Senado aprova novo piso nacional de professores para 2026
Senado aprova novo piso nacional de professores para 2026
Medida provisória cria nova fórmula de reajuste e garante ganho real para docentes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado Federal aprovou uma medida provisória que redefine a fórmula de reajuste do piso salarial dos professores da educação básica. A nova regra estabelece o valor mínimo da categoria em R$ 5.130 para 2026 e prevê um reajuste de 5,4% no piso do magistério, elevando o valor atual para cerca de R$ 5.130,63. A medida agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- A medida também estabelece limites para os reajustes futuros, garantindo que o percentual não superie a variação nominal das receitas do Fundeb entre os dois anos anteriores, mas também não fique abaixo da inflação medida pelo INPC. A nova regra visa promover salários mais atrativos e evitar a desvalorização da carreira docente, além de combater o déficit de profissionais na educação.
Foto: Paula Fróes | GOVBA
O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (26) a medida provisória que redefine a fórmula de reajuste do piso salarial dos professores da educação básica e estabelece o valor mínimo da categoria em R$ 5.130 para 2026. Como a proposta já havia passado pela Câmara dos Deputados, o texto agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida foi editada pelo governo federal em janeiro e já está em vigor desde então, mas precisava do aval do Congresso Nacional dentro do prazo de 120 dias para se tornar lei definitiva. A nova regra garante ainda neste ano um reajuste de 5,4% no piso do magistério, elevando o valor atual de R$ 4.867,77 para cerca de R$ 5.130,63. O aumento representa ganho real de aproximadamente 1,5% acima da inflação acumulada pelo INPC de 2025, que fechou em 3,9%. O texto aprovado define que os futuros reajustes serão calculados a partir da soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor com metade da média do crescimento real das receitas do Fundeb nos últimos cinco anos. O fundo é considerado o principal instrumento de financiamento da educação pública brasileira e reúne recursos estaduais e federais destinados à educação básica. Antes de ser analisada em plenário, a proposta passou por uma comissão mista de deputados e senadores. A relatora, senadora Dorinha Seabra (União-GO), incluiu alterações no texto, entre elas a fixação nominal do novo piso em R$ 5.130,63 para evitar disputas judiciais sobre o cálculo. Pela regra antiga, o reajuste seria de apenas 0,37%, enquanto o novo modelo assegura aumento mais amplo. A medida também estabelece limites para os reajustes futuros. O percentual não poderá superar a variação nominal das receitas do Fundeb entre os dois anos anteriores, mas também não poderá ficar abaixo da inflação medida pelo INPC. Em seu parecer, a relatora afirmou que salários mais atrativos são fundamentais para evitar a desvalorização da carreira docente e combater o déficit de profissionais na educação.
Comissão do Congresso aprova piso de R$ 5,1 mil para professores
Comissão do Congresso aprova piso de R$ 5,1 mil para professores
Medida provisória cria nova fórmula de reajuste, amplia alcance do piso para temporários e prevê salário mínimo de R$ 5.130,63 para docentes da educação básica pública em 2026
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma comissão mista do Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira a medida provisória que redefine as regras do piso salarial dos professores da educação básica pública. A proposta fixa a remuneração mínima em R$ 5.130,63 para 2026, o que representa um reajuste de 5,4% em comparação ao valor atual. O texto, que agora tramita como Projeto de Lei de Conversão (PLV) 4/2026, será submetido à análise e votação nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
- A nova legislação modifica o piso nacional do magistério, adaptando o reajuste anual às normas do Fundeb. Pela fórmula aprovada, a correção considerará a inflação medida pelo INPC somada à metade da média de crescimento das receitas do fundo nos últimos cinco anos, visando garantir ganho real aos professores e evitar perdas salariais. Além disso, o parecer estende o alcance do piso para professores temporários e exige maior transparência na divulgação da memória de cálculo dos reajustes anuais, buscando conferir previsibilidade financeira a estados e municípios e fortalecer a valorização da carreira docente.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
Uma comissão mista do Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira (19) a medida provisória que altera as regras do piso salarial dos professores da educação básica pública e fixa remuneração mínima de R$ 5.130,63 para 2026. O valor representa reajuste de 5,4% em relação ao piso atual, hoje em R$ 4.867,77. O texto, relatado pela senadora Professora Dorinha Seabra, ainda será analisado pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. Com a aprovação na comissão, a proposta passa a tramitar como Projeto de Lei de Conversão (PLV) 4/2026. A medida modifica a legislação do piso nacional do magistério e adapta o reajuste anual às novas regras do Fundeb. Pela fórmula aprovada, a correção passará a considerar a inflação medida pelo INPC somada à metade da média de crescimento das receitas do fundo nos últimos cinco anos. Segundo o Ministério da Educação, o novo modelo garante ganho real aos professores e evita perdas salariais. Pela regra anterior, o reajuste estimado para 2026 seria de apenas 0,37%. O parecer aprovado também estabelece limites para evitar oscilações bruscas. O aumento anual não poderá ficar abaixo da inflação nem superar o crescimento das receitas do Fundeb registrado nos dois anos anteriores. Outro ponto incluído amplia o alcance do piso para professores temporários e determina maior transparência na divulgação da memória de cálculo usada pelo governo nos reajustes anuais. A relatora afirmou que a mudança busca dar previsibilidade financeira a estados e municípios e fortalecer a valorização da carreira docente. O relatório ainda cita estudos que apontam risco de déficit de até 235 mil professores da educação básica até 2040, sobretudo nas áreas de matemática e ciências.
Sem resposta do governo, docentes da UNEB realizam paralisação de 24h na Bahia
Sem resposta do governo, docentes da UNEB realizam paralisação de 24h na Bahia
Mobilização acontece nesta quarta (20) em todos os campi; em Salvador, categoria prepara “Café da Manhã com o Governador” para simbolizar ausência de negociação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A UNEB decidiu paralisar as atividades acadêmicas em 27 campi da Bahia em protesto contra a falta de diálogo com o governo estadual. Os docentes reivindicam a regularização de adicionais de insalubridade, recomposição de direitos retirados e outras melhorias.
- A paralisação é uma manifestação que pode ser a mais intensa do ano, com panfletagens, intervenções artísticas e distribuição de lanches. Os docentes afirmam que novas ações podem ser anunciadas caso o governo não retome o diálogo.
Foto: Divulgação | ADUNEB
As professoras e os professores da UNEB decidiram paralisar as atividades acadêmicas nesta quarta-feira (20) em todos os 27 campi da instituição na Bahia. O protesto de 24 horas denuncia a falta de diálogo com o governo estadual, que, segundo a categoria, não negocia a pauta de reivindicações há quase dez meses. A decisão foi aprovada por unanimidade em assembleia híbrida da ADUNEB, realizada na última quinta-feira (14), em Salvador. A mobilização será realizada simultaneamente em várias regiões do estado. No campus de Salvador (Cabula), a categoria organiza, às 7h30, o ato “Café da Manhã com o Governador”. Uma cadeira ficará reservada ao chefe do Executivo, simbolizando o que os docentes chamam de “cadeira vazia do diálogo”. Lanches serão distribuídos na entrada da universidade. Após o café, estão previstas panfletagens e intervenções artísticas, com músicas, poesias e outras manifestações em defesa da educação pública e do cumprimento das leis que regem o Estatuto do Magistério das Universidades Estaduais. A coordenadora-geral da ADUNEB, Karina Sales, afirma que a última reunião com o governo ocorreu em 29 de julho de 2025. “Há quase dez meses buscamos negociação. Temos direitos garantidos em lei que estão sendo desrespeitados, como os adicionais de insalubridade. É importante lembrar que o governador, que agora vira as costas às universidades, é professor da UEFS. Esse desrespeito é um absurdo”, criticou. O que os docentes reivindicam: A pauta unificada foi protocolada em dezembro de 2025 pelo Fórum das ADs, que reúne representantes da UNEB, UEFS, UESB e UESC. Entre os principais pontos estão: Regularização dos adicionais de insalubridade e periculosidade; Recomposição de direitos retirados, como os anuênios; Revogação da reforma da previdência estadual; Melhorias no Planserv, com ampliação do investimento; Aumento do orçamento das universidades para, no mínimo, 7% da Receita Líquida de Impostos; Cumprimento integral do orçamento aprovado. Pressão aumenta: Para tentar retomar as negociações, o Fórum das ADs intensificou ações de comunicação nos últimos meses. Outdoors foram instalados em cidades do interior denunciando o “silêncio do governo”. Em Salvador, ônibus circulam com busdoors que reforçam a mesma mensagem. A paralisação desta quarta marca mais um capítulo da mobilização dos docentes, que afirmam que novas ações poderão ser anunciadas caso o governo não retome o diálogo.
Sindicato anuncia acordo com prefeitura de Igaporã sobre promoções do magistério
Sindicato anuncia acordo com prefeitura de Igaporã sobre promoções do magistério
Implementação prevê aumento para professores de 20h e 40h semanais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Prefeitura de Igaporã, localizada no sudoeste da Bahia, celebrou um acordo com o Sindicato dos Servidores Municipais, assegurando o pagamento integral das promoções de classe previstas no plano de carreira do magistério. O anúncio, feito pelo presidente da entidade, Amado Benevides, destaca a efetivação de um benefício previsto na Lei 242 desde 2011, mas que ainda não havia sido aplicado, representando uma vitória histórica para a categoria.
- Com a implementação deste acordo, professores com carga horária de 20 horas semanais receberão um acréscimo de aproximadamente R$ 1.200, enquanto os docentes de 40 horas terão um reajuste de quase R$ 2.500. As negociações, iniciadas em 2021 com a gestão do prefeito Neto Cotrim, superaram dificuldades de administrações anteriores e já inspiram outras cidades da região, com mais de 15 sindicatos buscando informações sobre a conquista e a valorização do magistério em Igaporã.
Foto: Divulgação
A Prefeitura de Igaporã, no sudoeste da Bahia, firmou um acordo com o Sindicato dos Servidores Municipais para garantir o pagamento integral das promoções de classe previstas no plano de carreira do magistério. O anúncio foi feito pelo presidente da entidade, Amado Benevides. Segundo o sindicato, o benefício está previsto na Lei 242, em vigor desde 2011, mas ainda não havia sido aplicado. Com a implementação, professores de 20 horas semanais terão acréscimo de cerca de R$ 1.200, enquanto docentes de 40 horas receberão quase R$ 2.500. A entidade afirma que o acordo foi possível após negociações iniciadas com a gestão do prefeito Neto Cotrim, a partir de 2021. O sindicato relata que, em administrações anteriores, havia dificuldade para avançar nas pautas da categoria. O sindicato também informou que outras cidades da região têm buscado informações sobre o acordo firmado em Igaporã. “Nós consideramos uma situação histórica. Porque dialogamos abertamente com o prefeito. Levamos até ele esse grande desafio e pedimos que a nossa demanda tocasse o seu coração sobre a situação dos professores e o respeito na relação com o servidor público, priorizando a valorização do magistério. Neto atendeu prontamente nossa reivindicação. Como consequência, mais de 15 sindicatos da região já nos procuraram por informações sobre as negociações e a conquista alcançada. Igaporã se transformou em um precedente positivo para o magistério regional”, comentou o sindicalista.
























