Hantavírus pode virar nova pandemia? Entenda doença ligada a mortes em cruzeiro
Hantavírus pode virar nova pandemia? Entenda doença ligada a mortes em cruzeiro
Doença transmitida por roedores levantou alerta após mortes em cruzeiro e gerou preocupações sobre risco de nova pandemia
Por: Raquel Franco
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- O surto de hantavírus no cruzeiro MV Hondius no Oceano Atlântico levantou preocupação internacional após a confirmação de mortes e casos suspeitos. A Organização Mundial da Saúde classificou o risco global como baixo, afirmando que o comportamento do vírus é completamente diferente de doenças altamente contagiosas.
- Especialistas alertam que o período de incubação do hantavírus pode chegar a mais de um mês e que o atendimento precoce é crucial para aumentar as chances de recuperação. O tratamento é baseado no controle dos sintomas e no suporte hospitalar.
Foto: Divulgação | Antarctica Cruises
O surto de hantavírus registrado no cruzeiro MV Hondius, no Oceano Atlântico, acendeu alerta internacional após a confirmação de mortes e casos suspeitos da doença. Apesar da preocupação, especialistas e a Organização Mundial da Saúde reforçam que o cenário é muito diferente do observado no início da pandemia de Covid-19. Segundo a OMS, cinco casos ligados ao navio já foram confirmados, enquanto outros seguem sob investigação. A embarcação, que transporta cerca de 150 pessoas, passou dias ancorada próximo a Cabo Verde e deve seguir para as Ilhas Canárias. Mas afinal, qual é o nível de preocupação que o hantavírus representa para a saúde global? O que é o hantavírus? O hantavírus é uma doença transmitida principalmente pelo contato com urina, fezes ou saliva de roedores infectados. A contaminação geralmente acontece quando a pessoa inala partículas presentes no ar em locais contaminados. Os sintomas iniciais costumam se parecer com os de uma gripe forte, incluindo febre, dores musculares, fadiga e dor de cabeça. Em casos mais graves, podem surgir falta de ar, dificuldade respiratória, náuseas, vômitos e problemas pulmonares. A doença passa de pessoa para pessoa? Na maior parte dos casos, não. O hantavírus normalmente é transmitido por roedores. No entanto, a cepa Andes que foi encontrada na América do Sul e investigada no caso do cruzeiro, pode provocar transmissão entre humanos em situações muito específicas de contato próximo e prolongado. Especialistas afirmam que o comportamento do vírus é completamente diferente de doenças altamente contagiosas, como Covid-19, gripe ou sarampo. A epidemiologista Maria Van Kerkhove, da Organização Mundial de Saúde disse nesta quinta-feira (7), que a doença “não é Covid, não é gripe”, além de transmissão dificultosa e "muito diferente" Existe risco de pandemia? Segundo a OMS, o risco global é considerado baixo. O diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que não vê semelhanças entre o atual surto e o início da pandemia de coronavírus. Ainda assim, autoridades sanitárias acompanham passageiros que estiveram no navio porque o período de incubação do hantavírus pode chegar a mais de um mês. Há tratamento ou vacina? Não existe vacina específica contra o hantavírus. O tratamento é baseado no controle dos sintomas e no suporte hospitalar, principalmente nos casos respiratórios mais graves. Especialistas afirmam que o atendimento precoce aumenta as chances de recuperação. O que as autoridades estão fazendo? Passageiros e tripulantes do navio seguem sendo monitorados por equipes de saúde internacionais. Alguns países, como o Reino Unido, recomendaram isolamento preventivo para pessoas que estiveram a bordo da embarcação. O navio também passou por limpeza e desinfecção antes do desembarque previsto nas Ilhas Canárias.
Riachense estreia no time profissional do Cruzeiro
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Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Cruzeiro Oficial
- A cidade de Riacho de Santana, no sudoeste da Bahia, tem mais um motivo para se orgulhar. Isso porque no último domingo (25), defendeu as cores do time do Cruzeiro, de Minas Gerais, pela primeira vez como profissional, o riachense Geovane de Jesus Rocha, 19 anos, o menino Geovane. A partida aconteceu diante do Patrocinense, no Mineirão. Geovane compôs a zaga do time da Toca da Raposa, substituindo o paraguaio Cáceres. E o garoto mostrou ao que veio, em uma atuação firme e segura, em que chegou a se arriscar no ataque, obrigando o goleiro do Patrocinense a fazer uma grande defesa, depois de um chute forte de fora da área. Ao final da partida, emocionado, o menino Geovane agradeceu a família e afirmou que está realizando um sonho. “Primeiramente quero agradecer a Deus por tudo. Só Deus e minha família sabem tudo o que eu passei para chegar neste momento e realizar este sonho. Passei por muitas coisas desagradáveis e infelizes, mas estou muito feliz por estrear como profissional. Ainda mais pelo Cruzeiro, que é um time grandioso. A primeira vez que entrei no Mineirão falei que era um sonho, e hoje estou muito feliz de realizar o sonho da estreia neste estádio. Vai ficar marcado para sempre”, descreveu o zagueiro, que fez questão de lembrar de Riacho de Santana. “Queria mandar um abraço para todos de Riacho do Santana. Minha vó Elvira que acabou falecendo, e tinha um sonho de me ver estreando pelo profissional, mas tenho certeza que neste momento ela está me olhando. O meu avô Almir e todos os membros da minha família, pessoal de Rondonópolis-MT também, já que parte da família é de lá. Tenho certeza que todos estão orgulhosos de mim e agradeço muito porque sempre estiveram do meu lado nos momentos bons e ruins”, finalizou.























