Operação Janus mira organização criminosa ligada ao tráfico de drogas em Ibicuí
Operação Janus mira organização criminosa ligada ao tráfico de drogas em Ibicuí
Polícia Civil cumpre mandados na Bahia, Minas Gerais e São Paulo e bloqueia bens de investigados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil deflagrou a Operação Janus para combater uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas em Ibicuí e região. A ação cumpre mandados de prisão e busca e apreensão em estados da Bahia, Minas Gerais e São Paulo.
- O objetivo é enfraquecer financeiramente a organização criminosa e impedir a continuidade das atividades ilícitas.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (4), a Operação Janus para combater uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas em Ibicuí e em municípios da região. A ação cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão na Bahia, em Minas Gerais e em São Paulo. Segundo a Polícia Civil, a operação é resultado de quase um ano de investigações e de trabalho de inteligência, que identificaram os principais integrantes do grupo, apontados como responsáveis pelo comando do tráfico de drogas na região. As apurações também rastrearam a movimentação financeira dos investigados, considerada incompatível com a renda declarada e suspeita de ter origem em atividades criminosas. Além do cumprimento dos mandados, a Justiça determinou o bloqueio de veículos avaliados em cerca de R$ 456,5 mil e de valores existentes em contas bancárias vinculadas aos investigados. O objetivo é enfraquecer financeiramente a organização criminosa e impedir a continuidade das atividades ilícitas. De acordo com o delegado substituto de Ibicuí, Hiran Macedo, a investigação patrimonial tem papel fundamental no enfrentamento ao crime organizado. Segundo ele, atingir os recursos financeiros dos grupos criminosos é uma estratégia para reduzir sua capacidade de atuação. A Operação Janus é coordenada pelo Departamento de Polícia do Interior (Depin), por meio da Delegacia Territorial de Ibicuí, com apoio das delegacias de Iguaí e Macarani, da 21ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Itapetinga), da Diretoria Regional de Polícia do Interior (Dirpin/Sudoeste) e da Polícia Civil de São Paulo. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a atuação da organização criminosa.
MP e Polícia Civil da Bahia criam grupo para rastrear bens do crime organizado
MP e Polícia Civil da Bahia criam grupo para rastrear bens do crime organizado
Força‑tarefa vai atuar na identificação e bloqueio de patrimônio ligado a facções
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia e a Polícia Civil formaram um grupo para rastrear e recuperar bens ligados ao crime organizado. A iniciativa busca atingir financeiramente facções envolvidas em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, ampliando as investigações no estado.
- O grupo, chamado GTI/RA, reúne promotores e delegados especializados em investigação patrimonial e vai atuar em um momento em que órgãos de segurança priorizam ações voltadas ao bloqueio de patrimônio ilícito.
Foto: Divulgação | Policia Civil
O Ministério Público da Bahia e a Polícia Civil passaram a atuar juntos em um grupo criado para rastrear e recuperar bens ligados ao crime organizado. A iniciativa, formalizada na última quinta‑feira (30), busca atingir financeiramente facções envolvidas em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, ampliando o alcance das investigações no estado. A criação do núcleo ocorre em um momento em que órgãos de segurança têm priorizado ações voltadas ao bloqueio de patrimônio ilícito, considerado um dos caminhos mais eficazes para reduzir a capacidade de atuação das organizações criminosas. A proposta é intensificar o rastreamento de contas bancárias, imóveis, veículos e outros ativos que possam ter sido adquiridos com recursos ilegais. O grupo, batizado de GTI/RA, reúne promotores e delegados especializados em investigação patrimonial. A avaliação das instituições é que o impacto financeiro tende a ser mais duradouro do que operações focadas apenas em prisões e apreensões pontuais. Apesar da atuação conjunta, o núcleo não vai atuar em casos de sonegação fiscal e crimes tributários, que continuam sob responsabilidade de outro comitê interinstitucional já existente na Bahia. As ações do grupo serão acompanhadas pelas instituições envolvidas.
























