FPI inicia nova etapa de fiscalização no oeste da Bahia
FPI inicia nova etapa de fiscalização no oeste da Bahia
Ação reúne órgãos estaduais e federais para combater desmatamento e fiscalizar atividades produtivas na região oeste.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A 53ª etapa de operações da Fiscalização Preventiva Integrada do Rio São Francisco (FPI) iniciou na Bahia, com o objetivo de combater desmatamento, preservar o meio ambiente e fiscalizar propriedades rurais. As equipes atuam em 11 municípios da região, utilizam técnicas de análise documental e monitoramento por satélite para identificar áreas com alertas de desmatamento.
- Participam da operação órgãos como o Ministério Público da Bahia (MPBA) e a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), entre outros. A FPI é uma iniciativa criada em 2002 que atua na preservação ambiental e no combate a crimes ambientais ligados à bacia do Rio São Francisco.
Foto: Reprodução
A Fiscalização Preventiva Integrada do Rio São Francisco (FPI) iniciou, nesta segunda-feira (18), a 53ª etapa de operações no oeste da Bahia. A ação mobiliza equipes em atividades de combate ao desmatamento, preservação ambiental e fiscalização de propriedades rurais em 11 municípios da região. A operação reúne 238 representantes de 41 instituições estaduais e federais. As equipes atuam com análise documental, monitoramento por imagens de satélite, alertas ambientais e fiscalizações presenciais em áreas rurais. A abertura oficial ocorreu no domingo (17), no Centro Territorial de Educação Profissional da Bacia do Rio Corrente (Cetep), em Santa Maria da Vitória. No primeiro dia de atividades, as equipes realizaram vistorias em propriedades rurais de São Félix do Coribe. Participam da operação órgãos como o Ministério Público da Bahia (MPBA), o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e a Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Cippa). Segundo a analista ministerial do MPBA, Lindiane Lima, o objetivo é identificar desmatamentos irregulares e verificar o cumprimento das exigências ambientais em imóveis rurais. Durante as fiscalizações, técnicos vistoriaram empreendimentos agrícolas voltados ao cultivo de mamão, milho, limão e tangerina. O Inema utilizou plataformas de monitoramento ambiental, como o MapBiomas, para identificação de áreas com alertas de desmatamento. A operação também inclui orientações sobre armazenamento e descarte adequado de agrotóxicos. Criada em 2002, a FPI atua de forma integrada na preservação ambiental e no combate a crimes ambientais ligados à bacia do Rio São Francisco.
Operação encontra madeiras desmatadas ameaçadas de extinção no oeste baiano
Operação encontra madeiras desmatadas ameaçadas de extinção no oeste baiano
A área desmatada equivale a 50 campos de futebol
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Foto: Divulgação | SSP-BA
- Cerca de 42 metros cúbicos das madeiras pau d'arco, angico, lambeira, aroeira, sucupira e leiteira foram encontrados numa área desmatada, na manhã da última quarta-feira (12). As equipes da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Cippa) de Lençóis, com o apoio do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), chegaram até a zona rural de Cristópolis após rondas rurais. Durante a ação realizada na Fazenda Três Irmãos, também foram apreendidos um trator, uma carretinha e uma motosserra. “Além das madeiras e dos equipamentos encontrados, visualizamos uma área desmatada que equivale a 50 campos de futebol”, contou a comandante da unidade, major Sheila Karina Silva Dias. Os materiais apreendidos foram encaminhados para o instituto. Já o dono da propriedade foi identificado e notificado. Essa é a segunda operação da semana realizada pela unidade que resultou na localização de locais com madeiras ameaçadas de extinção e protegidas por lei.
Bahia: Inema detecta desmatamento em área equivalente a 590 campos de futebol
Bahia: Inema detecta desmatamento em área equivalente a 590 campos de futebol
Multas a autores de crime ambiental pode chegar a R$ 500 mil, afirma instituto
Por: Luciana Freire
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Foto: Divulgação | Inema
- O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) detectou desmatamento ilegal em aproximadamente 589 hectares, que equivalem a aproximadamente 590 campos de futebol em 19 municípios do interior da Bahia. A ação fez parte da segunda fase da Operação Mata Adentro, realizada entre segunda-feira (17) e sexta (22) As áreas desmatadas foram confirmadas a partir de fiscalizações nas regiões Oeste, Chapada Diamantina, Norte, Litoral Sul e Extremo Sul, e em 61 imóveis rurais. De acordo com o Inema, na operação. as equipes apreenderam alguns equipamentos utilizados no corte das árvores, além de mais de 3.550 estacas de madeiras provenientes do ilícito ambiental e emitiu autos de infração para a interdição das atividades. As multas serão posteriormente lavradas pelo órgão ambiental e podem ultrapassar a mais de R$ 500 mil, informou o instituto. “Em uma única propriedade localizada no município de Carinhanha, que fica nas margens do Rio São Francisco, foi realizada a demolição de mais de 20 fornos que estavam sendo utilizados para a produção ilegal de carvão vegetal. Na grande maioria das propriedades, as áreas suprimidas estavam sendo convertidas para uso agrícola”, disse o diretor de Fiscalização (DIFIS) da autarquia, Marcos Machado.
Desmatamento na Chapada Diamantina: Justiça suspende autorização do Inema a empresa de agronegócio
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Divulgação | MP-BA
- A Justiça acatou o pedido do Ministério Público da Bahia e suspendeu as autorizações para supressão de vegetação e manejo de fauna concedidas pelo Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) à empresa do agronegócio Hayashi. A decisão do juiz Régio Tiba Xavier foi publicada na noite de ontem (7). Segundo o MP-BA, o juiz afirmou que um parecer técnico realizado pelo Centro de Geoprocessamento (Cigeo) constatou que o Inema não analisou eventuais efeitos da supressão vegetal sobre o ambiente fluvial. Já foram desmatados 958,33 hectares de vegetação. Na última sexta-feira (4), o MP ajuizou uma ação civil pública contra o Inema e o produtor rural Suishi Hayashi, por ilegalidades existentes em licenciamento ambiental. A ação afirmava que a autorização concedida pelo Inema era ilegal por ser baseada em um Cadastro Estadual de Imóvel Rural (Cefir) inválido, aprovado pelo órgão ambiental com inclusão de dados falsos.























