Bancários aprovam greve nacional de 24 horas na quinta-feira
Bancários aprovam greve nacional de 24 horas na quinta-feira
Categoria rejeitou proposta da Fenaban e cobra avanços em salários, PLR, benefícios, empregos e condições de trabalho
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Acordo entre bancários e bancos não foi alcançado, levando à aprovação de uma paralisação nacional de 24 horas marcada para quinta-feira (20). A decisão segue a rejeição da proposta da Fenaban na Campanha Nacional Unificada de 2026, enquanto negociações continuam com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES.
- Os trabalhadores exigem aumento real de salários, valorização da PLR, manutenção de empregos e agências, além de condições de trabalho mais seguras e igualdade de oportunidades. A paralisação foi motivada pela falta de índice de reajuste salarial e pela discussão sobre congelamento do piso de entrada para novos bancários, com propostas de reajustes diferenciados para três faixas salariais sem critérios definidos.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Bancários aprovaram, em assembleias realizadas na segunda-feira (17) em diferentes regiões do país, uma paralisação nacional de 24 horas para esta quinta-feira (20). A decisão ocorreu após a categoria rejeitar a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) durante as negociações da Campanha Nacional Unificada de 2026. As negociações entre representantes dos trabalhadores e dos bancos continuam nesta terça-feira (18). A categoria também tem reuniões previstas com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal na quarta-feira (19), e com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na sexta-feira (21). Entre as reivindicações dos bancários estão aumento real dos salários, valorização da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e dos tíquetes, manutenção dos empregos e das agências, além do combate às metas consideradas abusivas e às condições de trabalho que podem contribuir para o adoecimento dos empregados. A categoria também cobra melhores condições de trabalho e saúde e igualdade de oportunidades. As entidades sindicais afirmam que não devem aceitar uma proposta sem avanços considerados concretos nos principais pontos da negociação. A paralisação foi definida após a Fenaban não apresentar um índice de reajuste salarial na última rodada e colocar em discussão o congelamento do piso de entrada para novos bancários. Também foram discutidos reajustes diferentes para três faixas salariais, sem definição de percentuais ou critérios.






















