Rondesp desmonta fábrica clandestina de CNHs falsas em Guanambi
Rondesp desmonta fábrica clandestina de CNHs falsas em Guanambi
Operação encontrou impressoras, materiais de segurança, documentos adulterados e até um rifle durante ação no município do sudoeste baiano
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma operação da Rondesp Meio‑Oeste desarticulou, na noite de sexta‑feira (11), uma suposta fábrica clandestina de documentos falsos em Guanambi, Bahia, após a abordagem de um motociclista suspeito. A polícia descobriu um esquema que produzia Carteiras Nacionais de Habilitação e outros documentos para ao menos 12 estados, revelando a abrangência interestadual da fraude.
- Foram apreendidos dezenas de CNHs prontas ou em fase de confecção, impressoras, papel semelhante a moeda, tinta invisível fluorescente, um rifle e outros equipamentos, que foram enviados à perícia. O suspeito, a motocicleta e o material foram encaminhados à Delegacia Territorial de Guanambi, enquanto a Polícia Civil assume a investigação para identificar os integrantes da rede e a origem dos materiais.
Foto: Divulgação | Policia Militar
Uma operação da Rondesp Meio-Oeste desarticulou uma suposta fábrica clandestina de documentos falsos na noite desta sexta-feira (11), em Guanambi, no sudoeste da Bahia. A ação teve início após a abordagem de um motociclista suspeito de envolvimento com falsificação documental. Durante a ocorrência, os policiais descobriram um esquema que produzia Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) e outros documentos com dados de pelo menos 12 estados brasileiros. Segundo a Polícia Militar, durante a abordagem o próprio suspeito revelou que mantinha em um imóvel equipamentos e materiais utilizados para a fabricação ilegal de documentos. Ao chegarem ao endereço indicado, os policiais encontraram uma estrutura considerada sofisticada para a produção das falsificações. No local foram apreendidas dezenas de CNHs prontas ou em fase de confecção, além de impressões contendo informações vinculadas a diversos estados do país. Entre eles estão Bahia, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Goiás, Paraná, Pernambuco, Maranhão, Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Sul e o Distrito Federal, o que indica o alcance interestadual da fraude investigada. As equipes também localizaram 35 folhas com características semelhantes às utilizadas em papel-moeda, quatro impressoras, uma bobina destinada à impressão de comprovantes da Caixa Econômica Federal, um documento de identidade e cerca de 500 mililitros de codificador invisível fluorescente, produto frequentemente usado para reproduzir elementos de segurança presentes em documentos oficiais. Durante as buscas, os policiais encontraram ainda um rifle CBC calibre 5.5 dentro do imóvel. Todo o material foi apreendido para perícia. O suspeito, a motocicleta utilizada por ele e os equipamentos encontrados foram encaminhados para a Delegacia Territorial de Guanambi. A Polícia Civil ficará responsável pela investigação, que busca identificar possíveis integrantes do esquema, a origem dos materiais apreendidos e a extensão da rede de falsificação.
Falso médico é investigado por forjar solicitações para crianças autistas em Vitória da Conquista
O homem, que ainda não teve o nome divulgado, teria reproduzido assinaturas e dados profissionais de um médico da cidade
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem está sendo investigado em Vitória da Conquista (BA) por suposta falsificação de solicitações de tratamentos para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Na quinta‑feira (10), a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão na residência do suspeito, apreendendo notebook e celular que serão analisados pela perícia.
- A investigação começou após denúncia de um médico, que afirmou que seus dados profissionais estavam sendo usados indevidamente. A fraude inclui a reprodução da assinatura do profissional, a criação de um carimbo com seus dados e a emissão de laudos e solicitações de exames sem indicação médica, o que já havia sido apontado por uma operadora de plano de saúde no início do ano. Até o momento, ninguém foi preso e o nome do investigado não foi divulgado.
Foto: Divulgação | Policia Civil
Um homem é investigado por suspeita de falsificar solicitações de tratamentos para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. A Polícia Civil cumpriu, nesta quinta-feira (10), mandados de busca e apreensão na casa do suspeito. Durante a ação, foram apreendidos um notebook e um celular, que serão submetidos à perícia. A investigação foi iniciada após um médico denunciar que seus dados profissionais estariam sendo utilizados sem autorização. Segundo a Polícia Civil, o suspeito teria reproduzido a assinatura do profissional em laudos e solicitações de exames, além de confeccionar um carimbo com os dados do médico. A suspeita de falsificação já havia sido levantada no início deste ano por uma operadora de plano de saúde, que identificou irregularidades em documentos encaminhados para faturamento. Entre os problemas encontrados estavam a cobrança de valores elevados e solicitações de tratamentos sem indicação médica convencional. Uma análise posterior também apontou alterações nas datas registradas nos documentos. Até o momento, ninguém foi preso. O nome do investigado não foi divulgado.
MP acusa ex-prefeito de Bom Jesus da Serra de forjar documento para cumprir lei
MP acusa ex-prefeito de Bom Jesus da Serra de forjar documento para cumprir lei
Segundo o Ministério Público, documento teria sido usado para simular audiência pública obrigatória e dar aparência de regularidade às contas do município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia acionou o ex-prefeito Jornando Vilas Boas Alves e o contador Gileno Guimarães Fernandes por suposta prática de improbidade administrativa em Bom Jesus da Serra. De acordo com a investigação, eles teriam produzido uma ata falsa para simular a realização de uma audiência pública exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O Ministério Público da Bahia (MP) acionou na terça-feira (11) o ex-prefeito de Bom Jesus da Serra, Jornando Vilas Boas Alves, conhecido como Jornandinho (Avante), e o contador Gileno Guimarães Fernandes por suposta prática de improbidade administrativa. Segundo a investigação, os dois teriam produzido e utilizado uma ata falsa para simular a realização de uma audiência pública exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O documento teria sido inserido no sistema do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) como comprovante de que a audiência havia sido realizada. O encontro deveria apresentar e avaliar o cumprimento das metas fiscais do município e a trajetória da dívida pública. De acordo com o promotor de Justiça Ruano Leite, a audiência referente ao terceiro quadrimestre de 2022 deveria ter ocorrido até o fim de fevereiro de 2023, mas não foi realizada. Mesmo assim, uma ata registrou uma suposta solenidade em 27 de fevereiro daquele ano, com a participação do então prefeito e do contador na mesa e assinatura digital de Jornando. Lista de presença levantou suspeitas - As investigações apontaram ainda inconsistências na lista de presença. Pessoas registradas como participantes afirmaram não ter comparecido ao evento. Além disso, algumas delas moravam em outro município e não tinham vínculo com a Prefeitura de Bom Jesus da Serra. Para o MP, a utilização da ata teria servido para criar uma aparência de regularidade na prestação de contas e esconder o descumprimento da obrigação prevista na LRF. O órgão afirma ainda que a prática prejudicou a transparência da gestão e o controle das contas públicas. O Ministério Público pede que os dois sejam condenados às sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa. Segundo o promotor, a conduta teria buscado “alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante”, além de dificultar o controle social e legislativo das contas municipais.
Operação Havana desarticula grupo e prende líder em Conquista
Operação Havana desarticula grupo e prende líder em Conquista
Operação apreendeu armas, drogas, dinheiro, cheques, veículos e equipamentos eletrônicos utilizados nas investigações.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a Operação Havana, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por atuar no comércio clandestino de cigarros eletrônicos e na prática de estelionato. A ação ocorreu em Vitória da Conquista, Anagé e Tremedal, resultando na prisão em flagrante de um homem de 42 anos, apontado como líder do grupo, e no cumprimento de 12 mandados de busca e apreensão.
- As investigações, iniciadas no fim de 2025, indicam que os cigarros eletrônicos eram introduzidos ilegalmente do Paraguai e há indícios de envolvimento da organização em crimes como falsificação de documentos, tráfico de drogas, associação criminosa armada e lavagem de dinheiro. No local onde o líder foi detido, foram apreendidos munições, mais de R$ 500 mil em cheques, um veículo de luxo, diversas armas de fogo e drogas. O suspeito foi autuado e as investigações prosseguem para identificar outros envolvidos.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a Operação Havana para desarticular uma organização criminosa investigada por atuar no comércio clandestino de cigarros eletrônicos e na prática de estelionato em Vitória da Conquista e municípios da região. Um homem de 42 anos, apontado como líder do grupo, foi preso em flagrante. Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em imóveis residenciais e comerciais localizados em Vitória da Conquista, Anagé e Tremedal. As investigações tiveram início no fim de 2025 e apontam que os cigarros eletrônicos vendidos pelo grupo eram introduzidos ilegalmente no país a partir do Paraguai. Segundo a Polícia Civil, também há indícios da participação da organização em crimes de falsificação de documentos, tráfico de drogas, associação criminosa armada, lavagem de dinheiro, posse ilegal de armas de fogo e estelionato. O investigado foi localizado em uma residência no bairro Ibirapuera, em Vitória da Conquista. No imóvel, os policiais apreenderam munições, mais de R$ 500 mil em cheques e um veículo de luxo. Durante a operação, também foram encontrados uma pistola calibre 9 milímetros, uma pistola calibre .22, dois rifles calibre .22, duas espingardas calibre .22, uma espingarda calibre 12, uma espingarda calibre .38, além de uma arma com numeração suprimida, duas armas de ar comprimido e cerca de 500 munições de diversos calibres sem registro. As equipes ainda apreenderam aproximadamente R$ 20 mil em dinheiro, cigarros eletrônicos e convencionais, porções de ecstasy, celulares, notebooks e documentos que serão periciados. O suspeito foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, posse ilegal de arma de fogo de uso permitido, tráfico de drogas e falsificação de documentos. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a atuação da organização criminosa.
Grupo investigado por estelionato causou prejuízo milionário na Bahia
Grupo investigado por estelionato causou prejuízo milionário na Bahia
Grupo é suspeito de usar documentos falsos e identidade empresarial para aplicar golpes em fornecedores de vários estados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Columbia, que investiga um esquema de estelionato, falsificação de documentos e fraudes eletrônicas com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão.
- Dois suspeitos foram presos e oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos estados da Bahia, Minas Gerais e Santa Catarina.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou nesta quinta-feira (7) a Operação Columbia, que investiga um esquema de estelionato, falsificação de documentos e fraudes eletrônicas com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão. Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária e oito mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, Minas Gerais e Santa Catarina. Dois suspeitos, de 45 e 59 anos, acabaram presos nas cidades de Ilhéus e Ibirité. Um terceiro investigado segue foragido. As investigações começaram após uma empresa do setor mineral denunciar cobranças relacionadas a negociações comerciais que nunca foram realizadas oficialmente. Segundo a polícia, criminosos utilizavam indevidamente a identidade da empresa para fechar compras fraudulentas com fornecedores de diferentes regiões do país. De acordo com a apuração, o grupo usava documentos falsificados, ordens de compra adulteradas e assinaturas fraudulentas para obter mercadorias de alto valor. Após concluir as negociações, os suspeitos indicavam transportadoras específicas para retirar os produtos, desviando as cargas para endereços diferentes dos informados nas transações. Entre os materiais adquiridos ilegalmente estão cabos elétricos, fibras ópticas, pneus e equipamentos técnicos industriais. A operação foi coordenada pela Delegacia Territorial de Itagimirim, com apoio das coordenadorias regionais da Polícia Civil da Bahia e das polícias civis de Minas Gerais e Santa Catarina. Durante o cumprimento dos mandados, os investigadores apreenderam celulares, computadores e diversos documentos que devem auxiliar no aprofundamento das investigações. A polícia tenta agora identificar outros envolvidos no esquema e ampliar o rastreamento das fraudes.
Tribunal da Bahia investiga suspeita de grilagem e uso de documentos falsos em Cocos
Intervenção no cartório de Cocos revela tentativa de retificação suspeita em matrícula rural e possível manipulação de dados no Incra. Três imóveis seguem com registros bloqueados.
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FOTO: REPRODUÇÃO
O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) está apurando possíveis práticas de grilagem de terras, fraude processual e uso de documentos falsificados no município de Cocos, oeste do estado. A investigação conduzida pela Corregedoria das Comarcas do Interior (CCI) resultou no bloqueio preventivo de três matrículas no Cartório de Registro de Imóveis local. O caso veio à tona em janeiro de 2024, após o então interventor do cartório, Jean Karlo Woiciechoski Mallmann, comunicar à Corregedoria uma solicitação suspeita de retificação da área constante na matrícula nº 1.512, feita por Nestor Hermes. O pedido propunha aumentar a área registrada de 4.034 para 4.331,33 hectares.Além da alteração incomum, o interventor apontou outras inconsistências. Foi identificado que Nestor Hermes utilizava dois números de CPF distintos vinculados a seus imóveis. O CPF original estava associado a uma ordem de indisponibilidade de bens, proveniente de ação fiscal em trâmite no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). A análise georreferenciada indicou que a área requerida na retificação coincidia exatamente com imóveis já pertencentes ao empresário. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) confirmou, posteriormente, o cancelamento das certificações das matrículas de Hermes em 5 de janeiro de 2024. Na mesma data, uma nova certificação foi emitida para outro imóvel, levantando suspeitas de possível manipulação no sistema para favorecer o empresário — agora sob um CPF "limpo", sem restrições judiciais.A Receita Federal também se manifestou, reconhecendo a existência de múltiplos CPFs para o mesmo titular. O órgão cancelou os registros antigos e validou apenas um número. Um auditor-fiscal sugeriu ainda que a ordem de indisponibilidade fosse transferida para o novo CPF. Com base nessas informações, o juiz assessor da CCI, Moacir Reis Fernandes Filho, determinou o bloqueio cautelar das matrículas sob investigação e requisitou dados adicionais ao cartório de Cocos, ao TRF1 e ao Ministério Público.Em resposta, a defesa de Nestor Hermes protocolou pedido de desbloqueio das matrículas. Argumenta que não há sobreposição de áreas conforme o Incra, e que o uso do novo CPF e o cancelamento das certificações anteriores foram medidas de regularização. Alega ainda que a ordem de indisponibilidade foi revogada em decisão judicial definitiva, proferida em abril de 2024, que reconheceu a prescrição do crédito tributário. Apesar disso, o corregedor determinou que o atual interventor do cartório, Vinícius Francisco Gonçalves de Almeida, realize um levantamento detalhado das matrículas com base nos dados georreferenciados, indicando eventuais pendências a serem resolvidas. O Ministério Público Estadual e Federal também foi novamente acionado para prestar esclarecimentos.
Profissionais de saúde que não estão na linha de frente podem ter burlado documentos para serem vacinados em Vitória da Conquista
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Site Oficial
- Denúncias foram enviadas à Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista, que dão conta que profissionais de saúde que não fazem parte do grupo prioritário, por não trabalharem na linha de frente do combate à Covid-19, falsificaram documentos para furar a fila de vacinação e receberam o imunizante na última terça-feira (19). As informações são do site G1. Em resposta, a secretaria informou que não possui controle sobre o ordenamento dos profissionais da rede hospitalar e que cabe a cada unidade de saúde ser responsável pela seleção dos profissionais a serem vacinados. No entanto, uma reunião para apuração dos fatos foi feita ontem (20), porém, nem o nome da instituição e nem muito menos o nome dos profissionais foram divulgados. A cidade de Vitória da Conquista recebeu ao todo 15.726 doses de vacina, das quais 4.040 ficaram em Conquista e o restante foi distribuído entre 74 municípios da região sudoeste.
























