MP-BA investiga possível censura nas redes sociais da Prefeitura de Carinhanha
MP-BA investiga possível censura nas redes sociais da Prefeitura de Carinhanha
Inquérito civil busca esclarecer denúncias de ocultação de comentários e possível uso indevido de canais institucionais do município.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) abriu um inquérito civil para apurar denúncias de censura e uso indevido das redes sociais oficiais da Prefeitura de Carinhanha, investigando suposto shadowban que teria reduzido ou ocultado críticas à gestão municipal.
- A promotora Michely Queiroz de Oliveira conduzirá coleta de depoimentos, solicitação de informações técnicas e análise das contas digitais, podendo resultar em medidas judiciais ou extrajudiciais caso sejam confirmadas violações aos princípios da impessoalidade, moralidade e publicidade. Até o momento, a abertura do inquérito não confirma as denúncias.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil para apurar denúncias de possível censura e uso indevido das redes sociais oficiais da Prefeitura de Carinhanha, no sudoeste da Bahia. A abertura do procedimento foi formalizada pela promotora de Justiça Michely Queiroz de Oliveira, conforme publicação desta terça-feira (13). A investigação busca identificar possíveis práticas de moderação seletiva, incluindo o chamado *shadowban*, mecanismo que pode reduzir ou ocultar o alcance de comentários e publicações de usuários. O MP-BA apura se críticas à administração municipal estariam sendo restringidas nos perfis institucionais. Segundo o órgão, a apuração pretende verificar se houve violação aos princípios da impessoalidade, moralidade e publicidade na gestão dos canais oficiais. O procedimento prevê coleta de depoimentos, solicitação de informações técnicas e análise das contas digitais da prefeitura. A investigação poderá resultar na adoção de medidas judiciais ou extrajudiciais, caso sejam constatadas irregularidades. Até o momento, a instauração do inquérito não representa confirmação das denúncias.
TCM-BA investiga contratação de parentes de servidor pela Prefeitura de Cocos
TCM-BA investiga contratação de parentes de servidor pela Prefeitura de Cocos
Auditoria aponta possível violação aos princípios da impessoalidade e moralidade nas contratações.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) abriu procedimento investigativo contra a Prefeitura de Cocos após auditoria apontar possíveis irregularidades em contratos diretos que somam mais de R$ 1,29 milhão, envolvendo a empresa Athos Carneiro Viana e um aditivo com a médica Dyanna Silva Pinto Neves. O prefeito Clewton Domingues de Souza, conhecido como Clevyn, foi notificado para apresentar defesa, enquanto a 25ª Inspetoria Regional de Controle Externo (IRCE) solicitou a suspensão dos pagamentos por risco ao erário.
- A investigação destaca supostas violações aos princípios da impessoalidade e moralidade, além de questionar o cumprimento da Lei Federal nº 14.133/2021 e da legislação municipal. O relator Paulo Rangel adiou a análise da liminar, mantendo o caso em fase de apuração sem conclusão definitiva sobre a responsabilidade dos envolvidos.
Foto: Reprodução
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) apura possíveis irregularidades em contratos que somam mais de R$ 1,29 milhão firmados pela Prefeitura de Cocos, no oeste da Bahia. O procedimento foi aberto pela 25ª Inspetoria Regional de Controle Externo (IRCE) contra o prefeito Clewton Domingues de Souza, conhecido como Clevyn, após a auditoria apontar possíveis irregularidades em contratações diretas por inexigibilidade de licitação. Segundo o TCM-BA, os contratos envolvem a empresa Athos Carneiro Viana, no valor de R$ 1.209.384, e um aditivo de R$ 86.544 com a médica Dyanna Silva Pinto Neves. De acordo com a representação, os contratados são, respectivamente, cunhado e esposa do médico Lúcio Lacerda de Moura, servidor efetivo da rede municipal de saúde e diretor clínico do Hospital Municipal de Cocos. A inspetoria aponta possível violação aos princípios da impessoalidade e moralidade, além de questionar o cumprimento da Lei Federal nº 14.133/2021 e da legislação municipal. A 25ª IRCE pediu a suspensão dos contratos e dos pagamentos, alegando risco de dano ao erário. O relator do processo, conselheiro Paulo Rangel, porém, adiou a análise do pedido liminar e determinou a notificação do prefeito para apresentação de defesa antes de decidir sobre a medida. As irregularidades apontadas ainda são objeto de apuração e não representam, neste momento, uma conclusão definitiva do TCM-BA sobre a responsabilidade dos envolvidos.
MP fiscaliza shows de Alok e Zé Neto & Cristiano em Santa Maria e Coribe
MP fiscaliza shows de Alok e Zé Neto & Cristiano em Santa Maria e Coribe
Entre os nomes citados estão o DJ Alok e a dupla Zé Neto & Cristiano, apontados pela imprensa como atrações confirmadas para os eventos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar os festejos juninos de 2026 em Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe. A fiscalização visa evitar o uso indevido das festividades para promoção pessoal de agentes públicos e a contratação de artistas custeados com recursos públicos.
- O MP destacou que apresentações artísticas financiadas com verbas públicas não podem ser utilizadas para agradecimentos nominais, manifestações político-partidárias ou enaltecimento de gestores. O objetivo é evitar irregularidades e garantir a responsabilidade na utilização dos recursos.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar os festejos juninos de 2026 nos municípios de Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe, com foco na contratação de artistas custeados com recursos públicos. Entre os nomes citados no documento estão o DJ Alok e a dupla Zé Neto & Cristiano, apontados pela imprensa local como atrações confirmadas para os eventos. A fiscalização também inclui outros artistas que venham a ser contratados durante o período junino. Segundo a portaria, o objetivo é evitar o uso indevido das festividades para promoção pessoal de agentes públicos, autoridades, candidatos ou pré-candidatos. O MP destaca que apresentações artísticas financiadas com verbas públicas não podem ser utilizadas para agradecimentos nominais, manifestações político-partidárias ou enaltecimento de gestores. O documento afirma que essas condutas podem configurar desvio de finalidade, violação ao princípio da impessoalidade e até propaganda eleitoral antecipada. Como medida inicial, o MP determinou o envio de recomendação às prefeituras, empresas organizadoras e responsáveis pelas atrações artísticas. Os destinatários deverão confirmar o recebimento no prazo de dez dias. A portaria foi assinada pelo promotor de Justiça Jürgen W. Fleischer Jr., da Promotoria de Santa Maria da Vitória. O MP ressaltou que, até o momento, não há irregularidades comprovadas, e que a atuação tem caráter preventivo.
























