Senado aprova projeto que reduz tributos sobre combustíveis
Senado aprova projeto que reduz tributos sobre combustíveis
Texto também passou pela Câmara e segue para sanção presidencial
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado aprovou o PLP 114/2026, que reduz tributos federais sobre combustíveis, em resposta à alta dos preços causada pela guerra dos EUA contra o Irã. A medida será compensada pela arrecadação de royalties de petróleo e inclui subvenções, créditos fiscais e limites para despesas em caso de déficit fiscal.
- O projeto ainda prevê gastos adicionais para o Ministério da Defesa, despesas antecipadas em saúde e educação e aporte de R$ 28 bilhões em royalties de petróleo entre janeiro e março de 2026.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O Senado aprovou, por 61 votos a 2, nesta quarta-feira (12), o PLP 114/2026, que reduz tributos federais sobre diesel, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação. A proposta, aprovada horas antes pela Câmara, segue para sanção presidencial. A medida busca conter os impactos da alta dos combustíveis provocada pela guerra dos Estados Unidos contra o Irã e será compensada pelo aumento da arrecadação da União com royalties do petróleo. Entre janeiro e março, a arrecadação chegou a R$ 28 bilhões, contra R$ 9 bilhões no mesmo período de 2025. O projeto também prevê R$ 1,2 bilhão em subvenções para produtores de etanol, até R$ 750 milhões em compensação de débitos e R$ 5 bilhões em créditos fiscais para o setor de fertilizantes entre 2027 e 2031. O texto ainda estabelece limites para o crescimento de determinadas despesas em caso de déficit fiscal e autoriza até R$ 2,5 bilhões em gastos do Ministério da Defesa e a antecipação de R$ 3 bilhões em despesas de saúde e educação previstas para 2027.
Déficit das contas públicas pode ser o maior em mais de 20 anos no governo Lula
Déficit das contas públicas pode ser o maior em mais de 20 anos no governo Lula
Economistas apontam avanço da dívida pública e alertam para necessidade de ajuste fiscal nos próximos anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro corre o risco de encerrar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o maior déficit nominal em mais de duas décadas, devido às contas públicas que estão em um patamar precário. O déficit nominal acumulado em 12 meses alcançou 9,99% do PIB em junho, e a dívida bruta do governo subiu para R$ 10,8 trilhões, equivalente a 81,9% do PIB.
- Os especialistas afirmam que o crescimento das despesas públicas acima da arrecadação é o principal fator de preocupação e que sem medidas de ajuste fiscal, a dívida pode continuar aumentando e alcançar 100% do PIB nos próximos anos.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
As contas públicas do Brasil podem encerrar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o maior déficit nominal em mais de duas décadas, segundo estimativas de economistas. O indicador, que considera receitas, despesas e o pagamento de juros da dívida pública, pode atingir 8,6% do Produto Interno Bruto (PIB) até o fim do mandato. Dados do Banco Central mostram que o déficit nominal acumulado em 12 meses chegou a 9,99% do PIB em junho. No mesmo período, a dívida bruta do governo subiu para R$ 10,8 trilhões, equivalente a 81,9% do PIB. Especialistas afirmam que o principal fator de preocupação é o crescimento das despesas públicas acima da arrecadação. Eles alertam que, sem medidas de ajuste fiscal, a dívida pode continuar aumentando e alcançar 100% do PIB nos próximos anos. Os economistas também destacam que juros elevados, baixo crescimento da economia e déficits recorrentes pressionam as contas públicas. A avaliação é de que o país precisará adotar reformas e medidas para controlar os gastos e garantir maior equilíbrio fiscal nos próximos anos.
Gastos da Vice-Governadoria da Bahia aumentam 157% sob Geraldo Jr.
Gastos da Vice-Governadoria da Bahia aumentam 157% sob Geraldo Jr.
Levantamento aponta crescimento das despesas da Vice-Governadoria da Bahia desde 2023; militares, salários e contratos estão entre os principais custos do gabinete.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Vice-Governadoria da Bahia registrou um aumento expressivo de 157% nas despesas públicas desde o início da gestão de Geraldo Jr. (MDB), totalizando R$ 32,4 milhões entre janeiro de 2023 e maio de 2026. Este valor contrasta drasticamente com os R$ 12,6 milhões gastos durante o segundo mandato do ex-vice-governador João Leão (PP), entre 2019 e 2022, superando a marca anterior mesmo antes do término do mandato atual. Ainda restam sete meses para o encerramento do ciclo administrativo, indicando a possibilidade de uma diferença ainda maior entre os períodos.
- Os dados detalham que somente nos primeiros cinco meses de 2026, a Vice-Governadoria desembolsou R$ 4,1 milhões, com as principais despesas incluindo pagamentos de salários, diárias de militares, passagens e contratos de locação de mão de obra. O maior volume de gastos foi observado em 2025, atingindo R$ 10,8 milhões, dos quais R$ 6,15 milhões foram destinados a custos ligados a militares. Em contraste, na administração anterior, de João Leão, os gastos anuais permaneceram consistentemente abaixo de R$ 4 milhões, evidenciando a acentuada elevação na atual gestão.
Foto: Reprodução
A Vice-Governadoria da Bahia registrou forte aumento nas despesas públicas desde o início da gestão de Geraldo Jr. (MDB). Dados oficiais apontam que o gabinete já consumiu R$ 32,4 milhões entre janeiro de 2023 e maio de 2026, valor 157% superior ao registrado durante o segundo mandato de João Leão (PP), entre 2019 e 2022. No período em que ocupou o cargo, João Leão acumulou gastos de R$ 12,6 milhões em quatro anos. Já a atual gestão ultrapassou essa marca antes mesmo do fim do mandato. Ainda restam sete meses para o encerramento do ciclo administrativo, o que pode ampliar a diferença entre os dois períodos. Somente nos primeiros cinco meses deste ano, a Vice-Governadoria desembolsou R$ 4,1 milhões. Entre as principais despesas aparecem pagamentos de salários, diárias de militares, passagens e contratos de locação de mão de obra. O maior volume de gastos foi registrado em 2025, quando as despesas chegaram a R$ 10,8 milhões. Desse total, cerca de R$ 6,15 milhões foram destinados a custos ligados a militares, incluindo remunerações, auxílios e diárias. Em 2024, ano em que Geraldo Jr. disputou a Prefeitura de Salvador, o gabinete teve despesas de R$ 9 milhões. Já em 2023, primeiro ano da atual gestão, os gastos somaram R$ 8,4 milhões. Na administração anterior, os números permaneceram abaixo de R$ 4 milhões por ano. Em 2019, as despesas chegaram a R$ 3,05 milhões. Em 2020, houve redução para R$ 2,8 milhões. Os gastos voltaram a subir em 2021, com R$ 3,43 milhões, e fecharam 2022 em R$ 3,36 milhões.























