MPF investiga suspeita de fraude no Fundeb em Botuporã
MPF investiga suspeita de fraude no Fundeb em Botuporã
Inquérito apura possível inserção de dados falsos no Educacenso para inflar repasses federais destinados à educação básica
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público Federal abriu um inquérito civil para investigar um esquema de fraude que envolve recursos do Fundeb no município de Botuporã, na Bahia. A investigação apura a inserção de dados falsos no sistema Educacenso, usado para calcular os repasses do fundo, e pode ter inflado ilegalmente o número de alunos e aumentado os valores destinados à educação básica.
- O caso passou a tramitar oficialmente como inquérito civil após o procurador determinar medidas adicionais de coleta de provas para identificar responsáveis e esclarecer o caso.
Foto: Reprodução
O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para investigar um possível esquema de fraude envolvendo recursos do Fundeb no município de Botuporã, no sudoeste da Bahia. A portaria, assinada pelo procurador da República Fernando Zelada, foi publicada nesta quarta‑feira (8) e apura a inserção de dados falsos no sistema Educacenso, base oficial usada pelo governo federal para calcular os repasses do fundo. Confirme sempre informações em fontes oficiais. A investigação começou após o MPF receber um documento da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão, apontando indícios de manipulação de informações escolares na região. O objetivo seria inflar ilegalmente o número de alunos ou modalidades de ensino, aumentando de forma irregular os valores destinados à educação básica. Com o fim do prazo do procedimento preparatório e a necessidade de novas diligências, o caso passou a tramitar oficialmente como inquérito civil. O procurador determinou medidas adicionais de coleta de provas para identificar responsáveis, dimensão do esquema e eventuais prejuízos causados aos cofres públicos. O Fundeb é a principal fonte de financiamento da educação básica no país, e qualquer adulteração nos dados do Educacenso pode gerar desvios significativos de recursos. A investigação agora segue com análise documental e novas apurações para esclarecer o caso.
Bahia: Funcionários são suspeitos de desviar mais de R$ 64 milhões de empresa
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Mandados de busca foram cumpridos em Senhor do Bonfim e Canudos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Dois ex-funcionários da cooperativa de crédito Cresol foram alvos de mandados de busca e apreensão pela Polícia Civil no norte da Bahia, acusados de participar de um esquema que teria desviado R$ 64 milhões. A investigação começou no Paraná após a identificação de depósitos suspeitos em contas de terceiros.
- A operação integra investigações da Polícia Civil do Paraná e aponta que o grupo criava sites falsos para induzir vítimas ao pagamento de taxas inexistentes, prejudicando cerca de 1.200 pessoas com prejuízo superior a R$ 20 milhões.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Dois ex-funcionários da cooperativa de crédito Cresol, com sede no Paraná, foram alvos de mandados de busca e apreensão nesta terça‑feira (5) nas cidades de Senhor do Bonfim e Canudos, no norte da Bahia. Eles são suspeitos de participar de um esquema que teria desviado cerca de R$ 64 milhões da instituição financeira. A investigação começou no Paraná após a identificação de depósitos suspeitos em contas de terceiros. Segundo a Polícia Civil, os dois investigados — Ruan Conceição dos Santos e Jaqueline Alves de Santana — teriam sido cooptados por uma organização criminosa estruturada para facilitar as fraudes. Ruan exercia função de chefia na cooperativa. Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos celulares, tablets, notebooks, pendrives, maquinetas de cartão, documentos e R$ 5.970 em espécie. O material será enviado para a unidade responsável pela investigação no Paraná, onde passará por análise pericial. A operação integra ações da Polícia Civil do Paraná no âmbito da investigação, conduzida pela Vara Criminal de Ivaiporã (PR), com apoio das coordenadorias regionais de Euclides da Cunha e Senhor do Bonfim. As apurações apontam que o grupo criava sites falsos que imitavam páginas oficiais do Detran‑MG e da Secretaria de Fazenda, induzindo vítimas ao pagamento de taxas inexistentes. Os valores eram desviados para contas ligadas à organização. A estimativa é que cerca de 1.200 pessoas tenham sido prejudicadas, com prejuízo superior a R$ 20 milhões. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.






















