Banco Central anuncia novas regras para ampliar segurança do Pix
Banco Central anuncia novas regras para ampliar segurança do Pix
Mudanças incluem Pix Automático em contas-salário e cobrança com boleto e QR Code
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Banco Central divulgou novas regras para o Pix, ampliando funcionalidades e reforçando a segurança. Entre as mudanças, o Pix Automático passará a ser permitido em contas‑salário a partir de julho de 2027 e será introduzida a cobrança híbrida, que combina boleto bancário e QR Code do Pix no mesmo documento, reduzindo riscos de pagamentos indevidos ou duplicados.
- Além disso, o BC alterou critérios de participação das instituições no sistema: empresas com mais de 500 mil contas ativas podem ser dispensadas da obrigatoriedade, enquanto instituições que não cumpram requisitos de capital ou estejam em liquidação extrajudicial podem ser excluídas imediatamente, sem o prazo de 30 dias antes previsto.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
O Banco Central anunciou novas regras para o Pix com o objetivo de ampliar funcionalidades, reforçar a segurança do sistema e aperfeiçoar as normas para instituições participantes. Uma das principais mudanças permitirá que o Pix Automático seja utilizado em contas-salário a partir de julho de 2027. Outra novidade é a regulamentação da chamada cobrança híbrida, que permitirá reunir boleto bancário e QR Code do Pix no mesmo documento. Segundo o Banco Central, a medida busca reduzir o risco de pagamentos indevidos ou realizados em duplicidade. As novas regras para esse modelo entram em vigor em fevereiro de 2027. O BC também alterou critérios relacionados à participação de instituições no sistema. Empresas com mais de 500 mil contas ativas poderão, em determinadas situações, ser dispensadas da participação obrigatória quando o perfil dos clientes ou o modelo de negócio não justificar o acesso à infraestrutura do Pix. As normas também modificam procedimentos para instituições que deixam de cumprir requisitos para permanecer no sistema. Entre as medidas está a suspensão imediata de instituições em liquidação extrajudicial e a revisão dos prazos para a saída ordenada de participantes em algumas situações. De acordo com o Banco Central, as mudanças também atingem instituições que não comprovarem o cumprimento dos limites mínimos de capital social e patrimônio líquido. Nesses casos, a exclusão do Pix poderá produzir efeitos imediatamente, sem a manutenção do prazo de 30 dias previsto anteriormente. A autoridade monetária afirma que os ajustes têm como objetivo aprimorar o funcionamento do sistema e facilitar o acesso dos clientes aos recursos mantidos em instituições que estejam deixando de participar do Pix.
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
Investigação apura supostas fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo o Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal recusou a proposta de colaboração premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, devido a inconsistências nas informações fornecidas. A decisão foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que é o responsável pelo inquérito. A investigação, iniciada em 2024, apura a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, um esquema que teria gerado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional.
- Apesar da recusa inicial, a PF não descarta a possibilidade de novas negociações caso Vorcaro apresente dados mais relevantes, enquanto a Procuradoria-Geral da República segue avaliando a proposta de delação. Vorcaro foi preso preventivamente em novembro de 2025 durante a Operação Compliance Zero e novamente em março deste ano. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025, e a homologação ou rejeição do acordo de delação caberá, em última instância, ao ministro André Mendonça.
Foto: Divulgação | Banco Master
A Polícia Federal decidiu não validar a proposta de colaboração premiada negociada com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo informações da investigação, os agentes responsáveis consideraram inconsistentes as informações apresentadas pelo empresário durante as negociações do acordo. A apuração foi iniciada em 2024, após solicitação do Ministério Público Federal, e investiga a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, em um esquema que pode ter causado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional. De acordo com fontes ligadas ao caso, a decisão da PF já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, responsável pelo inquérito. Apesar da recusa, a polícia não descarta novas negociações caso Vorcaro apresente informações consideradas relevantes. A Procuradoria-Geral da República segue analisando a proposta de delação apresentada pela defesa do banqueiro. Vorcaro foi preso preventivamente durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025. Ele chegou a ser liberado por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas voltou a ser preso em março deste ano, durante a terceira fase da operação. Segundo a investigação, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025. A decisão final sobre um eventual acordo de delação caberá ao ministro André Mendonça, responsável por homologar ou rejeitar a colaboração premiada.
























