Pesquisa aponta que 86% apoiam exame toxicológico para CNH A e B
Levantamento nacional ouviu 2 mil pessoas; exigência ainda depende de regulamentação.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
Uma pesquisa nacional apontou que 86% dos brasileiros são favoráveis à exigência de exame toxicológico para quem busca a primeira habilitação nas categorias A e B. O levantamento foi encomendado pela Associação Brasileira de Toxicologia e realizado pelo Ipsos-Ipec, com 2 mil entrevistados em 129 municípios. Os resultados foram divulgados na sexta-feira (24).A exigência foi incluída no Código de Trânsito Brasileiro pela Lei 15.153/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar disso, a regra ainda não está sendo aplicada e depende de regulamentação. Hoje, o exame já é obrigatório para motoristas profissionais das categorias C, D e E.Segundo a pesquisa, o apoio ao exame é alto em todas as regiões do país, passando de 80% em todos os recortes. O índice chega a 91% entre pessoas com ensino superior. Para 68% dos entrevistados, a medida pode ajudar no combate ao crime organizado. Outros 69% acreditam que a exigência pode reduzir casos de violência doméstica ligados ao uso de álcool e drogas.Apesar da aprovação popular, o Ministério dos Transportes informou que a medida ainda está em análise técnica. Estudos avaliam impactos como custo ao cidadão, capacidade dos laboratórios e efeitos na segurança viária. Até a conclusão dessa etapa, o governo orienta que os Detrans não exijam o exame para categorias A e B.A discussão ganhou força após a derrubada de veto no Congresso Nacional, que garantiu a validade da lei no fim de 2025. Especialistas defendem que o modelo já aplicado a motoristas profissionais pode ser replicado. Dados da Polícia Rodoviária Federal indicam redução de acidentes após a adoção do exame em categorias de transporte pesado.
Servidora da Prefeitura de Guanambi é denunciada por ser suspeita de cobrar taxa para marcação de exame
Por: Redação do Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Uma servidora da Prefeitura Municipal de Guanambi (PMG) foi denunciada por, possivelmente, estar cobrando uma taxa no valor de R$ 150 para marcar exames. A informação é do site Achei Sudoeste. Conforme o referido site, a prática ilegal estaria acontecendo há um certo tempo. “O paciente acaba pagando para ter seu exame marcado logo. É uma grande injustiça. Isso é inadmissível. É a mesma coisa de você procurar a central de regulação e o funcionário cobrar para marcar um exame. Isso não existe. Fico mais indignada porque isso não é de hoje. Tem muito tempo”, testemunhou uma munícipe. Por meio de nota, a PMG disse que a denúncia será apurada e que as medidas judiciais cabíveis serão adotadas. “Considerando matéria veiculada pelo portal Achei Sudoeste nesta sexta-feira (27), a Secretaria Municipal de Saúde informa que não pactua, sob nenhuma hipótese, de ilicitudes de qualquer natureza, praticada por qualquer servidor, sejam contratados, nomeados ou efetivos. A denúncia em questão será apurada de forma rigorosa e as medidas administrativas, e jurídicas se for o caso, serão devidamente aplicadas", diz a nota.























