do parlamento brasileiro, Nikolas, Gayer, Zucco, Feliciano, meus colegas aqui do lado, é uma anistia para aqueles pobres coitados que estão presos em Brasília. Nós não queremos que seus filhos sejam órfãos de pais vivos", disse. Michelle Bolsonaro iniciou o seu discurso com forte teor religioso. A ex-primeira-dama comentou que o governo Bolsonaro foi perseguido por ser associado às religiões. Segundo ela, antes, “ao não misturar política com religião, o mal tomou o espaço” no país. Michelle, chegou a se emocionar ao falar com o público que chamou de “exército de Deus, de homens e mulheres, exército de patriotas que não desistem da sua nação”. Ainda com um discurso religioso, o principal organizador do evento, Silas Malafaia atacou o STF, o TSE, Alexandre de Moraes e disse que "não tem medo de ser preso". Durante o seu discurso, chegou a afirmar que o governo Lula estaria por trás dos atos de 8 de Janeiro de 2023, mesmo sem nenhuma prova da acusação. Além disso, o pastor citou a morte de um de seus fieis direcionando a responsabilidade para o ministro do Supremo Tribunal Federal. “O sangue de Clériston está nas mãos de Alexandre de Moraes e ele vai dar conta dele”, concluiu. Sobre as acusações de ter planejado um Golpe de Estado, Jair Bolsonaro se defendeu e alegou que a base da acusação é uma minuta de decreto de Estado de Defesa "Golpe é tanque na rua, nada disso foi feito no Brasil [...] Golpe usando a Constituição? Tenha santa paciência!", disse. Para complentar, o ex-presidente insinou que o atual presidente, Lula, não teria apoio da população ao seu lado, e isso era vísivel pela quantidade de apoiadores que estavam presentes em seu ato. "Com essa fotografia mostramos que podemos ver um time de futebol sem torcida ser campeão, mas não conseguimos entender como existe um presidente sem povo ao seu lado", concluiu.
“Em defesa do nosso estado democrático de direito”, diz Bolsonaro sobre ato em sua defesa na Av. Paulista
A convocação foi feita nesta segunda-feira (12), através de um vídeo publicado no X (Twitter) do ex-presidente
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- O ex-presidente Jair Bolsonaro convocou um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, no dia 25 de fevereiro às 15h. Segundo declarou, através de um vídeo postado em suas redes sociais, o evento é “em defesa do nosso estado democrático de direito”, e em prol da defesa do ex-mandatário que tem sido alvo das investigações da PF. “Nesse evento, eu quero me defender de todas as acusações que têm sido imputadas à minha pessoa nos últimos meses. [...]. A nossa união, as nossas preocupações. O que nós queremos? Deus, Pátria, Família e Liberdade”, disse Bolsonaro em seu comunicado. Os apoiadores de Bolsonaro, foram sugeridos a irem trajados de “verde e amarelo” e também foi pedido por ele que ninguém levasse cartazes ou faixas criticando qualquer político. O governador de São Paulo, Tarcisio Freitas (Republicanos), confirmou presença no ato, mesmo fazendo alguns acenos ao governo Lula (PT).
Bolsonaro cancela viagem para Paraíba após operação da PF
Ex-mandatário irá se preparar para o ato convocado na Avenida Paulista na próxima semana
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Foto: Reprodução
- O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cancelou uma viagem à Paraiba para agenda na sexta-feira (16) após se tornar alvo da investigação da Polícia Federal (PF) que apura uma tentativa de golpe de Estado. A viagem foi cancelada para que o ex-mandatário se organize para o ato convocado por ele na Avenida Paulista na próxima semana. As informações são do jornal O Globo. "Em função dos acontecimentos que ocorreram na semana passada, em que foram imputadas acusações infundadas contra o presidente Jair Bolsonaro, ele vai realizar um ato pacífico na Avenida Paulista para apresentar a verdade dos fatos. Por causa da logística que envolve um evento dessa magnitude na capital paulista, o presidente decidiu transferir a sua vinda à capital paraibana, marcada para a próxima sexta-feira", diz uma nota do partido. A legenda ainda pede que os paraibanos participem do ato em São Paulo presencialmente ou que manifestem o apoio através das redes sociais. Ao se tornar um dos alvos da operação, Bolsonaro teve que entregar seu passaporte às autoridades brasileiras para evitar uma saída do país.























