Servidora de Rio de Contas diz que foi demitida após repostar ACM Neto
Servidora de Rio de Contas diz que foi demitida após repostar ACM Neto
Ex-servidora afirma que perdeu o emprego após manifestar apoio a ACM Neto; prefeitura ainda não se pronunciou sobre as acusações.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Ex-servidora da Prefeitura de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, afirma ter sido demitida por motivação política após manifestar apoio ao ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto. Ela alega que a decisão foi tomada após ela expressar sua preferência política por ACM Neto durante um evento marcado pela visita do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, ao município.
- A ex-servidora, que trabalhava no Hospital Municipal, afirma que recebeu a informação de que seria desligada da função após uma reunião na Secretaria Municipal de Saúde e sustenta que a decisão foi motivada por publicações e repostagens feitas em suas redes sociais em apoio a ACM Neto. O caso poderá ser analisado pelos órgãos competentes caso haja formalização da denúncia.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Uma ex-servidora da Prefeitura de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, afirma ter sido demitida por motivação política após manifestar apoio ao ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil). A denúncia foi feita pela técnica em radiologia Vivian Freitas Viana, desligada do Hospital Municipal no último dia 8 de junho. Segundo o relato da ex-funcionária, a situação teve início após ela ser orientada pela direção da unidade de saúde a participar de um evento que marcou a visita do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), ao município. Vivian afirma que informou à direção que compareceria, mas ressaltou sua preferência política por ACM Neto. A servidora relata que, no dia da agenda oficial, precisou viajar para Livramento de Nossa Senhora para buscar atendimento veterinário de urgência para um de seus animais de estimação. De acordo com ela, a ausência foi comunicada previamente à direção do hospital. Dias depois, Vivian afirma ter sido convocada para uma reunião na Secretaria Municipal de Saúde. No encontro, segundo seu relato, recebeu a informação de que seria desligada da função. Ela sustenta que a decisão teve relação com publicações e repostagens feitas em suas redes sociais em apoio a ACM Neto. A ex-servidora também declarou que outros funcionários públicos do município estariam sofrendo perseguição por razões políticas. As alegações, no entanto, ainda não foram confirmadas por órgãos oficiais. Rio de Contas é administrada pelo prefeito Célio Evangelista da Silva (PSD), aliado político do governador Jerônimo Rodrigues. Até o momento, não houve manifestação pública da Prefeitura ou da Secretaria Municipal de Saúde sobre as acusações apresentadas pela ex-servidora. O caso poderá ser analisado pelos órgãos competentes caso haja formalização da denúncia.
Correios fecham mil agências para reduzir prejuízos
Correios fecham mil agências para reduzir prejuízos
Medida busca reduzir prejuízos acumulados desde 2022 e prevê economia de R$ 2,1 bilhões.
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Foto: Joédson Alves | Agência Brasil
Para conter os déficits financeiros registrados desde 2022, os Correios anunciaram nesta segunda-feira (29) um plano de reestruturação que prevê o fechamento de cerca de mil agências próprias em todo o país. A medida atinge aproximadamente 16% das 6 mil unidades administradas diretamente pela estatal e deve gerar uma economia estimada em R$ 2,1 bilhões. Segundo o presidente da companhia, Emmanoel Rondon, o encerramento das unidades será realizado de forma estratégica, com o objetivo de preservar o princípio da universalização dos serviços postais, que garante a cobertura em todo o território nacional.“A gente vai fazer a ponderação entre o resultado financeiro das agências e o cumprimento da universalização, para que o fechamento de pontos de atendimento não fira essa obrigação”, afirmou. Além do fechamento das agências, o plano prevê uma redução de despesas de até R$ 5 bilhões até 2028. Entre as medidas anunciadas estão a venda de imóveis e a implantação de dois Planos de Demissão Voluntária (PDVs), com a meta de reduzir em cerca de 15 mil o número de empregados até 2027.A reestruturação é uma resposta aos prejuízos recorrentes registrados a partir de 2022. De acordo com Rondon, os Correios enfrentam um déficit estrutural anual de aproximadamente R$ 4 bilhões, atribuído, segundo ele, aos custos para manter a universalização dos serviços. Nos três primeiros trimestres de 2025, a estatal acumulou um prejuízo de R$ 6 bilhões. Como consequência, o patrimônio líquido da empresa tornou-se negativo, atingindo R$ 10,4 bilhões.
Dino quer trocar aposentadoria compulsória por demissão para juízes, militares e promotores em caso de delitos graves
Proposta de Dino será apresentada ainda nesta segunda-feira (19)
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Foto: Agência Brasil
- O senador Flávio Dino (PSB-MA) irá entrar com proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com as aposentadorias compulsórias de militares, juízes e promotores que forem condenados por delitos graves, nesta segunda-feira (19). As informações são da coluna de Andréia Sadi no G1. A proposta visa a exclusão do serviço público sem a aposentadoria compulsória ao trocar por uma demissão sem recebimento de salário. "Em algumas carreiras, quando do cometimento de infrações administrativas graves, o servidor público é transferido para a inatividade, ou seja, é retirado da ativa, mas permanece recebendo remuneração a título de “aposentadoria”, diz um trecho do documento obtido pelo blog. Através de suas redes sociais, ele afirmou que irá apresentar a proposta para conseguir assinaturas. "Não há razão para essa desigualdade de tratamento em relação aos demais servidores públicos que, por exemplo, praticam crimes como corrupção ou de gravidade similar". Dino retomou o mandato no Senado Federal após deixar o comando do Ministério da Justiça, mas será empossado como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na quinta-feira (22).
Meta vai demitir 10 mil em nova rodada de cortes, diz jornal
Meta vai demitir 10 mil em nova rodada de cortes, diz jornal
"Isso vai ser difícil e não há como fugir", escreveu o CEO da Meta, Mark Zuckerberg; em novembro, 11 mil funcionários foram demitidos
Por: Fabio Matos
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Foto: Reprodução
- A Meta, dona do Facebook, deve demitir mais 10 mil funcionários em uma nova rodada de cortes, a segunda em menos de seis meses. As informações foram publicadas pelo The Wall Street Journal. Desde o mês passado, há rumores sobre um novo processo de demissões em massa na companha. Além do Facebook, a Meta é proprietária do WhatsApp e do Instagram. De acordo o jornal, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, teria decidido enxugar a equipe e cancelar alguns projetos de “menor prioridade” que estavam em andamento, em nome do que ele tem chamado de “o ano da eficiência” na empresa. As equipes de recrutamento devem ser as primeiras a entrar na lista de demissões. O setor de tecnologia deve ser reestruturado a partir de abril e, no mês seguinte, será a vez da equipe de negócios. “Isso vai ser difícil e não há como fugir”, escreveu Zuckerberg em e-mail obtido pelo jornal. “Minha esperança é fazer essas mudanças organizacionais o mais rápido possível neste ano, para que possamos superar esse período de incerteza e focar no trabalho crítico que temos pela frente.” Queda na receita de publicidade - Em novembro de 2022, em meio à crise das big techs, a Meta demitiu mais de 11 mil funcionários (13% de sua força de trabalho global, na época). No auge da pandemia de Covid-19, um período de bonança para as big techs, a companhia aumentou em 30% o quadro de funcionários, em 2020, e 23%, em 2021. Na rodada de cortes de novembro do ano passado, a Meta contava com 87 mil funcionários. Assim como outros gigantes do setor de tecnologia, a Meta sofreu uma drástica redução em sua receita de publicidade e registrou a primeira queda anual de vendas em 2022. Para 2023, a estimativa de despesas da dona do Facebook gira em torno de US$ 89 bilhões a US$ 95 bilhões (R$ 467 bilhões a R$ 499 bilhões).
Lula demite comandante do Exército Júlio Cesar de Arruda
Lula demite comandante do Exército Júlio Cesar de Arruda
Arruda assumiu interinamente o cargo durante o governo de Jair Bolsonaro
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Foto: Reprodução | TV Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) exonerou na tarde deste sábado (21) Júlio Cesar de Arruda do comando do Exército. O general, confirmado no cargo por José Múcio, ministro da Defesa, em 6 de janeiro, assumia interinamente o comando da instituição desde de 30 de dezembro, ainda durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Arruda será substituído pelo general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, comandante militar do Sudeste. Na última quarta-feira (18), Paiva fez um discurso incisivo à sua tropa afirmando que é papel dos militares defenderem a democracia. "Ser militar é ser profissional, respeitar a hierarquia e a disciplina. É ser coesa, íntegro, ter espírito de corpo e defender a pátria. É ser uma instituição de Estado apolítica e apartidária. Não interessa quem está no comando, a gente vai cumprir a missão do mesmo jeito" declarou.
Após sofrer pressão, Pazuello alega questões de saúde e solicita saída do ministério
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Agência O Globo
- O Ministério da Saúde deve ganhar seu quarto titular desde o início da pandemia. Nos próximos dias, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve anunciar a troca no comando da pasta e a saída do general Eduardo Pazuello. Segundo fontes do Planalto, o atual ministro solicitou ao presidente sua saída alegando estar com problemas de saúde que demandam tempo de cuidado e tratamento. O pedido de afastamento chega em momento de grande pressão no próprio Planalto, que pede por mudanças no comando da pasta alegando má gestão durante a pandemia. Nomes de dois médicos cardiologistas já aparecem como possíveis substitutos de Pazuello. São eles: Ludhmila Abrahão Hajjar e Marcelo Queiroga. O primeiro nome, é o preferido do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e de deputados do Centrão para assumir a vaga. Hajjar é professora associada de Cardiologia da USP. Já Queiroga preside a Associação Brasileira de Cardiologia. As informações são do bolg da jornalista Andréia Sadi.
TV Bahia demite os jornalistas Jony Torres e Raphael Marques
TV Bahia demite os jornalistas Jony Torres e Raphael Marques
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução
- Com aparições quase diárias nos telejornais da Rede Bahia, os jornalistas Jony Torres e Raphael Marques foram demitidos da emissora. O anúncio foi feito na última terça-feira (05). De acordo com informações divulgadas na imprensa baiana, o clima nos corredores da afiliada da TV Globo é tenso, pois outros profissionais temem que outras demissões possam acontecer. Ainda de acordo com as informações, estima-se que mais 20 profissionais possam ser desligados nos próximos dias, entre repórteres, câmeras e demais profissionais da parte técnica. Recentemente, a TV Bahia demitiu Silvana Freire, Giácomo Mancini e Anna Valéria, nomes que se consagram na casa. A emissora não informou o que teria motivado a demissão de Jony e de Raphael, no entanto anunciou que a empresa está passando por mudanças. Nas redes sociais, os profissionais não comentaram sobre o caso.
























