Mais de 2,7 mil ampolas de remédio emagrecedor sem registro no país são apreendidas na Bahia
Produtos foram encontrados escondidos na cabine e no compartimento de carga de uma carreta que transportava 38 toneladas de farinha de trigo
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Na segunda-feira (17), a Polícia Rodoviária Federal apreendeu 2.784 ampolas de tirzepatida, princípio ativo do medicamento Mounjaro, em Feira de Santana, Bahia. A carga, transportada irregularmente em uma carreta que também levava 38 toneladas de farinha de trigo, foi encontrada no compartimento de carga e na cabine do caminhão, sem documentação fiscal ou sanitária.
- O motorista alegou ter recebido a mercadoria em Santa Tereza do Oeste, Paraná, e que a entrega seria em Feira de Santana. A apreensão, que pode caracterizar contrabando, será investigada pela Polícia Federal, com suspeita de entrada do material pelo Paraguai e possíveis penas de dois a cinco anos de prisão.
Foto: Divulgação | PRF
Mais de 2,7 mil ampolas de um medicamento para emagrecimento foram apreendidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na segunda-feira (17), em Feira de Santana, no interior da Bahia. A carga era transportada irregularmente em uma carreta que levava cerca de 38 toneladas de farinha de trigo. A apreensão ocorreu durante uma fiscalização no posto da PRF na BR-116 Sul. Ao vistoriar o veículo, os agentes localizaram 2.784 ampolas de tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, tanto no compartimento destinado à carga quanto na cabine do caminhão. Segundo a PRF, os produtos não possuíam documentação fiscal ou sanitária que comprovasse a regularidade do transporte. O motorista relatou que havia recebido a mercadoria em Santa Tereza do Oeste, no Paraná, e que faria a entrega em Feira de Santana. Ele e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal no município. A origem da carga e o destino dos produtos serão investigados. A suspeita é de que o material tenha entrado no país por meio do Paraguai, o que pode caracterizar crime de contrabando. A legislação prevê pena de dois a cinco anos de prisão para esse tipo de crime.






















