Pesquisa Atlas/Bloomberg: 75% defendem proibição das bets no Brasil
Pesquisa Atlas/Bloomberg: 75% defendem proibição das bets no Brasil
Levantamento ouviu 5.015 adultos entre 17 e 22 de setembro e tem margem de erro de um ponto percentual.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Setenta e cinco por cento dos brasileiros entrevistados pela pesquisa Atlas/Bloomberg afirmam que as apostas online, conhecidas como bets, deveriam ser proibidas no país, enquanto 17% discordam e 8% permanecem neutros. O levantamento, divulgado em 23 de setembro, mostra ainda que a percepção sobre os efeitos das bets mudou: 59,9% acreditam que trazem apenas prejuízos e 28,6% consideram que os prejuízos superam os benefícios.
- A pesquisa, realizada entre 17 e 22 de setembro com 5.015 adultos e margem de erro de 1 ponto percentual, foi registrada no TSE (protocolo BR-04739/2026). Os dados revelam um cenário de crescente apoio à proibição e destacam a necessidade de debate sobre a regulação das apostas online no Brasil.
Foto: Reprodução
Setenta e cinco por cento dos brasileiros ouvidos pela pesquisa Atlas/Bloomberg concordam que as apostas online, conhecidas como bets, deveriam ser proibidas no país. O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (23), mostra ainda que 17% discordam da proibição e 8% não concordam nem discordam. Em abril, 73% defendiam a medida, enquanto 21% eram contrários e 6% não tinham posição definida. A pesquisa também avaliou a percepção sobre os efeitos das bets na sociedade. Para 59,9% dos entrevistados, as apostas trazem somente prejuízos, enquanto 28,6% consideram que provocam mais prejuízos do que benefícios. Outros 5,7% avaliam que benefícios e prejuízos são equivalentes. Apenas 0,7% apontaram somente benefícios e 0,2% disseram que as apostas geram mais benefícios, enquanto 4,9% não souberam responder. O levantamento foi realizado entre 17 e 22 de setembro, com 5.015 pessoas da população adulta em todo o país. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04739/2026.
























