Brasil tenta acordo para evitar tarifas de 25% dos EUA
Brasil tenta acordo para evitar tarifas de 25% dos EUA
Alckmin criticou atuação de Flávio Bolsonaro sobre o tema
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro está em intensas negociações com os Estados Unidos para evitar a aplicação de tarifas extras de 25% sobre produtos nacionais, com o prazo final para um acordo estabelecido em 15 de julho. Representantes dos dois países mantêm uma agenda de reuniões, buscando convencer os EUA de que um entendimento comercial é mais vantajoso do que a imposição das novas tarifas, recomendadas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). O Ministério das Relações Exteriores chegou a afirmar que a decisão norte-americana decorre de uma tentativa de interferência externa na Justiça brasileira, enquanto segue utilizando os canais diplomáticos para defender as políticas adotadas pelo Brasil.
- Em meio às tratativas, o vice-presidente Geraldo Alckmin criticou publicamente o senador Flávio Bolsonaro por sua atuação no tema, classificando-o como um dos "maus brasileiros" que trabalharam contra o país. Apesar de reconhecer a complexidade das negociações, o governo brasileiro mantém a expectativa de alcançar um entendimento antes do prazo. Caso não haja acordo até 15 de julho, os Estados Unidos poderão efetivar a tarifa adicional de 25% sobre parte das exportações brasileiras, impactando o comércio bilateral.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O governo brasileiro intensificou as negociações com os Estados Unidos para tentar evitar a aplicação de tarifas extras de 25% sobre parte dos produtos brasileiros. O prazo para um acordo termina em 15 de julho, e representantes dos dois países mantêm uma agenda de reuniões para discutir o tema. Segundo o governo, a estratégia é demonstrar que um acordo comercial é mais vantajoso para ambos os países do que a adoção das novas tarifas. A medida foi recomendada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). Na última quarta-feira (24), o Ministério das Relações Exteriores publicou uma nota nas redes sociais afirmando que a decisão dos Estados Unidos tem origem em uma tentativa de interferência externa na Justiça brasileira. O Itamaraty informou ainda que continua utilizando os canais diplomáticos para defender que as políticas adotadas pelo Brasil não prejudicam o comércio bilateral. Durante um evento sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia, realizado na sexta-feira (26), em São Paulo, o vice-presidente Geraldo Alckmin criticou a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, nas tratativas envolvendo as tarifas. "Na realidade, são maus brasileiros que trabalharam contra o Brasil e agora estão tentando remediar o que foi feito", afirmou Alckmin. Apesar de considerar as negociações difíceis, o governo brasileiro acredita que ainda é possível chegar a um entendimento antes do prazo final. Caso não haja acordo até 15 de julho, os Estados Unidos poderão aplicar a tarifa adicional de 25% sobre parte dos produtos exportados pelo Brasil.
Brasil deve adotar gasolina com 32% de etanol a partir da próxima quarta, afirma Alckmin
Governo prevê redução no preço do combustível, menor dependência de importações e estímulo à produção nacional de biocombustíveis
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal, por meio do vice-presidente Geraldo Alckmin, anunciou que a mistura obrigatória de etanol na gasolina será elevada de 30% para 32% a partir da próxima quarta-feira (24), após aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Esta medida visa principalmente a redução do preço da gasolina para o consumidor, além de promover benefícios ambientais e fortalecer a indústria de biocombustíveis no país.
- A expectativa é que o aumento do percentual de etanol reduza a necessidade de importação de gasolina em cerca de 500 milhões de litros mensais, visando a autossuficiência do Brasil no abastecimento do combustível. A iniciativa se alinha à política de incentivo a renováveis da Lei do Combustível do Futuro, seguindo um aumento anterior de 27,5% para 30% em 2025, e é impulsionada pelo crescimento da produção de etanol de milho, com destaque para Mato Grosso, que é crucial para a expansão da nova mistura.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A mistura obrigatória de etanol na gasolina deve passar de 30% para 32% a partir da próxima quarta-feira (24). O anúncio foi feito pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que informou que a medida será submetida à aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Segundo o governo federal, a mudança vai ajudar a reduzir o preço da gasolina para o consumidor, além de diminuir a emissão de poluentes e fortalecer a cadeia produtiva de biocombustíveis no país. A expectativa é que o aumento da participação do etanol elimine a necessidade de importar cerca de 500 milhões de litros de gasolina por mês, tornando o Brasil autossuficiente no abastecimento do combustível. A medida integra a política de incentivo aos combustíveis renováveis prevista na Lei do Combustível do Futuro. Em 2025, o percentual de etanol na gasolina já havia sido elevado de 27,5% para 30%. O governo também destaca o avanço da produção de etanol de milho, especialmente no Centro-Oeste. Mato Grosso lidera o setor e responde por cerca de 70% da oferta nacional desse combustível, considerado estratégico para a expansão da nova mistura.
PSB pressiona Lula para manter Alckmin na vice
PSB pressiona Lula para manter Alckmin na vice
Presidente avalia ampliar aliança com MDB e discute composição da chapa
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Lula e o presidente do PSB João Campos - Foto: Reprodução
O presidente nacional do PSB e prefeito do Recife, João Campos, afirmou nesta terça-feira (10) que o partido quer manter Geraldo Alckmin como vice na eventual candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).A declaração foi feita após reunião com Lula, no Palácio do Planalto. Segundo Campos, a manutenção da vice-presidência é prioridade da legenda. “Foi reafirmado ao presidente o desejo do PSB de manter a vice-presidência”, disse.A movimentação ocorre em meio à articulação do Planalto para ampliar a base aliada. Lula avalia oferecer a vaga de vice ao MDB, numa tentativa de consolidar uma frente mais ampla para a eleição de outubro e isolar adversários.A negociação, no entanto, enfrenta resistências internas no MDB, onde parte da legenda mantém distância do governo. Interlocutores do partido indicaram que a única possibilidade concreta de adesão à chapa seria com a oferta da vice.Nos bastidores, são citados como possíveis nomes do MDB para a composição o ministro dos Transportes, Renan Filho, o governador do Pará, Helder Barbalho, e a ministra do Planejamento, Simone Tebet.Lula e Alckmin se aproximaram politicamente em 2021, após anos de rivalidade. A aliança foi decisiva na formação da frente ampla que venceu a eleição presidencial seguinte.Apesar das especulações, Lula tem feito declarações públicas de apreço ao atual vice. Em evento recente do PT, afirmou que teve “sorte” com seus vices e chamou Alckmin de “homem extraordinário”.A definição da chapa, porém, depende do avanço das negociações políticas nas próximas semanas.
Lula toma 5ª dose da vacina contra Covid-19 e lança campanha nacional pela vacinação
O responsável por aplicar a vacina no petista foi o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB)
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Foto: Divulgação
- Durante o lançamento do Movimento Nacional pela Vacinação, nesta segunda-feira (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tomou a dose de reforço com a vacina bivalente de Covid-19, aplicada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Como o petista tem mais de 70 anos de idade, ele faz parte do grupo de risco que está apto a tomar a 5ª dose no plano de imunização. A ação foi simbólica, para marcar o início da campanha de vacinação contra a Covid-19 em 2023. A solenidade ocorreu no Centro de Saúde nº 1 no Guará, no Distrito Federal, e contou com as presenças da ministra da Saúde, Nísia Trindade, e da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, mais conhecida como Janja. "Daqui para frente, a hora que vocês lerem um aviso, virem na televisão um aviso, uma propaganda no rádio ou na internet que está dando vacina no bairro de vocês, na vila de vocês, na cidade de vocês, pelo amor de Deus, não sejam irresponsáveis. Se tiver vacina, vá lá tomar a vacina, porque a vacina é a única garantia que você tem de não morrer por falta de responsabilidade. A vacina é uma garantia de vida", declarou Lula.
Alckmin assume hoje presidência da República pela primeira vez
Alckmin assume hoje presidência da República pela primeira vez
Por: Eliane Oliveira
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Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O vice-presidente Geraldo Alckmin assumirá a presidência da República, na noite deste domingo, pela primeira vez, assim que Luiz Inácio Lula da Silva deixar o espaço aéreo brasileiro. Também atual titular do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alckmin concorreu ao Palácio do Planalto em 2006 e 2018, mas foi derrotado nas duas tentativas. Lula viajará para a Argentina, onde se encontrará com o presidente daquele país, Alberto Fernández, na segunda-feira, e participará de uma reunião de líderes latino-americanos e caribenhos na terça-feira. No dia seguinte, à noite, ele embarcará para o Uruguai. Antes filiado ao PSDB, Alckmin aceitou ser vice na chapa de Lula, do PT, em uma manobra que surpreendeu a todos. Nas últimas décadas, os dois políticos estiveram em lados opostos. Médico e nascido no interior paulista, Alckmin é um dos fundadores do PSDB. Foi quatro vezes governador de São Paulo, vice-governador, deputado federal, deputado estadual, prefeito de Pindamonhangaba e vereador.
























