PF prende dupla suspeita de comprar e vender dinheiro falso em Guanambi
PF prende dupla suspeita de comprar e vender dinheiro falso em Guanambi
Investigação identificou diálogos sobre compra de dinheiro falsificado e encomendas interceptadas pelos Correios
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal lançou, nesta quinta‑feira (8), a Operação Money for Nothing para combater o crime de moeda falsa, resultando na prisão preventiva de dois suspeitos em Guanambi, no sudoeste da Bahia. Durante a ação, agentes apreenderam celulares que continham conversas sobre a negociação e compra de cédulas falsificadas, além de encomendas interceptadas pelos Correios contendo notas falsas destinadas aos investigados.
- Os materiais recolhidos reforçaram as suspeitas de envolvimento dos presos no tráfico de dinheiro falsificado. Eles serão encaminhados ao sistema prisional e permanecerão à disposição da Justiça Federal, enquanto as investigações prosseguem para identificar fornecedores, intermediários e demais participantes da rede criminosa.
Foto: Divulgação | Policia Federal
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (8), a Operação Money for Nothing para combater o crime de moeda falsa. Dois investigados foram presos preventivamente em Guanambi, no sudoeste da Bahia. Segundo a PF, os suspeitos já eram alvo de uma operação de busca e apreensão. Na ocasião, agentes apreenderam aparelhos celulares que, após análise preliminar, revelaram diálogos relacionados à negociação e aquisição de cédulas falsificadas em grupos e ambientes virtuais. Além disso, os Correios haviam interceptado encomendas contendo cédulas falsas destinadas ao endereço residencial dos investigados. Para a PF, os elementos reunidos ao longo da apuração reforçaram os indícios de envolvimento dos suspeitos no crime. Após as prisões, os investigados serão encaminhados ao sistema prisional e permanecerão à disposição da Justiça Federal. As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar possíveis fornecedores, intermediários e outros envolvidos na atividade criminosa.
Justiça dá 15 dias para AGU explicar porque faz a defesa de Janja
Justiça dá 15 dias para AGU explicar porque faz a defesa de Janja
Ação questiona gastos públicos com viagens internacionais da primeira-dama
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Justiça Federal do Distrito Federal concedeu prazo de 15 dias à Advocacia‑Geral da União (AGU) para apresentar documentos que comprovem a legalidade da defesa da primeira‑dama Rosângela da Silva, Janja, em ação que questiona gastos com viagens ao exterior. A decisão, proferida pela juíza Maria Cecília de Marco Rocha, da 9ª Vara Federal Cível, foi motivada pela falta de comprovação nos autos dos requerimentos, parecer e autorização que justificam a atuação da AGU.
- Os autores da ação, vereador Guilherme Kilter (Novo‑PR) e o advogado Jeffrey Chiquini, pedem o ressarcimento dos valores ao Tesouro e aguardam análise da regularidade da representação da Janja.
Foto: Reprodução
A Justiça Federal do Distrito Federal deu prazo de 15 dias para a Advocacia-Geral da União (AGU) apresentar documentos que fundamentaram sua atuação na defesa da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, em uma ação que questiona gastos públicos relacionados a viagens internacionais. A decisão é da juíza Maria Cecília de Marco Rocha, da 9ª Vara Federal Cível do DF. A ação foi movida pelo vereador Guilherme Kilter (Novo-PR) e pelo advogado Jeffrey Chiquini contra a União e Janja. Os autores questionam despesas de viagens realizadas pela primeira-dama, incluindo deslocamentos para Nova York, Roma, Paris, Moscou e São Petersburgo, e pedem o ressarcimento dos valores aos cofres públicos. Durante o processo, também foi questionada a legalidade da representação de Janja pela AGU. O órgão afirmou que assumiu a defesa após um pedido administrativo e análise jurídica, mas os documentos citados não haviam sido apresentados nos autos. Por isso, a magistrada determinou o envio do requerimento feito por Janja, do parecer que analisou a solicitação, do ato que autorizou a atuação da AGU e de outros documentos que comprovem o cumprimento dos requisitos legais. A decisão não conclui que houve irregularidade na representação. A regularidade da atuação da AGU será analisada após a apresentação da documentação.
Acusado de roubo a bancos em Correntina é preso pela Polícia Civil em Barreiras
Acusado de roubo a bancos em Correntina é preso pela Polícia Civil em Barreiras
Homem de 40 anos foi localizado no bairro Aratu e tinha condenação de 13 anos e 7 meses
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 40 anos, condenado a 13 anos e 7 meses de regime fechado por participação em roubos a agências bancárias em Correntina (BA), foi detido na sexta‑feira (18) no bairro Aratu, em Barreiras. O mandado de prisão, emitido pela Justiça de Bom Jesus da Lapa, foi cumprido por equipes do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Oeste) após investigação da Polícia Civil.
- O crime, ocorrido em 7 de maio de 2021, está ligado ao chamado “novo cangaço”, onde grupos fortemente armados atacam cidades e instituições financeiras. Após a captura, o suspeito foi encaminhado a uma unidade policial e permanece à disposição da Justiça.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um homem de 40 anos, condenado por envolvimento no roubo a agências bancárias de Correntina, no oeste da Bahia, foi preso na sexta-feira (18), no bairro Aratu, em Barreiras. Contra ele havia um mandado de prisão decorrente de condenação definitiva, expedido pela Justiça de Bom Jesus da Lapa. Segundo a Polícia Civil, o homem foi condenado pela Justiça Federal a 13 anos e 7 meses de prisão, em regime fechado. A condenação está relacionada a uma ação criminosa ocorrida em 7 de maio de 2021, quando um grupo armado atacou instituições financeiras em Correntina. O crime é associado à modalidade conhecida como “novo cangaço”, caracterizada pela atuação de grupos fortemente armados em ataques a cidades e estabelecimentos bancários. O investigado foi localizado por equipes do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Oeste), responsável pelo cumprimento do mandado. Após a prisão, ele foi encaminhado a uma unidade policial e permanece à disposição da Justiça.
Operação Salvaguarda: homem é preso em flagrante em Luís Eduardo Magalhães
Operação Salvaguarda: homem é preso em flagrante em Luís Eduardo Magalhães
Polícia Federal apreendeu celular e computador após identificar arquivos de violência sexual contra crianças.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Na segunda‑feira (14), a Polícia Federal prendeu em flagrante um homem em Luís Eduardo Magalhães, no Extremo Oeste da Bahia, durante a Operação Salvaguarda. A ação, apoiada pelo 27º Batalhão da Polícia Militar e baseada em mandado da Justiça Federal de Barreiras, resultou na apreensão de celular e computador contendo arquivos de imagens e vídeos de violência sexual contra crianças e adolescentes.
- A investigação, iniciada a partir de relatórios do National Center for Missing & Exploited Children (NCMEC), identificou 851 arquivos armazenados entre 2019 e 2025 em serviço de nuvem. A PF orienta pais e responsáveis a dialogar com os jovens sobre os riscos online e offline, reforçando a prevenção ao abuso e à exploração sexual.
Foto: Divulgação | Polícia Federal
Um homem investigado por crimes relacionados ao armazenamento e compartilhamento de material de violência sexual contra crianças e adolescentes foi preso em flagrante pela Polícia Federal na segunda-feira (14), em Luís Eduardo Magalhães, no Extremo Oeste da Bahia. A prisão ocorreu durante a Operação Salvaguarda, que cumpriu um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal de Barreiras, com apoio do 27º Batalhão da Polícia Militar. Durante a ação, foram apreendidos um celular e um computador portátil. Segundo a PF, uma análise preliminar dos equipamentos identificou arquivos de imagens e vídeos com cenas de violência sexual contra crianças. A investigação começou após relatórios do National Center for Missing & Exploited Children (NCMEC), que apontaram o envio e armazenamento, entre 2019 e 2025, de 851 arquivos em um serviço de nuvem associado a um usuário residente no oeste baiano. O homem foi levado à Delegacia de Polícia Federal em Barreiras, onde o flagrante foi formalizado, e depois encaminhado ao sistema prisional. Ele permanece à disposição da Justiça Federal. Os equipamentos passarão por extração e perícia para aprofundar as apurações. A Polícia Federal orientou pais e responsáveis a conversar com crianças e adolescentes sobre os riscos nos ambientes virtual e físico, como medida de prevenção contra abuso e exploração sexual.
PF e Prefeitura de Brumado cumprem ordens judiciais no Alto do Xangô
PF e Prefeitura de Brumado cumprem ordens judiciais no Alto do Xangô
Medidas incluem paralisação de obras e demolição de construções irregulares em área protegida.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal, em parceria com a Prefeitura de Brumado (BA), cumpriu determinações da Justiça Federal na Fazenda Santa Inês, visando a preservação ambiental e patrimonial do Alto do Xangô. A operação interrompeu obras em andamento, demoliu edificações irregulares e adotou medidas para conter danos, com apoio logístico e operacional da prefeitura.
- O processo, que tramita na Justiça Federal desde 2022, foi iniciado após ação da Sociedade Floresta Sagrada do Alto de Xangô contra construções não autorizadas no perímetro protegido, buscando a regularização da área.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal e a Prefeitura de Brumado, no sudoeste da Bahia, cumpriram nesta segunda-feira (14) determinações da Justiça Federal na região da Fazenda Santa Inês, com foco na preservação ambiental e patrimonial do Alto do Xangô. Segundo informações do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, a operação incluiu a paralisação imediata de obras em andamento, a demolição de edificações consideradas irregulares e intervenções para conter danos e contribuir para a regularização da área. A prefeitura prestou apoio logístico e operacional às equipes durante o cumprimento das medidas judiciais. O processo tramita na Justiça Federal desde 2022 e foi iniciado após uma ação da Sociedade Floresta Sagrada do Alto de Xangô, motivada pelo surgimento das primeiras construções não autorizadas no perímetro protegido.
Lula sanciona leis que fortalecem a Justiça Federal, MPU e Defensoria Pública
Lula sanciona leis que fortalecem a Justiça Federal, MPU e Defensoria Pública
Medidas criam e reestruturam fundos para ampliar a atuação da Justiça em todas as regiões do país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta‑feira (4) três projetos de lei que criam e reestruturam fundos destinados à Justiça Federal, ao Ministério Público da União (MPU) e à Defensoria Pública da União (DPU), com o objetivo de fortalecer essas instituições e ampliar o acesso da população aos serviços de justiça em todo o país.
- Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, ressaltou que as novas normas representam um avanço para levar a atuação do Judiciário a regiões mais distantes e atender cidadãos vulneráveis, enquanto Lula destacou a importância do fortalecimento institucional para garantir a estabilidade democrática e a confiança da sociedade no Estado de Direito.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (4) três projetos de lei que criam e reestruturam fundos destinados à Justiça Federal, ao Ministério Público da União (MPU) e à Defensoria Pública da União (DPU). A medida tem como objetivo fortalecer a estrutura dessas instituições e ampliar o acesso da população aos serviços de Justiça em todas as regiões do país. Durante a cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou que as novas leis representam um avanço para levar a atuação do Judiciário a localidades mais distantes e atender cidadãos em situação de maior vulnerabilidade. Lula também destacou que o fortalecimento das instituições é essencial para garantir a estabilidade democrática e preservar a confiança da população no sistema público. Segundo o presidente, democracias sólidas dependem de instituições fortes e em pleno funcionamento, capazes de assegurar os direitos dos cidadãos e proteger o Estado Democrático de Direito.
Justiça suspende resolução que reconhecia harmonização orofacial como especialidade da odontologia
Decisão atende a recurso do Conselho Federal de Medicina; CFO informou que vai recorrer.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Federal suspendeu a resolução do Conselho Federal de Odontologia (CFO) que reconhecia a harmonização orofacial como especialidade odontológica. A decisão, divulgada nesta quinta-feira (20), foi tomada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) após recurso apresentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
- O tribunal entendeu que conselhos profissionais não podem ampliar, por meio de resoluções, as competências previstas em lei para o exercício das profissões. Para o presidente do CFM, José Hiran Gallo, a resolução do CFO extrapola os limites legais da atuação da odontologia e pode representar riscos à saúde pública.
Foto: Reprodução
A Justiça Federal suspendeu a resolução do Conselho Federal de Odontologia (CFO) que reconhecia a harmonização orofacial como especialidade odontológica. A decisão, divulgada nesta quinta-feira (20), foi tomada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) após recurso apresentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Na decisão, o tribunal entendeu que conselhos profissionais não podem ampliar, por meio de resoluções, as competências previstas em lei para o exercício das profissões. Para o presidente do CFM, José Hiran Gallo, a resolução do CFO extrapola os limites legais da atuação da odontologia e pode representar riscos à saúde pública. Em nota, o CFO informou que recorrerá da decisão e defendeu que a harmonização orofacial faz parte da área de atuação dos cirurgiões-dentistas. A entidade também orientou os profissionais a manterem os procedimentos dentro dos limites previstos na legislação enquanto o processo segue em tramitação na Justiça.
TRF-1 absolve ex-prefeito de Caculé por unanimidade
TRF-1 absolve ex-prefeito de Caculé por unanimidade
Tribunal concluiu que não houve dolo nem prejuízo aos cofres públicos
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Foto: Reprodução
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) manteve, por unanimidade, a absolvição do ex-prefeito de Caculé José Luciano Santos Ribeiro (União Brasil). A decisão confirmou sentença da Justiça Federal de Guanambi, que afastou a prática de improbidade administrativa e a existência de dano ao erário. O julgamento foi realizado pela 4ª Turma do TRF-1, sob relatoria do desembargador federal Marcos Augusto de Sousa, que rejeitou integralmente os recursos apresentados pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo município de Caculé.Segundo o entendimento da Corte, não ficou comprovado dolo por parte do ex-gestor nem prejuízo aos cofres públicos. O acórdão destaca que o serviço de transporte escolar foi efetivamente prestado, sem indícios de superfaturamento, sobrepreço ou enriquecimento ilícito. Com a decisão colegiada, foram afastadas de forma definitiva quaisquer sanções. O processo foi arquivado após o trânsito em julgado, não cabendo mais recursos.
Justiça condena prefeito de Bom Jesus da Lapa por fraude em licitação
Justiça condena prefeito de Bom Jesus da Lapa por fraude em licitação
Prefeito teve direitos políticos suspensos por seis anos; decisão ainda cabe recurso
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Justiça Federal condenou o prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro (PSD), por atos de improbidade administrativa em fraudes de licitação. A decisão também atinge outros nove réus e duas empresas. De acordo com a sentença, assinada pelo juiz Wilton Sobrinho da Silva, as irregularidades ocorreram em três pregões presenciais durante a primeira gestão de Eures. O Ministério Público Federal (MPF) apontou que os contratos, que somaram prejuízo estimado em R$ 1,5 milhão, foram direcionados a empresas do chamado “Grupo Apollo”, criadas de forma fraudulenta para participar das disputas. A investigação identificou falta de pesquisa de preços, uso de atestados falsos e simulação de concorrência entre empresas ligadas ao mesmo grupo. O juiz considerou comprovada a intenção dos réus de fraudar os certames e causar prejuízo ao patrimônio público. Eures Ribeiro foi condenado à suspensão dos direitos políticos por seis anos, além de proibição de contratar com o poder público pelo mesmo período, ressarcimento do dano e multa civil equivalente a um quarto do valor do prejuízo. Ele foi absolvido da acusação de enriquecimento ilícito, por falta de provas. Os demais réus receberam penas semelhantes, incluindo a dissolução compulsória das empresas envolvidas. A decisão ainda cabe recurso.
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Foto: Arquivo Sudoeste Bahia
A fim de garantir o eventual ressarcimento ao erário público em caso de sentença condenatória, nos autos do processo 3480-60.2015.4.01.3309, a Justiça Federal do município de Guanambi tornou indisponível a residência do ex-prefeito Nilo Coelho, localizada no referido município. O imóvel está avaliado em R$ 6.246.675,00 (seis milhões, duzentos e quarenta e seis mil, seiscentos e setenta e cinco reais), conforme avaliação realizada por oficial de justiça da subseção. Cabe lembrar que, após solicitação do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal tornou indisponível cerca de cinco milhões de reais em bens de Nilo Coelho, em consequência de ações por atos de improbidade administrativa praticada na gestão do ex-prefeito em licitações para locação de 20 caminhões, construção de casas populares e reforma de um colégio. Caso as ações sejam deferidas, as sanções a Nilo Coelho podem incluir: perda da função pública de bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio; ressarcimento ao erário; suspensão dos direitos políticos; pagamento de multa civil; proibição de contratar com o poder público e dele receber benefícios. O processo pode ser acompanhado no site do Tribunal Regional Federal da Primeira Região.
























