INB avança para novo concurso público com vagas para Caetité
Fundação Getulio Vargas foi contratada para organizar a seleção
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
As Indústrias Nucleares do Brasil (INB) deu mais um passo para realizar um novo concurso público e contratou a Fundação Getulio Vargas (FGV) para organizar o processo seletivo. A informação foi confirmada nesta terça-feira (24). Com a banca definida, a expectativa é de que o edital seja divulgado nas próximas semanas. Segundo o contrato, a seleção deve formar cadastro de reserva para atender demandas operacionais da estatal. As vagas serão distribuídas entre unidades da INB em Resende (RJ), Rio de Janeiro, Caldas (MG) e Caetité (BA). Os salários iniciais ainda não foram informados. Em Caetité, estão previstas oportunidades para níveis médio/técnico e superior, com cargos como advogado, assistente social, engenheiros de várias áreas, físico, geólogo, médico do trabalho, químico e técnicos em mineração, mecânica, eletrotécnica, instrumentação, logística, radioproteção e segurança do trabalho. O concurso deve contar com provas objetivas, aplicadas nas cidades onde há unidades da INB. Para nível médio e técnico, serão 46 questões; para nível superior, 56 questões, incluindo Língua Portuguesa, Normas e Conhecimentos Específicos. Para cargos de nível superior, haverá também questões de Língua Inglesa. As provas devem ocorrer no mesmo dia, em turnos diferentes conforme o nível de escolaridade. Para o cargo de inspetor de guarda, está prevista uma etapa prática. O edital será publicado após a conclusão dos trâmites com a banca organizadora.
Nordeste cresceu mais que Sul e Sudeste nos últimos 10 anos
O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas irá implantar na região o Centro de Desenvolvimento do Nordeste, com sede em Fortaleza, no Ceará
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- Contrariando os estereótipos e preconceitos que permeiam a região, o crescimento econômico no Nordeste é pujante e tem superado ao do Sul e do Sudeste. Dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE) mostram que, entre 2002 e 2020, a região cresceu cerca de 2,2% ao ano, contra 1,7% das duas outras áreas. No entanto, mesmo com esse crescimento, todos os estados nordestinos estão entre os dez menores níveis de PIB per capita do país. Para melhor entender esses números e contradições sobre a economia nordestina, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE), irá implantar na região, ainda neste primeiro semestre, o Centro de Desenvolvimento do Nordeste, com sede em Fortaleza, no Ceará. O estudo também mostra que, passado o período restritivo da pandemia de covid-19, em 2020, a economia nordestina mostrou crescimento nos anos seguintes. O Produto Interno Bruto (PIB) do Nordeste teria passado de uma queda de 4,1% em 2020, para crescimentos de 3,5% em 2021 e de 3,4% em 2022. Já o PIB brasileiro saiu de queda de 3,3% em 2020 para uma alta de 5,0% em 2021 e avanço de 2,9% em 2022. Enquanto o Brasil cresceu, em média, 8,0% no biênio 2021-2022, a Região Nordeste avançou 7,0%, resultado superior apenas ao do Norte, que expandiu 6,1%, calculou o Ibre/FGV. Os demais avanços no biênio foram de 8,4% para o Sudeste; 8,2% para o Sul; e 8,6% para o Centro-Oeste.























