Bebê de 1 ano é encontrado sozinho em Iuiu; irmãos também estavam sem responsáveis em casa
Criança foi localizada nas proximidades de um bar. Outros dois menores foram encontrados desacompanhados dentro da residência da família
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um bebê de 1 ano e 4 meses foi encontrado sozinho nas proximidades de um bar em Iuiu, no sudoeste da Bahia, e ao ser levado para casa por um morador, foram descobertas duas outras crianças desacompanhadas na residência. As três crianças foram encaminhadas à assistência social e, no dia seguinte, receberam orientações da polícia militar e dos serviços municipais sobre os deveres de proteção e cuidados parentais.
Foto: Reprodução
Um bebê de 1 ano e 4 meses foi encontrado sozinho nas proximidades de um bar em Iuiu, no sudoeste da Bahia. Ao tentar localizar os responsáveis pela criança, um morador encontrou outros dois menores desacompanhados dentro da residência da família. O caso ocorreu no sábado (24) e mobilizou equipes da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Polícia Militar. De acordo com o 17º Batalhão da Polícia Militar (BPM), o morador encontrou o bebê caminhando sozinho e decidiu levá-lo para casa. No imóvel, ele encontrou outras duas crianças sem a presença de qualquer adulto. Os três menores foram encaminhados para acompanhamento da assistência social do município. No domingo (25), equipes da assistência social e da Polícia Militar acompanharam a entrega das crianças aos pais. Segundo a corporação, os responsáveis receberam orientações sobre os deveres relacionados aos cuidados e à proteção dos filhos.
Bebê é levado para abrigo após denúncia de maus-tratos em Guanambi
Bebê é levado para abrigo após denúncia de maus-tratos em Guanambi
Criança de um mês foi retirada de uma residência no bairro Alto Caiçara na noite de quinta-feira (15), após cumprimento de decisão judicial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um bebê de um mês foi recolhido para acolhimento institucional em Guanambi (BA) após denúncia de maus‑tratos. A ação, realizada na noite de 15 de outubro, contou com a presença de conselheiros tutelares e da Polícia Militar, seguindo decisão judicial. A criança foi encaminhada a uma instituição de proteção, onde ficará sob cuidados técnicos até nova determinação da Justiça, com acompanhamento do Conselho Tutelar e demais órgãos de defesa da infância.
- O caso destaca a importância da atuação conjunta dos órgãos de proteção à criança e reforça o compromisso das autoridades locais em garantir a segurança e os direitos dos menores em situação de vulnerabilidade.
Foto: Reprodução
Um bebê de um mês foi encaminhado para acolhimento institucional na noite de quinta-feira (15), em Guanambi, no sudoeste da Bahia, após uma denúncia de maus-tratos. A ação ocorreu por volta das 19h15, no bairro Alto Caiçara, e contou com a participação de conselheiros tutelares e policiais militares do 17º Batalhão da Polícia Militar (BPM).De acordo com a Polícia Militar, o acolhimento foi realizado em cumprimento a uma decisão judicial expedida após análise da denúncia e da documentação apresentada aos órgãos competentes. Após os procedimentos, a criança foi encaminhada para uma instituição de acolhimento, onde permanecerá sob os cuidados da equipe técnica responsável até nova determinação da Justiça. O caso segue sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar e pelos órgãos de proteção à criança e ao adolescente.
Criança autista é levada para casa em saco plástico em Alagoinhas
Criança autista é levada para casa em saco plástico em Alagoinhas
Ministério Público, Conselho Tutelar e Conselho da Pessoa com Deficiência acompanham investigação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Prefeitura de Alagoinhas, no Agreste da Bahia, afastou dois estagiários após denúncia de maus‑tratos a uma criança de seis anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Segundo a família, a criança foi levada para casa dentro de uma sacola plástica com a fralda suja, fato ocorrido em 24 de setembro na Escola Municipal de Educação Integral do Campo e revelado após a mãe registrar a ocorrência.
- A administração municipal abriu procedimento para apurar a participação de outros profissionais, com apoio da Polícia Civil, do Ministério Público da Bahia, do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência e do Conselho Tutelar. As autoridades reforçaram que a segurança, a proteção e o bem‑estar dos alunos são prioridades.
Foto: Reprodução
A Prefeitura de Alagoinhas, no Agreste da Bahia, afastou dois estagiários após uma denúncia envolvendo uma criança de seis anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em uma escola municipal. Segundo a família, a criança teria sido levada para casa dentro de uma sacola plástica e com a fralda suja de fezes. O afastamento dos dois profissionais foi confirmado pela prefeitura nesta quarta-feira (7). De acordo com a administração municipal, os envolvidos são estagiários. A prefeitura também informou que abriu um procedimento para apurar a participação de outros profissionais e afirmou que a segurança, a proteção e o bem-estar dos alunos da rede municipal são prioridades. O episódio ocorreu em 24 de setembro, na Escola Municipal de Educação Integral do Campo, mas veio a público no início deste mês após a mãe da criança denunciar o caso. Segundo o relato da mãe, ao procurar a direção da unidade para pedir esclarecimentos, ela ouviu que a criança teria sido colocada na sacola para evitar que o veículo usado no transporte fosse sujo. A família procurou a Polícia Civil para registrar a ocorrência. Conforme informações divulgadas pelo Alagonews, a gestora da escola foi ouvida e um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) foi registrado por constrangimento. O caso também é acompanhado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), pelo Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência e pelo Conselho Tutelar de Alagoinhas. A apuração deverá esclarecer as circunstâncias do episódio e a eventual responsabilidade dos profissionais envolvidos.
Menino autista é enviado para casa em sacola plástica em Alagoinhas
Menino autista é enviado para casa em sacola plástica em Alagoinhas
Família afirma que criança estava com fralda suja e tinha roupas limpas na mochila; Polícia Civil investiga denúncia de constrangimento.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um menino de seis anos com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) foi enviado para casa em uma sacola plástica, ainda usando fralda suja, após ser recolhido de uma escola municipal de Alagoinhas (BA) em 24 de setembro. A mãe, Camila de Jesus Almeida, contestou a justificativa da escola de falta de roupas e fraldas de reposição, alegando que havia itens limpos na mochila do estudante, e relatou que episódios semelhantes já teriam ocorrido três vezes.
- O caso está sendo investigado pela Polícia Civil como denúncia de constrangimento, com a família registrando boletim de ocorrência e acionando o Ministério Público da Bahia. A Secretaria Municipal de Educação propôs a transferência do aluno para outra unidade, proposta que a mãe recusou, exigindo mudanças na direção da escola e acompanhamento psicológico adequado para a criança.
Foto: Reprodução
Um menino de seis anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), foi enviado para casa dentro de uma sacola plástica e usando uma fralda suja de fezes após passar por uma escola da rede municipal de Alagoinhas, no interior da Bahia. O caso aconteceu em 24 de setembro e é investigado pela Polícia Civil como denúncia de constrangimento. Segundo a mãe da criança, Camila de Jesus Almeida, a escola informou por telefone que o menino seria levado para casa porque não havia roupas e fraldas reservas para realizar a troca. A família contesta a justificativa e afirma que peças de reposição estavam na mochila do estudante. Ainda de acordo com a mãe, ao questionar a direção sobre o uso da sacola plástica, recebeu a informação de que o material teria sido colocado sobre a criança para evitar que o veículo da Secretaria Municipal de Educação fosse sujado durante o transporte. A família afirma que situações semelhantes já teriam ocorrido outras três vezes e que, nesses episódios, também havia fraldas e roupas limpas disponíveis na mochila. Após o caso, a mãe procurou a Secretaria Municipal de Educação, que informou ter ouvido familiares e profissionais envolvidos para apurar o ocorrido. Insatisfeita com a condução do caso, Camila registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Alagoinhas e acionou o Ministério Público da Bahia (MP-BA). Após o episódio ser divulgado por uma rádio local, a Secretaria de Educação voltou a conversar com a família e propôs a transferência do estudante para outra escola. A mãe recusou a mudança e afirmou que não pretende levar o filho de volta às aulas até que a direção da unidade seja alterada. Ela também relatou preocupação com a ausência de acompanhamento psicológico para a criança após o episódio. O caso segue sob investigação.
Caetité conquista 1º lugar na etapa estadual do Prêmio MPT na Escola 2026
Caetité conquista 1º lugar na etapa estadual do Prêmio MPT na Escola 2026
Estudante da rede municipal venceu na categoria Conto e representará a Bahia na fase nacional da premiação promovida pelo Ministério Público do Trabalho
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A aluna Micaele Teixeira Alves, da Escola Municipal Senador Ovídio Teixeira, conquistou o primeiro lugar na etapa estadual do Prêmio MPT na Escola 2026, categoria Conto – Grupo 2, representando o 8º e 9º anos do ensino fundamental de Caetité (BA). A vitória garante à estudante a representação da Bahia na fase nacional da premiação, que visa conscientizar sobre os direitos de crianças e adolescentes e combater o trabalho infantil.
- O resultado destaca o trabalho pedagógico da rede municipal de Caetité, que tem investido em projetos de cidadania e formação crítica. Sob orientação da professora Fernanda Gomes da Silva, o projeto reforça o compromisso das escolas baianas com a promoção dos direitos da infância e adolescência, colocando o município entre os principais destaques da edição 2026 do prêmio.
Foto: Divulgação
A cidade de Caetité, no sudoeste da Bahia, conquistou o primeiro lugar na etapa estadual do Prêmio MPT na Escola 2026, na categoria Conto – Grupo 2, destinada a estudantes do 8º e 9º anos do ensino fundamental. O resultado foi alcançado pela aluna Micaele Teixeira Alves, da Escola Municipal Senador Ovídio Teixeira. Com a conquista, a estudante representará a Bahia na etapa nacional da premiação, promovida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), que estimula a produção de trabalhos voltados à conscientização sobre os direitos de crianças e adolescentes e ao combate ao trabalho infantil. O trabalho vencedor foi desenvolvido sob orientação da professora mestra Fernanda Gomes da Silva. Além de destacar o talento da aluna, o resultado também evidencia o trabalho realizado pela rede municipal de ensino de Caetité em ações pedagógicas voltadas à cidadania, à formação crítica dos estudantes e à promoção dos direitos da infância e adolescência. A participação no prêmio envolveu atividades desenvolvidas no ambiente escolar, com o apoio de professores, equipes pedagógicas e gestores da unidade de ensino. A conquista coloca Caetité entre os destaques da edição 2026 da premiação na Bahia. Agora, Micaele Teixeira Alves levará o nome do município para a etapa nacional do Prêmio MPT na Escola, que reunirá os trabalhos vencedores dos demais estados brasileiros.
MP-BA fiscaliza abrigo para crianças e adolescentes em Guanambi
MP-BA fiscaliza abrigo para crianças e adolescentes em Guanambi
Procedimento vai verificar estrutura, atendimento e cumprimento das normas de proteção aos acolhidos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A 5ª Promotoria de Justiça de Guanambi abriu, na sexta‑feira (25), o Procedimento IDEA nº 692.9.28780/2026 para fiscalizar o Abrigo Institucional para Crianças e Adolescentes do município, avaliando infraestrutura, qualidade do atendimento e cumprimento das normas de proteção integral.
- O promotor Alex Bezerra Bacelar, em nome do Ministério Público da Bahia, destaca que a inspeção visa garantir os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e assegurar condições adequadas de funcionamento da unidade.
Foto: Reprodução | Blog Regional
A 5ª Promotoria de Justiça de Guanambi instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar o Abrigo Institucional para Crianças e Adolescentes do município. A medida, formalizada na sexta-feira (25), busca verificar as condições de infraestrutura, a qualidade do atendimento e o cumprimento das normas de proteção integral aos menores acolhidos. O procedimento foi instaurado pelo promotor de Justiça Alex Bezerra Bacelar, no âmbito do Procedimento IDEA nº 692.9.28780/2026. Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), o acompanhamento tem como objetivo verificar as condições de funcionamento da unidade e garantir a observância dos direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Senado suspende resolução do Conanda sobre aborto legal
Senado suspende resolução do Conanda sobre aborto legal
Medida aprovada pelos senadores revoga resolução que orientava o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual; decisão divide parlamentares e entidades.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (2) a suspensão da Resolução nº 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), norma que estabelecia diretrizes para o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. A decisão, tomada por meio do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 3/2025, de autoria da deputada federal Chris Tonietto e com parecer favorável da senadora Damares Alves, gerou forte repercussão entre parlamentares, governo e entidades ligadas à defesa da infância. A resolução visava regulamentar procedimentos de acolhimento e encaminhamento de vítimas, incluindo casos de gravidez resultante de estupro e anencefalia fetal.
- A anulação da norma foi defendida sob o argumento de que o Conanda teria extrapolado suas competências legais, visão compartilhada por parlamentares favoráveis ao projeto. Em contrapartida, entidades de direitos humanos, organizações da sociedade civil, o próprio Conanda e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania criticaram a medida, classificando-a como um retrocesso e afirmando que a resolução apenas organizava procedimentos para garantir a legislação já existente. O tema promete continuar gerando debates nos próximos dias, dada a divergência sobre os impactos da decisão na rede de proteção às vítimas de violência sexual no país.
Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (2) a suspensão da Resolução nº 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), norma que estabelecia diretrizes para o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. A decisão provocou forte repercussão entre parlamentares, integrantes do governo federal e entidades ligadas à defesa dos direitos da infância. A resolução, aprovada pelo Conanda em dezembro de 2024, regulamentava procedimentos de acolhimento e encaminhamento de vítimas, além de orientar a atuação dos órgãos da rede de proteção em situações já previstas pela legislação brasileira, incluindo casos de gravidez resultante de estupro, risco à vida da gestante e anencefalia fetal. A revogação ocorreu por meio da aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 3/2025, de autoria da deputada federal Chris Tonietto (PL-RJ). A matéria recebeu parecer favorável da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que defendeu a anulação da norma sob o argumento de que o conselho teria ultrapassado suas competências legais. A votação foi realizada de forma simbólica e em tramitação acelerada no plenário da Casa. Após a aprovação, o texto segue para promulgação pelo Senado. A decisão foi comemorada por parlamentares favoráveis ao projeto, que afirmam que a resolução continha dispositivos que extrapolavam a função normativa do Conanda. Por outro lado, a medida gerou críticas de entidades de defesa dos direitos humanos, organizações da sociedade civil e integrantes do governo federal. Em nota oficial, o Conanda classificou a derrubada da resolução como um retrocesso na proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. O órgão argumenta que a norma não criava novos direitos, mas apenas organizava procedimentos para garantir o cumprimento da legislação já existente. O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania também manifestou preocupação com a decisão. A pasta afirmou que continuará atuando na defesa dos direitos das vítimas e na promoção de políticas públicas voltadas ao acolhimento e à proteção de crianças e adolescentes. O tema deve continuar gerando debates nos próximos dias, diante da divergência entre setores políticos e instituições sobre os impactos da medida na rede de proteção às vítimas de violência sexual no país.
























