Flávio Bolsonaro confirma presença em debate da Globo e desafia Lula
Flávio Bolsonaro confirma presença em debate da Globo e desafia Lula
Candidato do PL confirmou participação após carreata em Goiânia e convocou o presidente para o confronto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) confirmou que participará do debate televisivo promovido pela TV Globo na quinta‑feira (1º), mesmo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não compareça. Durante uma carreata em Goiânia, o candidato prometeu usar o confronto para “desmascarar” Lula, abordando temas como a crise no STF e a proposta de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, três dias antes do primeiro turno das eleições de 4 de outubro.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) confirmou neste domingo (27) que participará do debate da TV Globo, marcado para quinta-feira (1º), e convocou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o confronto. A declaração foi dada após uma carreata em Goiânia (GO). Flávio afirmou que pretende participar do encontro mesmo se Lula não comparecer e disse que quer confrontar o petista durante o debate. “Eu quero ir para esse debate só para desmascarar esse mentiroso, esse assassino da esperança do Brasil”, declarou. O candidato também afirmou que pretende questionar Lula sobre temas como a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e a proposta de anistia para envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O debate será realizado três dias antes do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. Até o momento, a campanha de Lula não havia confirmado a participação do presidente no encontro.
Flávio Bolsonaro cobra investigação e afastamento de Alexandre de Moraes
Flávio Bolsonaro cobra investigação e afastamento de Alexandre de Moraes
Senador afirma que STF deve autorizar investigação contra o ministro; julgamento está marcado para terça-feira.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro (PL) exigiu que o Supremo Tribunal Federal autorize a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e determine seu afastamento, antecipando a sessão extraordinária em que a Corte analisará um relatório da Polícia Federal que aponta ligações entre Moraes, o ex‑dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e um contrato de R$ 131 milhões com o escritório da esposa do ministro. O senador alertou que a decisão será um dos momentos mais importantes da política brasileira nos últimos anos e criticou o uso do inquérito das fake news para perseguir adversários.
- O relatório da PF também menciona outras apurações, como o financiamento do filme “Dark Horse”, envolvendo Flávio Bolsonaro, e investigações sobre o INSS e o caso “Lulinha”. Flávio, que está sob investigação no STF por supostos US$ 24 milhões negociados com Vorcaro, destacou a necessidade de transparência nas investigações enquanto a crise no STF se aprofunda, com o presidente Edson Fachin retirando Moraes da relatoria do inquérito das fake news.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cobrou nesta segunda-feira (14), em Belém, que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorize a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e determine seu afastamento. A declaração foi feita na véspera da sessão extraordinária em que a Corte analisará um relatório da Polícia Federal sobre as relações entre Moraes e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. “Amanhã vai ser um dos dias mais importantes dos últimos anos do Brasil. É o início de um julgamento que eu tenho certeza que vai fazer com que o Alexandre de Moraes seja oficialmente investigado. Com tudo que já veio à tona, eu acho que não há nenhuma dúvida que pelo menos a maioria do Supremo, no plenário, tem a obrigação de autorizar o início de uma investigação contra ele”, afirmou. Flávio acrescentou que Moraes “precisa ser afastado” e criticou o uso do inquérito das fake news, que, segundo ele, seria usado para perseguir adversários políticos. A sessão está marcada para esta terça-feira (15), às 10h. O relatório da PF aponta Moraes como interlocutor de Vorcaro e registra um contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro. Em meio à crise no STF, o presidente da Corte, Edson Fachin, retirou Moraes da relatoria do inquérito das fake news e suspendeu decisões de André Mendonça e Flávio Dino relacionadas a investigações envolvendo ministros. Flávio também pediu transparência em apurações sobre o filme “Dark Horse”, que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, além de casos relacionados ao INSS e a “Lulinha”. O senador é investigado no STF no inquérito sobre o financiamento do filme. Segundo informações divulgadas pelo The Intercept e pela revista Piauí, Flávio teria negociado com Vorcaro recursos de pelo menos US$ 24 milhões para a produção, dos quais ao menos US$ 12,3 milhões teriam sido pagos. A Polícia Federal investiga a origem e o destino do dinheiro, incluindo suspeitas de que parte dos recursos tenha sido usada para custear a estadia de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. As suspeitas estão sob investigação e não representam, por si só, comprovação de irregularidade. Belém, onde Flávio fez as declarações, fica na região Norte do Brasil, no estado do Pará.
Moraes e Mendonça têm bate-boca e quase chegam às vias de fato no STF, afirma colunista
Discussão teria ocorrido após Moraes descobrir o aprofundamento das investigações que identificaram o ministro como suposto destinatário de mensagens de Daniel Vorcaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma discussão entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e André Mendonça quase resultou em agressão física após Moraes confrontar o colega sobre o avanço de investigações sigilosas no caso Master. Relatada por Mendonça, a apuração da Polícia Federal identificou Moraes como o suposto destinatário de mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, nas quais era solicitada proteção em relação ao procurador-geral Paulo Gonet e ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
- O episódio expôs uma crise interna que divide grupos na Corte e no comando da PF sobre os rumos do inquérito e o risco de vazamentos. Enquanto aliados de Moraes articulam questionar Mendonça por suposto desvio de finalidade e tentar retirá-lo da relatoria, o entorno de Mendonça aponta tentativas de blindagem e teme interferências em eventuais negociações de delação premiada de Vorcaro.
Foto: Antônio Augusto | STF
Uma discussão entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), quase terminou em agressão física, segundo informações da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O confronto teria acontecido depois de Moraes tomar conhecimento de que Mendonça havia determinado o aprofundamento das investigações que acabaram identificando o ministro como o suposto destinatário de mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Moraes teria pedido uma conversa com Mendonça para tratar do assunto, mas o encontro acabou em bate-boca. A discussão ficou acalorada e, segundo a apuração, por pouco não evoluiu para agressões físicas. A investigação, que tramita sob sigilo e está sob relatoria de Mendonça, buscou identificar o interlocutor de Vorcaro em mensagens nas quais eram citados o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Após o aprofundamento das apurações, a Polícia Federal concluiu que as mensagens teriam sido enviadas a Moraes. Nos textos, Vorcaro pede suposta “proteção” em relação a Gonet e Andrei Rodrigues. Mendonça também teria questionado como Moraes tomou conhecimento do avanço de uma investigação sigilosa. Já Moraes teria acusado o colega de direcionar as apurações contra ele. Disputa deixa os bastidores - A jornalista Andréia Sadi avalia que o novo pedido de Mendonça no caso Master tornou explícita uma disputa que vinha sendo travada nos bastidores do Supremo. A crise passou a envolver diferentes grupos dentro da Corte e uma disputa sobre os rumos das investigações. No entorno de Mendonça, há a avaliação de que existiram movimentos para limitar o alcance das apurações e impedir que elas avançassem sobre as relações de Vorcaro com políticos e integrantes do Judiciário. Do outro lado, aliados de Moraes, Paulo Gonet e Andrei Rodrigues reagiram à atuação do relator. Nos bastidores, há quem defenda questionar Mendonça por suposto desvio de finalidade e abuso de autoridade. Também é discutida a possibilidade de tentar retirar Mendonça da relatoria do caso Master. A disputa também chegou ao comando da Polícia Federal. Entre investigadores, há preocupação de que a atuação de Mendonça possa provocar uma crise envolvendo o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues. Também há preocupação com possíveis vazamentos de informações sigilosas. A possibilidade de uma colaboração premiada de Daniel Vorcaro é outro ponto de tensão no caso. No entorno de Mendonça, existe desconfiança sobre a resistência enfrentada em negociações anteriores e a avaliação de que uma eventual delação mais ampla poderia revelar relações de Vorcaro com personagens influentes da política e do Judiciário.
























