Atuações de Kassio no TSE geram reação e acusações de parcialidade
Atuações de Kassio no TSE geram reação e acusações de parcialidade
Decisões do presidente da corte eleitoral contra a campanha de Lula e manobras em julgamentos geram incômodo em grupo de magistrados e juristas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Integrantes de uma ala do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e especialistas em direito eleitoral apontam indícios de favorecimento do presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques, à campanha de Flávio Bolsonaro (PL), destacando a suspensão administrativa do canal de WhatsApp "Exército do Lula", administrado pelo deputado André Janones, e a posterior restauração por falta de provas. O caso foi classificado como censura prévia por juristas da Abradep e da FGV, que denunciam uso de pedidos de destaque para interromper julgamentos virtuais favoráveis ao ex‑presidente Lula.
- Três ministros da ala oposta relataram ao menos quatro ocasiões em que Kassio utilizou esses pedidos, alegando abuso de poder de polícia do TSE. O presidente da corte nega parcialidade, afirmando que os destaques visam garantir a jurisprudência do tribunal. A controvérsia alimenta o debate sobre a imparcialidade do TSE nas eleições presidenciais de 2026.
Foto: Reprodução
Integrantes de uma ala do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e especialistas em direito eleitoral apontam indícios de favorecimento do presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques, à campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. O incômodo aumentou após o magistrado suspender administrativamente o canal de WhatsApp "Exército do Lula", administrado pelo deputado federal André Janones, atropelando a competência do corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, que já analisava o caso e horas depois restabeleceu a conta por falta de provas. Além desse episódio, classificado como censura prévia por juristas da Academia Brasileira de Direito Público e Eleitoral (Abradep) e da FGV, três ministros da ala oposta contabilizam ao menos quatro ocasiões em que Kassio usou pedidos de destaque para interromper julgamentos virtuais onde a maioria já havia se formado a favor de Lula (PT). O grupo avalia uma reação institucional ao que consideram abuso do poder de polícia do TSE, enquanto interlocutores do presidente da corte negam qualquer parcialidade e afirmam que os pedidos de destaque ocorrem apenas para garantir a jurisprudência do tribunal.
Eleições: 47% das mulheres dizem votar em Lula contra 27% em Flávio Bolsonaro
Eleições: 47% das mulheres dizem votar em Lula contra 27% em Flávio Bolsonaro
Dados da Pnad mostram crescimento da participação feminina na renda das famílias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- As mulheres já são referência financeira em 52,4% dos lares brasileiros, segundo a PNAD atualizada pela pesquisadora Janaína Feijó (FGV). O número de famílias chefiadas por mulheres dobrou desde 2012, atingindo 42,1 milhões em 2026, embora a taxa de ocupação seja de 53,5% – bem abaixo dos 73% dos homens – e o rendimento médio masculino ainda supere o feminino em 25%.
- Esses dados ganham relevância nas eleições de 2026, já que as mulheres constituem a maioria do eleitorado. O Datafolha aponta que Lula tem 47% das intenções de voto entre as chefes de família, contra 27% de Flávio Bolsonaro, mas as prioridades políticas variam conforme região, profissão e condição econômica.
Foto: Reprodução
As mulheres passaram a ser referência financeira em 52,4% dos lares brasileiros, segundo dados da Pnad atualizados pela pesquisadora Janaína Feijó, da FGV. O número de famílias chefiadas por mulheres mais que dobrou desde 2012 e chegou a 42,1 milhões em 2026. Apesar do avanço, elas ainda enfrentam desigualdades no mercado de trabalho: a taxa de ocupação é de 53,5%, contra 73% entre os homens, e o rendimento médio masculino é 25% maior. O cenário também ganha importância nas eleições de 2026, já que as mulheres são maioria do eleitorado. Segundo o Datafolha citado pela reportagem, Lula aparece com 47% das intenções de voto entre mulheres chefes de família, contra 27% de Flávio Bolsonaro. Entrevistas realizadas pela Folha mostram, porém, que as prioridades e escolhas políticas variam entre mulheres de diferentes regiões, profissões e condições econômicas.
Alerj e Senado informam pós-graduação que Flávio Bolsonaro não fez
Alerj e Senado informam pós-graduação que Flávio Bolsonaro não fez
UFRJ afirma não ter registro de que senador tenha cursado pós-graduação em ciência política na instituição.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os portais oficiais do Senado Federal e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) veicularam informações incorretas sobre a formação acadêmica do senador Flávio Bolsonaro, alegando que ele possuía pós-graduação em "ciências políticas" pela UFRJ. Contudo, a instituição de ensino negou a existência de qualquer registro de vínculo acadêmico do parlamentar em seus sistemas.
- A assessoria de Flávio Bolsonaro tratou o caso como um erro de cadastro e solicitou a correção, detalhando sua real trajetória acadêmica na Faculdade Cândido Mendes, no Iuperj e na FGV. Por sua vez, a Alerj e o Senado justificaram que os dados foram alimentados, respectivamente, por informações fornecidas pelo próprio político e por conteúdos de agências de notícias.
Foto: Adriano Machado | Reuters
Os sites oficiais do Senado Federal e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) divulgaram uma informação incorreta sobre a formação acadêmica do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. As páginas informavam que Flávio teria uma pós-graduação em “ciências políticas” pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A universidade, porém, informou que não há registro no sistema acadêmico de que o senador tenha estudado na instituição. Procurada, a campanha de Flávio classificou o dado como um erro e afirmou que já solicitou a correção. Segundo a assessoria, Flávio é formado em Direito pela Universidade Cândido Mendes, tem pós-graduação em Políticas Públicas pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj) e MBA em Empreendedorismo pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A Alerj afirmou que as informações sobre a formação dos deputados são fornecidas pelos próprios parlamentares. No caso do Senado, a Casa informou que o dado incorreto fazia parte de conteúdo produzido pela agência de notícias. Uma página no LinkedIn associada ao senador também apresentava a informação sobre a suposta pós-graduação na UFRJ. O perfil foi suspenso após a publicação da reportagem. Além disso, o termo utilizado nas biografias —“ciências políticas”— não é o mais adequado no meio acadêmico. A denominação usual é Ciência Política, área das Ciências Sociais. A informação sobre a suposta pós-graduação de Flávio já aparecia em reportagens publicadas desde 2011.
INB avança para novo concurso público com vagas para Caetité
INB avança para novo concurso público com vagas para Caetité
Fundação Getulio Vargas foi contratada para organizar a seleção
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As Indústrias Nucleares do Brasil (INB) deu mais um passo para realizar um novo concurso público e contratou a Fundação Getulio Vargas (FGV) para organizar o processo seletivo. A informação foi confirmada nesta terça-feira (24). Com a banca definida, a expectativa é de que o edital seja divulgado nas próximas semanas. Segundo o contrato, a seleção deve formar cadastro de reserva para atender demandas operacionais da estatal. As vagas serão distribuídas entre unidades da INB em Resende (RJ), Rio de Janeiro, Caldas (MG) e Caetité (BA). Os salários iniciais ainda não foram informados. Em Caetité, estão previstas oportunidades para níveis médio/técnico e superior, com cargos como advogado, assistente social, engenheiros de várias áreas, físico, geólogo, médico do trabalho, químico e técnicos em mineração, mecânica, eletrotécnica, instrumentação, logística, radioproteção e segurança do trabalho. O concurso deve contar com provas objetivas, aplicadas nas cidades onde há unidades da INB. Para nível médio e técnico, serão 46 questões; para nível superior, 56 questões, incluindo Língua Portuguesa, Normas e Conhecimentos Específicos. Para cargos de nível superior, haverá também questões de Língua Inglesa. As provas devem ocorrer no mesmo dia, em turnos diferentes conforme o nível de escolaridade. Para o cargo de inspetor de guarda, está prevista uma etapa prática. O edital será publicado após a conclusão dos trâmites com a banca organizadora.
Nordeste cresceu mais que Sul e Sudeste nos últimos 10 anos
Nordeste cresceu mais que Sul e Sudeste nos últimos 10 anos
O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas irá implantar na região o Centro de Desenvolvimento do Nordeste, com sede em Fortaleza, no Ceará
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- Contrariando os estereótipos e preconceitos que permeiam a região, o crescimento econômico no Nordeste é pujante e tem superado ao do Sul e do Sudeste. Dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE) mostram que, entre 2002 e 2020, a região cresceu cerca de 2,2% ao ano, contra 1,7% das duas outras áreas. No entanto, mesmo com esse crescimento, todos os estados nordestinos estão entre os dez menores níveis de PIB per capita do país. Para melhor entender esses números e contradições sobre a economia nordestina, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE), irá implantar na região, ainda neste primeiro semestre, o Centro de Desenvolvimento do Nordeste, com sede em Fortaleza, no Ceará. O estudo também mostra que, passado o período restritivo da pandemia de covid-19, em 2020, a economia nordestina mostrou crescimento nos anos seguintes. O Produto Interno Bruto (PIB) do Nordeste teria passado de uma queda de 4,1% em 2020, para crescimentos de 3,5% em 2021 e de 3,4% em 2022. Já o PIB brasileiro saiu de queda de 3,3% em 2020 para uma alta de 5,0% em 2021 e avanço de 2,9% em 2022. Enquanto o Brasil cresceu, em média, 8,0% no biênio 2021-2022, a Região Nordeste avançou 7,0%, resultado superior apenas ao do Norte, que expandiu 6,1%, calculou o Ibre/FGV. Os demais avanços no biênio foram de 8,4% para o Sudeste; 8,2% para o Sul; e 8,6% para o Centro-Oeste.
























