Reprovação ao STF atinge maior índice da série histórica, diz Datafolha
Reprovação ao STF atinge maior índice da série histórica, diz Datafolha
Índice é o maior da série histórica iniciada em 2019; apenas 18% avaliam positivamente a atuação dos ministros.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Datafolha divulgada em 26 de setembro de 2026 mostrou que a avaliação negativa do trabalho dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a 47%, o maior nível desde o início da série histórica em 2019. Apenas 18% dos entrevistados consideram a atuação dos ministros ótima ou boa, enquanto 31% a classificam como regular. Entre eleitores de Lula (PT), 32% dão avaliação positiva ao STF, ao passo que 24% são negativos; entre os de Flávio Bolsonaro (PL), apenas 6% dão nota positiva e 69% avaliam a atuação como ruim ou péssima.
- A pesquisa também revelou que 45% dos respondentes apoiam a proposta do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de criar um Código de Ética e Conduta para a Corte. Além disso, 33% acreditam que a atuação do STF prejudica mais a candidatura de Flávio Bolsonaro, enquanto 23% apontam maior prejuízo à candidatura de Lula. O levantamento, com margem de erro de dois pontos percentuais, foi realizado com 2.002 eleitores em 125 municípios e está registrado no TSE sob o número BR-00304/2026.
Foto: Gustavo Moreno | STF
A avaliação negativa do trabalho dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a 47% e atingiu o maior nível da série histórica do Datafolha, iniciada em 2019. O resultado faz parte de pesquisa divulgada no sábado (26). Segundo o levantamento, 18% dos entrevistados consideram a atuação dos ministros ótima ou boa, enquanto 31% classificam o trabalho como regular. Outros 4% não souberam ou não responderam. Em maio deste ano, a avaliação negativa do STF era de 40%. Entre os eleitores que declararam voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 32% avaliaram positivamente o trabalho dos ministros, enquanto 24% fizeram uma avaliação negativa. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), 6% consideraram a atuação do STF ótima ou boa e 69% a classificaram como ruim ou péssima. A pesquisa também perguntou sobre a proposta do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de criação de um Código de Ética e Conduta para os integrantes da Corte. Ao todo, 45% são favoráveis à medida, sendo 23% totalmente a favor e 23% parcialmente a favor. Outros 33% são contrários, 5% não são a favor nem contra e 17% não souberam responder. O levantamento também abordou a percepção dos eleitores sobre a influência da atuação do STF na disputa presidencial. Para 33%, a atuação dos ministros prejudica mais a candidatura de Flávio Bolsonaro, enquanto 23% apontaram maior prejuízo à candidatura de Lula. A pesquisa Datafolha foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais, em 125 municípios, entre os dias 22 e 23 de setembro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00304/2026.
Governo anuncia proibição de bets no Brasil
Governo anuncia proibição de bets no Brasil
Medidas foram anunciadas nesta sexta-feira (25), com governo citando aumento do endividamento e apoio à proibição das apostas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta sexta‑feira (25) uma medida provisória que proíbe a operação das casas de apostas (bets) no Brasil e lançou a terceira edição do programa Desenrola, voltado à renegociação de dívidas familiares. A iniciativa faz parte de um pacote governamental para conter o endividamento das famílias e chega na reta final do primeiro turno das eleições de 2026, após críticas de Lula ao setor, que ele descreveu como “vício em lucro” que destrói lares.
- A proposta inclui penas de quatro a seis anos de prisão e multas para quem explorar ou operar apostas de quota fixa, além de sanções de dois a quatro anos para publicidade, recrutamento e uso de dados pessoais. Segundo pesquisa da AtlasIntel, 75% da população apoia a proibição e 36% atribui a Lula a desanimação das bets. O setor, regulamentado em 2023, arrecadou R$ 9,91 bilhões em tributos entre janeiro e agosto de 2026, o que pode ser impactado pela nova medida.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta sexta-feira (25) uma medida provisória que proíbe a operação das casas de apostas no Brasil, conhecidas como bets, além de um novo Desenrola, programa de renegociação de dívidas. As medidas fazem parte de um pacote anunciado pelo governo para combater o endividamento das famílias. Esta será a terceira versão do Desenrola. Nas edições anteriores, o governo ofereceu garantias para melhorar as condições de desconto com os bancos, liberou o uso do FGTS e criou uma modalidade voltada a bons pagadores. No caso das apostas, além da medida provisória, o governo deve enviar ao Congresso um projeto de lei para estabelecer penas para quem explorar, operar ou divulgar as plataformas. A proposta prevê reclusão de quatro a seis anos, além de multa, para quem explorar ou operar apostas de quota fixa. O texto também prevê punições para quem fizer publicidade ou recrutar apostadores, utilizar dados pessoais para direcionar anúncios e participar de transações financeiras ligadas às plataformas. Nesses casos, as penas previstas são de dois a quatro anos de prisão. Se a aposta envolver jogos virtuais, como o “jogo do tigrinho”, a pena poderá ser aumentada em um terço. A ofensiva contra as bets ocorre na reta final do primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro, após uma série de críticas feitas por Lula às apostas. Nesta semana, durante discurso na Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente afirmou que as plataformas transformam “vício em lucro” e estão “destruindo lares”. Segundo pesquisa AtlasIntel citada pelo governo, 75% da população defende a proibição das bets no Brasil. O mesmo levantamento aponta que 36% dos eleitores afirmam que Lula é responsável pela desanimação das apostas no país. As apostas on-line foram liberadas no Brasil em 2018, durante o governo de Michel Temer, mas não foram regulamentadas. Em 2023, o setor foi regulamentado pelo governo Lula e passou a operar sob regras específicas, mediante pagamento de outorga de R$ 30 milhões. A mudança nas regras também deve afetar a arrecadação federal. Entre janeiro e agosto de 2026, o governo arrecadou R$ 9,91 bilhões em tributos de casas de apostas, segundo dados da Receita Federal.
Pesquisas mostram empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em simulações de 2º turno
Nos dois levantamentos, Flávio aparece numericamente à frente, mas as diferenças estão dentro das respectivas margens de erro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Duas pesquisas divulgadas nesta quinta‑feira (24) apontam um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) para a disputa do segundo turno da Presidência da República em 2026, com as diferenças de intenção de voto dentro das margens de erro.
- A pesquisa Real Time Big Data registrou 45 % para Flávio e 44 % para Lula (margem de erro de 2 pontos), enquanto o levantamento PoderData/Aya mostrou 46 % a 45 % (margem de 1,8 ponto). Em simulações de primeiro turno, ambos os institutos indicam resultados próximos, reforçando a competitividade da corrida. As pesquisas foram realizadas entre 19 e 23 de setembro, com amostras de 2 mil e 3 mil eleitores, e estão registradas no TSE sob os protocolos BR‑04202/2026 e BR‑01739/2026.
Foto: Reprodução
Duas pesquisas divulgadas nesta quinta-feira (24) apontam empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno para a Presidência da República em 2026. Nos dois levantamentos, Flávio aparece numericamente à frente, mas as diferenças estão dentro das respectivas margens de erro. Na pesquisa Real Time Big Data, Flávio registra 45% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Brancos e nulos somam 8%, enquanto 3% não souberam ou não responderam. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Já o levantamento PoderData/Aya mostra Flávio com 46% e Lula com 45%. Nesse cenário, 7% optariam por branco ou nulo e 2% não souberam responder. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. Nas simulações de primeiro turno, o PoderData/Aya registra Lula com 41% e Flávio com 39%, também em empate técnico devido à margem de erro. No Real Time Big Data, Lula aparece com 41%, enquanto Flávio tem 37%. O PoderData/Aya ouviu 3 mil eleitores entre 20 e 23 de setembro, em 723 municípios das 27 unidades da Federação. A pesquisa tem margem de erro de 1,8 ponto percentual, intervalo de confiança de 95% e está registrada no TSE sob o protocolo BR-01739/2026. A Real Time Big Data entrevistou 2 mil eleitores entre 19 e 23 de setembro, por telefone e recrutamento digital. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o protocolo BR-04202/2026.
Flávio Bolsonaro oscila para cima no Nordeste mas perde terreno para Lula no Sudeste, aponta Quaest
Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro segue liderando entre eleitores da região Sudeste e amplia sua liderança entre evangélicos; presidente mantém favoritismo no Nordeste e entre católicos
Por: Juliano Galisi
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- Em pesquisa da Quaest divulgada em 21/09, o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) diminuiu a vantagem de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Nordeste, passando de 28% para 31% nas intenções de voto no segundo turno, enquanto Lula manteve 57% das menções. No Sudeste, Lula avançou de 31% para 36%, e Flávio recuou de 47% para 43%, dentro das margens de erro regionais.
- No cenário geral, os candidatos estão empatados, com 42% para Flávio Bolsonaro e 41% para Lula, margem de erro de dois pontos. A pesquisa, com 2.004 eleitores entre 17 e 20 de setembro, tem nível de confiança de 95% e foi registrada no TSE (protocolo BR‑06004/2026).
Foto: Wilton Junior | Estadão
Em uma semana, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reduziu a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre eleitores do Nordeste, variando de 28% das intenções de voto no cenário de segundo turno para 31%. Lula segue liderando, mas foi de 60% de menções para 57%. Ambas as variações foram apontadas na pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 21, e ocorreram dentro da margem de erro para o segmento, de quatro pontos porcentuais. Ao mesmo tempo em que oscilou para baixo entre nordestinos, Lula cresceu entre eleitores do Sudeste, passando de 31% para 36% de preferência na região. Flávio Bolsonaro segue na liderança no recorte, mas recuou de 47% para 43%. A margem de erro no segmento é de três pontos porcentuais. A pesquisa também indicou o crescimento de Flávio Bolsonaro entre eleitores evangélicos na simulação de segundo turno. O senador avançou sete pontos porcentuais, de 51% para 58% da preferência do grupo. Lula manteve o índice registrado na última rodada, de 28%. A margem de erro no segmento é de quatro pontos porcentuais. Entre os católicos, quem lidera é Lula, com 46% das intenções de voto contra 37% do senador. A margem de erro do recorte é de três pontos porcentuais. No cenário geral, Flávio Bolsonaro e Lula estão empatados. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro tem 42% das intenções de voto, e o presidente, 41%. São 14% os votos brancos e nulos, e 3% estão indecisos. Embora o candidato do PL esteja numericamente à frente, o cenário é de empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. A Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 17 e 20 de setembro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06004/2026.
Pesquisa BTG/Nexus mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Pesquisa BTG/Nexus mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Presidente aparece com 46% contra 45% do senador; levantamento também testa cenários com Caiado, Cury, Zema e Renan Santos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa BTG/Nexus divulgada em 21 de setembro de 2026 indica que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) estão tecnicamente empatados, com 46% das intenções de voto cada um, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 40% contra 37% de Flávio, enquanto outros candidatos registram percentuais menores.
- A sondagem também simulou duelos de segundo turno contra Ronaldo Caiado, Augusto Cury, Romeu Zema e Renan Santos, mantendo Lula à frente em todas as hipóteses. Foram entrevistados 2.006 eleitores (18+), por telefone, entre 18 e 20 de setembro, com nível de confiança de 95% e registro no TSE (protocolo BR‑00485/2026).
Foto: Reprodução
Uma nova pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (21), mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46% das intenções de voto contra 45% de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois aparecem tecnicamente empatados. Brancos, nulos ou eleitores que não escolheriam nenhum dos dois somam 7%, enquanto 1% não soube ou não respondeu. Na pesquisa anterior, divulgada em 14 de setembro, Lula tinha 47% e Flávio Bolsonaro, 46%. Assim, ambos oscilaram um ponto para baixo no novo levantamento, mantendo um cenário de proximidade dentro da margem de erro. A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD). Nesse cenário, os dois aparecem com 45% das intenções de voto. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 9%, enquanto 1% não soube ou não respondeu. Na rodada anterior, Lula tinha 47% e Caiado, 41%. Outro cenário testado coloca Lula diante de Augusto Cury (Avante). O presidente registra 44%, enquanto o escritor aparece com 43%. Brancos, nulos ou nenhum dos dois somam 11%, e 2% não souberam ou não responderam. No levantamento anterior, os percentuais eram de 45% para Lula e 42% para Cury. Contra Romeu Zema (Novo), Lula aparece com 47% das intenções de voto, enquanto o ex-governador de Minas Gerais registra 41%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos representam 10% e outros 2% não souberam responder. Na pesquisa anterior, Lula tinha 49% e Zema, 38%. Já em um eventual segundo turno contra Renan Santos (Missão), Lula aparece com 47%, contra 39% do adversário. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 13%, enquanto 2% não souberam ou não responderam. Na rodada anterior, os números eram de 48% e 37%, respectivamente. No cenário estimulado de primeiro turno, a pesquisa mostra Lula com 40% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 37%. Augusto Cury aparece com 6%, Ronaldo Caiado com 5%, Renan Santos com 3%, enquanto Romeu Zema e Samara (UP) registram 1% cada. Brancos e nulos somam 4%, e 2% não souberam ou não responderam. A Nexus entrevistou 2.006 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 18 e 20 de setembro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pelo Banco BTG Pactual e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00485/2026.
Lula lidera primeiro turno em pesquisa Nexus/BTG e empata com Flávio Bolsonaro no segundo
Presidente aparece com 40% das intenções de voto, contra 36% de Flávio Bolsonaro; cenário de segundo turno aponta empate técnico entre os dois
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Nexus/BTG divulgada em 14 de setembro mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida para as eleições presidenciais de 2026, com 40% das intenções de voto no primeiro turno, superando Flávio Bolsonaro (36%) e ficando fora da margem de erro de dois pontos percentuais.
- Sem o candidato Pablo Marçal, Lula chega a 42% e Flávio 37%; nos cenários de segundo turno, Lula empata tecnicamente com Flávio (47% vs 46%) e supera Augusto Cury (45% vs 42%). A pesquisa entrevistou 2.003 eleitores por telefone entre 11 e 13 de setembro, com intervalo de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (14) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 40% das intenções de voto no primeiro turno das eleições de 2026, contra 36% de Flávio Bolsonaro (PL). O resultado coloca o petista à frente fora da margem de erro, que é de dois pontos percentuais. No cenário com Pablo Marçal (PRTB), Augusto Cury (Avante) aparece com 7%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), com 4% cada. Marçal soma 2%, enquanto Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) têm 1% cada. Os demais candidatos não pontuaram. Brancos, nulos e nenhum candidato somam 3%, e 2% não souberam ou não responderam. Sem Marçal, Lula registra 42%, contra 37% de Flávio. Cury aparece com 6%, Caiado com 5% e Renan Santos com 2%. Zema e Samara têm 1% cada, enquanto os demais candidatos não pontuaram. Nesse cenário, 4% optariam por branco, nulo ou nenhum nome, e 2% não souberam ou não responderam. Nos cenários de segundo turno, Lula aparece tecnicamente empatado com Flávio Bolsonaro, com 47% contra 46%, e com Augusto Cury, com 45% contra 42%. A pesquisa ouviu 2.003 eleitores por telefone, entre 11 e 13 de setembro, com intervalo de confiança de 95%.
Pesquisa Quaest: desaprovação ao governo Lula sobe para 50%
Pesquisa Quaest: desaprovação ao governo Lula sobe para 50%
Levantamento realizado entre 3 e 6 de setembro mostra alta da desaprovação e queda da aprovação em relação à pesquisa anterior.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa da Quaest divulgada nesta segunda‑feira (7) mostrou que a desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu para 50%, enquanto a aprovação recuou para 43%, com 7% dos entrevistados sem resposta. O levantamento, realizado entre 3 e 6 de setembro com 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais, indica ainda que 38% classificam a gestão como negativa, 34% como positiva e 25% como regular, em um contexto marcado pela crise envolvendo o STF.
- Com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01720/2026, reforçando a tendência de aumento da desaprovação e queda da aprovação da administração Lula nos últimos dias.
Foto: Reprodução
A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a crescer e chegou a 50%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7). O levantamento mostra que 43% dos brasileiros aprovam a forma como o petista administra o país, enquanto 7% não souberam ou preferiram não responder. Na comparação com a rodada anterior, divulgada na semana passada, a desaprovação aumentou dois pontos percentuais, passando de 48% para 50%. Já a aprovação caiu de 45% para 43%. A pesquisa também avaliou a percepção dos brasileiros sobre o governo. Atualmente, 38% classificam a gestão como negativa, índice um ponto acima do registrado anteriormente. A avaliação positiva recuou de 35% para 34%, enquanto 25% consideram o governo regular. Outros 3% não responderam. O levantamento foi realizado entre os dias 3 e 6 de setembro, período marcado pela crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF). Ao todo, foram entrevistados 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01720/2026.
Lula lidera primeiro turno e empata com Flávio Bolsonaro no segundo, aponta Quaest
Presidente aparece com 36% na primeira etapa e os dois registram 41% no confronto direto
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da eleição presidencial com 36% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 29%, segundo pesquisa Quaest contratada pela TV Globo divulgada em 7 de setembro. No cenário de segundo turno, os dois candidatos ficam tecnicamente empatados, com 41% cada, e Lula mantém vantagem nos confrontos contra Ronaldo Caiado, Augusto Cury, Renan Santos e Romeu Zema.
- A pesquisa, realizada presencialmente com 2.004 eleitores entre 3 e 6 de setembro, indica margens de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, estando registrada no TSE sob o número BR-01720/2026. Em demais cenários de segundo turno, Lula supera os adversários, registrando de 39% a 44% dos votos, enquanto os indecisos e votos em branco variam entre 13% e 21%.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da eleição presidencial, com 36% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 29%, segundo pesquisa Quaest contratada pela Tv Globo e divulgada nesta segunda-feira (7). No segundo turno, os dois empatam numericamente, com 41% cada. O levantamento também mostra Lula à frente nos confrontos com Ronaldo Caiado, Augusto Cury, Renan Santos e Romeu Zema. Primeiro turno Na pesquisa estimulada sem a presença de Pablo Marçal, os candidatos registraram os seguintes percentuais: Lula (PT): 36%; Flávio Bolsonaro (PL): 29%; Augusto Cury: 8%; Renan Santos: 3%; Ronaldo Caiado: 3%; Romeu Zema: 2%; Samara Martins: 1%; Branco, nulo ou nenhum: 8%; Indecisos: 10%. Com a inclusão de Pablo Marçal entre os candidatos, Lula permanece com 36% e Flávio Bolsonaro continua com 29%. Augusto Cury aparece com 8%, enquanto Renan Santos e Ronaldo Caiado registram 3% cada. Romeu Zema tem 2% e Pablo Marçal, 1%. Nesse cenário, 8% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não escolheriam nenhum candidato, enquanto 9% estão indecisos. Segundo turno Na simulação entre Lula e Flávio Bolsonaro, os dois aparecem tecnicamente empatados, com 41% cada. Outros 13% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não escolheriam nenhum dos dois, enquanto 5% ainda não sabem em quem votar. Nos demais cenários, Lula aparece numericamente à frente dos adversários: Lula x Ronaldo Caiado: Lula registra 41%, contra 38% de Caiado. Branco, nulo ou nenhum somam 17%, e 4% estão indecisos. Lula x Augusto Cury: o presidente tem 39%, enquanto Cury aparece com 35%. Outros 21% optariam por branco, nulo ou nenhum, e 5% não souberam responder. Lula x Renan Santos: Lula alcança 42%, contra 37% de Renan. Branco, nulo ou nenhum representam 17%, enquanto 4% estão indecisos. Lula x Romeu Zema: Lula aparece com 44%, e Zema registra 33%. Nesse cenário, 19% escolheriam branco, nulo ou nenhum, e 4% ainda não definiram o voto. A pesquisa ouviu presencialmente 2.004 pessoas entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01720/2026.
Flávio Bolsonaro tem 47% de rejeição; Lula aparece com 45%, diz Datafolha
Flávio Bolsonaro tem 47% de rejeição; Lula aparece com 45%, diz Datafolha
Levantamento aponta que os dois principais candidatos concentram os maiores índices de rejeição entre os eleitores.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A nova pesquisa Datafolha revela que Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lideram os índices de rejeição na corrida presidencial, com 47% e 45% dos eleitores, respectivamente, afirmando que não votariam neles. O levantamento, realizado com 2.002 eleitores em 125 municípios nos dias 1º e 2 de setembro, mostra ainda que os demais candidatos apresentam rejeição entre 9% e 16%, mantendo a disputa em clima de alta aversão ao voto.
- Com os números registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03669/2026, a pesquisa indica que a rejeição pode ser decisiva para um eventual segundo turno, reforçando a volatilidade do cenário político brasileiro em 2026.
Foto: Reprodução
A nova pesquisa Datafolha mostra que Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continuam liderando os índices de rejeição na disputa pela Presidência da República. Segundo o levantamento, 47% dos eleitores afirmam que não votariam de jeito nenhum em Flávio Bolsonaro, enquanto 45% rejeitam Lula. Os números mantêm os dois principais concorrentes praticamente empatados no quesito rejeição. Entre os demais candidatos, Augusto Cury (Avante) aparece com 9% de rejeição, seguido por Romeu Zema (Novo), com 16%, Renan Santos (Missão), com 15%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 13%. De acordo com o instituto, o cenário reforça uma disputa marcada por altos índices de rejeição, fator considerado decisivo em uma eventual corrida de segundo turno. A pesquisa ouviu 2.002 eleitores em 125 municípios, nos dias 1º e 2 de setembro, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03669/2026.
Diminui vantagem de Lula sobre Flávio em eventual 2º turno, aponta AtlasIntel/Bloomberg
Agora, o petista soma 43,4%, ante 45% na pesquisa anterior em julho, ao passo que Flávio aparece com 33,7%, ante 36%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31) mostra que a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o senador Flávio Bolsonaro diminuiu, mantendo Lula na liderança do primeiro turno com 43,4% contra 33,7% de Flávio. No cenário de um possível segundo turno, Lula teria 47,1% das intenções de voto, enquanto Flávio alcançaria 42,6%, refletindo uma queda na margem de apoio e um aumento nas rejeições a ambos os candidatos.
- A pesquisa, realizada online entre 25 e 30 de agosto com 5.014 entrevistados, também revelou que a desaprovação do governo Lula subiu para 51,1% e a aprovação caiu para 45,4%, enquanto a rejeição a Flávio Bolsonaro ficou em 52,7%. A margem de erro de 1 ponto percentual indica que os resultados são confiáveis, mas ainda há espaço para mudanças nas intenções de voto à medida que a eleição se aproxima.
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A vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno entre ambos da eleição presidencial de outubro diminuiu, apontou pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31). O levantamento apontou ainda que Lula manteve a liderança no primeiro turno. Agora, o petista soma 43,4%, ante 45% na pesquisa anterior em julho, ao passo que Flávio aparece com 33,7%, ante 36%. Em terceiro lugar aparecem empatados tecnicamente Augusto Cury (Avante), com 7,8%, e Renan Santos (Missão), com 7,6%. Nenhum outro candidato ultrapassa a marca de 3,3%. Ainda de acordo com a pesquisa da AtlasIntel, contratada pela Bloomberg, Lula venceria um possível segundo turno nas eleições presidenciais de outubro contra Flávio Bolsonaro com 47,1% das intenções de voto, contra 42,6% de Flávio Bolsonaro. No levantamento realizado em julho, Lula registrava 49,2% dos votos, e o senador Bolsonaro, 42,9%. A pesquisa mostrou ainda que a rejeição a Flávio é de 52,7%, ao passo que 52% rejeitam Lula. Ainda de acordo com o levantamento, a avaliação negativa do governo Lula é de 51,1%, ante 49% na pesquisa anterior, enquanto os que veem o governo de forma positiva somam 37%, ante 38%, e os que o enxergam como regular totalizam 11,9%, ante 13%. A desaprovação a Lula ficou em 52,9%, ante 51%, enquanto os que o aprovam somam 45,4%, ante 48%. A AtlasIntel entrevistou 5.014 pessoas online entre os dias 25 e 30 de agosto. A margem de erro é de 1 ponto percentual.
Reprovação de Lula volta a superar aprovação, aponta Quaest
Reprovação de Lula volta a superar aprovação, aponta Quaest
Pesquisa encomendada pelo Grupo Globo mostra mudança e tendência,a mas dentro da margem de erro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou novamente a aprovação, de acordo com a pesquisa Quaest divulgada recentemente. A pesquisa aponta que 48% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista, enquanto 46% aprovam. Essa diferença, no entanto, encontra-se dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais.
- A nova pesquisa foi realizada em um contexto político de desgastes para o governo, com a abertura de inquéritos pela Polícia Federal para investigar suspeitas envolvendo o filho do presidente, Fábio Luis Lula da Silva, e enquanto o presidente tenta fortalecer apoio político no Congresso Nacional para as eleições de 2026 e avançar em projetos prioritários. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores e tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a superar numericamente a aprovação, segundo a nova pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira. O levantamento aponta que 48% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista, enquanto 46% aprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam. A diferença, no entanto, está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Na rodada anterior, realizada no início de agosto, Lula tinha 48% de aprovação e 47% de desaprovação. Há um ano, a reprovação ao governo chegava a 51%. Em julho deste ano, a desaprovação estava em 47%, enquanto a aprovação era de 48%. A nova pesquisa foi realizada em meio a uma sequência de desgastes políticos envolvendo o presidente e seu governo. Nos últimos 15 dias, a Polícia Federal abriu três inquéritos para investigar suspeitas envolvendo Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente. As apurações tratam de possíveis casos de tráfico de influência na área da Saúde, favorecimento na Dataprev e negócios ilícitos relacionados ao governo. Ao mesmo tempo, Lula intensificou a articulação política com o Congresso Nacional. O movimento combina a busca por apoio para as eleições de 2026 com a tentativa de avançar, antes do primeiro turno, em projetos considerados prioritários pelo Palácio do Planalto. Na semana passada, o presidente se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que declarou apoio à sua candidatura, e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Alcolumbre já havia contribuído para destravar pautas de interesse do governo no Congresso, entre elas a discussão sobre o fim da escala de trabalho 6x1. Contratada pela TV Globo e pelo jornal O GLOBO, a pesquisa Quaest ouviu 2.004 eleitores entre segunda e quinta-feira. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026.
Pesquisa Quaest mostra que maioria dos brasileiros acredita na reeleição de Lula em 2026
De acordo com o levantamento, 55% dos entrevistados disseram acreditar que Lula vencerá a disputa presidencial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (20) aponta que 55% dos entrevistados acreditam na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026. O percentual indica um crescimento de seis pontos percentuais em comparação ao levantamento realizado em abril, quando o índice de expectativa de vitória do petista era de 49%.
- Em contrapartida, a expectativa de vitória do senador Flávio Bolsonaro, um dos principais nomes da oposição, registrou queda, passando de 32% para 25% no mesmo período. O levantamento destaca as articulações para a sucessão presidencial e mede a percepção dos eleitores sobre o cenário político atual, não se tratando de uma pesquisa de intenção de voto.
Foto: Reprodução
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (20) mostra que a maioria dos brasileiros acredita na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026. De acordo com o levantamento, 55% dos entrevistados disseram acreditar que Lula vencerá a disputa presidencial. O índice representa um crescimento de seis pontos percentuais em relação à pesquisa de abril, quando esse percentual era de 49%. Já 25% dos participantes afirmaram acreditar na vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece como um dos principais nomes da oposição. Em abril, esse índice era de 32%, indicando uma redução de sete pontos percentuais. Outros 4% dos entrevistados disseram acreditar na vitória de outro candidato, enquanto 16% afirmaram não saber quem vencerá a eleição.O levantamento foi divulgado em meio às articulações para a sucessão presidencial de 2026 e reflete a percepção dos eleitores sobre o cenário político atual. A pesquisa mede a expectativa dos entrevistados sobre o resultado da eleição e não a intenção de voto.
Datafolha: 38% não lembram voto para governador em 2022
Datafolha: 38% não lembram voto para governador em 2022
Lembrança do voto para presidente chegou a 85%, diz pesquisa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa recente do Datafolha revela que 38% dos brasileiros não se recordam em quem votaram para governador nas eleições de 2022. Este índice de esquecimento contrasta fortemente com o da eleição presidencial, onde apenas 7% dos entrevistados declararam não lembrar de seu voto. O levantamento, que ouviu 1.898 eleitores, destaca uma disparidade significativa na retenção da memória eleitoral, indicando que a disputa para governos estaduais gera uma lembrança menos duradoura.
- A análise dos dados do Datafolha aponta que o esquecimento do voto para governador é mais acentuado entre mulheres (46%) e jovens de 20 a 24 anos (45%). Por outro lado, eleitores na faixa etária de 45 a 59 anos demonstram maior recordação, com 63%. A pesquisa também mostrou diferenças por preferência partidária: 76% dos eleitores do PL lembram seu voto para governador, percentual superior aos 52% dos simpatizantes do PT. Para a eleição presidencial, a lembrança foi majoritária em ambos os grupos, atingindo 97% entre eleitores do PL e 90% entre os do PT.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
Mais de um terço dos brasileiros não se lembra em quem votou para governador nas eleições de 2022. É o que mostra uma pesquisa do Datafolha, divulgada nesta semana. Segundo o levantamento, 38% dos entrevistados disseram não se recordar do voto para o governo do estado. Outros 9% afirmaram que não votaram em nenhum candidato, enquanto 54% disseram lembrar da escolha feita. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O cenário é diferente quando o assunto é a eleição para presidente da República. Apenas 7% dos entrevistados disseram não lembrar em quem votaram em 2022. Outros 85% afirmaram recordar o voto, e 8% declararam que não votaram em nenhum candidato. A pesquisa também mostra diferenças entre os grupos entrevistados. O índice de esquecimento do voto para governador é maior entre as mulheres, com 46%, e entre jovens de 20 a 24 anos, faixa em que 45% disseram não se lembrar da escolha. Já o grupo de 45 a 59 anos apresentou o maior percentual de lembrança, com 63%. Entre os eleitores que declararam preferência pelo PL, 76% afirmaram lembrar em quem votaram para governador. Entre os simpatizantes do PT, esse percentual foi de 52%. Na disputa presidencial de 2022, a lembrança do voto foi ainda maior: 97% entre os simpatizantes do PL e 90% entre os eleitores que disseram preferir o PT. O Datafolha ouviu 1.898 eleitores com 20 anos ou mais entre os dias 17 e 18 de junho. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09956/2026.
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo
Levantamento mostra 38% de avaliação negativa e 32% de avaliação positiva do governo federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (20), aponta que a avaliação dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula permanece estável, com 38% classificando a gestão como ruim ou péssima. Paralelamente, 32% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 29% o avaliam como regular. Estes números demonstram uma consistência notável em comparação com o levantamento anterior realizado em maio.
- O instituto também aferiu a aprovação pessoal de Lula, revelando que 49% dos entrevistados desaprovam seu trabalho, contra 48% que o aprovam, uma leve oscilação na desaprovação desde maio. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 17 e 19 de junho em diversas regiões do país, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sendo registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) mostra que a avaliação dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula permanece estável em relação ao levantamento realizado em maio. Segundo o instituto, 38% dos entrevistados classificam a gestão como ruim ou péssima. Já 32% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 29% avaliam a administração como regular. Apenas 1% não soube responder. Os números são praticamente os mesmos registrados na pesquisa anterior. Em maio, a avaliação negativa também era de 38%, a positiva somava 32% e a regular atingia 28%. Na comparação com abril, houve uma leve redução da avaliação negativa, que era de 40%, e um aumento da avaliação positiva, que estava em 29%. O Datafolha também mediu os índices de aprovação pessoal do presidente Lula. Nesse cenário, 49% dos entrevistados disseram desaprovar o trabalho do presidente, enquanto 48% afirmaram aprová-lo. Outros 3% não souberam responder. Em relação ao levantamento de maio, a desaprovação oscilou um ponto percentual para cima, passando de 48% para 49%. Já a aprovação permaneceu em 48%. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 17 e 19 de junho em diferentes regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09956/2026.
ACM Neto lidera corrida pelo Governo da Bahia, diz pesquisa
ACM Neto lidera corrida pelo Governo da Bahia, diz pesquisa
Pesquisa DataTrends aponta vantagem do ex-prefeito de Salvador nos cenários de primeiro e segundo turno para as eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa divulgada pelo instituto DataTrends aponta ACM Neto em primeiro lugar nas intenções de voto para governador da Bahia nas eleições de 2026, com 49% das intenções de voto. O governador Jerônimo Rodrigues aparece em segundo lugar com 39%.
- Além disso, a pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues, mostrando que o ex-prefeito amplia a vantagem e alcança 50% das intenções de voto. A pesquisa ainda avaliou o índice de rejeição dos pré-candidatos, com Ronaldo Mansur tendo a maior rejeição.
Foto: Reprodução
Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (15) pelo instituto DataTrends aponta o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), na liderança da disputa pelo Governo da Bahia nas eleições de 2026. No cenário estimulado, ACM Neto aparece com 49% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 39%. O candidato do PSOL, Ronaldo Mansur, soma 2%. Outros 4% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados, enquanto 6% disseram estar indecisos ou preferiram não responder. O levantamento também simulou um eventual segundo turno entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues. Nesse cenário, o ex-prefeito amplia a vantagem e alcança 50% das intenções de voto, contra 41% do atual governador. Os votos brancos e nulos representam 4%, e 5% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder. A pesquisa ainda avaliou o índice de rejeição dos pré-candidatos. Ronaldo Mansur aparece com a maior rejeição, registrando 69%. Jerônimo Rodrigues soma 46%, enquanto ACM Neto tem 41%. Apesar do cenário eleitoral desfavorável, o governador mantém avaliação positiva de sua gestão. Segundo o DataTrends, 52% dos entrevistados aprovam a administração estadual, enquanto 45% desaprovam o governo. O instituto ouviu 1.200 eleitores entre os dias 7 e 9 de junho. A margem de erro e demais detalhes metodológicos constam no registro da pesquisa junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o número BA-01587/2026.
Pesquisa mostra Lula na liderança em todos os cenários para 2026
Pesquisa mostra Lula na liderança em todos os cenários para 2026
Levantamento Meio/Ideia aponta crescimento da vantagem do presidente sobre Flávio Bolsonaro no primeiro e segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Meio/Ideia, divulgada na quinta-feira (28), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como líder em todos os cenários testados para a eleição presidencial de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 38,5% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro soma 31,5%.Lula também lidera nos cenários de segundo turno contra todos os adversários testados. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 23 e 27 de maio de 2026, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Os resultados do levantamento são significativos, especialmente entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos e jovens de 16 a 24 anos, onde a queda de Flávio Bolsonaro foi mais acentuada.
Foto: Reprodução
A pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quinta-feira (28) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança em todos os cenários testados para a eleição presidencial de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 38,5% das intenções de voto, abrindo sete pontos percentuais de vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro, que soma 31,5%. Na pesquisa anterior, divulgada em 6 de maio, o presidente registrava 40%, enquanto Flávio tinha 36%. O levantamento também testou outros nomes da direita. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado aparece com 5,5%; o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema tem 2,4%; e o líder do MBL, Renan Santos, registra 2,1%. Nos cenários de segundo turno, Lula também lidera contra todos os adversários testados. Segundo a pesquisa, o presidente aparece com 46,5% contra 41,4% de Flávio Bolsonaro. No início do mês, o senador liderava o confronto direto por 45,3% a 44,7%. De acordo com o levantamento, a queda de Flávio Bolsonaro foi mais acentuada entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos, jovens de 16 a 24 anos e entrevistados que se identificam como de centro-direita. Entre os demais nomes testados, Caiado e Michelle Bolsonaro aparecem como os mais competitivos contra Lula, ambos com 40% das intenções de voto, ante 46% do atual presidente. Já Romeu Zema aparece com 37%; Renan Santos, 31%; Tereza Cristina, 27%; o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, 26%; e Aécio Neves, 25%. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 23 e 27 de maio de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-02918/2026.
Atlas: Flávio cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% de Lula no 2º turno
Atlas: Flávio cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% de Lula no 2º turno
Pesquisa mostra queda nas intenções de voto do senador após repercussão de mensagens envolvendo Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
- Lula lidera com 46,7% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio aparece com 34,3%. A pesquisa também mostra que a queda de Flávio coincide com a divulgação de conversas vazadas entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Foto: Reprodução | Metrópoles
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais de 2026. No primeiro turno, Lula aparece com 46,7% das intenções de voto, contra 34,3% de Flávio, diferença de 12,4 pontos percentuais. Em abril, o petista tinha 46,6%, enquanto o senador marcava 39,7%. Sem Flávio Bolsonaro na disputa, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece em segundo lugar, com 17% das intenções de voto, enquanto Lula lidera com 46,7%. No cenário de segundo turno, Lula registra 48,9% das intenções de voto, contra 41,8% de Flávio Bolsonaro. Brancos, nulos e indecisos somam 9,3%. Na pesquisa anterior, realizada em abril, os dois apareciam tecnicamente empatados: Flávio tinha 47,8% e Lula, 47,5%. Segundo o levantamento, a queda de Flávio coincide com a divulgação de conversas vazadas entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, nas quais o parlamentar cobraria recursos para a produção do filme "Dark Horse", sobre a vida de Jair Bolsonaro. A pesquisa aponta que 95,6% dos entrevistados disseram ter tomado conhecimento do vazamento e 45,1% afirmaram que o episódio enfraqueceu muito a candidatura de Flávio Bolsonaro. A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu 5.032 brasileiros entre os dias 13 e 18 de maio de 2026. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 1 ponto percentual, para mais ou para menos.
Maioria rejeita redução de penas de Bolsonaro no 8 de janeiro
Maioria rejeita redução de penas de Bolsonaro no 8 de janeiro
Pesquisa Genial/Quaest mostra aumento da rejeição à diminuição das penas aplicadas aos condenados pela invasão da Praça dos Três Poderes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um levantamento recente realizado pela Genial/Quaest mostrou que a maioria dos brasileiros é contrária à redução das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília.
- A pesquisa, que ouviu 2.004 pessoas entre os dias 8 e 11 de maio, revelou que 52% dos entrevistados rejeitam a diminuição das punições impostas aos envolvidos nos ataques, o que representa uma queda em relação ao percentual de dezembro do ano passado, que era de 46%. Além disso, a pesquisa também mostrou queda no apoio à redução das penas entre eleitores identificados com a direita e entre apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Foto: Ton Molina | STF
Levantamento divulgado neste sábado (17) pela Genial/Quaest aponta que a maioria dos brasileiros é contrária à redução das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília. Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados rejeitam a diminuição das punições impostas aos envolvidos nos ataques. Em dezembro do ano passado, esse percentual era de 46%. O levantamento também mostrou queda no apoio às penas mais leves. Atualmente, 39% defendem a redução das condenações, enquanto anteriormente o cenário indicava maior equilíbrio entre opiniões favoráveis e contrárias. No recorte político, a pesquisa identificou redução no apoio à flexibilização das penas entre eleitores identificados com a direita e entre apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre os eleitores de direita, o índice favorável à redução caiu de 78% para 67%. Já entre os bolsonaristas, o percentual passou de 87% para 73%, segundo os dados divulgados. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Os atos de 8 de janeiro são investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pelo julgamento dos envolvidos nas invasões e depredações registradas nas sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Datafolha aponta pior avaliação do governo em áreas prioritárias, como segurança e corrupção
Levantamento ouviu 2.004 pessoas em todo o país nos dias 12 e 13 de maio
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa Datafolha realizada em maio apontou a segurança pública como a área de pior desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, citada por 16% dos entrevistados. Saúde (15%), economia (13%) e combate à corrupção (13%) também figuram entre os principais pontos negativos. Curiosamente, esses temas também se destacam como prioridades para o próximo presidente, com a saúde liderando as preocupações (34%), seguida por educação (15%) e segurança pública (12%).
- O levantamento, que entrevistou 2.004 pessoas, revelou variações significativas por grupos demográficos, como a preocupação feminina com a saúde e dos jovens com a economia. Mesmo entre eleitores de Lula, a segurança pública é vista como o principal problema, enquanto apoiadores de Flávio Bolsonaro priorizam a crítica ao combate à corrupção. Em contraste, as áreas de melhor desempenho do governo foram o combate à fome e à miséria (13%), ao desemprego (10%) e a educação (10%). A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-00290/2026.
Foto: Reprodução | O Globo
A segurança pública foi apontada como a área de pior desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 12 e 13 de maio com 2.004 entrevistados em todo o país. O tema foi citado por 16% dos participantes. Na sequência aparecem saúde (15%), economia (13%) e combate à corrupção (13%). Esses mesmos temas figuram entre as prioridades indicadas pelos entrevistados para o próximo presidente, com destaque para saúde (34%), educação (15%), segurança pública (12%) e economia (11%). O levantamento mostra diferenças entre grupos. Entre mulheres, 19% apontaram a saúde como pior área do governo, contra 11% dos homens. Entre jovens de 16 a 24 anos, a economia foi o principal ponto negativo (21%), enquanto apenas 5% dos entrevistados com 60 anos ou mais citaram o tema. Mesmo entre eleitores que declaram voto em Lula, a segurança pública aparece como principal problema (18%). Já entre apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL), o combate à corrupção lidera as críticas (17%). A pesquisa também perguntou em quais áreas o governo teve melhor desempenho. Combate à fome e à miséria (13%), combate ao desemprego (10%) e educação (10%) foram as mais citadas. O levantamento está registrado no TSE sob o código BR-00290/2026. Os dados completos da pesquisa estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral.
























