ACM Neto faz caminhada em Vitória da Conquista e diz confiar em vitória nas eleições
Candidato do União Brasil participou de ato ao lado de Sheila Lemos e lideranças políticas no sudoeste baiano.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), participou de uma caminhada em Vitória da Conquista no sudoeste do estado, iniciando na Praça Barão do Rio Branco e terminando na Praça 9 de Novembro, reunindo lideranças políticas, militantes e apoiadores.
- Durante o percurso, ACM Neto não fez discurso ao público, mas em entrevista posterior avaliou positivamente a recepção dos apoiadores, expressou confiança na campanha e afirmou que o resultado dependerá da decisão do eleitorado baiano, mantendo-se otimista e comprometido com a campanha.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
O candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) participou, na tarde de sábado (29), de uma caminhada em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. O ato começou na Praça Barão do Rio Branco e seguiu até a Praça 9 de Novembro, reunindo lideranças políticas, militantes e apoiadores. ACM Neto chegou ao evento com cerca de duas horas de atraso em relação ao horário previsto. Ele esteve acompanhado da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), além de candidatos e outras lideranças estaduais e regionais. Durante o percurso, o candidato não fez discurso ao público. Em entrevista após a caminhada, avaliou de forma positiva a recepção dos apoiadores e afirmou estar confiante no desempenho de sua candidatura. Questionado sobre a possibilidade de vitória no primeiro turno, ACM Neto disse que o resultado dependerá da decisão do eleitorado baiano e afirmou que seguirá trabalhando durante a campanha. O candidato também declarou estar otimista e atribuiu a confiança ao que classificou como sentimento percebido durante as agendas eleitorais. A caminhada em Vitória da Conquista integrou a programação de campanha da coligação Unidos para Mudar a Bahia no sudoeste do estado.
Quaest: Lula lidera disputa presidencial na Bahia com 50% contra 17% de Flávio Bolsonaro
Presidente também aparece com 59% de aprovação entre os baianos, enquanto 36% desaprovam sua gestão
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Quaest divulgada em 27 de agosto aponta Lula com 50% das intenções de voto na Bahia, enquanto Flávio Bolsonaro fica em 17%, e Ronaldo Caiado e Augusto Cury empatam em 4% cada. Em um cenário alternativo, a inclusão do empresário Pablo Marçal eleva Lula para 53% e Bolsonaro para 16%, com os demais candidatos abaixo de 3%.nnAlém dos números de votação, a pesquisa revela que 59% dos entrevistados aprovam a gestão de Lula, 36% a desaprovam e 5% não souberam ou não responderam. A margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95% foram confirmados em uma amostra de 900 eleitores com 16 anos ou mais, realizada entre 23 e 26 de agosto pela TV Bahia, afiliada da Globo.
Fotos: Divulgação
Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (27) aponta uma liderança expressiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pela Presidência entre os eleitores da Bahia. No primeiro cenário apresentado pelo levantamento, o petista soma 50% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 17%. Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) aparecem empatados na terceira posição, com 4% cada. Rui Costa Pimenta (PCO) registra 2%. Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) têm 1% cada. Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU) e Veterinário Wilson Grassi (Democrata) não alcançaram 1% das intenções de voto. Os entrevistados que não souberam ou não responderam correspondem a 12%, enquanto 8% afirmaram que votariam em branco ou nulo ou que não pretendem votar. Em um segundo cenário testado pela Quaest, com a inclusão do empresário Pablo Marçal (PRTB), Lula amplia a vantagem e chega a 53%. Flávio Bolsonaro aparece com 16%. Augusto Cury e Ronaldo Caiado têm 3% cada, enquanto Marçal registra 2%. Rui Costa Pimenta, Renan Santos e Romeu Zema aparecem com 1% cada. Samara Martins, Edmilson Costa, Clariana Barão, Hertz Dias e Wilson Grassi não pontuaram. Neste cenário, 13% dos entrevistados se declararam indecisos ou não souberam responder. Outros 7% disseram que votariam em branco ou nulo ou que não pretendem comparecer às urnas. O levantamento também avaliou a percepção dos baianos sobre a gestão de Lula. O governo é aprovado por 59% dos entrevistados, enquanto 36% afirmam desaprová-lo. Outros 5% não souberam ou não responderam. Encomendada pela TV Bahia, afiliada da Globo, a pesquisa ouviu 900 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 23 e 26 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Pesquisa Quaest: ACM Neto tem 39% e Jerônimo Rodrigues 37% na disputa pelo Governo da Bahia
Levantamento mostra diferença de dois pontos entre os principais candidatos, dentro da margem de erro de três pontos percentuais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, lidera a pesquisa de intenções de voto para o Governo da Bahia com 39%, seguido de perto pelo governador Jerônimo Rodrigues, que registra 37%. A diferença de apenas dois pontos percentuais, dentro da margem de erro de três pontos, coloca ambos tecnicamente empatados, enquanto outros candidatos aparecem com 1% cada e 12% dos entrevistados permanecem indecisos.
- Em cenário de segundo turno, ACM Neto mantém a vantagem com 44% das intenções de voto contra 41% de Jerônimo, novamente dentro da margem de erro. No Senado, o ex-governador Rui Costa lidera com 23%, seguido por Jaques Wagner (17%) e candidatos da oposição com percentuais menores, enquanto 22% dos eleitores permanecem indecisos.
Foto: Reprodução
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), aparece com 39% das intenções de voto para o Governo da Bahia, seguido pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), que registra 37%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (27). Como a diferença é de dois pontos percentuais e a margem de erro é de três pontos para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados. Na sequência, Ronaldo Mansur (PSOL), Ariel Capistrano (DC), Aroldo Felix (UP) e Maria Bona (PCO) aparecem com 1% cada. Os votos em branco, nulos e eleitores que afirmaram não votar somam 8%, enquanto 12% disseram estar indecisos. O levantamento foi encomendado pela TV Bahia, registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-06206/2026 e realizado entre os dias 23 e 26 de agosto. Ao todo, foram entrevistados 900 eleitores com 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%. Em um cenário de segundo turno, a disputa permanece equilibrada. ACM Neto tem 44% das intenções de voto, contra 41% de Jerônimo Rodrigues, resultado que também configura empate técnico dentro da margem de erro. Outros 9% dos entrevistados se declararam indecisos e 6% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em julho, ACM Neto oscilou de 43% para 44% no segundo turno, enquanto Jerônimo passou de 39% para 41%. Na disputa pelo Senado, o ex-governador Rui Costa (PT) lidera com 23% das intenções de voto. O senador Jaques Wagner (PT) aparece em seguida, com 17%. Entre os candidatos da oposição, João Roma (PL) registra 7% e Angelo Coronel (Republicanos), 5%. Delliana Ricelli (PSOL) soma 2% das intenções de voto. Carlos Sodré (Mobiliza), Marcelo Carvalho (Rede), Marcelo Millet (PCO) e Marcelo Santtana (DC) têm 1% cada, enquanto Gregorio Gould (UP) não pontuou. O levantamento também mostra que 22% dos eleitores ainda estão indecisos na escolha para o Senado, enquanto 20% afirmaram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas.
Paraná Pesquisas: ACM Neto tem menor rejeição que Jerônimo na disputa estadual
Paraná Pesquisas: ACM Neto tem menor rejeição que Jerônimo na disputa estadual
Pesquisa ouviu 1.400 eleitores em 62 municípios baianos entre os dias 23 e 25 de agosto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O levantamento do Instituto Paraná Pesquisas revelou que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) é o candidato mais rejeitado na disputa pelo Governo da Bahia, com 41,9% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Em contrapartida, 28,6% disseram que com certeza votariam em Jerônimo, enquanto 27,6% poderiam votar no atual governador.nnO ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) apresentou 35,2% de rejeição, menor que o adversário, e 39,7% dos eleitores afirmaram que votariam com certeza nele. A pesquisa, realizada entre 23 e 25 de agosto com 1.400 eleitores em 62 municípios baianos, possui 95% de nível de confiança e margem de erro de 2,7 pontos percentuais, estando registrada no TSE sob o número BA-07628/2026.
Foto: Reprodução | Jorge Jesus
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) aparece como o candidato mais rejeitado na disputa pelo Governo da Bahia, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta quinta-feira (27) em parceria com o Bahia Notícias. De acordo com a pesquisa, 41,9% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum. O estudo também avaliou o potencial eleitoral dos dois principais concorrentes ao Palácio de Ondina. Entre os entrevistados, 28,6% disseram que com certeza votariam em Jerônimo, enquanto 27,6% afirmaram que poderiam votar no atual governador. Outros 0,7% disseram não conhecê-lo o suficiente para opinar e 1,1% não respondeu. Já o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) apresentou 35,2% de rejeição, percentual inferior ao do adversário. Além disso, 39,7% dos eleitores afirmaram que votariam com certeza no candidato, e 22,4% disseram que poderiam votar nele. Outros 1,5% declararam não conhecê-lo o suficiente para opinar e 1,2% não responderam. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 de agosto, com 1.400 eleitores em 62 municípios baianos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-07628/2026, possui 95% de nível de confiança e margem de erro de 2,7 pontos percentuais.
Lula confirma presença em ato de campanha de Jerônimo em Salvador na sexta-feira
Lula confirma presença em ato de campanha de Jerônimo em Salvador na sexta-feira
Jerônimo também convocou militantes, lideranças políticas e apoiadores para participarem da mobilização.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador Jerônimo Rodrigues (PT) confirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará de um ato da campanha governista em Salvador na próxima sexta-feira (28). Em entrevista ao programa Balanço Geral, da Record Bahia, Jerônimo destacou a parceria com Lula e a intenção de continuar governando em alinhamento com o Palácio do Planalto, convocando militantes e lideranças para a mobilização.
- A visita de Lula a Salvador, segunda em agosto, reforça a estratégia da campanha governista de manter o presidente como principal cabo eleitoral da chapa na Bahia, junto a senadores Rui Costa e Jaques Wagner e ao vice-governador Otto Alencar, em meio à reeleição de Jerônimo e à candidatura de Geraldo Júnior ao vice-governador.
Foto: Reprodução
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) anunciou nesta terça-feira (25) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará de um ato da campanha governista em Salvador na próxima sexta-feira (28). A confirmação, segundo Jerônimo, ocorreu durante uma conversa entre os dois nesta terça. Em entrevista ao programa Balanço Geral, da Record Bahia, o governador destacou a parceria com o presidente e afirmou que pretende continuar governando em alinhamento com o Palácio do Planalto. "Eu vou continuar governando ao lado do presidente Lula. Vamos ter dois senadores, Rui Costa e Jaques Wagner, além de Otto Alencar, que já está lá. Quero aproveitar e dar a notícia em primeira mão: Lula acabou de falar comigo e confirmou a vinda nesta sexta-feira para Salvador", afirmou. Jerônimo também convocou militantes, lideranças políticas e apoiadores para participarem da mobilização. De acordo com a coordenação da campanha, a programação completa do evento será divulgada nos próximos dias. Esta será a segunda visita de Lula a Salvador neste mês. No início de agosto, o presidente participou da convenção que oficializou as candidaturas de Jerônimo Rodrigues à reeleição, de Geraldo Júnior (MDB) à vice-governadoria e de Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) ao Senado. A nova agenda reforça a estratégia da campanha governista de manter Lula como principal cabo eleitoral da chapa na Bahia durante o período eleitoral.
Justiça começa a barrar uso de ‘Bolsonaro’ por candidatos sem vínculo familiar; entenda
Legislação permite apelidos e nomes pelos quais candidatos são conhecidos, mas proíbe identificações que gerem dúvida sobre vínculos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Eleitoral tem impedido candidatos sem vínculo familiar com Jair Bolsonaro de usar o sobrenome do ex‑presidente no nome de urna, alegando risco de confusão sobre parentesco. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso retiraram referências como "Renato Araújo do Bolsonaro" e "Flaviane do Bolsonaro", reforçando a discussão sobre o uso eleitoral de nomes de líderes políticos.
- O caso faz parte de uma maior fiscalização que já identificou 39 candidatos usando os nomes de Lula ou Bolsonaro em 2026, com o Ministério Público Eleitoral solicitando a retirada de referências em pelo menos sete situações. A medida destaca a importância de evitar nomes que possam sugerir relações inexistentes e garante a clareza na identificação dos candidatos.
Foto: Ton Molina | STF
A Justiça Eleitoral começou a impedir que candidatos sem vínculo familiar com Jair Bolsonaro usem o sobrenome do ex-presidente no nome de urna. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso determinaram a retirada da referência e reforçaram a discussão sobre o uso eleitoral de nomes de líderes políticos. As informações são do O Globo. No Rio, o candidato do Partido Liberal (PL) a deputado federal Renato de Araújo Corrêa foi impedido de disputar a eleição como “Renato Araújo do Bolsonaro”. Em Mato Grosso, a candidata do Novo a deputada estadual Flaviane Ramalho de Oliveira também teve rejeitado o nome “Flaviane do Bolsonaro” e deverá concorrer como “Dr.ª Flaviane Ramalho”. Decisões nos estados - No caso de Renato, a defesa apresentou registros para comprovar sua proximidade com a família Bolsonaro. Ele é amigo do ex-presidente e mantém relação pública com seus familiares. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), porém, considerou que essa ligação não permite incorporar “Bolsonaro” à identificação eleitoral, devido ao risco de confundir o eleitor sobre um possível parentesco. Em Mato Grosso, Flaviane alegou que “do Bolsonaro” representava sua identificação política com o bolsonarismo, e não uma relação familiar. O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) rejeitou o argumento porque ela não demonstrou ser conhecida por esse nome antes da eleição. Nas disputas de 2022 e 2024, havia usado “Dra. Flaviane Ramalho”. As decisões fazem parte de uma disputa maior. Segundo o O Globo, 39 candidatos registraram Lula ou Bolsonaro no nome de urna neste ano, e o Ministério Público Eleitoral já havia pedido a retirada dessas referências em pelo menos sete casos. Entre os nomes questionados estão “Alessandro Bolsonaro”, “Negona do Bolsonaro”, “Rodrigo Bolsonaro”, “Bruno Bolsonaro Scheid” e “Fabiana Bolsonaro”. Regra eleitoral - A legislação permite o uso de prenome, sobrenome, apelido, nome abreviado ou outra identificação pela qual o candidato seja conhecido. O problema surge quando a escolha pode criar dúvida sobre sua identidade ou sugerir uma relação inexistente. Também há um caso semelhante envolvendo Lula: o MPE questionou o uso de “Cadu de Lula” por Carlos Eduardo Xavier, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo do Rio Grande do Norte. Os primeiros julgamentos de 2026 retomam decisões anteriores da Justiça Eleitoral. Em 2022, o TRE-RJ já havia impedido candidatos sem parentesco com Bolsonaro de usar os nomes “Max Bolsonaro” e “Helio Bolsonaro”. Agora, as novas decisões podem influenciar a análise de outros registros que ainda aguardam julgamento.
Vice-prefeito confirma autoria de áudio e expõe racha político com prefeito de Riacho de Santana
Tito Eugênio diz que divergências são antigas, critica perda de espaço no grupo e nega formação de chapa com ex-prefeito Alan Vieira
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O vice‑prefeito Tito Eugênio Cardoso de Castro confirmou a autoria do áudio que provocou a crise política em Riacho de Santana, alegando que o trecho foi tirado de contexto e que as divergências com o prefeito João Vitor Martins Laranjeira já existiam antes da divulgação.
- Tito nega qualquer composição de chapa com o ex‑prefeito Alan Vieira, esclarece que a exoneração de sua esposa não motivou o conflito e promete não transformar a disputa em inimizade, reafirmando seu compromisso com a cidade.
Foto: Divulgação
O vice-prefeito de Riacho de Santana, Tito Eugênio Cardoso de Castro, confirmou a autoria do áudio que provocou uma crise política no município e expôs publicamente suas divergências com o prefeito João Vitor Martins Laranjeira. A manifestação foi enviada à redação do Sudoeste Bahia na noite desta quarta-feira (19), marcando o primeiro posicionamento oficial de Tito desde o início do conflito. No comunicado, o vice-prefeito afirma que “não nega o que disse”, mas ressalta que o trecho divulgado faz parte de uma conversa maior e teria sido apresentado fora de contexto. Segundo ele, as insatisfações mencionadas já haviam sido levadas pessoalmente ao prefeito antes da divulgação do áudio. Tito relata que seu descontentamento cresceu ao perceber o afastamento de pessoas que ajudaram a construir o projeto eleitoral e a redução de sua participação nas decisões da administração. Ele também cita mudanças em acordos políticos, incluindo indicações para cargos estratégicos, como a Secretaria de Saúde. A crise ganhou força após Tito aparecer em fotos ao lado do ex-prefeito Alan Vieira, o que gerou especulações sobre uma possível chapa para 2028. O vice, porém, nega qualquer composição definida e afirma que decisões futuras devem envolver lideranças, o grupo político e a população: “Não existe chapa formada com Alan Vieira.”A nota também aborda a exoneração de sua esposa, Nádia Beatriz, do cargo de secretária de Assistência Social. Tito afirma que a saída dela não iniciou as divergências, que já existiam anteriormente e envolviam revisões de compromissos assumidos no início da gestão. Em tom conciliador, o vice-prefeito diz que não pretende transformar o conflito em inimizade pessoal e reforça sua ligação com o município: “Riacho de Santana é minha história, é minha terra querida e sempre será o meu bem-querer.” A crise política deve seguir repercutindo na cidade, já que o rompimento entre prefeito e vice tende a reorganizar alianças e movimentar o cenário local.
Pesquisa Real Time Big Data: Flávio Bolsonaro tem 44% e Lula 39% no DF
Pesquisa Real Time Big Data: Flávio Bolsonaro tem 44% e Lula 39% no DF
Presidente também lidera o índice de rejeição entre os candidatos testados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O levantamento da Real Time Big Data, divulgado nesta quarta-feira (19), mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula em simulação de segundo turno para a Presidência da República no Distrito Federal, com 44% das intenções de voto contra 39% para o presidente. A margem de erro de dois pontos percentuais coloca os candidatos em empate técnico no limite da margem, enquanto na pesquisa estimulada de primeiro turno Lula lidera com 36% e Flávio Bolsonaro segue em 35%, com Ronaldo Caiado e Renan Santos em 8% cada.
- Além das intenções de voto, a pesquisa avaliou a rejeição dos candidatos, colocando Lula em 48% e Flávio Bolsonaro em 40%. O levantamento contou com 1.600 eleitores entre 14 e 18 de agosto, com 95% de nível de confiança, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05423/2026.
Foto: Reprodução | Fabio Rodrigues Pozzebom / Jefferson Rudy
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno para a Presidência da República no Distrito Federal, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (19). No cenário de segundo turno, Flávio Bolsonaro registra 44% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 39%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os candidatos estão em empate técnico no limite da margem. Já na pesquisa estimulada de primeiro turno, Lula lidera com 36%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35%. Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) aparecem com 8% cada. Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) somam 1% cada. Na modalidade espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula registra 24%, contra 21% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado tem 3%, Renan Santos 2% e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece com 1%. A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos. Lula lidera esse indicador com 48%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 40%. Em seguida aparecem Ronaldo Caiado (30%), Renan Santos (29%), Rui Costa Pimenta (28%), Edmilson Costa (27%), Leonardo Avalanche e Romeu Zema (25% cada), Augusto Cury (21%), Wilson Grassi (19%), Hertz Dias (18%) e Samara Martins e Clariana Barão (17% cada). O levantamento foi realizado entre os dias 14 e 18 de agosto, com 1.600 eleitores do Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05423/2026.
Lula declara R$ 500 em primeiras doações para campanha de 2026
Lula declara R$ 500 em primeiras doações para campanha de 2026
Recursos foram doados por integrantes ligados à estrutura política da campanha do presidente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou as primeiras doações financeiras no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), totalizando R$ 500 em contribuições. A maior doação, de R$ 300, veio de José de Filippi Júnior, ex-prefeito de Diadema (SP) e tesoureiro da campanha, enquanto os R$ 200 restantes foram doados por Deivid Ferreira Couto, ex-assessor do deputado estadual Luiz Fernando Teixeira Ferreira (PT).
- Esses registros marcam o início da movimentação financeira da candidatura, permitindo acompanhar a origem e destinação dos recursos arrecadados. A expectativa é de que novas doações sejam registradas ao longo da campanha, ampliando o volume de receitas declaradas e reforçando a transparência no processo eleitoral.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou as primeiras doações financeiras no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até o momento, foram declarados R$ 500 em contribuições. A maior doação foi de R$ 300, feita por José de Filippi Júnior, ex-prefeito de Diadema (SP) e atual tesoureiro da campanha de Lula. Os outros R$ 200 foram doados por Deivid Ferreira Couto, ex-assessor do deputado estadual Luiz Fernando Teixeira Ferreira (PT), da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Os registros marcam o início da movimentação financeira da campanha. As informações fazem parte da prestação de contas disponibilizada pelo TSE, que permite acompanhar a origem e a destinação dos recursos arrecadados pelos candidatos durante o processo eleitoral. A expectativa é de que novas doações sejam registradas ao longo da campanha, ampliando o volume de receitas declaradas pela candidatura.
TSE manda Lula e PT retirarem vídeos com pedido de votos antes do início da campanha
Decisão liminar aponta propaganda eleitoral antecipada durante convenção partidária na Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, determinou que Lula, o PT e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, além do YouTube, removam em até 24 horas trechos de vídeos em que Lula faz pedidos de votos durante uma convenção partidária na Bahia, antes do início oficial da campanha eleitoral. A medida, tomada em caráter liminar, atende parcialmente a um pedido do partido Novo e pode levar à retirada completa das transmissões caso não seja possível editar os vídeos.
- A decisão ressalta que as declarações ultrapassaram os limites da pré‑campanha, contendo pedidos explícitos de voto como “vote em mim” e “me elejam pela quarta vez”, e que a convenção partidária não exime a propaganda eleitoral antecipada. A medida já está em vigor, mas será analisada pelo plenário do TSE, que decidirá se a mantém ou não.
Foto: Ricardo Stuckert
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) André Mendonça determinou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o PT, o governador da Bahia Jerônimo Rodrigues (PT) e o YouTube removam, em até 24 horas, trechos de vídeos em que Lula faz pedidos de votos durante uma convenção partidária realizada na Bahia, antes do início oficial da campanha eleitoral. A decisão, em caráter liminar, atende parcialmente a um pedido apresentado pelo partido Novo. Caso não seja possível editar os vídeos, o ministro determinou que a transmissão completa seja retirada das plataformas. Na decisão, Mendonça afirmou que as declarações ultrapassaram os limites permitidos para a pré-campanha ao conterem pedidos explícitos de voto, citando frases como "vote em mim", "me elejam pela quarta vez" e "dê um votinho pra mim". Durante o evento, Lula também pediu votos para os candidatos ao Senado pela Bahia, Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT). O ministro ressaltou que o fato de as declarações terem ocorrido em uma convenção partidária não afasta a caracterização de propaganda eleitoral antecipada. A decisão já está em vigor, mas ainda será submetida à análise do plenário do TSE, que decidirá se mantém ou não a medida.
Patrimônio de Jaques Wagner cresce mais de 600% em oito anos, aponta declaração ao TSE
Senador informa R$ 24,5 milhões em bens; aumento envolve venda de terreno ao Bahia e negociação de imóvel de luxo em Salvador
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O patrimônio declarado pelo senador Jaques Wagner (PT-BA) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a eleição deste ano apresentou um crescimento de 631% em comparação com o informado há oito anos. Em 2018, o parlamentar registrou R$ 3,3 milhões em bens, enquanto agora a soma chega a R$ 24,5 milhões.
- A maior parte do patrimônio informado vem da venda de um terreno à Sociedade Anônima de Futebol (SAF) do Bahia e à Lagoons Empreendimentos, no valor de R$ 13,8 milhões. Além disso, Wagner é investigado pela Polícia Federal por suspeita de recebimento de propina do Banco Master, com a apuração de possíveis crimes financeiros atribuídos ao banco. Outros bens, como um apartamento no Corredor da Vitória em Salvador e uma área de terras em Vila de Abrantes, também integram o patrimônio do senador, que apresentou um aumento significativo em aplicações financeiras e veículos.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O patrimônio declarado pelo senador Jaques Wagner (PT‑BA) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a eleição deste ano cresceu 631% em comparação com o informado há oito anos. Em 2018, o parlamentar registrou R$ 3,3 milhões em bens. Agora, a soma chega a R$ 24,5 milhões, segundo dados apresentados à Justiça Eleitoral. O valor pode ser ainda maior. Um apartamento de quatro quartos no Corredor da Vitória, em Salvador, declarado por Wagner como bem de R$ 1,6 milhão, foi vendido por R$ 10 milhões ao prefeito de Conceição do Coité, Marcelo Passos de Araújo. O montante já foi integralmente quitado. Venda de terreno ao Bahia e bloqueio judicial - A maior parte do patrimônio informado pelo senador vem da venda de um terreno à Sociedade Anônima de Futebol (SAF) do Bahia e à Lagoons Empreendimentos, no valor de R$ 13,8 milhões. O local fica em Vila de Abrantes, em Camaçari, mesma região onde o clube planeja construir seu centro de treinamento. A reportagem do Estadão Conteúdo aponta que Wagner tentou vender outro terreno, avaliado em R$ 15 milhões, um dia após ser alvo de operação da Polícia Federal. A transferência, porém, foi barrada pelo cartório após ordem de bloqueio de bens assinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. Na declaração ao TSE, Wagner informou R$ 13,8 milhões em crédito decorrente da venda do imóvel. Segundo a apuração, o senador teria solicitado R$ 2 milhões à vista, já pagos, e o restante em lotes de 5.510 m² do empreendimento imobiliário que será construído no local. Bens que deixaram de constar e novos investimentos - Em 2018, Wagner declarou ser dono de um lote de terras em Vila de Abrantes avaliado em R$ 28 mil — área que hoje integra o projeto adquirido pelo Bahia. Também não aparece mais na lista um apartamento no Rio de Janeiro, recebido como herança e avaliado em R$ 25 mil. O senador informou possuir apenas mais um imóvel: 50% de um sítio em Andaraí, na Chapada Diamantina, avaliado em R$ 204,4 mil. O percentual é menor do que o declarado em 2018, quando dizia ter 76% da propriedade. O valor em aplicações financeiras também cresceu. Há oito anos, Wagner declarou R$ 1,2 milhão em investimentos. Em 2026, o montante informado subiu para R$ 8,3 milhões, distribuídos em diferentes modalidades. O número de veículos também aumentou: de quatro carros avaliados em R$ 174 mil para seis automóveis que somam R$ 575 mil. Investigação da Polícia Federal - Wagner é investigado pela Polícia Federal por suspeita de recebimento de propina do Banco Master. A PF apura se o senador teria solicitado ao então sócio do banco, Augusto Lima, a compra de um apartamento de luxo de R$ 2,5 milhões em Salvador, supostamente destinado à filha do parlamentar. Segundo a investigação, o imóvel foi adquirido por uma empresa em nome de laranja, com recursos enviados pela corretora Reag, suspeita de atuar em conjunto nos crimes financeiros atribuídos ao Banco Master. A PF também apreendeu US$ 65.795 e 39 mil euros em endereços ligados ao senador durante operação realizada em junho deste ano. Os valores não aparecem na declaração enviada ao TSE. Wagner foi procurado pela reportagem, mas ainda não se manifestou.
Lula tem 59% contra 30% de Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno na Bahia, diz pesquisa
Levantamento Real Time Big Data aponta vantagem de 29 pontos para o presidente entre eleitores baianos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Em uma pesquisa realizada pelo Instituto Real Time Big Data, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 59% das intenções de voto em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República entre eleitores da Bahia, contra 30% do senador Flávio Bolsonaro. A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 10 de agosto e entrevistou 1.600 eleitores em municípios da Bahia.
- A pesquisa também aponta que a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Além disso, a pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05205/2026, e é considerada relevante para a escolha do presidente na Bahia.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 59% das intenções de voto contra 30% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República entre eleitores da Bahia, segundo pesquisa do Instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (11). O levantamento aponta uma diferença de 29 pontos percentuais entre os dois candidatos no cenário estimulado. Outros 6% dos entrevistados disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados. Já 5% não souberam responder ou preferiram não opinar. A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em municípios da Bahia entre os dias 6 e 10 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo próprio Real Time Big Data e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05205/2026. Pesquisas anteriores do instituto também apontaram vantagem de Lula entre os eleitores baianos. Em levantamento divulgado em março, o presidente aparecia com 55% contra 22% de Flávio Bolsonaro em um cenário de primeiro turno no estado.
Caetité abre inscrições para nova composição do Conselho de Cultura
Caetité abre inscrições para nova composição do Conselho de Cultura
Processo vai definir os novos membros do Conselho Municipal de Política Cultural de Caetité.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Prefeitura de Caetité abriu inscrições para a eleição dos representantes da sociedade civil que irão compor o Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC). O objetivo é fortalecer a participação popular na elaboração e no acompanhamento das políticas públicas voltadas ao setor cultural do município.
- O processo eletrônico visa eleger representantes da sociedade civil para discutir, propor e acompanhar ações voltadas ao desenvolvimento da cultura em Caetité.
Foto: Divulgação | Prefeitura de Caetité
A Prefeitura de Caetité abriu as inscrições para a eleição dos representantes da sociedade civil que irão compor o Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC). O processo busca fortalecer a participação popular na elaboração e no acompanhamento das políticas públicas voltadas ao setor cultural do município. Os interessados podem se inscrever até o dia 10 de agosto, às 14h, de forma presencial ou eletrônica, conforme previsto no edital. O conselho reúne representantes da sociedade civil e do poder público para discutir, propor e acompanhar ações voltadas ao desenvolvimento da cultura em Caetité. De acordo com o cronograma divulgado, a relação preliminar dos candidatos habilitados será publicada em 12 de agosto. Os dias 13 e 14 de agosto serão destinados à apresentação de recursos, enquanto a lista definitiva dos candidatos aptos será homologada em 17 de agosto. A eleição dos representantes da sociedade civil está marcada para o dia 26 de agosto, na Câmara de Vereadores de Caetité. Os eleitos passarão a integrar o Conselho Municipal de Política Cultural, órgão responsável por contribuir com a formulação, o acompanhamento e o fortalecimento das políticas culturais no município. A Prefeitura orienta que os interessados consultem o edital para conferir os requisitos de participação e demais informações sobre o processo eleitoral.
Quaest: ACM Neto e Jerônimo empatam tecnicamente no 1º e no 2º turno
Quaest: ACM Neto e Jerônimo empatam tecnicamente no 1º e no 2º turno
No voto espontâneo, Jerônimo Rodrigues aparece numericamente à frente de ACM Neto por um ponto percentual, mas a diferença está dentro da margem de erro da pesquisa, o que caracteriza empate técnico
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) mostrou que a disputa pelo Governo da Bahia segue indefinida. O ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) aparece com 39% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 38%, caracterizando um empate técnico.
- A pesquisa avaliou a rejeição dos candidatos e a percepção sobre o governo estadual, com 57% aprovando a gestão e 34% desaprovando. Além disso, a segurança pública é citada como o principal problema do estado por 47% dos baianos.
Foto: Reprodução
A disputa pelo Governo da Bahia segue indefinida, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta‑feira (29). No cenário principal de primeiro turno, o ex‑prefeito ACM Neto (União Brasil) aparece com 39% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 38%. A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro, o que caracteriza empate técnico. O levantamento também simulou um segundo turno entre os dois principais pré‑candidatos e, novamente, o equilíbrio se repete: ACM Neto soma 43%, Jerônimo aparece com 39%, e a diferença permanece dentro da margem de erro. Entre os entrevistados, 11% estão indecisos e 7% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não compareceriam. A pesquisa avaliou ainda o grau de definição do voto. Para 54% dos entrevistados, a escolha para governador já está consolidada, enquanto 44% dizem que ainda podem mudar de candidato até a eleição. O dado reforça que a disputa permanece aberta e sujeita a oscilações ao longo da campanha. Nos cenários testados, ACM Neto e Jerônimo mantêm praticamente os mesmos percentuais: 39% para o ex‑prefeito e 38% para o atual governador, enquanto os demais nomes aparecem com 1% ou menos. A taxa de indecisos varia entre 13% e 14%, e os votos brancos e nulos oscilam entre 7% e 8%. O levantamento também mediu a rejeição dos candidatos. Jerônimo Rodrigues lidera com 40%, seguido por ACM Neto, com 30%. Ronaldo Mansur tem 17%, José Estevão aparece com 13%, e Aroldo Felix registra 9%. A pesquisa avaliou ainda a percepção sobre o governo estadual: 57% aprovam a gestão, 34% desaprovam e 9% não souberam responder. Na avaliação geral, 37% classificam o governo como positivo, 23% como negativo e 5% não opinaram. Questionados sobre a possibilidade de reeleição, 52% afirmam que Jerônimo merece continuar no cargo, enquanto 41% discordam. Os entrevistados também apontaram os principais problemas do estado. A segurança pública lidera a lista, citada por 47% dos baianos. Em seguida aparecem saúde (39%), emprego e renda (34%), transporte público (33%), políticas sociais (28%), educação (27%), atração de empresas (26%), infraestrutura e mobilidade (25%) e habitação (23%). O conjunto de dados reforça que o eleitorado baiano segue dividido e atento aos temas que mais impactam o cotidiano. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 1.200 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 23 e 27 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA‑02331/2026.
Flávio chega às vésperas da convenção do PL sem vice definido
Flávio chega às vésperas da convenção do PL sem vice definido
Partido tenta atrair Republicanos e União-PP, mas siglas avaliam manter neutralidade nacional
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrenta desafios para definir seu vice em vista da convenção nacional do Partido Liberal. Enquanto o partido busca alianças com Republicanos e União Brasil-PP para garantir tempo de propaganda e evitar isolamento, as forças políticas consideram adotar uma posição de neutralidade, deixando a escolha para diretórios estaduais. Negociações específicas estão ocorrendo em estados como Mato Grosso, Roraima, Acre e Espírito Santo, onde o apoio de alianças pode mudar a dinâmica das disputas.
Foto: Adriano Machado | Reuters
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chega às vésperas da convenção nacional do ´Partido Liberal (PL), marcada para o próximo sábado (25), sem um nome definido para ocupar a vaga de vice em sua chapa presidencial. O partido adiou a decisão enquanto tenta atrair o Republicanos ou a federação União Brasil-PP para a coligação. As informações são do G1. As duas forças políticas, no entanto, sinalizam que podem adotar uma posição de neutralidade na disputa nacional e permitir que os diretórios estaduais escolham seus próprios aliados. Para os interlocutores de Flávio, o apoio de uma dessas siglas garantiria mais tempo de propaganda no rádio e na televisão e reduziria a percepção de isolamento da candidatura. Negociação com o Republicanos - Daniella Marques, ex-presidente da Caixa, é o principal nome do Republicanos citado para a vaga de vice. Integrantes da legenda admitem que há conversas com o PL, mas condicionam o acordo a alianças em alguns estados. A direção do partido avalia que as negociações ainda podem mudar, embora reconheça as dificuldades para alcançar um entendimento nacional. Em Mato Grosso, o Republicanos quer que o PL retire a candidatura de Wellington Fagundes ao governo para apoiar Otaviano Pivetta. Fagundes confirmou que será oficializado na convenção partidária desta quarta-feira (21), negou qualquer compromisso anterior com Pivetta e afirmou que a disputa local não deve interferir nas conversas nacionais. O senador também argumentou que o Republicanos chegou ao comando estadual com ajuda do PL e, por isso, poderia apoiar sua candidatura, embora tenha dito que não cobra essa retribuição. As negociações também envolvem Roraima, Acre e Espírito Santo. No Acre, o Republicanos busca o apoio do PL à candidatura de Alan Rick, enquanto integrantes da legenda de Flávio indicam preferência pela recondução de Mailza Assis, do PP. No Espírito Santo, avançou uma composição para Lorenzo Pazolini disputar o governo e apoiar Maguinha Malta ao Senado, mas o acordo afastou o PSD e desagradou à cúpula nacional do Republicanos. União-PP tende à neutralidade - No União Brasil e no Progressistas, a tendência é não apoiar Flávio no primeiro turno e concentrar esforços na eleição de deputados e senadores. Os diretórios estaduais, porém, deverão ter liberdade para firmar alianças. Em São Paulo, a federação apoiou Flávio durante a convenção de Guilherme Derrite. No Rio de Janeiro, Rogério Lisboa desistiu de ser vice de Douglas Ruas, enquanto o Republicanos confirmou Anthony Garotinho como candidato ao governo, com convenção também prevista para sábado (25).
Rui Costa minimiza incidente com avião de ACM Neto
Rui Costa minimiza incidente com avião de ACM Neto
Ex-governador da Bahia afirmou que situações de risco fazem parte da rotina de quem viaja frequentemente e disse que esperava ver João Roma em agenda com Flávio Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ex-governador da Bahia Rui Costa minimizou o incidente aéreo envolvendo a oposição baiana, que ocorreu durante um voo para o município de Livramento. Ele afirmou que situações desse tipo não seriam motivo para comprometer compromissos políticos e relembrou uma experiência vivida quando ocupava cargos no governo estadual, em que teve várias turbulências durante voos.
- Rui também levantou a possibilidade de João Roma não participar da recepção ao senador Flávio Bolsonaro, que cumpria agenda na Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, mas João Roma participou normalmente da agenda ao lado de Flávio Bolsonaro.
Foto: Reprodução
O ex-governador da Bahia e ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), minimizou nesta terça-feira (9) o incidente aéreo envolvendo integrantes da oposição baiana ocorrido durante um voo para o município de Livramento, no sudoeste do estado. A aeronave transportava o pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), além de João Roma (PL), Angelo Coronel (Republicanos), a deputada federal Roberta Roma (PL) e o deputado estadual Nelson Leal (PP). Segundo informações divulgadas, o avião sofreu uma despressurização quando se aproximava do destino, o que provocou perda rápida de altitude e momentos de apreensão entre os passageiros. Ao comentar o episódio, Rui afirmou que situações desse tipo não seriam motivo para comprometer compromissos políticos. “O episódio de uma turbulência no voo não pode justificar uma ausência num evento desses. Até porque turbulência, quem anda de avião, como quem anda de carro, tem turbulência, tem risco de acidente”, declarou. Durante a entrevista, o petista relembrou uma experiência vivida quando ocupava cargos no governo estadual. “Eu, quando era secretário ou governador, já tive algumas turbulências. Um avião do Estado uma vez explodiu a turbina, um dos motores explodiu, a gente voltou para Salvador com um motor. Mas no outro dia eu estava viajando, fazendo agenda”, afirmou. Rui também levantou a possibilidade de João Roma não participar da recepção ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que cumpria agenda na Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães. “Então, se ele não estiver presente para mim será uma grande surpresa. Eu me pergunto, então quem vai acompanhar Flávio na Bahia?”, questionou. Apesar da declaração, João Roma participou normalmente da agenda ao lado de Flávio Bolsonaro durante a visita do senador à feira agropecuária realizada no oeste baiano.
Partido de Flávio Bolsonaro amplia investimentos em pesquisas
Partido de Flávio Bolsonaro amplia investimentos em pesquisas
Dados declarados ao TSE mostram repasses a institutos e empresas para pesquisas de opinião realizadas ao longo deste ano.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Partido Liberal (PL) investiu cerca de R$ 2,8 milhões em pesquisas e levantamentos de opinião pública em 2026. A maior parcela dos recursos foi destinada ao Instituto Paraná Pesquisas e outros dois empresas foram contratadas para a realização de pesquisas.
- Os investimentos ocorrem em um ano de intensa movimentação política e pré-eleitoral, com o objetivo de avaliar tendências do eleitorado e orientar estratégias de comunicação e campanha.
Foto: Marcos Brandão | Agência Senado
O Partido Liberal (PL) já investiu cerca de R$ 2,8 milhões em pesquisas e levantamentos de opinião pública ao longo de 2026. Os valores constam nas prestações de contas apresentadas pela legenda ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e revelam os gastos realizados para acompanhar o cenário político e eleitoral do país. Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, a maior parcela dos recursos foi destinada ao Instituto Paraná Pesquisas. A empresa recebeu aproximadamente R$ 1,58 milhão em 12 pagamentos efetuados entre fevereiro e abril deste ano. Os contratos variaram entre R$ 126 mil e R$ 150 mil por levantamento e foram custeados com recursos do Fundo Partidário. Outro beneficiário dos repasses foi o empresário Nicolas de Souza Barros, sócio da B&L Pesquisas. Ao todo, ele recebeu R$ 892 mil do partido, distribuídos em quatro pagamentos. Dois deles foram de R$ 300 mil, enquanto os demais somaram R$ 150 mil e R$ 142 mil. O Instituto Brasileiro de Estudos Sociais e Políticos (Ibespe) também foi contratado para a realização de pesquisas. Conforme os registros apresentados ao TSE, a entidade recebeu R$ 356 mil em dois repasses efetuados pela legenda. Os investimentos ocorrem em um ano de intensa movimentação política e pré-eleitoral. As pesquisas são utilizadas pelos partidos para avaliar tendências do eleitorado, testar cenários, medir a popularidade de lideranças e orientar estratégias de comunicação e campanha. Todos os pagamentos foram registrados oficialmente nas prestações de contas da legenda e declarados à Justiça Eleitoral, conforme exigem as normas de transparência e fiscalização dos recursos partidários.
Com aval do PT e do PL, Câmara aprova nova farra para partidos
Com aval do PT e do PL, Câmara aprova nova farra para partidos
Projeto que blinda partidos às vésperas das eleições avança para o Senado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que altera a Lei dos Partidos Políticos, flexibilizando mecanismos de fiscalização e autorizando o envio automatizado de mensagens por partidos e candidatos. O texto limita multas, reduz punições, estabelece novas regras para prestação de contas e impede punições como suspensão de repasses do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral durante o semestre das eleições.
- O projeto também permite que partidos registrem números oficiais de telefone para envio de mensagens a eleitores sem bloqueio, e limita multas aplicadas pela Justiça Eleitoral em casos de rejeição de contas partidárias. Além disso, as legendas poderão parcelar débitos em até 180 meses.
Foto: Kayo Magalhaes | Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (19) um projeto que altera regras da Lei dos Partidos Políticos e flexibiliza mecanismos de fiscalização das legendas. A proposta limita multas, reduz punições, estabelece novas regras para prestação de contas e autoriza o envio automatizado de mensagens por partidos e candidatos. O texto foi incluído de última hora no sistema de votações pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), embora ele tenha deixado a Mesa Diretora pouco antes do início da análise da matéria. Entre os pontos aprovados, está a proibição de bloqueio ou suspensão de recursos do Fundo Partidário para partidos criados a partir de fusões ou incorporações, mesmo que existam irregularidades em prestações de contas anteriores das legendas incorporadas. A proposta também prevê que as novas regras entrem em vigor imediatamente após eventual sanção presidencial, sem necessidade de respeitar o princípio da anualidade eleitoral, que determina prazo mínimo de um ano antes das eleições para mudanças nas regras do processo eleitoral. Alguns dispositivos podem gerar questionamentos jurídicos justamente por impactarem diretamente as disputas eleitorais. Um dos exemplos citados é a autorização para disparos automatizados de mensagens durante campanhas. O projeto estabelece ainda prazo máximo de três anos para que a Justiça Eleitoral julgue as contas partidárias. Caso a análise não seja concluída nesse período, o processo será extinto. Outro trecho aprovado impede punições como suspensão de repasses do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral durante o semestre das eleições. O texto também proíbe descontos relacionados a condenações anteriores nesse período e impede a suspensão de diretórios partidários. Disparos liberados: A proposta permite que partidos, políticos e candidatos registrem números oficiais de telefone junto à Justiça Eleitoral para envio de mensagens a eleitores sem bloqueio por aplicativos e plataformas digitais, salvo em caso de decisão judicial. Segundo o texto, mensagens enviadas para pessoas previamente cadastradas não serão consideradas disparos em massa, mesmo quando realizadas por sistemas automatizados ou bots. A medida contraria iniciativas da Justiça Eleitoral voltadas ao combate à desinformação e ao uso automatizado de mensagens em campanhas políticas. Multas reduzidas: O projeto limita a R$ 30 mil as multas aplicadas pela Justiça Eleitoral em casos de rejeição de contas partidárias. Atualmente, as punições podem chegar a até 20% do valor considerado irregular. Além disso, as legendas poderão parcelar débitos em até 180 meses, independentemente do valor da dívida. O texto também determina que a desaprovação das contas não impedirá partidos de participar das eleições. Outro ponto aprovado blinda diretórios nacionais de sanções aplicadas a diretórios estaduais e municipais, ao deixar explícito que não há responsabilidade solidária entre os órgãos partidários. A proposta ainda autoriza partidos a criarem universidades e cobrarem mensalidades, dispensa comprovação detalhada de atividades exercidas por dirigentes partidários e altera regras para convocação de suplentes, que passarão a precisar ser do mesmo partido do parlamentar afastado. O texto segue agora para análise do Senado e, se aprovado, dependerá de sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para entrar em vigor.
Cúpula do PL dá prazo para avaliar viabilidade da candidatura de Flávio Bolsonaro
Revelações sobre relação com ex-banqueiro Daniel Vorcaro aumentam pressão interna; partido monitora impacto político antes de decidir próximos passos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A cúpula do PL deu um prazo de 10 a 15 dias para avaliar a viabilidade da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro em face de novas investigações sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. A crise ganhou força após Flávio admitir que visitou Vorcaro em São Paulo, apesar da prisão do empresário.
- O partido discute alternativas caso a candidatura se torne insustentável, incluindo a ex-ministra Tereza Cristina, Michelle Bolsonaro e o senador Rogério Marinho como possíveis opções.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
A cúpula do PL estabeleceu um período de 10 a 15 dias para avaliar a viabilidade da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. A medida ocorre após novas revelações sobre a relação do parlamentar com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, tema que gerou desconforto entre dirigentes e acendeu um alerta dentro do partido. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo. A crise ganhou força depois que Flávio admitiu ter visitado Vorcaro em São Paulo, mesmo após a prisão do empresário, que estava usando tornozeleira eletrônica. O senador afirmou que o encontro serviu para encerrar tratativas sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A explicação, porém, não convenceu parte da bancada, que passou a cobrar mais clareza sobre a relação entre os dois. Nos bastidores, dirigentes avaliam que o desgaste pode comprometer a estratégia eleitoral do partido caso novos fatos venham à tona. Embora publicamente o PL mantenha o discurso de apoio ao senador, lideranças já discutem alternativas caso a candidatura se torne insustentável. Entre os nomes citados estão Michelle Bolsonaro, a ex-ministra Tereza Cristina e o senador Rogério Marinho. Aliados próximos afirmam que o partido pretende reorganizar a comunicação, ampliar agendas públicas e tentar conter o impacto das denúncias relacionadas ao caso Banco Master, que envolve Vorcaro. A expectativa é que o período de avaliação ajude a medir o alcance político do episódio e definir se Flávio seguirá como aposta da sigla para a disputa presidencial.
Datafolha mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Datafolha mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
O levantamento foi realizado antes da divulgação das conversas entre Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) trouxe resultados interessantes para a eleição presidencial de 2026. Embora o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro estejam empatados em 45% das intenções de voto, é preciso considerar que a margem de erro é de dois pontos percentuais. Além disso, é importante lembrar que o levantamento foi realizado antes das conversas entre Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro serem divulgadas, o que pode ter afetado os resultados.
- A pesquisa também mostra que Lula aparece à frente de outros possíveis adversários, como o governador Romeu Zema e o governador Ronaldo Caiado, na disputa pela presidência. É importante ressaltar que o Datafolha está ressaltando que o cenário não mede os possíveis impactos políticos do caso das conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.
Foto: Reprodução
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno para a eleição presidencial de 2026. Ambos aparecem com 45% das intenções de voto, enquanto 9% declararam voto branco ou nulo e 1% disseram estar indecisos. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Segundo a pesquisa, o levantamento foi realizado entre os dias 12 e 13 de maio, antes da divulgação das conversas entre Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, que retrata a trajetória de Jair Bolsonaro. Por isso, o instituto ressalta que o cenário ainda não mede os possíveis impactos políticos do caso. O Datafolha também mostrou estabilidade em relação ao levantamento anterior, realizado em abril. Na disputa contra outros possíveis adversários, Lula aparece à frente do governador Romeu Zema e do governador Ronaldo Caiado. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em todo o país e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-00290/2026.
Quaest aponta vantagem de aliado de Lula entre eleitores baianos
Quaest aponta vantagem de aliado de Lula entre eleitores baianos
Levantamento mostra vantagem para nomes ligados ao presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um levantamento da Quaest divulgou resultados de uma pesquisa eleitoral na Bahia, mostrando que a maioria dos eleitores está alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com os dados, 47% dos entrevistados preferem um governador aliado ao petista, enquanto outros 32% preferem um gestor independente.
- A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 27 de abril, ouviu 1.200 eleitores e tem margem de erro de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03657/2026.
Foto: Isaac Fontana | Estadão Conteúdo
Um levantamento da Quaest divulgado na terça-feira (28) mostra que a maioria dos eleitores baianos estão alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pelo governo do estado. De acordo com a pesquisa, 47% dos entrevistados afirmam querer que o próximo governador seja aliado do petista. Outros 32% disseram preferir um gestor independente, sem alinhamento direto com o governo federal, enquanto 16% apontaram preferência por um nome ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ainda há 5% que não souberam ou não responderam. Este é o primeiro levantamento da Quaest em 2026 sobre a corrida ao Palácio de Ondina. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 1.200 eleitores na Bahia entre os dias 23 e 27 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03657/2026.
Lula lidera no 1º turno, mas empata no 2º com Flávio Bolsonaro
Lula lidera no 1º turno, mas empata no 2º com Flávio Bolsonaro
Presidente lidera no 1º turno, mas enfrenta cenário apertado no 2º
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Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para um eventual primeiro turno em todos os cenários testados, mas aparece numericamente atrás do senador Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno. Os dados são da pesquisa divulgada pela AtlasIntel nesta quarta-feira (25). No cenário de segundo turno entre Lula e Flávio, o senador teria 46,3% dos votos, contra 46,2% do presidente — configurando empate técnico dentro da margem de erro.Em outro cenário, contra Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 45,9%, enquanto o governador de São Paulo marca 47,1%. Já contra Michelle Bolsonaro, o presidente registra 47,5%, ante 44,7% da ex-primeira-dama. Cenários de primeiro turno: No primeiro cenário estimulado, Lula soma 45,0%, à frente de Flávio Bolsonaro (37,9%), Ronaldo Caiado (4,9%), Romeu Zema (3,9%), Renan Santos (2,9%) e Aldo Rebelo (1,1%).No segundo cenário, com Ratinho Júnior no lugar de Caiado, Lula tem 45,1% e Flávio 39,5%. No terceiro, Lula marca 45,3% e Flávio 39,1%, enquanto Eduardo Leite aparece com 1,6%.Quando Tarcísio substitui Flávio, Lula registra 43,3% contra 36,2% do governador paulista. Em um cenário com Lula, Flávio e Tarcísio simultaneamente, o presidente amplia a vantagem e chega a 47,1%. Cenário sem Lula:Sem Lula na disputa e com Fernando Haddad como candidato governista, Haddad lidera com 39,1%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 37,1%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07600/2026. O levantamento ouviu 4.986 pessoas entre 19 e 24 de fevereiro, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.
Eleição pode ter 2º turno em mais de 100 cidades e, pela 1ª vez, em todas as capitais
Lei prevê rodada apenas para locais com mais de 200 mil eleitores. Segundo os dados de eleitorado disponíveis no TSE até abril, serão 102 municípios habilitados
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Nas eleições de 2024, pela primeira vez na história, mais de 100 cidades municipais terão um eleitorado superior a 200 mil pessoas, o que as fará escolher seus futuros prefeitos com a opção de dois turnos. A Lei prevê rodada apenas para locais com mais de 200 mil eleitores. Segundo os dados de eleitorado disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até abril, serão 102 municípios habilitados a realizar a segunda rodada de votações este ano. Em 2020, última eleição local do país, foram 95 os locais em que os eleitores tiveram dois turnos. Além disso, pela primeira vez todas as capitais brasileiras terão segundo turno. No ano passado, a única que ficou de fora foi Palmas, que em 2020 registrou cerca de 180 mil eleitores, e agora, segundo os dados da corte eleitoral, tem 207 mil.
Haddad diz que Bolsonaro gastou R$ 300 bi para tentar ganhar a eleição em 2022
Haddad diz que Bolsonaro gastou R$ 300 bi para tentar ganhar a eleição em 2022
A declaração foi feita pelo ministro da Fazenda, nesta terça-feira (21), durante a live semanal "Conversa com o Presidente"
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- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez uma “bagunça” no orçamento federal de 2022, por ter realizado “um descontrole” de gastos em R$ 300 bilhões para tentar se reeleger à Presidência. A declaração foi feita pelo chefe da pasta nesta terça-feira (21), durante a live semanal “Conversa com o Presidente”. “Acho que todo mundo conhece um pouco a história de 2022. O presidente Lula viveu na pele uma eleição, talvez uma das mais difíceis da vida dele, porque você tinha uma pessoa na Presidência disposta a tudo para reverter um quadro que parecia desfavorável e se confirmou desfavorável. Foi um descontrole”, afirmou Haddad. O ministro ainda criticou os auxílios disponibilizados por Bolsonaro no período eleitoral. “Auxílios em véspera de eleições, auxílio caminhoneiro, auxílio taxista, auxílio isso, auxílio aquilo. Bom, na soma total, estamos falando de algo em torno de R$ 300 bilhões”, concluiu o petista.
Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Caetité elege diretoria
Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Caetité elege diretoria
O conselho tem por principal objetivo o debate sobre políticas públicas de inclusão que visam combater a discriminação étnico-racial
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Foto: Camila Matos
- A Prefeitura de Caetité por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social criou por meio da Lei nº 916, DE 18 DE OUTUBRO DE 2022, o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial- COMPIR. No último dia 27 aconteceu a eleição da diretoria do Conselho, elegendo por unanimidade como Presidente: Jorge de Jesus Santana (Representante do Poder Público) e vice presidente: Maria Francisca da Silva (Representante da Sociedade Civil). Segundo a Advogada de Gestão do SUAS, Géssica Ladeia, o COMPIR tem como principal finalidade debater sobre políticas públicas que promovam a igual racial. "O Conselho é um importante instrumento que tem por finalidade debater as políticas públicas que promovam a igualdade racial visando combater a discriminação étnico-racial, reduzir as desigualdades sociais, econômicas, políticas e culturais, atuando no monitoramento e fiscalização dessas políticas públicas setoriais, em atenção às previsões do Estatuto da Igualdade Racial." Ela afirma ainda que a Criação e Composição desse Conselho é mais uma ação da gestão municipal na garantia e promoção da igualdade social em nosso município.
Desembargador Nilson Castelo Branco é eleito novo presidente do TJBA
Desembargador Nilson Castelo Branco é eleito novo presidente do TJBA
Tribunal de Justiça da Bahia elegeu também toda a Mesa Diretora para o biênio 2022-2024
Por: André Uzêda
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Foto: Reprodução
- Em sessão plenária realizada na manhã desta quarta-feira (17), o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) escolheu os integrantes da sua Mesa Diretora para a próxima gestão administrativa. O Desembargador Nilson Soares Castelo Branco foi eleito presidente para o biênio 2022-2024. Foram eleitos, também, os Desembargadores Gardênia Pereira Duarte, para a 1ª Vice-Presidência; Márcia Borges Faria, para a 2ª Vice-Presidência; José Edivaldo Rocha Rotondano, para a Corregedoria Geral da Justiça; e Edmilson Jatahy Fonseca Júnior, para a Corregedoria das Comarcas do Interior. Conduzida pelo atual Presidente do Judiciário baiano, o Desembargador Lourival Almeida Trindade, a sessão contou com a presença de 55 Desembargadores e ocorreu virtualmente, com transmissão ao vivo pelo site institucional do TJBA. A eleição foi realizada em escrutínio secreto, para cada um dos cargos, por meio do sistema de votação eletrônica. A escolha do presidente foi decidida em primeiro turno. Concorreram ao cargo, os Desembargadores Nilson Soares Castelo Branco (31 votos); Carlos Roberto Santos Araújo (24 votos); Cynthia Maria Pina Resende (0 voto); Gardênia Pereira Duarte (0 voto); e Jefferson Alves de Assis (0 voto). A eleição para a 1ª Vice-Presidência foi igualmente definida em primeiro turno, no qual disputaram os Desembargadores Gardênia Pereira Duarte (30 votos); José Edivaldo Rocha Rotondano (19 votos); Márcia Borges Faria (3 votos); Jefferson Alves de Assis (2 votos); e Cynthia Maria Pina Resende (1 voto). Já a eleição para a 2ª Vice-Presidência foi decidida em segundo turno entre os Desembargadores Márcia Borges Faria (41 votos) e Baltazar Miranda Saraiva (14 votos). Também concorreram ao cargo, os Desembargadores José Edivaldo Rocha Rotondano, Jefferson Alves de Assis e Cynthia Maria Pina Resende. No que se refere às Corregedorias, as eleições ocorrem sempre em turno único. O cargo de Corregedor-Geral da Justiça foi disputado entre os Desembargadores José Edivaldo Rocha Rotondano (30 votos); Edmilson Jatahy Fonseca Júnior (25 votos); Cynthia Maria Pina Resende (0 voto); Jefferson Alves de Assis (0 voto); e Maria de Lourdes Pinho Medauar (0 voto). Concorreram à Corregedoria das Comarcas do Interior, os Desembargadores Edmilson Jatahy Fonseca Júnior (33 votos); Jefferson Alves de Assis (14 votos); Maria de Lourdes Pinho Medauar (3 votos); Mário Augusto Albiani Alves Júnior (3 votos); e Baltazar Miranda Saraiva (2 votos). Cabe esclarecer que, para os cargos de Presidente, 1º Vice-Presidente e 2º Vice-Presidente, são eleitos os Desembargadores que obtêm a maioria absoluta dos votos (metade mais um), realizando-se nova votação entre os dois mais votados, se nenhum alcançar os votos exigidos. Já os Corregedores são eleitos por maioria simples. Havendo empate, é eleito o Desembargador mais antigo na Carreira. A homologação das candidaturas ocorreu na sessão plenária do dia 10/11, com publicação no Diário da Justiça Eletrônico do dia 12/11. Os eleitos assumem a Mesa Diretora por dois anos, sem direito a reeleição. Atualmente, o Tribunal baiano conta com 66 desembargadorias, sendo a Mesa Diretora composta pelos Desembargadores Lourival Almeida Trindade (Presidente); Carlos Roberto Santos Araújo (1º Vice-Presidente); Augusto de Lima Bispo (2º Vice-Presidente); José Alfredo Cerqueira da Silva (Corregedor-Geral); e Osvaldo de Almeida Bomfim (Corregedor das Comarcas do Interior).
Tribunal de Justiça suspende eleição para escolha de novos desembargadores
Tribunal de Justiça suspende eleição para escolha de novos desembargadores
Por: Cristiele França
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Foto: Reprodução | Getty Imagens
- Devido ao agravamento da crise causada pela pandemia da Covid-19, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decidiu suspender a eleição de cinco novos desembargadores que estava marcada para a próxima quarta-feira (10). A sessão foi transferida para o próximo dia 14. Duas vagas serão preenchidas pelo critério de merecimento, outras duas pelo critério de antiguidade e a outra reservada ao quinto constitucional, do Ministério Público da Bahia (MP-BA). Para esta última, será formada uma lista tríplice a partir de uma eleição. A escolha final será do governador Rui Costa.
























