81 anos de Hiroshima: o primeiro ataque nuclear que mudou o mundo
81 anos de Hiroshima: o primeiro ataque nuclear que mudou o mundo
A explosão da bomba "Little Boy" inaugurou a era nuclear, deixou um rastro de destruição e segue como um dos maiores alertas sobre os efeitos da guerra
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Em 6 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram a bomba atômica 'Little Boy' sobre Hiroshima, Japão, matando dezenas de milhares de pessoas e inaugurando a era das armas nucleares.
- O ataque, que ocorreu pouco depois da guerra na Europa, foi uma decisão do governo dos Estados Unidos, que buscava evitar a rendição incondicional do Japão e evitar uma invasão terrível do território japonês.
Foto: Marinha do governo dos Estados Unidos
Há 81 anos, a humanidade testemunhava o primeiro ataque nuclear da história. Na manhã de 6 de agosto de 1945, às 8h15, os Estados Unidos lançaram a bomba atômica "Little Boy" sobre Hiroshima, no Japão, em um dos episódios mais marcantes e devastadores da Segunda Guerra Mundial. A explosão destruiu grande parte da cidade em poucos segundos, matou dezenas de milhares de pessoas e inaugurou a era das armas nucleares. O que estava acontecendo no mundo? Naquele momento, a Segunda Guerra já havia terminado na Europa, com a derrota da Alemanha nazista, mas os confrontos continuavam no Pacífico. O Japão enfrentava graves dificuldades econômicas, sucessivos bombardeios e perdas militares, porém rejeitava a rendição incondicional exigida pelos Aliados na Declaração de Potsdam. Já os Estados Unidos, preparavam uma invasão ao território japonês. Nesse cenário, o governo do presidente Harry Truman decidiu utilizar a nova arma desenvolvida durante o Projeto Manhattan. O Projeto Manhattan foi um programa secreto criado pelos Estados Unidos em 1942, que reuniu milhares de cientistas, engenheiros e militares para desenvolver a primeira bomba atômica. A iniciativa surgiu diante do temor de que a Alemanha nazista conseguisse produzir esse tipo de armamento antes dos Aliados. O projeto contou com a participação de nomes como Robert Oppenheimer e consumiu cerca de dois bilhões de dólares da época. O primeiro teste da bomba ocorreu em 16 de julho de 1945 e confirmou o poder destrutivo da tecnologia nuclear. O ataque - Após o sucesso do teste, os Estados Unidos definiram uma lista de cidades japonesas que poderiam ser atacadas. Hiroshima foi escolhida por reunir características estratégicas: era um importante centro militar e logístico, possuía instalações do Exército japonês, ainda não havia sofrido grandes bombardeios e apresentava condições climáticas favoráveis para que os efeitos da explosão fossem observados e registrados. Na madrugada de 6 de agosto, o bombardeiro B-29 Enola Gay decolou da ilha de Tinian, no Oceano Pacífico, comandado pelo coronel Paul Tibbets. O avião levava a bomba "Little Boy", um artefato de cerca de quatro toneladas, com três metros de comprimento e carregado com aproximadamente 72 quilos de urânio-235 enriquecido. Pouco depois das 8h da manhã, a bomba foi lançada sobre Hiroshima a partir de uma altitude superior a 10 mil metros. Foram 43 segundos de queda até a detonação, que ocorreu cerca de 600 metros acima do solo. Em frações de segundo, uma temperatura estimada em milhões de graus foi gerada no centro da explosão e uma gigantesca nuvem em forma de cogumelo, que alcançou quilômetros de altura. Toda a área em um raio de cerca de dois quilômetros foi praticamente destruída. Estima-se que cerca de 70 mil pessoas perderam a vida no momento da explosão. Outras dezenas de milhares ficaram gravemente feridas por queimaduras, desabamentos e pela intensa exposição à radiação. Tudo mudou - Nos dias seguintes, Hiroshima enfrentou um cenário de destruição total. Uma chuva negra, formada por água misturada a cinzas, poeira e material radioativo, caiu sobre a cidade, contaminando sobreviventes e dificultando ainda mais os trabalhos de resgate. Muitas vítimas que aparentemente haviam escapado da explosão morreram dias, semanas ou meses depois em consequência da radiação. Até o fim de 1945, o número de mortos já ultrapassava 130 mil pessoas, enquanto milhares de sobreviventes desenvolveram câncer, leucemia e outras doenças ao longo dos anos. Mesmo diante da destruição de Hiroshima, o governo japonês não anunciou imediatamente sua rendição. Três dias depois, em 9 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram uma segunda bomba atômica, desta vez sobre Nagasaki. Somados, os dois ataques causaram centenas de milhares de mortes diretas e indiretas. Somente em 15 de agosto de 1945 o imperador Hirohito anunciou a rendição do Japão, encerrando a participação do país na Segunda Guerra Mundial. A assinatura oficial da capitulação ocorreu em 2 de setembro, a bordo do encouraçado USS Missouri. Passadas mais de oito décadas, Hiroshima permanece como um símbolo mundial dos impactos devastadores das armas nucleares. A cidade foi reconstruída e abriga o Parque Memorial da Paz e a Cúpula da Bomba Atômica, preservada como patrimônio histórico e lembrança permanente da tragédia.
Mulher tem os lábios costurados e pede socorro com bilhete
Mulher tem os lábios costurados e pede socorro com bilhete
Vítima esperou a suspeita deixar a residência para fugir e pediu ajuda em uma loja, onde entregou um bilhete aos funcionários.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher de 42 anos foi vítima de uma agressão extrema na cidade de Koga, no Japão, após ter seus lábios costurados com agulha e linha por sua colega de residência, Sakurai Masae, de 49 anos. No dia seguinte ao ocorrido, a vítima aproveitou a ausência da agressora para fugir até uma loja próxima onde, usando uma máscara para esconder os ferimentos, entregou discretamente um bilhete com um pedido de socorro aos funcionários, que acionaram o serviço de emergência.
- A vítima foi encaminhada ao hospital com perfurações e lesões nos lábios, e seu estado de saúde atual não foi detalhado. A polícia do Japão segue investigando o caso para determinar a dinâmica e a motivação do crime, sem novas informações sobre indiciamentos formais até o momento.
Foto: Reprodução
Uma mulher de 42 anos foi vítima de uma agressão extrema na cidade de Koga, no Japão, após ter os lábios costurados com agulha e linha pela colega de residência, identificada como Sakurai Masae, de 49 anos. O caso é investigado pelas autoridades japonesas. De acordo com informações divulgadas pela emissora pública NHK, a suspeita teria costurado completamente a boca da vítima. As circunstâncias e a motivação da agressão ainda não foram esclarecidas pela polícia. O crime ocorreu por volta das 13h30 do dia 29 de junho, no horário local. Segundo relato da vítima às autoridades, ela não conseguiu fugir imediatamente porque tinha medo da colega e aguardou até que a suspeita deixasse a residência. No dia seguinte, após perceber que estava sozinha, a mulher caminhou cerca de 200 metros até uma loja da região. Usando uma máscara para esconder os ferimentos, ela entregou aos funcionários um bilhete com a mensagem "me ajude", pedindo socorro de forma discreta. Os funcionários acionaram os serviços de emergência, e a vítima foi encaminhada para um hospital. Conforme informou a polícia, os médicos constataram perfurações e lesões provocadas pela agulha nos lábios da mulher. O estado de saúde da vítima não foi detalhado pelas autoridades. A Polícia japonesa segue investigando o caso para esclarecer a dinâmica da agressão e a motivação do crime. Até o momento, não foram divulgadas novas informações sobre o andamento das investigações ou sobre eventuais acusações formais contra a suspeita.
Rayssa Leal conquista prata no Mundial de skate street no Japão
Rayssa Leal conquista prata no Mundial de skate street no Japão
Em março, a maranhense levou o Mundial de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos, e no início de dezembro, em São Paulo, foi bicampeã do Super Crown do Street League Skateboarding (SLS), principal circui
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Foto: CBSK
- Em uma final emocionante, a brasileira Rayssa Leal ficou com o vice-campeonato no Mundial de skate street, disputado em Tóquio, no Japão. A maranhense de 15 anos dividiu o pódio da final, realizada na madrugada deste domingo (17), pelo horário de Brasília, com as anfitriãs Yumeka Odo (ouro) e Momiji Nishiya (bronze). A Fadinha obteve 261.90 na somatória dos pontos da melhor volta (foram duas, de 45 segundos cada) e das duas manobras mais bem avaliadas (em cinco tentativas). Em uma delas, Rayssa recebeu 90.91 de nota e colocou pressão em Yumeka, principal adversária. A japonesa, porém, na reta final, conseguiu um 94.80, ultrapassando a brasileira e assegurando o ouro. A prata em Tóquio encerra uma temporada vitoriosa de Rayssa. Em março, a maranhense disputou o Mundial de Sharjah (Emirados Árabes Unidos), referente a 2022, e ficou com o título. No início de dezembro, em São Paulo, ela foi bicampeã do Super Crown do Street League Skateboarding (SLS), principal circuito mundial da modalidade. As informações são da Agência Brasil.
























