Governo federal envia ajuda para combater queimadas no Amazonas
Governo federal envia ajuda para combater queimadas no Amazonas
Ação conjunta de ministérios e Forças Armadas mobiliza 11 aeronaves e brigadistas; qualidade do ar na capital atinge níveis críticos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A decretação de estado de emergência em 36 municípios do Amazonas viabilizou o envio de ajuda federal para combater as queimadas intensificadas pelo fenômeno El Niño. O ministro da Integração, Waldez Góes, e o ministro do Meio Ambiente interino, João Paulo Capobianco, anunciaram a mobilização de uma força‑tarefa que reúne ministérios, Forças Armadas, Força Nacional do SUS e 11 aeronaves para socorrer a região, após a formalização da emergência no Diário Oficial da União.
- Com 6.901 focos de incêndio registrados desde 1º de outubro – um aumento de 91,38 % em relação ao mesmo período do ano passado – a fumaça elevou a poluição do ar a níveis críticos em Manaus, obrigando a prefeitura a suspender eventos ao ar livre nos dias 11 e 12 de outubro. Os ministros cobram união das autoridades e pedem que a resposta à crise seja feita sem politização, enquanto a população enfrenta riscos à saúde devido à qualidade do ar deteriorada.
Foto: Vinícius Mendonça/Ibama
A decretação de estado de emergência em 36 municípios pelo governo do Amazonas viabilizou o envio de ajuda federal para combater as queimadas impulsionadas pelo fenômeno El Niño no estado. O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima em exercício, João Paulo Capobianco, detalharam neste domingo (11) a mobilização de uma força-tarefa que reúne ministérios, Forças Armadas, Força Nacional do SUS e 11 aeronaves para socorrer a região. Segundo Góes, o apoio da União dependia da formalização da emergência por parte do governo estadual, que foi reconhecida sumariamente e publicada no Diário Oficial da União (DOU). Durante a coletiva em Manaus, o ministro rebateu críticas do comandante do Corpo de Bombeiros local, afirmando que “seria prudente que o comandante do Corpo de Bombeiros, em vez de tocar fogo, apagasse fogo, se juntasse aos brigadistas” e cobrou a união das autoridades sem politização da crise. Com 6.901 focos de incêndio registrados desde 1º de outubro — um salto de 91,38% em relação ao mesmo período do ano passado —, a fumaça levou a qualidade do ar a níveis críticos em Manaus, obrigando a prefeitura a suspender eventos ao ar livre previstos para domingo (11) e segunda-feira (12) para evitar agravamentos de saúde na população.
Governo derruba 506 sites de bets após proibição de apostas online
Governo derruba 506 sites de bets após proibição de apostas online
Operação também identificou 43 grupos e canais no Telegram usados para divulgar apostas online.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma força‑tarefa do governo federal derrubou 506 sites com indícios de oferta irregular de apostas online após a publicação da medida provisória que proibiu as bets no Brasil. A ação, coordenada pelos Ministérios da Justiça, Segurança Pública e Fazenda, também monitorou 43 canais e grupos no Telegram, reunindo cerca de 212,6 mil integrantes.
- O Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) identificou cerca de 1,9 mil anúncios de bets no Google, além de publicações na Meta, TikTok e ofertas no Telegram que prometiam até 260% de lucro mensal. A MP deu dez dias para retirada da publicidade existente e proibiu novos anúncios, enquanto a Iron Security apontou o surgimento de 440 novos sites de apostas sem registro. O governo continuará o monitoramento para coibir estratégias de drible das restrições.
Foto: Antônio Cruz - Agência Brasil
Uma força-tarefa do governo federal derrubou 506 sites com indícios de oferta irregular de apostas online após a publicação da medida provisória (MP) que proibiu as bets no Brasil. A ação, coordenada pelos Ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Fazenda, também monitora 43 canais e grupos no Telegram ligados à divulgação de apostas e cassinos, com cerca de 212,6 mil integrantes. Relatório do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) identificou cerca de 1,9 mil anúncios de bets no Google, além de sete na Meta, dois publicados após a entrada em vigor da MP. Também foram encontrados anúncios no TikTok e casos em que páginas e domínios não correspondiam às marcas divulgadas. No Telegram, havia ofertas com promessas de até 260% de lucro mensal, supostos robôs de apostas e taxas de acerto de até 99,8%. A MP publicada na sexta-feira (25) deu dez dias para a retirada de publicidade já existente, mas proibiu novos anúncios. Segundo dados da Iron Security, responsável pelo site Bet Legal, 440 novos sites de apostas sem registro no Brasil teriam surgido após a medida. O governo informou que o monitoramento continuará para identificar plataformas e estratégias usadas para driblar as restrições.
FICCO bloqueia R$ 102 milhões ligados ao PCC e ao CV na Bahia
FICCO bloqueia R$ 102 milhões ligados ao PCC e ao CV na Bahia
Força integrada coordenada pela Polícia Federal cumpriu centenas de mandados e intensificou o combate ao tráfico, à lavagem de dinheiro e às lideranças criminosas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA) causou um prejuízo estimado em R$ 102 milhões às facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). O balanço abrange as operações realizadas desde a implantação da força-tarefa em agosto de 2023 até maio de 2026, com a Polícia Federal coordenando as ações que envolvem forças de segurança estaduais, federais e a polícia penal no combate ao tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.
- As investigações resultaram no cumprimento de 210 mandados judiciais para bloqueio de recursos e 402 mandados de busca e apreensão, culminando na captura de centenas de criminosos, incluindo lideranças estratégicas. Entre os detidos, destaca-se a prisão de um líder de facção em São Paulo com atuação no sudoeste baiano, além da captura de dois líderes do Comando Vermelho na Bolívia, demonstrando a atuação transfronteiriça da FICCO/BA em colaboração com a Interpol. A Bahia foi pioneira no Nordeste ao adotar essa força-tarefa, uma estratégia crucial no enfrentamento ao crime organizado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
As facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sofreram um prejuízo estimado em R$ 102 milhões após ações da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA). O balanço considera operações realizadas entre agosto de 2023, quando a força-tarefa foi implantada no estado, e maio de 2026.Coordenada pela Polícia Federal, a FICCO reúne forças de segurança estaduais, federais e a polícia penal em ações voltadas ao combate ao tráfico de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o bloqueio dos recursos ocorreu a partir do cumprimento de 210 mandados judiciais relacionados à descapitalização das organizações criminosas.No período, foram executados 402 mandados de busca e apreensão em operações conduzidas pela própria força-tarefa e em ações integradas com outros órgãos de segurança. As investigações também resultaram na captura de centenas de criminosos, incluindo lideranças consideradas estratégicas do PCC e do CV.Entre as prisões de destaque está a captura, em maio deste ano, de um líder de facção com atuação no sudoeste baiano, localizado na capital paulista durante uma operação conjunta das forças de segurança da Bahia e de São Paulo.A atuação da FICCO também ultrapassou fronteiras. A Bolívia aparece como um dos principais destinos utilizados por integrantes de facções para tentar escapar da Justiça brasileira. Em uma ação internacional, dois líderes do Comando Vermelho da Bahia foram presos no país vizinho após troca de informações entre a FICCO e a Interpol.A Bahia foi o primeiro estado do Nordeste a implantar a força-tarefa, considerada uma das principais estratégias nacionais de enfrentamento ao crime organizado e ao poder financeiro das facções.
























