Anvisa aprova nova vacina contra a gripe para bebês e adultos
Anvisa aprova nova vacina contra a gripe para bebês e adultos
Imunizante trivalente é indicado para pessoas a partir de seis meses de idade e apresentou eficácia de até 73% em estudos clínicos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro da vacina Fluprevli, um novo imunizante desenvolvido para prevenir a influenza em pessoas a partir dos seis meses de idade. A vacina é trivalente e protege contra cepas dos vírus influenza A e B. Os estudos clínicos demonstraram eficácia de até 73% na prevenção da influenza em adultos e de até 65% em crianças.
Foto: Ministério da Saúde
SUS amplia vacinação com Pneumo 20 para crianças e grupos especiais
SUS amplia vacinação com Pneumo 20 para crianças e grupos especiais
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria pneumocócica e passa a integrar, de forma gradual, o calendário de vacinação infantil do SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A vacina Pneumo 20 já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria pneumocócica, como pneumonia, meningite, otite e infecções generalizadas. O novo imunizante é indicado para crianças menores de cinco anos e grupos especiais prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, incluindo indígenas, idosos com 60 anos ou mais acamados ou institucionalizados e pacientes com condições clínicas específicas.
- Protegendo contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a vacina substitui progressivamente a Pneumo 10 conforme o término dos estoques. Durante a transição do calendário vacinal, o esquema estabelece doses aos dois meses (Pneumo 20), aos quatro meses (Pneumo 10) e um reforço aos 12 meses (Pneumo 20), sendo possível consultar o histórico vacinal tanto presencialmente nas UBSs quanto pelo aplicativo Meu SUS Digital.
Foto: Ministério da Saúde
A vacina Pneumo 20 já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante amplia a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria pneumocócica, como pneumonia, meningite, infecções generalizadas e otite média, enfermidades que podem provocar internações, sequelas e até mortes. A nova vacina é indicada para crianças menores de cinco anos e também para grupos especiais definidos pelo Ministério da Saúde. Entre eles estão povos indígenas a partir de cinco anos sem histórico de vacinação com imunizante pneumocócico conjugado, idosos com 60 anos ou mais acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas específicas atendidas pelos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Segundo o Ministério da Saúde, a Pneumo 20 protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a cobertura em relação às vacinas utilizadas anteriormente. O imunizante inclui proteção contra sorotipos associados a casos graves de doença pneumocócica invasiva, como os tipos 3, 6A e 19A. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera as doenças pneumocócicas uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades que podem ser prevenidas por vacinação. Além dos riscos à saúde, essas infecções estão entre as principais causas de internações hospitalares e atendimentos em unidades de terapia intensiva (UTIs). Durante o período de transição do calendário vacinal, o esquema prevê uma dose da Pneumo 20 aos dois meses de idade, uma dose da Pneumo 10 aos quatro meses e uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. Após o término dos estoques da Pneumo 10, o esquema passará a utilizar exclusivamente a Pneumo 20. Os responsáveis podem procurar a UBS mais próxima para verificar a situação vacinal da criança. O histórico de imunização também pode ser consultado por meio da Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
SUS amplia vacinação contra HPV para pessoas de 15 a 19 anos
SUS amplia vacinação contra HPV para pessoas de 15 a 19 anos
Adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina poderão se imunizar até 31 de dezembro nas unidades do SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde prorrogou até o dia 31 de dezembro a campanha de vacinação contra o HPV direcionada a adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não foram imunizados. A iniciativa visa ampliar a cobertura vacinal e prevenir infecções pelo vírus, que é o principal causador de diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, pênis, garganta e ânus, além de verrugas genitais. As doses estão disponíveis gratuitamente em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
- Além do público de 9 a 14 anos e dos jovens contemplados pela prorrogação, a vacina é recomendada para grupos com condições clínicas especiais, como pessoas que vivem com HIV, pacientes transplantados e em tratamento oncológico. O Ministério da Saúde orienta que a população-alvo não deixe a imunização para os últimos dias do ano e verifique sua situação vacinal por meio do aplicativo Meu SUS Digital ou em um posto de saúde mais próximo.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde prorrogou até 31 de dezembro a estratégia de vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam o imunizante ou não possuem registro da vacinação. A medida busca ampliar a cobertura vacinal e reduzir o risco de doenças relacionadas ao vírus. A vacina é considerada a principal forma de prevenção contra a infecção pelo HPV, responsável por diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, pênis, ânus, boca e garganta, além de verrugas genitais. O uso de preservativos também é recomendado por reduzir o risco de transmissão, embora não ofereça proteção completa contra o vírus. As doses estão disponíveis gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nos demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). Pelo Calendário Nacional de Vacinação, a imunização é indicada rotineiramente para meninas e meninos de 9 a 14 anos. Com a prorrogação da estratégia de resgate, adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos que perderam o período recomendado terão uma nova oportunidade para receber a vacina até o fim deste ano. Além desse público, o imunizante também é ofertado para grupos com condições específicas, conforme as orientações do Ministério da Saúde. Entre eles estão pessoas que vivem com HIV, pacientes transplantados, pessoas em tratamento oncológico, usuários da Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) e pacientes com papilomatose respiratória recorrente. A ampliação da campanha busca aumentar a proteção coletiva e diminuir a circulação do vírus, contribuindo para a prevenção de doenças que podem ser evitadas com a vacinação. Quem tiver dúvidas sobre a situação vacinal pode consultar o histórico de imunização pelo aplicativo Meu SUS Digital ou procurar a unidade de saúde mais próxima. A recomendação é que pessoas dentro do público-alvo não deixem para os últimos dias e aproveitem a prorrogação para atualizar a caderneta de vacinação e reforçar a proteção contra o HPV.
Vacina contra pólio terá nova dose de reforço em agosto
Vacina contra pólio terá nova dose de reforço em agosto
Mudança entra em vigor em 3 de agosto e prevê duas doses de reforço com vacina injetável para crianças menores de 5 anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Sistema Único de Saúde (SUS) volta a oferecer segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos a partir de agosto. A medida é uma resposta à avaliação da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e tem o objetivo de manter elevados os níveis de proteção contra a doença.
- A orientação do Ministério da Saúde é que pais e responsáveis levem crianças menores de 5 anos aos postos de saúde para verificar se o esquema vacinal está completo e, se necessário, atualizar a caderneta de vacinação.
Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
A partir do dia 3 de agosto, o Sistema Único de Saúde (SUS) voltará a oferecer uma segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos. A medida foi anunciada pelo Ministério da Saúde e restabelece o esquema de cinco doses utilizado até 2024, agora exclusivamente com a vacina injetável. Com a mudança, as crianças deverão receber três doses da vacina aos 2, 4 e 6 meses de idade, além de dois reforços: um aos 15 meses e outro aos 4 anos. Todas as aplicações serão feitas com a vacina inativada, administrada por injeção. Até 2024, os reforços eram realizados com a tradicional vacina oral, conhecida como “gotinha”. No entanto, o Ministério da Saúde optou por substituir o imunizante oral devido ao risco, considerado extremamente raro, de o vírus enfraquecido sofrer mutações e provocar a doença. A decisão de retomar a segunda dose de reforço foi tomada após avaliação da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e comunicada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabela Ballalai, a dose adicional é importante para manter elevados os níveis de proteção ao longo da infância. Embora o Brasil esteja sem registrar casos de poliomielite há 37 anos e tenha recebido, em 1994, o certificado de área livre da circulação do vírus, especialistas alertam que a doença ainda existe em alguns países e pode voltar a representar risco se as coberturas vacinais caírem. A orientação do Ministério da Saúde é que pais e responsáveis levem crianças menores de 5 anos aos postos de saúde para verificar se o esquema vacinal está completo e, se necessário, atualizar a caderneta de vacinação. A poliomielite pode causar paralisia permanente e, em casos graves, levar à morte. A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção da doença.
Bahia amplia vacinação contra gripe para toda a população acima de seis meses
Bahia amplia vacinação contra gripe para toda a população acima de seis meses
A medida segue até o dia 17 de junho
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) ampliou a vacinação contra a gripe para toda a população acima de seis meses de idade, com o objetivo de facilitar o acesso à imunização durante o período de maior circulação de doenças respiratórias. A medida, que entra em vigor nesta segunda-feira (8) e se estende até o dia 17 de junho, foi tomada em conjunto com o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde e visa aumentar a cobertura vacinal em todo o estado.
- Com a ampliação do público-alvo, os municípios baianos poderão utilizar o estoque de doses já distribuído para atender a um número maior de pessoas, após o encerramento da campanha para grupos prioritários em 30 de maio. O imunizante disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é trivalente e foi atualizado para proteger contra as cepas mais recentes dos vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B. A Sesab reforça que a vacinação é crucial para prevenir complicações e reduzir o risco de casos graves de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
Para facilitar o acesso à imunização durante o período de maior circulação de doenças respiratórias, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) ampliou a vacinação contra a gripe para toda a população acima de seis meses de idade. A medida entra em vigor nesta segunda-feira (8) e segue até o dia 17 de junho. A decisão foi tomada em conjunto com o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde e busca aumentar a cobertura vacinal em todo o estado. Com a ampliação do público-alvo, os municípios poderão utilizar o estoque de doses já distribuído pela rede pública para atender um número maior de pessoas. Até então, a campanha era destinada apenas aos grupos prioritários, como idosos, crianças, gestantes e profissionais da saúde. Essa etapa foi encerrada em 30 de maio, abrindo espaço para a ampliação da estratégia de vacinação. O imunizante disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é trivalente e foi atualizado para proteger contra as cepas mais recentes dos vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B. Segundo a Sesab, a vacinação é uma das principais formas de prevenir complicações causadas pela doença e reduzir o risco de casos graves de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).
Nova vacina contra pneumonia e meningite começa a ser aplicada neste mês, anuncia Padilha
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria responsável por pneumonia e meningite
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo SUS para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. A vacina protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. A nova vacina substituirá a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença.nnA doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. A inclusão da Pneumo 20 é parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações e deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes no país.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. O imunizante protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. Na rede privada, cada dose custa mais de R$ 500. Nova proteção ampliada - A Pneumo 20 substituirá gradualmente a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a nova formulação oferece proteção mais abrangente contra infecções invasivas, incluindo variantes associadas a pneumonia e meningite em crianças. Doença causa mortes e sequelas - A doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. Dados do governo apontam que, entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. Apenas entre crianças menores de 5 anos foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a doença uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades preveníveis por vacinação. Distribuição e público-alvo - As primeiras 514 mil doses já começaram a ser distribuídas para estados e municípios. A previsão é de que mais de 6,1 milhões de doses sejam disponibilizadas ainda em 2026. Além de crianças menores de 5 anos, a vacina será destinada a povos indígenas sem histórico vacinal, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Cobertura vacinal em recuperação - O Ministério da Saúde afirma que a inclusão da Pneumo 20 faz parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações. A pasta destaca que a cobertura vacinal infantil voltou a crescer nos últimos anos, após um período de queda, e que a nova vacina deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes em todo o país.
Governo envia 2,2 milhões de doses contra covid; Bahia recebe 205 mil
Governo envia 2,2 milhões de doses contra covid; Bahia recebe 205 mil
Imunizantes atualizados são destinados principalmente a grupos vulneráveis
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Foto: Reprodução
O Ministério da Saúde distribuiu mais 2,2 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para estados e o Distrito Federal, com o objetivo de reforçar os estoques e garantir a continuidade da imunização no país. A Bahia recebeu 205.008 doses do imunizante. Com a nova remessa, o total distribuído pelo governo federal nos primeiros meses do ano chega a 6,3 milhões de doses.Segundo a pasta, os imunizantes ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizados para as cepas em circulação e seguem recomendados prioritariamente para grupos mais vulneráveis. O ministério afirma que mantém estoque suficiente para atender à demanda nacional. A distribuição para unidades de saúde e a aplicação das doses são de responsabilidade de estados e municípios.O envio ocorre por meio de critérios técnicos, como o tamanho da população-alvo e o volume de doses já aplicadas. Em caso de necessidade, os estados podem solicitar remessas adicionais ao governo federal.
Brasil tem 58,5% do público-alvo vacinado com a primeira dose contra a Covid-19
Brasil tem 58,5% do público-alvo vacinado com a primeira dose contra a Covid-19
Ao todo foram distribuídas 164,4 milhões de doses aos estados
Por: Cristiele França
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- Dados divulgados pelo Ministério da Saúde apontam que foram aplicadas no país mais de 130 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. De acordo com a Agência Brasil, desse total, 93,6 milhões de pessoas receberam a 1ª dose – 58,5% do público-alvo definido pela pasta, de 160 milhões. Os números, divulgados hoje (23), mostram ainda que 36,7 milhões de pessoas receberam a 2ª dose ou dose única contra a Covid-19. Até o início da noite, haviam sido distribuídas 164,4 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal.
Não diferente do restante do país, imunização em Livramento caminha a passos lentos
Livramento possui 46.062, sendo que apenas 7.006 pessoas foram vacinadas com as duas doses
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
- Por conta da falta de imunizantes, a vacinação no Brasil contra a Covid-19 caminha muito lentamente, quase que a passos de formiga, dada a capacidade instalada de imunização que o país possui. Como é de conhecimento público, isso deve-se à inoperância do governo do presidente Jair Bolsonaro, que optou pela não aquisição da vacina no início da crise pandêmica. Hoje (07), os sites de notícias divulgaram que a farmacêutica Pfizer chegou a oferecer ao Brasil doses de vacina pela metade do preço que seria pago nos Estados Unidos e na Europa, mas o governo brasileiro ignorou a oferta. É claro que esta ingerência implica diretamente no processo vacinal. Em Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste da Bahia, que conforme o Censo Demográfico de 2020, possui 46.062 habitantes, desta parcela, apenas 7.006 pessoas foram vacinadas com as duas doses necessárias ao processo completo de imunização, o que percentualmente implica em aproximadamente 15% da população, o que ainda é muito baixo. No município, desde o início da pandemia, 58 pessoas tiveram suas vidas interrompidas, que em alguns casos, é o dobro de cidades de porte semelhante, a exemplo de Caetité, onde houve 27 perdas para a doença viral.























