Polícia Civil deflagra operação contra organizações criminosas em Vitória da Conquista e outros cinco estados
Ação cumpre mandados de prisão, busca e bloqueio de bens
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia realizou uma operação integrada contra organizações criminosas atuantes no estado e outros cinco estados brasileiros, em Vitória da Conquista e outras cidades baianas. A ação faz parte de cinco operações paralelas, que investigam grupos envolvidos com tráfico, homicídio, fraude, furtos, roubos e lavagem de dinheiro.
- Foram cumpridos 33 mandados de prisão e 52 de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais que bloqueiam R$ 110 milhões e apreendem bens ligados às investigações.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Vitória da Conquista foi alvo, na manhã desta quinta‑feira (16), de uma operação integrada da Polícia Civil da Bahia contra organizações criminosas com atuação no estado e em outros cinco estados brasileiros. Segundo a corporação, cerca de 240 policiais participam da ofensiva, distribuídos em mais de 60 equipes. As ações fazem parte das operações Protetor das Divisas, Fronteira Final, Vita, Ludus e Narciso, que investigam grupos envolvidos com tráfico de drogas, homicídios, fraudes eletrônicas, furtos, roubos, extorsão mediante sequestro, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de medicamentos. Além de Vitória da Conquista, as diligências ocorrem em Salvador, Barreiras, Juazeiro, Ilhéus, Itabuna e Jequié. Fora da Bahia, as equipes atuam em Pernambuco, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. A Polícia Civil informou que estão sendo cumpridos 33 mandados de prisão preventiva e 52 mandados de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais que incluem bloqueio judicial de até R$ 110 milhões e apreensão de bens ligados às investigações. A ofensiva integra a estratégia de enfrentamento ao crime organizado, especialmente grupos com atuação interestadual ou que tentam expandir atividades para a Bahia. O balanço das ações será divulgado ao longo do dia.
Operação Pix Seguro bloqueia R$ 103 milhões em cinco estados
Operação Pix Seguro bloqueia R$ 103 milhões em cinco estados
Grupo enviava mensagens falsas sobre bloqueio bancário para aplicar golpes e transferir dinheiro das vítimas via PIX, segundo a investigação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Pix Seguro, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso especializado em fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro em diferentes estados do país. A ação resultou no bloqueio judicial de R$ 103 milhões e no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão em cidades como Eunápolis (BA), Crato (CE), Goiânia (GO), Recife (PE) e São Paulo (SP), com a apreensão de celulares e computadores para análise.
- Segundo a investigação, o grupo aplicava golpes enviando mensagens SMS falsas sobre bloqueios de contas bancárias, direcionando as vítimas a páginas fraudulentas para coletar dados pessoais e bancários. Com as informações, realizavam transferências via PIX para contas de terceiros e empresas de fachada, dificultando o rastreamento. Os envolvidos poderão responder por estelionato mediante fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de dinheiro, e as investigações prosseguem para identificar outros integrantes.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (13), a Operação Pix Seguro, que investiga um grupo criminoso suspeito de aplicar fraudes eletrônicas e lavar dinheiro em diferentes estados do país. A ação resultou no bloqueio judicial de R$ 103 milhões e no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão.Segundo a investigação, sete mandados foram cumpridos em Eunápolis. Também houve buscas nas cidades de Crato, Goiânia, Recife e São Paulo.Durante a operação, policiais apreenderam celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos que serão submetidos à perícia. O material deve auxiliar no aprofundamento das investigações e na identificação de outros envolvidos no esquema.De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizava mensagens falsas enviadas por SMS para informar supostos bloqueios em contas bancárias. As vítimas eram direcionadas para páginas fraudulentas, onde inseriam dados pessoais e bancários.Após o preenchimento das informações, os criminosos realizavam transferências via PIX para contas ligadas à organização investigada. Conforme as apurações, o dinheiro era movimentado por meio de contas de terceiros e empresas de fachada usadas para dificultar o rastreamento dos valores.Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de dinheiro. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros integrantes do grupo e analisar o material apreendido na operação.
Grupo investigado por estelionato causou prejuízo milionário na Bahia
Grupo investigado por estelionato causou prejuízo milionário na Bahia
Grupo é suspeito de usar documentos falsos e identidade empresarial para aplicar golpes em fornecedores de vários estados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Columbia, que investiga um esquema de estelionato, falsificação de documentos e fraudes eletrônicas com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão.
- Dois suspeitos foram presos e oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos estados da Bahia, Minas Gerais e Santa Catarina.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou nesta quinta-feira (7) a Operação Columbia, que investiga um esquema de estelionato, falsificação de documentos e fraudes eletrônicas com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão. Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária e oito mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, Minas Gerais e Santa Catarina. Dois suspeitos, de 45 e 59 anos, acabaram presos nas cidades de Ilhéus e Ibirité. Um terceiro investigado segue foragido. As investigações começaram após uma empresa do setor mineral denunciar cobranças relacionadas a negociações comerciais que nunca foram realizadas oficialmente. Segundo a polícia, criminosos utilizavam indevidamente a identidade da empresa para fechar compras fraudulentas com fornecedores de diferentes regiões do país. De acordo com a apuração, o grupo usava documentos falsificados, ordens de compra adulteradas e assinaturas fraudulentas para obter mercadorias de alto valor. Após concluir as negociações, os suspeitos indicavam transportadoras específicas para retirar os produtos, desviando as cargas para endereços diferentes dos informados nas transações. Entre os materiais adquiridos ilegalmente estão cabos elétricos, fibras ópticas, pneus e equipamentos técnicos industriais. A operação foi coordenada pela Delegacia Territorial de Itagimirim, com apoio das coordenadorias regionais da Polícia Civil da Bahia e das polícias civis de Minas Gerais e Santa Catarina. Durante o cumprimento dos mandados, os investigadores apreenderam celulares, computadores e diversos documentos que devem auxiliar no aprofundamento das investigações. A polícia tenta agora identificar outros envolvidos no esquema e ampliar o rastreamento das fraudes.






















