Lula propõe criminalizar operação e publicidade de bets ilegais
Lula propõe criminalizar operação e publicidade de bets ilegais
Projeto será encaminhado ao Congresso junto a medidas para restringir a atuação das casas de apostas online.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo de Luiz Inácio Lula da Silva vai encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei que cria crimes específicos para apostas de quota fixa (bets), prevendo pena de até seis anos de prisão e multa para quem explorar ou operar apostas de forma irregular no Brasil.
- A proposta também criminaliza a divulgação, patrocínio, publicidade e a manutenção de plataformas de apostas, com penas de dois a quatro anos de prisão, além de multas, e prevê agravamento da sanção quando houver uso de dados pessoais ou operações financeiras ilícitas. O texto ainda depende de aprovação legislativa.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei que cria crimes específicos relacionados às apostas de quota fixa, conhecidas como bets. A proposta prevê pena de até seis anos de prisão, além de multa, para quem explorar ou operar apostas de forma irregular no Brasil. O texto faz parte de um pacote de medidas que inclui uma medida provisória com novas restrições ao setor. Segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (25), o projeto foi elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A proposta também prevê punições para quem divulgar, promover, patrocinar, impulsionar ou monetizar publicidade de casas de apostas. Nesses casos, a pena prevista é de dois a quatro anos de prisão e multa. A mesma punição poderá atingir quem captar ou indicar apostadores e quem fornecer, hospedar, licenciar ou manter plataformas destinadas à realização de apostas, desde que tenha conhecimento de sua finalidade. O texto também prevê agravamento da pena em situações que envolvam o uso de dados pessoais para captar apostadores ou facilitar operações financeiras relacionadas à exploração irregular das bets. A proposta ainda precisa ser analisada pelo Congresso Nacional e, portanto, as penas previstas não estão em vigor.
Ivana Bastos institui programa de proteção digital; Câmaras poderão aderir
Ivana Bastos institui programa de proteção digital; Câmaras poderão aderir
Programa instituído pela presidente Ivana Bastos prevê ações permanentes de adequação à legislação de proteção de dados e fortalecimento da governança institucional.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Ivana Bastos, instituiu o programa “ALBA Protege Dados”, uma iniciativa permanente que visa adequar a Casa às normas de proteção de dados pessoais e fortalecer sua governança institucional. O programa, oficializado por ato da presidência, busca consolidar e aprimorar ações de conformidade com a legislação de proteção de dados, ampliando a segurança das informações e os direitos dos titulares. Inicialmente restrito à ALBA, o ato prevê a futura adesão voluntária de câmaras municipais do estado.
- A execução do “ALBA Protege Dados” será contínua, com atualizações periódicas e coordenação da encarregada de dados da ALBA, que orientará e monitorará as medidas implementadas. Entre as ações previstas, destaca-se a elaboração de uma cartilha educativa para servidores e agentes institucionais, detalhando conceitos e boas práticas no tratamento de dados. A iniciativa reflete o avanço das exigências da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) em órgãos públicos e instituições brasileiras.
Ivana é a primeira deputada a comandar o Poder Legislativo baiano em 190 anos - Foto: Vaner Casaes | Alba
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Ivana Bastos, instituiu o programa “ALBA Protege Dados”, iniciativa voltada à adequação da Casa às normas de proteção de dados pessoais e ao fortalecimento da governança institucional. O programa foi oficializado por meio de ato da presidência e terá caráter permanente dentro do Legislativo estadual. Segundo a ALBA, a proposta é consolidar, aprimorar e dar continuidade às ações relacionadas à conformidade com a legislação de proteção de dados, além de ampliar a segurança das informações e os direitos dos titulares dos dados pessoais. Inicialmente, o programa será aplicado apenas no âmbito da Assembleia Legislativa da Bahia, mas o ato prevê a possibilidade de adesão voluntária por parte das câmaras municipais do estado. De acordo com a presidente Ivana Bastos, o “ALBA Protege Dados” será executado continuamente pelas unidades administrativas da Casa, com atualizações periódicas conforme mudanças normativas, tecnológicas e institucionais. A coordenação das ações ficará sob responsabilidade da encarregada de dados da ALBA, que terá a função de acompanhar, orientar e monitorar as medidas relacionadas à proteção de dados pessoais dentro da instituição. Entre as iniciativas previstas está a elaboração de uma cartilha educativa voltada para servidores públicos e agentes institucionais. O material deverá reunir conceitos fundamentais, orientações práticas e diretrizes sobre boas práticas no tratamento de dados pessoais no cotidiano administrativo. Segundo a Assembleia, a cartilha será disponibilizada em formato digital e, quando necessário, também em versão impressa. A iniciativa ocorre em meio ao avanço das exigências da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) em órgãos públicos e instituições brasileiras.
























