Atlas/Bloomberg: Lula lidera cenários de 1º e 2º turno contra Flávio Bolsonaro
Atlas/Bloomberg: Lula lidera cenários de 1º e 2º turno contra Flávio Bolsonaro
Pesquisa mostra presidente à frente nas simulações para a eleição de 2026
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua liderando os cenários de eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa da AtlasIntel/Bloomberg. Lula aparece em primeiro lugar em vários cenários, incluindo o primeiro turno e o segundo turno, com percentagens de intenção de voto de 46,3% e 48,8%, respectivamente. O senador Flávio Bolsonaro é o principal adversário de Lula, aparecendo em segundo lugar em vários cenários.Já na simulação em que Michelle Bolsonaro substitui o senador Flávio Bolsonaro, o presidente lidera com 47,1%, contra 19,3% da ex-primeira-dama. Além disso, a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu eleitores em todo o país e simulou diferentes cenários para a disputa presidencial de 2026.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera os cenários de primeiro e segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa da AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (30). No principal cenário de primeiro turno, Lula aparece com 46,3% das intenções de voto, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, com 36,6%. Em um segundo cenário, com menos candidatos, Lula registra 47,2%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 36,3%. Já na simulação em que Michelle Bolsonaro substitui o senador, o presidente lidera com 47,1%, contra 19,3% da ex-primeira-dama. Romeu Zema aparece com 8,6%, tecnicamente empatado com Renan Santos e Ronaldo Caiado, ambos com 8,1%. No segundo turno, Lula também aparece à frente de Flávio Bolsonaro, com 48,8% das intenções de voto, contra 42,3% do senador. Em outros cenários simulados, o petista vence Ronaldo Caiado por 48% a 39% e Romeu Zema por 48,2% a 38,5%. A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu eleitores em todo o país e simulou diferentes cenários para a disputa presidencial de 2026.
Apartamento, R$ 3,5 milhões e jatinhos: o que Jaques Wagner teria feito e recebido, segundo a PF
Relatório da Polícia Federal aponta atuação do líder do governo no Senado em pautas de interesse do Banco Master e cita imóvel no Horto Florestal, repasses por empresa ligada ao enteado e ingressos para shows no exterior
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Compliance Zero, investigando o senador Jaques Wagner (PT-BA) por atuar em favor de interesses do Banco Master e receber vantagens em troca. De acordo com a PF, Wagner teria defendido a ampliação da margem consignável da remuneração disponível para trabalhadores regidos pela CLT e atuado em torno da chamada 'Emenda Master', que aumentaria a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).A investigação também aponta que o senador teria recebido uma série de vantagens, incluindo a aquisição de um apartamento avaliado em R$ 2,45 milhões, o uso frequente de aeronaves particulares e o recebimento de ingressos para shows da cantora Taylor Swift. A PF buscou determinar se houve prestação efetiva de serviços ou se a operação foi utilizada para ocultar vantagens indevidas.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal colocou o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, no centro da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira (18). A investigação, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), aponta que o parlamentar teria atuado em favor de interesses do Banco Master e, em contrapartida, recebido vantagens que incluem um apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador, repasses milionários por meio de empresa ligada ao núcleo familiar, uso de aeronaves particulares e ingressos para shows no exterior. Segundo a PF, a relação entre Wagner e Augusto Ferreira Lima, apontado como aliado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, era antiga e marcada por elevado grau de confiança. Os investigadores afirmam que mensagens, áudios, registros de chamadas, documentos, contratos e planilhas encontrados em celulares apreendidos em fases anteriores da operação permitiram reconstruir a dinâmica do suposto esquema. Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão. Um dos endereços fica no Corredor da Vitória, em Salvador. Em Brasília, a PF apreendeu US$ 49 mil em espécie, cerca de R$ 250 mil na cotação atual, em um endereço ligado ao senador. "Emenda Master" - A investigação aponta que Jaques Wagner manteve interlocução direta com Augusto Lima em temas considerados estratégicos para o grupo financeiro. Segundo os documentos, o senador teria defendido a ampliação da margem consignável da remuneração disponível para trabalhadores regidos pela CLT, aposentados, pensionistas e beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), medida que ampliaria a capacidade de concessão de crédito em um segmento em que o grupo possui forte atuação por meio do CredCesta. O tema foi transformado na emenda nº 30 da Medida Provisória 1.106/2022, posteriormente convertida em lei. A PF também afirma que Wagner atuou em torno da chamada "Emenda Master", apresentada pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI), que aumentava de R$ 250 mil para R$ 1 milhão a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O líder do governo chegou a apresentar sugestões no texto. Os investigadores identificaram uma sequência de contatos entre Wagner, Augusto Lima, Guilherme Sodré e Daniel Vorcaro durante a tramitação da proposta. Em 13 de agosto de 2024, data em que a emenda nº 11 foi incluída na PEC 65/2023, houve uma ligação de nove minutos e 19 segundos entre Wagner e Augusto Lima. Em seguida, segundo a PF, foi enviado um link com a emenda. Dias depois, após um encontro presencial, Augusto Lima reenviou o material. Outro ponto sob investigação é a atuação parlamentar relacionada à fiscalização e ao controle da operação de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). Apartamento no Horto e outras vantagens - Em troca da atuação parlamentar, a PF sustenta que o senador teria recebido uma série de vantagens. A principal delas seria a aquisição do apartamento 1702 do empreendimento Poème Horto, no Horto Florestal, em Salvador. Avaliado em cerca de R$ 2,45 milhões, o imóvel aparece identificado nas investigações com as iniciais "JW". Segundo os investigadores, os dados da unidade teriam sido repassados diretamente por Jaques Wagner a Augusto Lima. As tratativas para a compra teriam continuado mesmo após o início da Operação Compliance Zero, por meio de reuniões presenciais, videoconferências, ligações e troca de minutas contratuais. Além do imóvel, a PF menciona o uso frequente de aeronaves particulares e o recebimento de ingressos para shows da cantora Taylor Swift em Los Angeles e São Paulo, para filhas e neta de Wagner. Segundo os autos, João Carlos Mansur, da REAG Investimentos, teria custeado entradas no valor de R$ 63.339. Empresa ligada ao enteado - Outro eixo da investigação envolve a BN Financeira Ltda., empresa apontada pela PF como vinculada ao núcleo familiar do senador. Os investigadores afirmam que a companhia recebeu R$ 3,5 milhões da PKL One Participações S.A., empresa dirigida por Andréa Lima Novaes, prima de Augusto Lima. A PF busca determinar se houve prestação efetiva de serviços ou se a operação foi utilizada para ocultar vantagens indevidas. A BN Financeira tem como sócia Bonnie Bonilha, esposa de Eduardo Mendonça Sodré Martins, enteado de Jaques Wagner e secretário estadual do Meio Ambiente da Bahia. Segundo a PF, a empresa possui capital social reduzido e baixa capacidade operacional, o que reforçaria a necessidade de aprofundar as apurações. No despacho que autorizou a operação, foi determinada a suspensão das atividades econômicas e financeiras da empresa. Mensagens e cobranças por pagamentos - Mensagens extraídas do celular de Augusto Lima mostram, segundo a PF, a participação ativa de Eduardo Sodré nas cobranças por pagamentos. Em uma conversa de 4 de setembro de 2025, reproduzida no relatório, o enteado do senador escreveu: "Amanhã vence os boletos e são altos". As mensagens fazem referência a notas fiscais, documentos pendentes de assinatura e providências necessárias para a formalização de pagamentos. De acordo com os investigadores, Augusto Lima chegou a atribuir atrasos nos repasses ao fracasso da negociação envolvendo a venda do Banco Master ao BRB. Em outra mensagem citada pela PF, Augusto Lima escreveu para Jaques Wagner: "Você mais do que ninguém sabe de minha história e faz parte disso!!". Busca em gabinete foi negada - A Polícia Federal pediu autorização para cumprir mandados no gabinete de Jaques Wagner e em escritórios ligados ao mandato. O pedido, porém, foi rejeitado pelo ministro André Mendonça após manifestação contrária da Procuradoria-Geral da República. Na decisão, o magistrado afirmou que medidas em dependências do Poder Legislativo exigem fundamentação mais rigorosa e demonstração de que provas indispensáveis estariam nesses locais. O que diz a defesa - Até a última atualização, a defesa de Jaques Wagner não havia se pronunciado. Já a defesa de Augusto Lima afirmou que as diligências realizadas pela Polícia Federal eram "desnecessárias", uma vez que o empresário está "há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração". "As diligências realizadas pela Polícia Federal nesta data eram desnecessárias, uma vez que Augusto Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração. De todo modo, as medidas contribuirão para demonstrar que os fatos apurados nesta fase da investigação são rigorosamente lícitos. Augusto Lima sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência, responsabilidade técnica e observância das normas que regem o sistema financeiro e a administração pública", diz a nota.
Projeto cria 909 cargos para promoção de militares na Bahia
Projeto cria 909 cargos para promoção de militares na Bahia
Projeto enviado à Assembleia prevê promoção para posto ou graduação superior antes da passagem para a reserva remunerada e cria 909 cargos específicos para a medida.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governador Jerônimo Rodrigues (PT) da Bahia encaminhou um projeto de lei à Assembleia Legislativa que prevê a promoção de policiais militares e bombeiros militares para a reserva remunerada. A proposta visa incentivar a renovação dos quadros das corporações estaduais e ampliar oportunidades de ascensão profissional para os militares. A medida estabelece critérios de antiguidade, tempo de serviço e idade para os beneficiários.
- A proposta ainda prevê a criação de 909 cargos para promoções por condições especiais, com estimativas de um impacto financeiro de R$ 5,2 milhões em 2026 e R$ 67,6 milhões nos anos seguintes.
- O projeto agora será analisado pelos deputados estaduais antes de seguir para votação em plenário.
Foto: Divulgação | Policia Militar
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) encaminhou à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) um projeto de lei que prevê a promoção de policiais militares e bombeiros militares aptos a ingressar na reserva remunerada. A proposta tramita em regime de urgência e busca incentivar a renovação dos quadros das corporações estaduais. Pelo texto, os militares que cumprirem os requisitos legais para a transferência à reserva poderão ser promovidos ao posto ou graduação imediatamente superior antes de deixarem a ativa. A medida valerá tanto para integrantes da Polícia Militar da Bahia (PM-BA) quanto do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBM-BA). De acordo com o governo estadual, a iniciativa pretende ampliar as oportunidades de ascensão profissional para os militares em atividade, além de permitir uma transição mais organizada para aqueles que encerram a carreira. A proposta estabelece que os beneficiários serão incluídos em uma lista classificatória, com critérios que levam em consideração a antiguidade, o tempo de serviço e a idade dos candidatos. Também será necessário que o militar tenha direito à aposentadoria com proventos integrais. Para viabilizar a medida, o projeto cria 909 cargos destinados exclusivamente às promoções por condições especiais. Desse total, 810 vagas serão destinadas à Polícia Militar, sendo 348 para oficiais e 462 para praças. Já o Corpo de Bombeiros contará com 104 cargos, divididos entre 53 oficiais e 51 praças. O texto também prevê a extinção dos Quadros Especiais de Tenentes Auxiliares das duas corporações. Segundo estimativas apresentadas pelo Executivo, o impacto financeiro da proposta será de aproximadamente R$ 5,2 milhões ainda em 2026. Para os anos de 2027 e 2028, o custo anual projetado é de cerca de R$ 67,6 milhões. A matéria agora será analisada pelos deputados estaduais antes de seguir para votação em plenário.























