PF investiga fraude em licitações e cumpre mandado em Vitória da Conquista
PF investiga fraude em licitações e cumpre mandado em Vitória da Conquista
Operação Legado cumpre mandados em 13 cidades baianas, incluindo Vitória da Conquista.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal e a Controladoria‑Geral da União (CGU) deram início à Operação Legado, que investiga suspeitas de fraudes em licitações e contratações diretas realizadas por municípios da Bahia, Piauí, Espírito Santo, Minas Gerais, Sergipe e do Distrito Federal. Foram cumpridos 44 mandados de busca e apreensão em 22 localidades, com foco especial na área da saúde, e o TRF‑1 autorizou medidas patrimoniais e bloqueio de bens de até R$ 3,4 milhões.
- As investigações apontam coordenação entre empresas e agentes públicos para simular concorrência, direcionar contratos e cobrar valores acima do mercado, além de entregar equipamentos usados como novos. Foram analisados 56 procedimentos que movimentaram cerca de R$ 17 milhões, podendo configurar crimes como organização criminosa, fraude em licitação, falsidade documental, peculato e corrupção ativa e passiva.
Foto: Polícia Federal
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta quinta-feira (24) a Operação Legado, que investiga suspeitas de fraudes em licitações e contratações diretas realizadas por municípios, principalmente na área da saúde. Ao todo, são cumpridos 44 mandados de busca e apreensão em 22 municípios da Bahia, Piauí, Espírito Santo, Minas Gerais e Sergipe, além do Distrito Federal. Na Bahia, as medidas ocorrem em Itabuna, Ibirataia, Eunápolis, Itapitanga, Salvador, São Felipe, Ubatã, Uruçuca, Feira de Santana, Itabela, Presidente Tancredo Neves, Teixeira de Freitas e Vitória da Conquista, que tem um mandado entre os alvos da operação. Segundo a PF e a CGU, empresários e pessoas que ocupam ou já ocuparam cargos públicos municipais estão entre os investigados. A apuração aponta que empresas teriam atuado de forma coordenada para fraudar contratações públicas, com indícios de simulação de concorrência, direcionamento de contratos e cobrança de valores acima dos praticados no mercado. Os investigadores também identificaram suspeitas de pagamento por produtos que não teriam sido entregues e de fornecimento de equipamentos usados apresentados como novos. A análise financeira encontrou ainda movimentações consideradas suspeitas e indícios de possíveis pagamentos de vantagens indevidas a agentes públicos. Conforme as investigações, foram examinados 56 procedimentos de contratação realizados em 31 municípios, que movimentaram aproximadamente R$ 17 milhões. Os fatos investigados podem configurar, em tese, crimes de organização criminosa, fraude em licitação e contrato público, falsidade documental, peculato e corrupção ativa e passiva. As buscas foram autorizadas pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que também determinou 13 medidas de caráter patrimonial e o bloqueio de bens e valores de até R$ 3,4 milhões. As investigações continuam para esclarecer a participação de cada envolvido e verificar a extensão das possíveis irregularidades.
Operação Overclean: STF nega busca contra ACM Neto; investigação apura contratos de R$ 80 milhões
Ministro Nunes Marques negou pedido da Polícia Federal, que havia recebido parecer favorável da PGR.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Kassio Nunes Marques, negou o pedido da Polícia Federal (PF) para efetuar buscas contra o candidato à governadoria da Bahia, ACM Neto (União Brasil), no âmbito da décima fase da Operação Overclean. A operação investiga supostas irregularidades em contratos da Secretaria de Educação de Belo Horizonte, que somam mais de R$ 80 milhões, e já cumpriu 24 mandados de busca em seis estados, incluindo Minas Gerais, Bahia e São Paulo.
- A PF apura possíveis fraudes em licitações, organização criminosa e lavagem de dinheiro, envolvendo ACM Neto, o ex‑secretário Bruno Barral e o empresário José Marcos de Moura, conhecido como “Rei do Lixo”. ACM Neto negou qualquer envolvimento, alegando tentativa de interferência eleitoral, enquanto a investigação segue em andamento sem decisão definitiva sobre o mérito das suspeitas.
Foto: Reprodução
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques negou um pedido da Polícia Federal (PF) para realizar buscas contra ACM Neto (União Brasil), candidato ao governo da Bahia. A solicitação foi feita no âmbito da décima fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17), que investiga suspeitas de irregularidades em contratos da Secretaria de Educação de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A Procuradoria-Geral da República (PGR) havia se manifestado favoravelmente à medida, mas o ministro não autorizou a busca contra o político. A investigação apura possíveis fraudes em contratações realizadas entre 2024 e 2025, envolvendo serviços e materiais didáticos. Segundo a Polícia Federal, pelo menos três procedimentos investigados resultaram em contratos que, somados, ultrapassam R$ 80 milhões. Outros contratos também estão sob apuração. Ao todo, são cumpridos 24 mandados de busca e apreensão em Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Tocantins, Paraná e Espírito Santo.De acordo com informações divulgadas pela imprensa, a PF investiga se ACM Neto participou da indicação de Bruno Barral para a Secretaria de Educação de Belo Horizonte com o objetivo de favorecer empresários em licitações públicas. Barral ocupou o cargo durante a gestão do prefeito Fuad Noman e já havia trabalhado com ACM Neto na Prefeitura de Salvador, quando o político baiano administrou a capital entre 2013 e 2020. O ex-secretário está entre os alvos da nova fase da operação. A investigação também alcança o empresário José Marcos de Moura, conhecido como “Rei do Lixo”, e outros empresários. A PF apura possíveis crimes contra a administração pública, fraude em licitações e contratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As suspeitas ainda estão em investigação e não representam uma condenação. Em manifestação divulgada nesta quinta-feira, ACM Neto negou qualquer relação com os fatos investigados e afirmou que a divulgação do pedido de busca representa uma tentativa de interferência no processo eleitoral. O candidato também declarou que considera as suspeitas infundadas. A negativa do pedido de busca pelo STF não significa, por si só, o encerramento da investigação ou uma decisão definitiva sobre o mérito das suspeitas. A operação segue em andamento, e a Polícia Federal continua apurando os contratos e a possível participação dos investigados.
Nunes Marques nega pedido da PF para fazer buscas contra ACM Neto na Overclean
Nunes Marques nega pedido da PF para fazer buscas contra ACM Neto na Overclean
Candidato ao governo da Bahia foi alvo de solicitação da Polícia Federal no âmbito da 10ª fase da operação, que investiga supostas fraudes em contratos da Educação de Belo Horizonte
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal autorização para cumprir 24 mandados de busca e apreensão em diferentes estados, como parte da 10ª fase da Operação Overclean, visando investigar supostas fraudes em contratos da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte que ultrapassam R$ 80 milhões. O pedido, que contava com parecer favorável da Procuradoria‑Geral da República, foi recusado pelo ministro Kassio Nunes Marques, relator do caso no STF, gerando grande repercussão no cenário político da Bahia, onde o candidato ACM Neto (União Brasil) também era alvo da investigação.
- A operação amplia o foco para possíveis direcionamentos de licitações de materiais didáticos, envolvendo o ex‑secretário Bruno Barral, e investiga se esquemas semelhantes foram replicados em outras prefeituras do país. Entre os crimes apurados estão fraudes em licitações, organização criminosa, lavagem de dinheiro e outras irregularidades contra a administração pública, ampliando o escopo que inicialmente tratava de contratos de coleta de lixo e desvios de emendas parlamentares na Bahia.
Foto: Valter Pontes | Secom
A Polícia Federal pediu autorização para fazer buscas contra o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), que é relator do caso na Corte, porém, negou o pedido. Nesta etapa da operação, a PF cumpre 24 mandados de busca e apreensão em diferentes estados para investigar suspeitas de fraudes em contratos firmados entre 2024 e 2025 pela Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte. Os contratos sob investigação somam mais de R$ 80 milhões. Investigação em Belo Horizonte - A nova frente apura suspeitas de direcionamento de procedimentos licitatórios para a compra de materiais didáticos na capital mineira. À época, a Secretaria Municipal de Educação era comandada por Bruno Barral, que também é alvo dos mandados cumpridos nesta quinta. Segundo a investigação, Barral teria chegado ao cargo com o aval de ACM Neto. A PF apura ainda se grupos investigados por supostas fraudes na Bahia teriam reproduzido o mesmo tipo de esquema em contratos de diferentes prefeituras pelo país. A investigação aponta possíveis crimes contra a administração pública, fraudes em licitações e contratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Pedido contra ACM Neto - No curso das apurações, a Polícia Federal solicitou ao STF autorização para realizar buscas relacionadas a ACM Neto. O pedido recebeu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas foi rejeitado por Nunes Marques. A solicitação foi feita pela PF em janeiro, enquanto a manifestação favorável da PGR ocorreu no início de fevereiro, meses antes do período eleitoral. A assessoria do ministro informou que não comentaria a decisão. A Operação Overclean começou investigando suspeitas de fraudes em contratos de coleta de lixo e outros serviços, além de possíveis desvios de emendas parlamentares na Bahia. As apurações posteriormente avançaram para contratos e suspeitas envolvendo outros municípios e áreas de atuação em diferentes estados.
PF deflagra operação contra esquema de corrupção e desvio de recursos públicos na Bahia
Ação cumpre 33 mandados de busca em oito cidades e investiga fraudes em contratos da prefeitura de Gongogi
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal desencadeou a Operação Severus, uma nova fase da investigação que apura um esquema de corrupção e fraude em licitações no município de Gongogi, na Bahia. A operação é realizada em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU) e envolve a busca e apreensão de documentos, celulares e dinheiro.
- A investigação aponta a existência de uma organização criminosa estruturada dentro da administração municipal, envolvendo servidores públicos e pessoas de fora da prefeitura. A Polícia Federal e a CGU estão analisando a movimentação financeira dos valores desviados e podem adotar novas medidas à medida que as apurações avançam.
Foto: Divulgação | Policia Federal
A Polícia Federal desencadeou, nesta quinta‑feira (13), a Operação Severus, nova fase da investigação que apura um suposto esquema de corrupção, fraudes em licitações e desvio de recursos públicos no município de Gongogi, no sul da Bahia. A ação é realizada em parceria com a Controladoria‑Geral da União (CGU). Foram autorizados 33 mandados de busca e apreensão pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). As equipes cumprem as ordens em Gongogi, Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis, onde policiais federais e auditores da CGU atuam de forma conjunta. Segundo a PF, a investigação aponta a existência de uma organização criminosa estruturada dentro da administração municipal, envolvendo servidores públicos e pessoas de fora da prefeitura. O grupo é suspeito de manipular licitações, criar processos administrativos fictícios, usar documentos falsificados e autorizar pagamentos por serviços que não teriam sido executados ou foram entregues apenas parcialmente. A apuração também analisa a movimentação financeira dos valores desviados. De acordo com os investigadores, o dinheiro teria circulado por meio de empresas e intermediários usados para ocultar a origem dos recursos, caracterizando possível lavagem de dinheiro. A decisão judicial permite a apreensão de documentos, celulares, computadores, dinheiro em espécie, joias e veículos ligados aos investigados. Também foram determinadas medidas de bloqueio de bens e valores, incluindo imóveis e automóveis, até o limite de R$ 2 milhões. Todo o material recolhido será analisado pela Polícia Federal e pela CGU. A PF informou que a investigação continua e novas medidas podem ser adotadas conforme o avanço das apurações.
























