Líder de facção com atuação em Guanambi é preso no Distrito Federal
Suspeito tinha seis mandados de prisão por homicídio qualificado
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Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um homem apontado como líder de uma facção criminosa que atua em Guanambi, no sudoeste da Bahia, foi preso nesta terça-feira (28) durante uma operação conjunta das polícias civis da Bahia e do Distrito Federal. A ação ocorreu na zona rural do Paranoá, no DF. Segundo a Polícia Civil, o suspeito, identificado como Elicarlos Francisco de Oliveira, conhecido como “Legão”, era procurado por diversos crimes violentos na região. Contra ele havia seis mandados de prisão por homicídio qualificado expedidos pela Justiça baiana. De acordo com as investigações, Legão é apontado como uma das principais lideranças de uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e execuções em Guanambi e cidades vizinhas. A operação contou com equipes da 22ª Coorpin, do GATTI-Semiárido e de unidades especializadas da Polícia Civil do Distrito Federal. O trabalho de inteligência foi fundamental para localizar o investigado fora da Bahia. Após a prisão, o suspeito foi levado para uma unidade policial no DF, onde permanece à disposição da Justiça.
Moraes autoriza “volta imediata” de Ibaneis Rocha ao comando do Distrito Federal
Moraes afastou Ibaneis do cargo, pelo prazo de 90 dias, em 8 de janeiro, data em que extremistas invadiram e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o STF
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Foto: Reprodução
- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou nesta quarta-feira (15) que Ibaneis Rocha (MDB) volte ao cargo de governador do Distrito Federal. Na decisão, Moraes afirmou que “não estão mais presentes os requisitos exigidos pelo art. 282 do Código de Processo Penal para a concessão de medidas cautelares”. “Diante do exposto, revogo a medida cautelar imposta a Ibaneis Rocha Barros Júnior, determinando seu retorno imediato ao exercício integral das funções do cargo de governador do DF”, escreveu o ministro do STF. O ministro afirmou que os relatórios de análise da Polícia Judiciária “não trazem indícios de que [Ibaneis] estaria buscando obstaculizar ou prejudicar os trabalhos investigativos, ou mesmo destruindo evidências, fato também ressaltado pela defesa e pela Procuradoria-Geral da República”. Moraes afastou Ibaneis do cargo, pelo prazo de 90 dias, em 8 de janeiro, data em que extremistas invadiram e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o STF. A decisão foi confirmada em Plenário, pela maioria dos votos dos ministros da Corte.
Chacina do Distrito Federal: polícia encontra mais três corpos em cisterna
rês suspeitos já foram presos por envolvimento no desaparecimento de 10 pessoas da mesma família
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Foto: Divulgação | PCDF
A Polícia Civil do Distrito Federal encontrou, na madrugada desta terça-feira (24), mais três corpos que seriam da família da cabeleireira Elizamar da Silva. Eles estavam dentro de uma cisterna, em Planaltina. Três suspeitos já foram presos por envolvimento no desaparecimento da família: Gideon Batista de Menezes, Horácio Carlos Ferreira Barbosa e Fabrício Silva Canhedo. De acordo com a polícia, um deles indicou a localização dos corpos. As vítimas foram encontradas com sinais de violência, dentro de uma cisterna a cerca de 5km da casa abandonada que foi utilizada como cativeiro. Os corpos ainda não foram reconhecidos, mas, de acordo com a polícia, eles são duas mulheres, uma delas adolescente, e um homem. Das 10 pessoas da família que estavam desaparecidos, três ainda não tinha sido encontrados: Thiago Gabriel Belchior, de 30 anos, marido de Elizamar Silva; Claudia Regina Marques de Oliveira, ex-mulher de Marcos Antônio Lopes de Oliveira, pai de Thiago; e Ana Beatriz Marques de Oliveira, filha de Cláudia e Marcos Antônio. Até então, dos corpos encontrados apenas cinco já foram identificados: Elizamar da Silva; os filhos dela: Rafael, Gabriel e Gabriela; e o sogro, Marcos Antônio Lopes de Oliveira. Outros dois encontrados carbonizados em um carro devem ser de Renata Juliene Belchio, sogra de Elizamar; e Gabriela Belchior, cunhada de Elizamar. Em depoimento, um dos suspeitos havia acusado que Thiago e Marcos Antônio seriam os mandantes do crime. No entanto, com a localização do corpo do sogro de Elizamar, a polícia constatou que eles também foram vítimas. Agora, a principal tese da polícia é que a motivação do crime tenha sido relacionada a dinheiro, já que a família tinha recebido um grande valor recentemente. Todos os suspeitos moravam próximos à propriedade de Marcos Antônio.























