Governo envia 2,2 milhões de doses contra covid; Bahia recebe 205 mil
Imunizantes atualizados são destinados principalmente a grupos vulneráveis
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O Ministério da Saúde distribuiu mais 2,2 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para estados e o Distrito Federal, com o objetivo de reforçar os estoques e garantir a continuidade da imunização no país. A Bahia recebeu 205.008 doses do imunizante. Com a nova remessa, o total distribuído pelo governo federal nos primeiros meses do ano chega a 6,3 milhões de doses.Segundo a pasta, os imunizantes ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizados para as cepas em circulação e seguem recomendados prioritariamente para grupos mais vulneráveis. O ministério afirma que mantém estoque suficiente para atender à demanda nacional. A distribuição para unidades de saúde e a aplicação das doses são de responsabilidade de estados e municípios.O envio ocorre por meio de critérios técnicos, como o tamanho da população-alvo e o volume de doses já aplicadas. Em caso de necessidade, os estados podem solicitar remessas adicionais ao governo federal.
Apenas 13% dos adultos tomaram reforço para Covid com vacina bivalente no Brasil
O levantamento ainda aponta que a cobertura especialmente baixa está entre os mais jovens, com menos de 2% na cobertura
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- Quase dois meses após a liberação da vacina bivalente para todos aqueles com mais de 18 anos, a procura pelo imunizante tem sido consideravelmente baixa. De acordo com o levantamento da Folha de São Paulo, apenas 13% do público elegível no Brasil tomou a nova dose. O levantamento ainda aponta que a cobertura especialmente baixa está entre os mais jovens. A imunização infantil encontra-se agravada, com menos de 2% na cobertura. Entre as crianças de 6 meses a 4 anos, apenas 1,4% alcançou o esquema completo recomendado, que é com três doses do modelo adequado da Pfizer. A bivalente, produzida pela farmacêutica Pfizer, garante proteção contra a cepa original, que causou a primeira onda da pandemia de covid-19, e suas variantes. Para tomar o reforço é necessário que a última aplicação das duas ou mais doses da vacina monovalente tenha ocorrido há no mínimo quatro meses. O novo imunizante está disponível para qualquer adulto. Em entrevista ao jornal, a pesquisadora da Fiocruz e presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia, Margareth Dalcolmo, defendeu a relevância da contínua imunização com o novo imunizante disponível. “É muito nocivo que a procura para vacinação bivalente esteja ainda tão baixa no Brasil, uma vez que tem surgido estudos mostrando que a proteção adicional que se obtém contra as novas variantes que circula é muito alta”, afirma a especialista.
Brasil tem metade da população vacinada com 1ª dose e 5,5 mi atrasados na 2ª imunização
Até 23 de julho, havia registro de 5.481.373 pessoas que haviam tomado a primeira dose, mas não procuraram o serviço de saúde para receberem a segunda
Por: Cristiele França
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Foto: Prefeitura de Caetité
- O Brasil alcançou ontem a marca de metade da população vacinada com a primeira dose contra a covid, mas pelo menos 5,5 milhões de brasileiros estão com a segunda dose atrasada. Segundo dados mais atuais do boletim epidemiológicodo Ministério da Saúde, até 23 de julho, havia registro de 5.481.373 pessoas que haviam tomado a primeira dose, mas não procuraram o serviço de saúde para receberem a segunda. Para classificar como atraso no esquema vacinal, foram considerados os registros cujo intervalo de tempo da administração da primeira dose com ausência de registro da segunda foi superior a 84 dias para as vacinas AstraZeneca e Pfizer Comirnaty; e superior a 28 dias para vacina CoronaVac. O número até 23 de julho é 1,6 milhão maior do que o registrado em junho, quando boletim do ministério revelou que 3,8 milhões de pessoas estavam com as doses em atraso. Segundo os dados do Ministério, 3,3 milhões dos atrasados tomaram a vacina AstraZeneca; 2,1 milhões teriam de tomar a segunda dose da CoronaVac; e 5.033 estavam em atraso com a Pfizer.
Anvisa autoriza estudo sobre dose de reforço da vacina Pfizer
Farmacêutica vai avaliar segurança e capacidade da resposta imune do fármaco
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou hoje um estudo clínico para testar uma dose de reforço da vacina da Pfizer em pessoas que já foram vacinadas com as duas primeiras doses. Os testes clínicos serão feitos nas cidades de Salvador e São Paulo. Segundo a agência, qualquer pessoa com mais de 16 anos que tenha recebido as duas doses do imunizante produzido pela farmacêutica há pelo menos seis meses poderá ser incluído na pesquisa. O estudo pretende recrutar 443 participantes no centro clínico do Hospital Santo Antônio da Associação Obras Sociais Irmã Dulce, na capital baiana, e 442 participantes no Cepic (Centro Paulista de Investigação Clínica e Serviços Médicos), na capital paulista.























