Moradores denunciam mortes de animais e suspeita de envenenamento na zona rural de Caetité
Casos foram registrados nas comunidades de Pau Ferro de Umbuzeiro e Lagoa Rasa. Moradores cobram investigação das denúncias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Moradores das comunidades rurais de Pau Ferro de Umbuzeiro e Lagoa Rasa, em Caetité (BA), denunciam uma série de casos de mortes e possíveis maus‑tratos a animais, incluindo um animal encontrado morto, dois desaparecidos e suspeita de envenenamento. Na comunidade de Lagoa Rasa, um cachorro foi encontrado ferido por golpes de facão, e há relatos de outros episódios de envenenamento.
- As vítimas geram preocupação e exigem apuração das autoridades, já que a legislação brasileira prevê pena de reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição de guarda para quem comete crimes contra cães e gatos. Até o momento, não há suspeitos identificados nem confirmação oficial das causas das mortes.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
Moradores de comunidades da zona rural de Caetité, no sudoeste da Bahia, denunciam uma sequência de casos envolvendo mortes e possíveis maus-tratos contra animais. As reclamações se concentram nas comunidades de Pau Ferro de Umbuzeiro e Lagoa Rasa, onde moradores relatam episódios que teriam ocorrido nos últimos dias. Em Pau Ferro de Umbuzeiro, um animal foi encontrado morto e outros dois desapareceram. Diante da situação, moradores levantaram a suspeita de envenenamento, embora a causa das mortes não tenha sido confirmada. Já na comunidade de Lagoa Rasa, moradores relatam que um cachorro foi encontrado ferido após sofrer golpes de facão. Também há denúncias de outros casos suspeitos de envenenamento de animais na localidade. As denúncias têm gerado preocupação entre os moradores, que pedem a apuração dos fatos e a identificação dos responsáveis pelos possíveis crimes. Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre suspeitos nem confirmação oficial das causas das mortes dos animais.
Polícia Civil investiga vídeo de Rodrigo Constantino contra baianos: "câncer do Brasil"
PCBA informou que investigação tramita sob sigilo para preservar as diligências
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia (PCBA) abriu um procedimento investigativo para apurar as declarações do economista e comentarista político Rodrigo Constantino, que classificou o estado como “câncer do Brasil” e fez críticas depreciativas contra a população baiana, gerando grande repercussão nas redes sociais.
- A PCBA confirmou a investigação, destacando que o caso tramita em acesso restrito para preservar o sigilo e a eficácia das diligências, e que será conduzido de forma técnica, imparcial e conforme a legislação, sem ainda informar quais medidas serão adotadas ou se Constantino será convocado a prestar esclarecimentos.
Foto: Reprodução
A Polícia Civil da Bahia (PCBA) instaurou um procedimento investigativo para apurar as declarações feitas pelo economista, escritor e comentarista político Rodrigo Constantino em um vídeo publicado nas redes sociais, com críticas e ataques direcionados à Bahia e à população baiana. O conteúdo ganhou repercussão após Constantino classificar o estado como o “câncer do Brasil” e fazer outras declarações de teor depreciativo contra os baianos. Constantino é economista, escritor e comentarista político brasileiro, conhecido por sua atuação em veículos de comunicação e por manifestações sobre temas políticos e econômicos nas redes sociais. A investigação foi confirmada pela Polícia Civil por meio de nota oficial. Segundo a corporação, as diligências têm como objetivo apurar eventuais responsabilidades relacionadas à divulgação do conteúdo. O procedimento tramita sob acesso restrito, medida adotada, segundo a PCBA, para preservar o sigilo e a eficácia das investigações. Em nota, a instituição afirmou que mantém atuação permanente no enfrentamento a qualquer forma de discriminação e que o caso será conduzido de maneira técnica, imparcial e de acordo com a legislação vigente. A Polícia Civil não informou, até o momento, quais medidas serão adotadas ou se Constantino já foi chamado a prestar esclarecimentos. O caso permanece sob investigação.
Lula sanciona lei do frete mínimo com reajuste automático e veta anistia a caminhoneiros
Presidente vetou trechos que previam anistia a caminhoneiros envolvidos nos bloqueios de 2022 e mudanças nas regras de fiscalização.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que estabelece novas diretrizes para o transporte rodoviário de cargas no Brasil, incluindo um reajuste automático da tabela de frete mínimo com base na variação do preço dos combustíveis. Sob a fiscalização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a legislação determina que todas as operações sejam previamente cadastradas via Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) e mantém duras penalidades, como multas de até R$ 1 milhão, para empresas que descumprirem o piso mínimo.
- Durante a sanção, Lula vetou a anistia a caminhoneiros envolvidos em bloqueios de rodovias após as eleições de 2022, além de barrar alterações na fiscalização de excesso de peso por razões de segurança viária. Por outro lado, a nova legislação cria o Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas) para modernizar a frota e melhorar a infraestrutura de apoio, atendendo a demandas do setor após pressões e paralisações de entidades representativas.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quarta-feira (5), a lei que cria novas regras para o transporte rodoviário de cargas no país, incluindo uma tabela de frete mínimo com reajuste automático baseado nos custos operacionais do setor. Pela nova legislação, a tabela deverá ser atualizada em até três dias úteis sempre que o preço dos combustíveis variar 5% ou mais. A responsabilidade pelo reajuste ficará a cargo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A lei também determina que todas as operações de transporte sejam cadastradas previamente por meio do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), mecanismo utilizado para registrar e fiscalizar os serviços de frete. Durante a sanção, Lula vetou o trecho que concedia anistia aos caminhoneiros que participaram dos bloqueios em rodovias após as eleições de 2022. O dispositivo havia sido incluído na Câmara dos Deputados durante a tramitação do projeto e não tinha relação direta com o tema principal da proposta. Outro veto atingiu o trecho que alterava as regras de fiscalização do excesso de peso dos veículos de carga. Segundo o governo, a mudança contrariava padrões internacionais de segurança e poderia comprometer a conservação das rodovias. O presidente também manteve as penalidades para empresas que descumprirem a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. Com isso, continuam valendo sanções como multas de até R$ 1 milhão, além da suspensão ou cancelamento do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) para operações realizadas abaixo do valor mínimo estabelecido. A nova lei ainda cria o Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), voltado à modernização da frota, à melhoria da infraestrutura logística e à ampliação dos Pontos de Parada e Descanso (PPDs) para caminhoneiros. Em nota, o governo afirmou que os vetos buscam preservar a fiscalização, garantir segurança jurídica e evitar renúncia de receita sem previsão de impacto financeiro. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional após pressão de entidades de caminhoneiros, que chegaram a realizar paralisações em cidades como Santos (SP) e Salvador para defender a votação do texto.
Cachorrinha morre após ser atingida por tiro em Brumado
Cachorrinha morre após ser atingida por tiro em Brumado
Animal foi encontrado ferido dentro da propriedade da família; moradores suspeitam que disparo tenha sido feito por um caçador.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma cachorrinha foi atingida por um disparo de arma de fogo na zona rural de Brumado, Bahia. O animal morreu gravemente ferido em sua própria propriedade, levantando suspeitas de que o disparo tenha sido efetuado por uma pessoa que praticava caça ilegal.
- As autoridades competentes estão investigando o caso e reaberto o debate sobre crimes de maus-tratos contra animais, tendo em vista a legislação brasileira que prevê pena de reclusão e multa para casos de violência praticados contra cães e gatos.
Foto Ilustrativa
A morte de uma cachorrinha na comunidade de Queimada Grande, região do Fundão, zona rural de Brumado, causou comoção entre moradores e familiares. O animal, descrito pelos tutores como dócil e muito querido, morreu após ser atingido por um disparo de arma de fogo na madrugada desta segunda-feira (22). Segundo relatos da família, a principal suspeita é de que o tiro tenha sido efetuado por uma pessoa que praticava caça ilegal na região. No entanto, as circunstâncias do caso e a autoria do disparo ainda deverão ser apuradas pelas autoridades competentes. A cachorrinha vivia dentro da propriedade da família e costumava permanecer nas proximidades da residência. Ela foi encontrada gravemente ferida após o disparo e não resistiu aos ferimentos antes de receber atendimento. Abalados com a perda do animal, os tutores lamentaram o ocorrido e cobraram esclarecimentos sobre o caso. O episódio também gerou preocupação entre moradores da localidade, que relatam receio com a presença de pessoas armadas circulando por propriedades rurais sem autorização. Além da comoção provocada pela morte da cachorrinha, o caso reacendeu o debate sobre crimes de maus-tratos contra animais. A legislação brasileira prevê pena de reclusão e multa para casos de violência praticados contra cães e gatos. Qualquer informação que possa ajudar na identificação do responsável pelo disparo pode ser repassada às autoridades policiais ou por meio do Disque Denúncia, através do telefone 181. O sigilo do denunciante é garantido.
Senado suspende resolução do Conanda sobre aborto legal
Senado suspende resolução do Conanda sobre aborto legal
Medida aprovada pelos senadores revoga resolução que orientava o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual; decisão divide parlamentares e entidades.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (2) a suspensão da Resolução nº 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), norma que estabelecia diretrizes para o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. A decisão, tomada por meio do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 3/2025, de autoria da deputada federal Chris Tonietto e com parecer favorável da senadora Damares Alves, gerou forte repercussão entre parlamentares, governo e entidades ligadas à defesa da infância. A resolução visava regulamentar procedimentos de acolhimento e encaminhamento de vítimas, incluindo casos de gravidez resultante de estupro e anencefalia fetal.
- A anulação da norma foi defendida sob o argumento de que o Conanda teria extrapolado suas competências legais, visão compartilhada por parlamentares favoráveis ao projeto. Em contrapartida, entidades de direitos humanos, organizações da sociedade civil, o próprio Conanda e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania criticaram a medida, classificando-a como um retrocesso e afirmando que a resolução apenas organizava procedimentos para garantir a legislação já existente. O tema promete continuar gerando debates nos próximos dias, dada a divergência sobre os impactos da decisão na rede de proteção às vítimas de violência sexual no país.
Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (2) a suspensão da Resolução nº 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), norma que estabelecia diretrizes para o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. A decisão provocou forte repercussão entre parlamentares, integrantes do governo federal e entidades ligadas à defesa dos direitos da infância. A resolução, aprovada pelo Conanda em dezembro de 2024, regulamentava procedimentos de acolhimento e encaminhamento de vítimas, além de orientar a atuação dos órgãos da rede de proteção em situações já previstas pela legislação brasileira, incluindo casos de gravidez resultante de estupro, risco à vida da gestante e anencefalia fetal. A revogação ocorreu por meio da aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 3/2025, de autoria da deputada federal Chris Tonietto (PL-RJ). A matéria recebeu parecer favorável da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que defendeu a anulação da norma sob o argumento de que o conselho teria ultrapassado suas competências legais. A votação foi realizada de forma simbólica e em tramitação acelerada no plenário da Casa. Após a aprovação, o texto segue para promulgação pelo Senado. A decisão foi comemorada por parlamentares favoráveis ao projeto, que afirmam que a resolução continha dispositivos que extrapolavam a função normativa do Conanda. Por outro lado, a medida gerou críticas de entidades de defesa dos direitos humanos, organizações da sociedade civil e integrantes do governo federal. Em nota oficial, o Conanda classificou a derrubada da resolução como um retrocesso na proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. O órgão argumenta que a norma não criava novos direitos, mas apenas organizava procedimentos para garantir o cumprimento da legislação já existente. O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania também manifestou preocupação com a decisão. A pasta afirmou que continuará atuando na defesa dos direitos das vítimas e na promoção de políticas públicas voltadas ao acolhimento e à proteção de crianças e adolescentes. O tema deve continuar gerando debates nos próximos dias, diante da divergência entre setores políticos e instituições sobre os impactos da medida na rede de proteção às vítimas de violência sexual no país.
























