TCM determina que ex‑prefeito de Urandi devolva R$ 1,7 milhão após irregularidades em contratos
Decisão aponta superfaturamento, despesas sem comprovação e envia caso ao Ministério Público para apuração de improbidade
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas dos Municípios determinou que o ex-prefeito de Urandi, Dorival Barbosa do Carmo, devolva R$ 1.789.826,69 aos cofres públicos por irregularidades identificadas na gestão de 2017. A decisão foi tomada após análise que apontou falhas em contratos de serviços de saúde, limpeza urbana, transporte escolar, abastecimento de água, fornecimento de combustíveis e assessorias, além de inconsistências em pagamentos de diárias ao então gestor.O tribunal aplicou multa de R$ 10 mil ao ex-prefeito e encaminhou o caso ao Ministério Público Estadual para apuração de possível improbidade administrativa.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O Tribunal de Contas dos Municípios determinou que o ex‑prefeito de Urandi, Dorival Barbosa do Carmo, devolva R$ 1.789.826,69 aos cofres públicos por irregularidades identificadas na gestão de 2017. A decisão foi tomada na sessão desta quinta‑feira (6). Segundo o TCM, a análise apontou falhas em contratos de serviços de saúde, limpeza urbana, transporte escolar, abastecimento de água, fornecimento de combustíveis e assessorias. Também foram identificadas inconsistências em pagamentos de diárias ao então gestor. Auditores realizaram inspeção presencial e constataram fragilidade nos controles internos, falhas na fiscalização dos contratos e despesas sem comprovação. O tribunal aplicou multa de R$ 10 mil ao ex‑prefeito e encaminhou o caso ao Ministério Público Estadual para apuração de possível improbidade administrativa. O relatório técnico apontou superfaturamento, pagamentos acima do devido e irregularidades em processos de inexigibilidade de licitação. Também foram encontradas divergências nas rotas do transporte escolar e falhas no controle de abastecimento da frota. Do valor total a ser devolvido, R$ 1.322.532,15 correspondem a despesas não comprovadas em contrato com a Cooperativa de Trabalho de Saúde (Coofemed). Outros R$ 325.995,28 são referentes à cooperativa Cootrau. O TCM também apontou R$ 95.063,28 em pagamentos indevidos após redução de carga horária de cooperados, R$ 35.400,00 em diárias sem comprovação e R$ 10.835,98 pagos acima do valor previsto em contrato de transporte escolar. A decisão cabe recurso.
PF marca depoimento de Jaques Wagner para 7 de agosto em investigação sobre o Master
Senador baiano será ouvido sobre suspeitas de recebimento de vantagens indevidas; parlamentar nega irregularidades
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi intimado pela Polícia Federal (PF) para prestar depoimento sobre supostas vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. A PF investiga um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro.
- A investigação indica que Wagner pode ter recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. O senador nega qualquer irregularidade e afirma que pretendia presentear a filha com um apartamento de R$ 2,45 milhões, que teria sido custeado pelo empresário Augusto Ferreira Lima.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal (PF) intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) para prestar depoimento no próximo 7 de agosto no inquérito que investiga o suposto recebimento de vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. O parlamentar nega qualquer irregularidade. O depoimento faz parte da investigação conduzida pela PF sobre um possível esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro. Segundo os investigadores, há indícios de que Wagner teria recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. No dia 18 de junho, o senador foi alvo de mandados de busca e apreensão durante uma fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além das buscas, a decisão impôs uma restrição às atividades econômicas do parlamentar. A PF apura um possível vínculo entre o entorno familiar de Jaques Wagner e empresas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a investigação, o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do banco, seria responsável por operacionalizar benefícios destinados ao senador. Entre os fatos investigados está a negociação de um apartamento de R$ 2,45 milhões, em Salvador. Segundo a PF, Wagner encaminhou a Augusto o contato do gerente da construtora, informando a unidade e o valor do imóvel: "A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 mi". Os investigadores suspeitam que a compra tenha sido custeada pelo empresário. Em entrevista à BandNews, Jaques Wagner afirmou que pretendia presentear a filha com o apartamento e explicou que, como não tinha recursos suficientes no momento, faria posteriormente a recompra do imóvel enquanto ele ainda estava em construção. Além da negociação do apartamento, a Polícia Federal aponta pagamentos a uma empresa pertencente à nora do senador e a compra de ingressos para um show no exterior como possíveis contrapartidas pelos supostos favorecimentos ao grupo econômico investigado. Na decisão que autorizou a operação, André Mendonça afirmou que a PF identificou elementos que indicam o "recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente", por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao Banco Master. Após a deflagração da operação, o petista deixou a liderança do governo Lula no Senado. Segundo aliados, a decisão teve como objetivo permitir que o parlamentar concentrasse esforços em sua defesa e evitar desgaste político ao Palácio do Planalto durante o período pré-eleitoral.
MPF investiga suspeita de fraude no Fundeb em Botuporã
MPF investiga suspeita de fraude no Fundeb em Botuporã
Inquérito apura possível inserção de dados falsos no Educacenso para inflar repasses federais destinados à educação básica
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público Federal abriu um inquérito civil para investigar um esquema de fraude que envolve recursos do Fundeb no município de Botuporã, na Bahia. A investigação apura a inserção de dados falsos no sistema Educacenso, usado para calcular os repasses do fundo, e pode ter inflado ilegalmente o número de alunos e aumentado os valores destinados à educação básica.
- O caso passou a tramitar oficialmente como inquérito civil após o procurador determinar medidas adicionais de coleta de provas para identificar responsáveis e esclarecer o caso.
Foto: Reprodução
O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para investigar um possível esquema de fraude envolvendo recursos do Fundeb no município de Botuporã, no sudoeste da Bahia. A portaria, assinada pelo procurador da República Fernando Zelada, foi publicada nesta quarta‑feira (8) e apura a inserção de dados falsos no sistema Educacenso, base oficial usada pelo governo federal para calcular os repasses do fundo. Confirme sempre informações em fontes oficiais. A investigação começou após o MPF receber um documento da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão, apontando indícios de manipulação de informações escolares na região. O objetivo seria inflar ilegalmente o número de alunos ou modalidades de ensino, aumentando de forma irregular os valores destinados à educação básica. Com o fim do prazo do procedimento preparatório e a necessidade de novas diligências, o caso passou a tramitar oficialmente como inquérito civil. O procurador determinou medidas adicionais de coleta de provas para identificar responsáveis, dimensão do esquema e eventuais prejuízos causados aos cofres públicos. O Fundeb é a principal fonte de financiamento da educação básica no país, e qualquer adulteração nos dados do Educacenso pode gerar desvios significativos de recursos. A investigação agora segue com análise documental e novas apurações para esclarecer o caso.
Funcionário é investigado por desviar mais de R$ 150 mil de empresa em Vitória da Conquista
Mandado de busca apreendeu maquinetas e celular usados no esquema, segundo a polícia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um funcionário de 37 anos é investigado por desviar mais de R$ 150 mil de uma empresa de plásticos em Vitória da Conquista, Bahia. A polícia aponta que o suspeito inseria dados falsos e desviava créditos de vale-alimentação e vale-transporte para uso próprio.
- A investigação segue apurando a extensão do prejuízo e possíveis envolvidos no esquema. O material apreendido, incluindo duas maquinetas de cartão e um celular, será encaminhado para perícia.
Foto: Divulgação | Policia Civil
Um funcionário de 37 anos é investigado por desviar mais de R$ 150 mil de uma empresa de plásticos em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. O mandado de busca e apreensão foi cumprido nesta terça-feira (20) pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/DEIC). De acordo com a investigação, o suspeito — identificado pelas iniciais C.H.M.A. — trabalhava no setor de recursos humanos e tinha acesso às plataformas de gerenciamento de benefícios. A polícia aponta que ele inseria dados falsos e desviava créditos de vale-alimentação e vale-transporte para uso próprio. Na casa do investigado, foram apreendidas duas maquinetas de cartão e um celular que, segundo a polícia, podem conter registros das transações. O material será encaminhado para perícia. A Justiça autorizou a busca após avaliação de que havia risco de perda de provas digitais relacionadas ao caso. A Polícia Civil segue apurando a extensão do prejuízo e possíveis envolvidos no esquema.























