Alcolumbre encaminha PEC do fim da escala 6x1 para comissão do Senado
Alcolumbre encaminha PEC do fim da escala 6x1 para comissão do Senado
Proposta será analisada pela CCJ, onde terá Omar Aziz como relator
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que visa abolir a escala de trabalho 6x1, reduzindo a jornada máxima para 40 horas semanais e garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial. O senador Omar Aziz será o relator da matéria, que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio.
- Além da PEC da jornada de trabalho, Alcolumbre também enviou à CCJ a PEC da Segurança Pública (18/2025), que prevê mudanças na organização do sistema de segurança e destina parte da arrecadação das apostas esportivas a fundos nacionais para segurança e penitenciário. Ambas as propostas precisam ser aprovadas pela CCJ, pelo plenário do Senado e, em seguida, promulgadas em sessão solene do Congresso Nacional.
Foto: Reprodução
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), encaminhou nesta sexta-feira (21) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O senador Omar Aziz (PSD-AM) será o relator da matéria. O envio ocorre após Alcolumbre sinalizar, na semana passada, que pretendia acelerar a tramitação da proposta no Senado. A decisão veio depois de conversas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre as prioridades da Casa. A PEC, aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio, estabelece a redução da jornada máxima para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso semanal remunerado, sem redução salarial. O texto ainda precisa passar pela análise da CCJ antes de seguir para o plenário. Além da proposta sobre a jornada de trabalho, Alcolumbre encaminhou à CCJ a PEC da Segurança Pública (18/2025). O texto terá como relator o senador Rogério Carvalho (PT-SE) e prevê mudanças na organização do sistema de segurança pública, incluindo a destinação de parte da arrecadação das apostas esportivas para fundos nacionais voltados à segurança e ao sistema penitenciário. As duas propostas precisam ser aprovadas pela CCJ e, posteriormente, pelo plenário do Senado. Para serem aprovadas como emendas à Constituição, necessitam de pelo menos 49 votos favoráveis, em dois turnos de votação. Depois disso, os textos são promulgados em sessão solene do Congresso Nacional.
PEC que acaba com escala 6x1 avança no Senado e governo quer votação em setembro
PEC que acaba com escala 6x1 avança no Senado e governo quer votação em setembro
Governo tenta aprovar proposta antes das eleições e articula a escolha do relator na CCJ.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que elimina a escala de trabalho 6x1 avançou para o Senado, com o presidente Davi Alcolumbre assinando o despacho que encaminha o texto à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde iniciará sua tramitação. O governo busca que a PEC seja votada na primeira semana de setembro, enquanto o Palácio do Planalto escolhe um relator moderado, com Otto Alencar e Omar Aziz como principais candidatos.
- O texto reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e estabelece dois dias de descanso, preferencialmente um domingo, sendo uma das bandeiras da campanha de reeleição de Lula. Indústria, comércio e serviços pedem debate mais amplo, alertando para impactos variados, enquanto a Câmara já aprovou a proposta, aguardando a aprovação do Senado.
Foto: Ton Molina | Agência Senado
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1 deu mais um passo no Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), assinou o despacho que encaminha o texto para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde começará a tramitar. Embora o envio à comissão ainda não conste oficialmente no sistema do Senado, o governo federal trabalha para que a proposta seja votada na primeira semana de setembro, durante o período de esforço concentrado do Congresso. Nos bastidores, o Palácio do Planalto articula a escolha do relator da PEC. O nome mais cotado é o do presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA). No entanto, ele afirmou que considera improvável assumir a relatoria e também vê como difícil aprovar uma proposta dessa dimensão em apenas quatro dias de votação. Outra alternativa discutida pelo governo é o senador Omar Aziz (PSD-AM). A estratégia é indicar um parlamentar de perfil moderado para facilitar a tramitação da proposta. A PEC é considerada uma das principais bandeiras da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O governo também busca evitar alterações no texto aprovado pela Câmara dos Deputados, já que qualquer mudança obrigaria o retorno da proposta para nova análise dos deputados, atrasando sua aprovação. A proposta reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e estabelece dois dias de descanso por semana, sendo um deles, preferencialmente, aos domingos. Enquanto o governo tenta acelerar a tramitação, representantes da indústria, do comércio e do setor de serviços defendem que a discussão ocorra sem pressa. As entidades argumentam que os impactos da mudança variam entre os setores da economia e pedem um debate mais amplo antes da votação. A PEC foi aprovada pela Câmara dos Deputados no fim de maio e agora depende da análise e votação do Senado para seguir à promulgação.
Veja quais serão os próximos passos da PEC do fim da escala 6x1
Veja quais serão os próximos passos da PEC do fim da escala 6x1
Proposta que reduz jornada semanal foi aprovada nesta quarta-feira pela comissão da Câmara
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa pôr fim à escala de trabalho 6x1 e reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas. A medida representa um avanço significativo nas discussões sobre direitos trabalhistas, estabelecendo também um limite de oito horas diárias e garantindo duas folgas remuneradas por semana, preferencialmente aos domingos, sem redução salarial. O texto agora segue para votação no plenário da Câmara, necessitando de 308 votos favoráveis em dois turnos para ser aprovado antes de seguir para análise no Senado.
- A proposta, que reúne textos dos deputados Reginaldo Lopes e Erika Hilton, prevê uma implementação gradual das mudanças. A redução de duas horas da jornada semanal deverá ser aplicada em até dois meses após a promulgação da PEC, com as duas horas restantes sendo reduzidas em até um ano após a primeira fase. O fim da escala 6x1 entrará em vigor 60 dias após a promulgação, e quaisquer acordos ou convenções coletivas incompatíveis com as novas regras perderão validade automaticamente após esse período.
Foto: Vinicius Loures | Câmara dos Deputados
A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (27), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. Com o avanço no colegiado, o texto segue agora para análise do plenário da Casa. Para ser aprovada, a proposta precisará receber ao menos 308 votos favoráveis em dois turnos de votação na Câmara. Caso passe pelos deputados, a PEC ainda precisará ser analisada pelo Senado antes de entrar em vigor. O que prevê a proposta - O texto aprovado estabelece limite máximo de oito horas diárias de trabalho, além da garantia de duas folgas remuneradas por semana, sendo uma delas preferencialmente aos domingos. A proposta também determina que não poderá haver redução salarial para os trabalhadores. A PEC reúne textos apresentados pelos deputados Reginaldo Lopes e Erika Hilton. As versões iniciais defendiam uma jornada semanal de 36 horas, mas o acordo final fixou o limite em 40 horas. Implementação será gradual - Segundo o relatório aprovado, a implementação das mudanças ocorrerá de forma gradual. Duas horas da redução semanal deverão ser aplicadas em até dois meses após a promulgação da PEC, enquanto as outras duas horas precisarão ser reduzidas em até um ano depois da primeira etapa. Já o fim da escala 6x1 passará a valer 60 dias após a promulgação da proposta. O texto também prevê que acordos e convenções coletivas incompatíveis com as novas regras perderão validade automaticamente após esse prazo.
Motta detalha proposta que prevê fim da escala 6x1 e semana de 40 horas
Motta detalha proposta que prevê fim da escala 6x1 e semana de 40 horas
Escala vai prever transição para 40 horas em 1 ano
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição que prevê a redução da jornada máxima semanal de trabalho de 44 para 40 horas sem alteração salarial. A medida deve entrar em vigor após 60 dias da promulgação e será implementada de forma gradual.
- A PEC também prevê a garantia de dois dias de descanso por semana para os trabalhadores e a criação de regulamentações específicas para diferentes categorias profissionais.
Foto: Marina Ramos | Camara dos Deputados
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, apresentou nesta segunda-feira os detalhes da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 no Brasil. O texto estabelece a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem alteração salarial, além da garantia de dois dias de descanso por semana para os trabalhadores. Antes do anúncio, Motta se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para alinhar os últimos pontos da proposta, considerada prioritária pelo Palácio do Planalto. Segundo o texto apresentado, a PEC deverá entrar em vigor 60 dias após a promulgação. A transição será feita de forma gradual: ainda neste ano, a carga horária semanal cairá de 44 para 42 horas. As duas horas restantes serão reduzidas em 2027, chegando ao limite de 40 horas semanais. A proposta também prevê regulamentações específicas para diferentes categorias profissionais. No caso de trabalhadores vinculados ao Microempreendedor Individual (MEI), as regras serão definidas por meio de projeto de lei, com o objetivo de permitir maior capacidade de contratação. Outros setores também terão legislação própria para tratar das particularidades de cada atividade. O relatório final da PEC será divulgado ainda nesta tarde e deve ser votado na comissão especial da Câmara ao longo desta semana. O relator da proposta, Leo Prates, passou o fim de semana reunido com consultores legislativos para analisar mais de 100 sugestões apresentadas ao texto. Ele também discutiu o tema com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, além de Hugo Motta. Nos bastidores, aliados do governo afirmam que já existe entendimento entre Lula e Motta para que a garantia dos dois dias de folga passe a valer ainda neste ano. A medida é tratada como estratégica pelo governo federal e tem sido defendida como uma das principais pautas trabalhistas da atual gestão. Um dos principais impasses nas negociações foi a definição da regra de transição entre a jornada atual de 44 horas e o novo limite de 40 horas semanais. Parte do governo defendia aplicação imediata da mudança, enquanto outro grupo aceitava uma adaptação gradual para evitar impactos econômicos e operacionais. A proposta deverá ter um texto mais enxuto, deixando temas específicos para regulamentação posterior. Estudos do governo apontam que cerca de 50 categorias possuem legislação própria sobre jornada de trabalho, incluindo trabalhadores domésticos, comerciários, esportistas e aeronautas. Entre 10 e 12 setores são considerados mais sensíveis e demandam atenção especial durante a implementação das novas regras.























