Durante manifestações, Flávio diz que Bolsonaro subirá rampa em 2027
Senador discursou no ato “Acorda, Brasil”, na Avenida Paulista, e afirmou que ex-presidente retomará o Planalto.
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Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (1º), durante o ato “Acorda, Brasil”, na Avenida Paulista, que o ex-presidente Jair Bolsonaro retornará ao Palácio do Planalto em 2027. “Eu disse ao meu pai que, em janeiro de 2027, ele irá pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro”, declarou o senador, ao relatar conversa com o ex-presidente na última quarta-feira.Bolsonaro está preso sob acusação de tentativa de golpe de Estado. Durante o discurso, Flávio associou o atual governo a escândalos como o mensalão e o petrolão e citou investigações sobre descontos indevidos em benefícios do INSS.Ao encerrar a fala, afirmou que “ninguém aguenta mais quatro anos de PT” e disse que o grupo político permanecerá mobilizado “até a vitória”.
Religião, ataques ao STF e defesa contra a PF; confira os destaques do ato na Paulista
O ato em defesa ao ex-presidente aconteceu neste domingo (25) na Avenida Paulista
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Foto: Gazeta do Povo
- Jair Bolsonaro discursou durante o ato em sua defesa pelas investigações da Polícia Federal, neste domingo (25), na Avenida Paulista. O ex-presidente trouxe à tona ações que teria realizado durante os seus anos de mandato, entre 2018 e 2022, defendeu a pacificação do país e um projeto de anistia para os presos das manifestações de 8 de janeiro de 2023. O ex-presidente, que não havia se manifestado, falou sobre as acusações de ter arquitetado um golpe do Estado contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Milhares de pessoas ocuparam a Avenida Paulista. Bolsonaro afirmou que a fotografia da manifestação ainda vai rodar o mundo. "O que eu busco é a pacificação, é passar uma borracha no passado. É buscar uma maneira de nós vivermos em paz. É não continuarmos sobressaltados. É por parte do parlamento brasileiro, Nikolas, Gayer, Zucco, Feliciano, meus colegas aqui do lado, é uma anistia para aqueles pobres coitados que estão presos em Brasília. Nós não queremos que seus filhos sejam órfãos de pais vivos", disse. Michelle Bolsonaro iniciou o seu discurso com forte teor religioso. A ex-primeira-dama comentou que o governo Bolsonaro foi perseguido por ser associado às religiões. Segundo ela, antes, “ao não misturar política com religião, o mal tomou o espaço” no país. Michelle, chegou a se emocionar ao falar com o público que chamou de “exército de Deus, de homens e mulheres, exército de patriotas que não desistem da sua nação”. Ainda com um discurso religioso, o principal organizador do evento, Silas Malafaia atacou o STF, o TSE, Alexandre de Moraes e disse que "não tem medo de ser preso". Durante o seu discurso, chegou a afirmar que o governo Lula estaria por trás dos atos de 8 de Janeiro de 2023, mesmo sem nenhuma prova da acusação. Além disso, o pastor citou a morte de um de seus fieis direcionando a responsabilidade para o ministro do Supremo Tribunal Federal. “O sangue de Clériston está nas mãos de Alexandre de Moraes e ele vai dar conta dele”, concluiu. Sobre as acusações de ter planejado um Golpe de Estado, Jair Bolsonaro se defendeu e alegou que a base da acusação é uma minuta de decreto de Estado de Defesa "Golpe é tanque na rua, nada disso foi feito no Brasil [...] Golpe usando a Constituição? Tenha santa paciência!", disse. Para complentar, o ex-presidente insinou que o atual presidente, Lula, não teria apoio da população ao seu lado, e isso era vísivel pela quantidade de apoiadores que estavam presentes em seu ato. "Com essa fotografia mostramos que podemos ver um time de futebol sem torcida ser campeão, mas não conseguimos entender como existe um presidente sem povo ao seu lado", concluiu.
Organizados 2 meses antes, atos de Bolsonaro 'flopam' com menos público que o previsto
Em São Paulo, onde Bolsonaro discursou na Avenida Paulista no meio da tarde, a Polícia Militar estimou a presença de 125 mil pessoas. O esperado eram 2 milhões
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Os atos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta terça-feira (7), em diversas capitais do Brasil, foram menores do que previram os organizadores do evento. Mesmo com dois meses de antecedência e tendo ocorrido em um feriado, os atos 'floparam' em boa parte do país. Em São Paulo, onde Bolsonaro discursou na Avenida Paulista no meio da tarde, a Polícia Militar estimou a presença de 125 mil pessoas. O esperado eram 2 milhões — ou seja, apenas 6% do público se fez presente. Em Brasília, a primeira parcial divulgada era da presença de 105 mil pessoas, que depois foi corrigida para 400 mil. Ainda assim longe do milhão esperado. Em Salvador, a PM não divulgou uma contagem oficial.
Caetité: cidade foi palco de protestos contra cortes na educação e Reforma da Previdência
Por: Willian Silva
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Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Segundo o presidente Jair Bolsonaro, os manifestantes “a maioria é militante” e “não tem nada na cabeça”, em entrevista nos EUA
Na manhã desta quarta-feira (15) ocorreram atos e manifestações em todo o país contra o corte de 30% das verbas destinadas às universidades bem como contra a Reforma da Previdência que está prestes a ser aprovada pelo governo federal. Segundo o G1, ao menos, 149 cidades realizaram as manifestações. O presidente Jair Bolsonaro chamou de “idiotas úteis” os manifestantes e afirmou que “a maioria é militante”, durante entrevista em Dallas, no Texas, em evento o qual Bolsonaro será homenageado. "A maioria ali é militante. É militante. Não tem nada na cabeça. Se perguntar 7 x 8 não sabe. Se perguntar a fórmula da água, não sabe. Não sabe nada. São uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo utilizados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil", afirmou Bolsonaro nesta quarta, durante visita ao Texas (EUA). Em Caetité, os movimentos estudantis, partidos de oposição ao governo, associação de professores universitários, sindicatos e populares também realizaram manifestação em um dos pontos mais movimentados da cidade, a Praça do Mercado. O evento reuniu em torno de 300 pessoas e seguiram o mote do que era proclamado em quase todo o país.
Foto | Willian Silva | Sudoeste Bahia
Em entrevista ao Sudoeste Bahia, Vagnelson Ribeiro, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Caetité, afirmou que a Reforma da Previdência não é seletiva. “A Reforma da Previdência ela atinge a todos os trabalhadores. De ricos a pobres. Porém os pobres são os mais atingidos. A Reforma da Previdência não vem pra tirar privilégios dos ricos e dar benefícios para os pobres. É o contrário. Tanto é, que a gente está aqui pra denunciar isso.” Segundo Ribeiro, os protestos em Caetité são ecos do demais que se manifestam contra as medidas tomadas pelo governo, sobretudo contra a educação, que está sendo afetada. “Nós estamos fazendo coro aqui em prol da educação. Por que essa educação irá atingir a todos. O futuro de um país passa pela educação”. Durante o protesto, os manifestantes fizeram coro de “Governador, que baixaria, a educação não é mercadoria”, numa clara alusão aos cortes que Rui Costa vêm fazendo nas universidades e escolas estaduais incorrendo, inclusive, no fechamento de algumas unidades desta última na capital e em algumas cidades do interior.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Gisele Santos, representando a classe estudantil e os docentes das universidades e escolas estaduais, disse que o momento que a Bahia está vivendo bem como o Brasil terá reverberação no futuro. “O que a gente está vislumbrando para o futuro é uma crise profunda no sistema educacional em todos os âmbitos, municipal, estadual e federal. Nos Estados, o que a gente tem assistido esses anos com os cortes absurdos do governo Rui Costa é o fechamento de escolas, é a tentativa de tirar as escolas dos trabalhadores, das comunidades, dos distritos.” A representante ainda informou que o Colégio Estadual Tereza Borges foi cogitado a ser fechado pelo governo da Bahia, mas não disse quando. “Aqui em Caetité, tivemos a tentativa de fechar o Colégio Tereza Borges, mas a gente está tentando manter uma escola com ensino fundamental de qualidade. Nós estamos realizando um trabalho excepcional junto à sociedade e a sociedade tem esse reconhecimento do nosso trabalho. Os municípios não tiveram a mesma sorte, onde soubemos de casos de escolas fechadas. A constituição garante uma escola pública perto da sua casa. E isso não está sendo garantido. Estamos lutando para conseguir uma escola de qualidade para as nossas crianças.” Logo mais à noite, as 19h, ocorrerá um debate sobre a Reforma da Previdência no auditório da Uneb de Caetité. Quem falará sobre o tema será o advogado Rafael Bonfim. O evento é aberto ao público.























