Grupo investigado por estelionato causou prejuízo milionário na Bahia
Grupo investigado por estelionato causou prejuízo milionário na Bahia
Grupo é suspeito de usar documentos falsos e identidade empresarial para aplicar golpes em fornecedores de vários estados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Columbia, que investiga um esquema de estelionato, falsificação de documentos e fraudes eletrônicas com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão.
- Dois suspeitos foram presos e oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos estados da Bahia, Minas Gerais e Santa Catarina.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou nesta quinta-feira (7) a Operação Columbia, que investiga um esquema de estelionato, falsificação de documentos e fraudes eletrônicas com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão. Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária e oito mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, Minas Gerais e Santa Catarina. Dois suspeitos, de 45 e 59 anos, acabaram presos nas cidades de Ilhéus e Ibirité. Um terceiro investigado segue foragido. As investigações começaram após uma empresa do setor mineral denunciar cobranças relacionadas a negociações comerciais que nunca foram realizadas oficialmente. Segundo a polícia, criminosos utilizavam indevidamente a identidade da empresa para fechar compras fraudulentas com fornecedores de diferentes regiões do país. De acordo com a apuração, o grupo usava documentos falsificados, ordens de compra adulteradas e assinaturas fraudulentas para obter mercadorias de alto valor. Após concluir as negociações, os suspeitos indicavam transportadoras específicas para retirar os produtos, desviando as cargas para endereços diferentes dos informados nas transações. Entre os materiais adquiridos ilegalmente estão cabos elétricos, fibras ópticas, pneus e equipamentos técnicos industriais. A operação foi coordenada pela Delegacia Territorial de Itagimirim, com apoio das coordenadorias regionais da Polícia Civil da Bahia e das polícias civis de Minas Gerais e Santa Catarina. Durante o cumprimento dos mandados, os investigadores apreenderam celulares, computadores e diversos documentos que devem auxiliar no aprofundamento das investigações. A polícia tenta agora identificar outros envolvidos no esquema e ampliar o rastreamento das fraudes.
Tribunal da Bahia investiga suspeita de grilagem e uso de documentos falsos em Cocos
Intervenção no cartório de Cocos revela tentativa de retificação suspeita em matrícula rural e possível manipulação de dados no Incra. Três imóveis seguem com registros bloqueados.
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FOTO: REPRODUÇÃO
O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) está apurando possíveis práticas de grilagem de terras, fraude processual e uso de documentos falsificados no município de Cocos, oeste do estado. A investigação conduzida pela Corregedoria das Comarcas do Interior (CCI) resultou no bloqueio preventivo de três matrículas no Cartório de Registro de Imóveis local. O caso veio à tona em janeiro de 2024, após o então interventor do cartório, Jean Karlo Woiciechoski Mallmann, comunicar à Corregedoria uma solicitação suspeita de retificação da área constante na matrícula nº 1.512, feita por Nestor Hermes. O pedido propunha aumentar a área registrada de 4.034 para 4.331,33 hectares.Além da alteração incomum, o interventor apontou outras inconsistências. Foi identificado que Nestor Hermes utilizava dois números de CPF distintos vinculados a seus imóveis. O CPF original estava associado a uma ordem de indisponibilidade de bens, proveniente de ação fiscal em trâmite no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). A análise georreferenciada indicou que a área requerida na retificação coincidia exatamente com imóveis já pertencentes ao empresário. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) confirmou, posteriormente, o cancelamento das certificações das matrículas de Hermes em 5 de janeiro de 2024. Na mesma data, uma nova certificação foi emitida para outro imóvel, levantando suspeitas de possível manipulação no sistema para favorecer o empresário — agora sob um CPF "limpo", sem restrições judiciais.A Receita Federal também se manifestou, reconhecendo a existência de múltiplos CPFs para o mesmo titular. O órgão cancelou os registros antigos e validou apenas um número. Um auditor-fiscal sugeriu ainda que a ordem de indisponibilidade fosse transferida para o novo CPF. Com base nessas informações, o juiz assessor da CCI, Moacir Reis Fernandes Filho, determinou o bloqueio cautelar das matrículas sob investigação e requisitou dados adicionais ao cartório de Cocos, ao TRF1 e ao Ministério Público.Em resposta, a defesa de Nestor Hermes protocolou pedido de desbloqueio das matrículas. Argumenta que não há sobreposição de áreas conforme o Incra, e que o uso do novo CPF e o cancelamento das certificações anteriores foram medidas de regularização. Alega ainda que a ordem de indisponibilidade foi revogada em decisão judicial definitiva, proferida em abril de 2024, que reconheceu a prescrição do crédito tributário. Apesar disso, o corregedor determinou que o atual interventor do cartório, Vinícius Francisco Gonçalves de Almeida, realize um levantamento detalhado das matrículas com base nos dados georreferenciados, indicando eventuais pendências a serem resolvidas. O Ministério Público Estadual e Federal também foi novamente acionado para prestar esclarecimentos.
Profissionais de saúde que não estão na linha de frente podem ter burlado documentos para serem vacinados em Vitória da Conquista
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Site Oficial
- Denúncias foram enviadas à Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista, que dão conta que profissionais de saúde que não fazem parte do grupo prioritário, por não trabalharem na linha de frente do combate à Covid-19, falsificaram documentos para furar a fila de vacinação e receberam o imunizante na última terça-feira (19). As informações são do site G1. Em resposta, a secretaria informou que não possui controle sobre o ordenamento dos profissionais da rede hospitalar e que cabe a cada unidade de saúde ser responsável pela seleção dos profissionais a serem vacinados. No entanto, uma reunião para apuração dos fatos foi feita ontem (20), porém, nem o nome da instituição e nem muito menos o nome dos profissionais foram divulgados. A cidade de Vitória da Conquista recebeu ao todo 15.726 doses de vacina, das quais 4.040 ficaram em Conquista e o restante foi distribuído entre 74 municípios da região sudoeste.























