Reprovação de Lula volta a superar aprovação, aponta Quaest
Reprovação de Lula volta a superar aprovação, aponta Quaest
Pesquisa encomendada pelo Grupo Globo mostra mudança e tendência,a mas dentro da margem de erro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou novamente a aprovação, de acordo com a pesquisa Quaest divulgada recentemente. A pesquisa aponta que 48% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista, enquanto 46% aprovam. Essa diferença, no entanto, encontra-se dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais.
- A nova pesquisa foi realizada em um contexto político de desgastes para o governo, com a abertura de inquéritos pela Polícia Federal para investigar suspeitas envolvendo o filho do presidente, Fábio Luis Lula da Silva, e enquanto o presidente tenta fortalecer apoio político no Congresso Nacional para as eleições de 2026 e avançar em projetos prioritários. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores e tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a superar numericamente a aprovação, segundo a nova pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira. O levantamento aponta que 48% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista, enquanto 46% aprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam. A diferença, no entanto, está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Na rodada anterior, realizada no início de agosto, Lula tinha 48% de aprovação e 47% de desaprovação. Há um ano, a reprovação ao governo chegava a 51%. Em julho deste ano, a desaprovação estava em 47%, enquanto a aprovação era de 48%. A nova pesquisa foi realizada em meio a uma sequência de desgastes políticos envolvendo o presidente e seu governo. Nos últimos 15 dias, a Polícia Federal abriu três inquéritos para investigar suspeitas envolvendo Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente. As apurações tratam de possíveis casos de tráfico de influência na área da Saúde, favorecimento na Dataprev e negócios ilícitos relacionados ao governo. Ao mesmo tempo, Lula intensificou a articulação política com o Congresso Nacional. O movimento combina a busca por apoio para as eleições de 2026 com a tentativa de avançar, antes do primeiro turno, em projetos considerados prioritários pelo Palácio do Planalto. Na semana passada, o presidente se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que declarou apoio à sua candidatura, e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Alcolumbre já havia contribuído para destravar pautas de interesse do governo no Congresso, entre elas a discussão sobre o fim da escala de trabalho 6x1. Contratada pela TV Globo e pelo jornal O GLOBO, a pesquisa Quaest ouviu 2.004 eleitores entre segunda e quinta-feira. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026.
Pesquisa Quaest mostra que maioria dos brasileiros acredita na reeleição de Lula em 2026
De acordo com o levantamento, 55% dos entrevistados disseram acreditar que Lula vencerá a disputa presidencial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (20) aponta que 55% dos entrevistados acreditam na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026. O percentual indica um crescimento de seis pontos percentuais em comparação ao levantamento realizado em abril, quando o índice de expectativa de vitória do petista era de 49%.
- Em contrapartida, a expectativa de vitória do senador Flávio Bolsonaro, um dos principais nomes da oposição, registrou queda, passando de 32% para 25% no mesmo período. O levantamento destaca as articulações para a sucessão presidencial e mede a percepção dos eleitores sobre o cenário político atual, não se tratando de uma pesquisa de intenção de voto.
Foto: Reprodução
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (20) mostra que a maioria dos brasileiros acredita na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026. De acordo com o levantamento, 55% dos entrevistados disseram acreditar que Lula vencerá a disputa presidencial. O índice representa um crescimento de seis pontos percentuais em relação à pesquisa de abril, quando esse percentual era de 49%. Já 25% dos participantes afirmaram acreditar na vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece como um dos principais nomes da oposição. Em abril, esse índice era de 32%, indicando uma redução de sete pontos percentuais. Outros 4% dos entrevistados disseram acreditar na vitória de outro candidato, enquanto 16% afirmaram não saber quem vencerá a eleição.O levantamento foi divulgado em meio às articulações para a sucessão presidencial de 2026 e reflete a percepção dos eleitores sobre o cenário político atual. A pesquisa mede a expectativa dos entrevistados sobre o resultado da eleição e não a intenção de voto.
Datafolha: 38% não lembram voto para governador em 2022
Datafolha: 38% não lembram voto para governador em 2022
Lembrança do voto para presidente chegou a 85%, diz pesquisa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa recente do Datafolha revela que 38% dos brasileiros não se recordam em quem votaram para governador nas eleições de 2022. Este índice de esquecimento contrasta fortemente com o da eleição presidencial, onde apenas 7% dos entrevistados declararam não lembrar de seu voto. O levantamento, que ouviu 1.898 eleitores, destaca uma disparidade significativa na retenção da memória eleitoral, indicando que a disputa para governos estaduais gera uma lembrança menos duradoura.
- A análise dos dados do Datafolha aponta que o esquecimento do voto para governador é mais acentuado entre mulheres (46%) e jovens de 20 a 24 anos (45%). Por outro lado, eleitores na faixa etária de 45 a 59 anos demonstram maior recordação, com 63%. A pesquisa também mostrou diferenças por preferência partidária: 76% dos eleitores do PL lembram seu voto para governador, percentual superior aos 52% dos simpatizantes do PT. Para a eleição presidencial, a lembrança foi majoritária em ambos os grupos, atingindo 97% entre eleitores do PL e 90% entre os do PT.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
Mais de um terço dos brasileiros não se lembra em quem votou para governador nas eleições de 2022. É o que mostra uma pesquisa do Datafolha, divulgada nesta semana. Segundo o levantamento, 38% dos entrevistados disseram não se recordar do voto para o governo do estado. Outros 9% afirmaram que não votaram em nenhum candidato, enquanto 54% disseram lembrar da escolha feita. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O cenário é diferente quando o assunto é a eleição para presidente da República. Apenas 7% dos entrevistados disseram não lembrar em quem votaram em 2022. Outros 85% afirmaram recordar o voto, e 8% declararam que não votaram em nenhum candidato. A pesquisa também mostra diferenças entre os grupos entrevistados. O índice de esquecimento do voto para governador é maior entre as mulheres, com 46%, e entre jovens de 20 a 24 anos, faixa em que 45% disseram não se lembrar da escolha. Já o grupo de 45 a 59 anos apresentou o maior percentual de lembrança, com 63%. Entre os eleitores que declararam preferência pelo PL, 76% afirmaram lembrar em quem votaram para governador. Entre os simpatizantes do PT, esse percentual foi de 52%. Na disputa presidencial de 2022, a lembrança do voto foi ainda maior: 97% entre os simpatizantes do PL e 90% entre os eleitores que disseram preferir o PT. O Datafolha ouviu 1.898 eleitores com 20 anos ou mais entre os dias 17 e 18 de junho. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09956/2026.
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo
Levantamento mostra 38% de avaliação negativa e 32% de avaliação positiva do governo federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (20), aponta que a avaliação dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula permanece estável, com 38% classificando a gestão como ruim ou péssima. Paralelamente, 32% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 29% o avaliam como regular. Estes números demonstram uma consistência notável em comparação com o levantamento anterior realizado em maio.
- O instituto também aferiu a aprovação pessoal de Lula, revelando que 49% dos entrevistados desaprovam seu trabalho, contra 48% que o aprovam, uma leve oscilação na desaprovação desde maio. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 17 e 19 de junho em diversas regiões do país, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sendo registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) mostra que a avaliação dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula permanece estável em relação ao levantamento realizado em maio. Segundo o instituto, 38% dos entrevistados classificam a gestão como ruim ou péssima. Já 32% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 29% avaliam a administração como regular. Apenas 1% não soube responder. Os números são praticamente os mesmos registrados na pesquisa anterior. Em maio, a avaliação negativa também era de 38%, a positiva somava 32% e a regular atingia 28%. Na comparação com abril, houve uma leve redução da avaliação negativa, que era de 40%, e um aumento da avaliação positiva, que estava em 29%. O Datafolha também mediu os índices de aprovação pessoal do presidente Lula. Nesse cenário, 49% dos entrevistados disseram desaprovar o trabalho do presidente, enquanto 48% afirmaram aprová-lo. Outros 3% não souberam responder. Em relação ao levantamento de maio, a desaprovação oscilou um ponto percentual para cima, passando de 48% para 49%. Já a aprovação permaneceu em 48%. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 17 e 19 de junho em diferentes regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09956/2026.
ACM Neto lidera corrida pelo Governo da Bahia, diz pesquisa
ACM Neto lidera corrida pelo Governo da Bahia, diz pesquisa
Pesquisa DataTrends aponta vantagem do ex-prefeito de Salvador nos cenários de primeiro e segundo turno para as eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa divulgada pelo instituto DataTrends aponta ACM Neto em primeiro lugar nas intenções de voto para governador da Bahia nas eleições de 2026, com 49% das intenções de voto. O governador Jerônimo Rodrigues aparece em segundo lugar com 39%.
- Além disso, a pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues, mostrando que o ex-prefeito amplia a vantagem e alcança 50% das intenções de voto. A pesquisa ainda avaliou o índice de rejeição dos pré-candidatos, com Ronaldo Mansur tendo a maior rejeição.
Foto: Reprodução
Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (15) pelo instituto DataTrends aponta o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), na liderança da disputa pelo Governo da Bahia nas eleições de 2026. No cenário estimulado, ACM Neto aparece com 49% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 39%. O candidato do PSOL, Ronaldo Mansur, soma 2%. Outros 4% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados, enquanto 6% disseram estar indecisos ou preferiram não responder. O levantamento também simulou um eventual segundo turno entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues. Nesse cenário, o ex-prefeito amplia a vantagem e alcança 50% das intenções de voto, contra 41% do atual governador. Os votos brancos e nulos representam 4%, e 5% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder. A pesquisa ainda avaliou o índice de rejeição dos pré-candidatos. Ronaldo Mansur aparece com a maior rejeição, registrando 69%. Jerônimo Rodrigues soma 46%, enquanto ACM Neto tem 41%. Apesar do cenário eleitoral desfavorável, o governador mantém avaliação positiva de sua gestão. Segundo o DataTrends, 52% dos entrevistados aprovam a administração estadual, enquanto 45% desaprovam o governo. O instituto ouviu 1.200 eleitores entre os dias 7 e 9 de junho. A margem de erro e demais detalhes metodológicos constam no registro da pesquisa junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o número BA-01587/2026.
Pesquisa mostra Lula na liderança em todos os cenários para 2026
Pesquisa mostra Lula na liderança em todos os cenários para 2026
Levantamento Meio/Ideia aponta crescimento da vantagem do presidente sobre Flávio Bolsonaro no primeiro e segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Meio/Ideia, divulgada na quinta-feira (28), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como líder em todos os cenários testados para a eleição presidencial de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 38,5% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro soma 31,5%.Lula também lidera nos cenários de segundo turno contra todos os adversários testados. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 23 e 27 de maio de 2026, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Os resultados do levantamento são significativos, especialmente entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos e jovens de 16 a 24 anos, onde a queda de Flávio Bolsonaro foi mais acentuada.
Foto: Reprodução
A pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quinta-feira (28) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança em todos os cenários testados para a eleição presidencial de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 38,5% das intenções de voto, abrindo sete pontos percentuais de vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro, que soma 31,5%. Na pesquisa anterior, divulgada em 6 de maio, o presidente registrava 40%, enquanto Flávio tinha 36%. O levantamento também testou outros nomes da direita. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado aparece com 5,5%; o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema tem 2,4%; e o líder do MBL, Renan Santos, registra 2,1%. Nos cenários de segundo turno, Lula também lidera contra todos os adversários testados. Segundo a pesquisa, o presidente aparece com 46,5% contra 41,4% de Flávio Bolsonaro. No início do mês, o senador liderava o confronto direto por 45,3% a 44,7%. De acordo com o levantamento, a queda de Flávio Bolsonaro foi mais acentuada entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos, jovens de 16 a 24 anos e entrevistados que se identificam como de centro-direita. Entre os demais nomes testados, Caiado e Michelle Bolsonaro aparecem como os mais competitivos contra Lula, ambos com 40% das intenções de voto, ante 46% do atual presidente. Já Romeu Zema aparece com 37%; Renan Santos, 31%; Tereza Cristina, 27%; o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, 26%; e Aécio Neves, 25%. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 23 e 27 de maio de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-02918/2026.
Atlas: Flávio cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% de Lula no 2º turno
Atlas: Flávio cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% de Lula no 2º turno
Pesquisa mostra queda nas intenções de voto do senador após repercussão de mensagens envolvendo Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
- Lula lidera com 46,7% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio aparece com 34,3%. A pesquisa também mostra que a queda de Flávio coincide com a divulgação de conversas vazadas entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Foto: Reprodução | Metrópoles
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais de 2026. No primeiro turno, Lula aparece com 46,7% das intenções de voto, contra 34,3% de Flávio, diferença de 12,4 pontos percentuais. Em abril, o petista tinha 46,6%, enquanto o senador marcava 39,7%. Sem Flávio Bolsonaro na disputa, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece em segundo lugar, com 17% das intenções de voto, enquanto Lula lidera com 46,7%. No cenário de segundo turno, Lula registra 48,9% das intenções de voto, contra 41,8% de Flávio Bolsonaro. Brancos, nulos e indecisos somam 9,3%. Na pesquisa anterior, realizada em abril, os dois apareciam tecnicamente empatados: Flávio tinha 47,8% e Lula, 47,5%. Segundo o levantamento, a queda de Flávio coincide com a divulgação de conversas vazadas entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, nas quais o parlamentar cobraria recursos para a produção do filme "Dark Horse", sobre a vida de Jair Bolsonaro. A pesquisa aponta que 95,6% dos entrevistados disseram ter tomado conhecimento do vazamento e 45,1% afirmaram que o episódio enfraqueceu muito a candidatura de Flávio Bolsonaro. A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu 5.032 brasileiros entre os dias 13 e 18 de maio de 2026. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 1 ponto percentual, para mais ou para menos.
Maioria rejeita redução de penas de Bolsonaro no 8 de janeiro
Maioria rejeita redução de penas de Bolsonaro no 8 de janeiro
Pesquisa Genial/Quaest mostra aumento da rejeição à diminuição das penas aplicadas aos condenados pela invasão da Praça dos Três Poderes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um levantamento recente realizado pela Genial/Quaest mostrou que a maioria dos brasileiros é contrária à redução das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília.
- A pesquisa, que ouviu 2.004 pessoas entre os dias 8 e 11 de maio, revelou que 52% dos entrevistados rejeitam a diminuição das punições impostas aos envolvidos nos ataques, o que representa uma queda em relação ao percentual de dezembro do ano passado, que era de 46%. Além disso, a pesquisa também mostrou queda no apoio à redução das penas entre eleitores identificados com a direita e entre apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Foto: Ton Molina | STF
Levantamento divulgado neste sábado (17) pela Genial/Quaest aponta que a maioria dos brasileiros é contrária à redução das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília. Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados rejeitam a diminuição das punições impostas aos envolvidos nos ataques. Em dezembro do ano passado, esse percentual era de 46%. O levantamento também mostrou queda no apoio às penas mais leves. Atualmente, 39% defendem a redução das condenações, enquanto anteriormente o cenário indicava maior equilíbrio entre opiniões favoráveis e contrárias. No recorte político, a pesquisa identificou redução no apoio à flexibilização das penas entre eleitores identificados com a direita e entre apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre os eleitores de direita, o índice favorável à redução caiu de 78% para 67%. Já entre os bolsonaristas, o percentual passou de 87% para 73%, segundo os dados divulgados. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Os atos de 8 de janeiro são investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pelo julgamento dos envolvidos nas invasões e depredações registradas nas sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Datafolha aponta pior avaliação do governo em áreas prioritárias, como segurança e corrupção
Levantamento ouviu 2.004 pessoas em todo o país nos dias 12 e 13 de maio
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa Datafolha realizada em maio apontou a segurança pública como a área de pior desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, citada por 16% dos entrevistados. Saúde (15%), economia (13%) e combate à corrupção (13%) também figuram entre os principais pontos negativos. Curiosamente, esses temas também se destacam como prioridades para o próximo presidente, com a saúde liderando as preocupações (34%), seguida por educação (15%) e segurança pública (12%).
- O levantamento, que entrevistou 2.004 pessoas, revelou variações significativas por grupos demográficos, como a preocupação feminina com a saúde e dos jovens com a economia. Mesmo entre eleitores de Lula, a segurança pública é vista como o principal problema, enquanto apoiadores de Flávio Bolsonaro priorizam a crítica ao combate à corrupção. Em contraste, as áreas de melhor desempenho do governo foram o combate à fome e à miséria (13%), ao desemprego (10%) e a educação (10%). A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-00290/2026.
Foto: Reprodução | O Globo
A segurança pública foi apontada como a área de pior desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 12 e 13 de maio com 2.004 entrevistados em todo o país. O tema foi citado por 16% dos participantes. Na sequência aparecem saúde (15%), economia (13%) e combate à corrupção (13%). Esses mesmos temas figuram entre as prioridades indicadas pelos entrevistados para o próximo presidente, com destaque para saúde (34%), educação (15%), segurança pública (12%) e economia (11%). O levantamento mostra diferenças entre grupos. Entre mulheres, 19% apontaram a saúde como pior área do governo, contra 11% dos homens. Entre jovens de 16 a 24 anos, a economia foi o principal ponto negativo (21%), enquanto apenas 5% dos entrevistados com 60 anos ou mais citaram o tema. Mesmo entre eleitores que declaram voto em Lula, a segurança pública aparece como principal problema (18%). Já entre apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL), o combate à corrupção lidera as críticas (17%). A pesquisa também perguntou em quais áreas o governo teve melhor desempenho. Combate à fome e à miséria (13%), combate ao desemprego (10%) e educação (10%) foram as mais citadas. O levantamento está registrado no TSE sob o código BR-00290/2026. Os dados completos da pesquisa estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral.






















