PF pede ao STF abertura de terceiro inquérito para investigar Lulinha por suposto tráfico de influência
Defesa do filho do presidente Lula nega irregularidades, afirma que ele está à disposição da Justiça e vê perseguição nas investigações
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal (PF) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um terceiro inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por suposta prática do crime de tráfico de influência. Os dois pedidos de investigação anteriores que tratam da mesma suspeita foram autorizados pelo ministro André Mendonça, enquanto o relator do novo caso ainda não foi definido por sorteio. O filho do presidente da República reside atualmente em Madri, na Espanha, e afirma, por meio de nota, estar inteiramente à disposição das autoridades brasileiras para prestar os esclarecimentos necessários.
- Por sua vez, a defesa de Lulinha, representada pelo advogado Marco Aurélio de Carvalho, contesta a abertura de um novo inquérito sobre o mesmo fato e alega que há uma perseguição de cunho político com o objetivo de atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ano eleitoral. O advogado criticou publicamente o vazamento de informações sigilosas do processo, comparando a situação aos métodos utilizados durante a Operação Lava Jato, e confirmou uma reunião com o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, para debater a condução das três investigações.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um terceiro inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por suposta prática do crime de tráfico de influência. Até o momento, não foi divulgado qual ministro será o relator responsável por analisar o novo pedido. Os dois pedidos anteriores de investigação, que tratam da mesma suspeita, foram distribuídos por sorteio ao ministro André Mendonça, que autorizou a instauração dos respectivos inquéritos. A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e afirma que ele está à disposição das autoridades brasileiras para prestar esclarecimentos, caso seja convocado. Atualmente, o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reside em Madri, na Espanha. O advogado Marco Aurélio de Carvalho afirmou considerar incomum a abertura de um terceiro inquérito sobre o mesmo suposto crime e sustentou que há uma tentativa de perseguição contra seu cliente com o objetivo de atingir politicamente o presidente da República, que disputará a reeleição neste ano. Ainda segundo a defesa, o advogado deve se reunir nesta segunda-feira com o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, para discutir as três investigações. Marco Aurélio também criticou o vazamento de informações relacionadas aos inquéritos, afirmando que a situação remete aos métodos adotados durante a Operação Lava Jato.
























