FICCO bloqueia R$ 102 milhões ligados ao PCC e ao CV na Bahia
FICCO bloqueia R$ 102 milhões ligados ao PCC e ao CV na Bahia
Força integrada coordenada pela Polícia Federal cumpriu centenas de mandados e intensificou o combate ao tráfico, à lavagem de dinheiro e às lideranças criminosas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA) causou um prejuízo estimado em R$ 102 milhões às facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). O balanço abrange as operações realizadas desde a implantação da força-tarefa em agosto de 2023 até maio de 2026, com a Polícia Federal coordenando as ações que envolvem forças de segurança estaduais, federais e a polícia penal no combate ao tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.
- As investigações resultaram no cumprimento de 210 mandados judiciais para bloqueio de recursos e 402 mandados de busca e apreensão, culminando na captura de centenas de criminosos, incluindo lideranças estratégicas. Entre os detidos, destaca-se a prisão de um líder de facção em São Paulo com atuação no sudoeste baiano, além da captura de dois líderes do Comando Vermelho na Bolívia, demonstrando a atuação transfronteiriça da FICCO/BA em colaboração com a Interpol. A Bahia foi pioneira no Nordeste ao adotar essa força-tarefa, uma estratégia crucial no enfrentamento ao crime organizado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
As facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sofreram um prejuízo estimado em R$ 102 milhões após ações da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA). O balanço considera operações realizadas entre agosto de 2023, quando a força-tarefa foi implantada no estado, e maio de 2026.Coordenada pela Polícia Federal, a FICCO reúne forças de segurança estaduais, federais e a polícia penal em ações voltadas ao combate ao tráfico de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o bloqueio dos recursos ocorreu a partir do cumprimento de 210 mandados judiciais relacionados à descapitalização das organizações criminosas.No período, foram executados 402 mandados de busca e apreensão em operações conduzidas pela própria força-tarefa e em ações integradas com outros órgãos de segurança. As investigações também resultaram na captura de centenas de criminosos, incluindo lideranças consideradas estratégicas do PCC e do CV.Entre as prisões de destaque está a captura, em maio deste ano, de um líder de facção com atuação no sudoeste baiano, localizado na capital paulista durante uma operação conjunta das forças de segurança da Bahia e de São Paulo.A atuação da FICCO também ultrapassou fronteiras. A Bolívia aparece como um dos principais destinos utilizados por integrantes de facções para tentar escapar da Justiça brasileira. Em uma ação internacional, dois líderes do Comando Vermelho da Bahia foram presos no país vizinho após troca de informações entre a FICCO e a Interpol.A Bahia foi o primeiro estado do Nordeste a implantar a força-tarefa, considerada uma das principais estratégias nacionais de enfrentamento ao crime organizado e ao poder financeiro das facções.























